Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Pizzolato e Genoíno...Dois brasileiros cujo testemunho de vida são irrepreensíveis

Xeque - Marcelo Bancalero

Neste ano tive a oportunidade de realizar meu sonho e conhecer o Rio de Janeiro. Mais do que isso... 
Conheci a família de Henrique Pizzolato. Cuja defesa de sua inocência, faço enfaticamente em meu blog e redes sociais. 


Pizzolato mora num apartamento, no RJ numa das ruas paralelas à avenida da praia, e não uma cobertura de frente para o mar como dizem os irresponsáveis que querem colocar Pizzolato no imaginário popular, como alguém que vive de regalias graças ao dinheiro público.
Pizzolato não comprou seu apartamento, e nada em sua vida com dinheiro público. 
Henrique Pizzolato foi funcionário de carreira do Banco do Brasil por mais de 30 anos...
E se ele tivesse um AP de frente para o mar em Copacabana, isso não seria problema nenhum! Ou nesse país quem trabalha não pode usar o seu dinheiro para o que bem quiser?
Mas não Pizzolato!
Vindo de uma infância pobre, de pés descalços no chão frio do sul, Henrique venceu na vida com uma única finalidade em foco... Ajudar a seus semelhantes. Assim, tudo o que conquistou foi assim compartilhado, com familiares, amigos e necessitados.
Não foi por acaso que escolheu o PT como partido... Mas por ser este o partido em maior afinamento com as causas que Pizzolato sempre defendeu. Ele que foi um dos coordenadores da Campanha Contra a Fome e a Miséria, liderados pelo Betinho e Dom Mauro Morelli, um pequeno embrião que se tornaria numa ideia mais ousada que conhecemos hoje como o Bolsa Família e a luta do PT contra a miséria, no maior projeto social feito por um país.
Este é Henrique Pizzolato, que vai alem e cede uma parte de seu apartamento, para um casal de amigos viver com sua filhinha...
Passei 5 dias em sua casa quando fui para o Ato na ABI em defesa do PT. Entre reuniões com blogueiros que o apoiam voluntariamente e orações no fim da noite, convivi com essa linda família, e o que vi ali,fez-me confirmar a inocência que os documentos que eu tinha visto já validavam.
Assim como Genoíno que mora até hoje na mesma casa do Jd Butantã, e nunca enriqueceu... Pizzolato vive de maneira modesta em seu apartamento, dividindo o que tem com amigos. 

Dia 13/14 de novembro, os golpistas esperam ansiosos para que Joaquim Barbosa decrete a prisão de alguns dos réus da AP 470... Entre estes está Henrique Pizzolato, meu amigo, apenas um brasileiro no lugar errado e hora errada, que coincidiu com a necessidade de um plano macabro pra destruir o PT.
Mas a verdade mesmo que sob ameaça, virá!
E esta verdade libertará Henrique Pizzolato, José Genoíno, João Paulo Cunha, Delúbio Soares e José Dirceu... E quantos mais inocentes existirem , neste processo.
Os ERROS serão sanados...
E o Legado de Lula e do PT não sofrerá com esta mancha...

Leia o artigo;

Genoíno, meu vizinho


por Paulo Jonas de Lima Piva

Vila Indiana, Butantã, São Paulo, bem atrás da USP. Morei lá nos anos de 2001 e 2002, num quartinho alugado, de estudante, numa construção muito estranha, sem acabamento, feita às pressas. Eram quartos feitos um em cima do outro, para os lados, escadas apertadas em redemoinho, levando para um fundo que parecia não ter fim. Alguns quartos tinham banheiro dentro e eram minúsculos, outros eram espaçosos, mas sem banheiro. As portas e janelas eram de lata. A sensação era que tudo aquilo iria desmoronar a qualquer instante. Certamente, aquele labirinto jamais passou pelos olhos de um engenheiro ou pelo crivo de um fiscal da prefeitura. Havia uma cozinha coletiva que mais parecia um porão. Úmida e com cheiro de mofo, gordura e gás, havia lá muito a se fazer, e os pedreiros que trabalhavam naquele porão com fogão e geladeira não pareciam conhecer nada de alicerces. Na verdade, o local parecia mais um canteiro de obras irregular e perigoso, feito para enriquecer alguém rapidamente à custa dos alunos da USP que lá moravam, jovens de toda parte, calouros, mestrandos, doutorandos do Brasil e do mundo. 

Eu morava bem no alto daquela mistura de torre de Pisa, de Babel e puxadinho mal-feito, num quarto espaçoso, logo, sem banheiro dentro. A pia ficava numa sacada com vista para a parte de baixo do bairro e para o quintal de uma personalidade bastante respeitada na época: o então candidato ao governo de São Paulo pelo PT, José Genoíno. Da minha sacada, com a boca cheia de pasta de dente, eu via toda manhã os fundos da Vila Indiana e o quintal da casa de um dos políticos mais respeitados daquele momento, um sobrado simples com garagem. Por cinco ou seis vezes pude ver daquele mirante Genoíno no seu quintal ou na sua garagem, sempre muito rápido e discretamente. Em algumas delas consegui cumprimentá-lo lá de cima.

Genoíno ainda mora lá, naquele simples sobrado de classe média baixa, naquele bairro de classe média para baixo, depois de todo o sórdido e covarde espetáculo promovido pela máfia midiática no caso do "mensalão", que linchou publicamente a sua reputação de político honesto e comprometido com as causas populares. Em nada sua única propriedade corresponde à versão da oligarquia midiática brasileira de que o mais famoso crime de caixa dois para financiamento de campanha política fora o "maior escândalo de corrupção da história do país". Genoíno, o cara mais injustiçado da política brasileira, não mora numa mansão no Morumbi, não é vizinho de José Serra (peça chave da privataria tucana impune) ou do Maluf (estrela de vários escândalos), não tem apartamento em Higienópolis, no condomínio de Fernando Henrique (o príncipe da privataria tucana e da compra de votos para a reeleição de 1998), tampouco conta na Suíça. Mesmo assim, ao que tudo indica, ele terá de pagar uma multa à Justiça de Joaquim Barbosa sem ter nenhum recurso para pagá-la, a não ser com o dinheiro da venda do sobrado da Vila Indiana onde ainda mora, seu único teto. Mesmo com a venda do único patrimônio que ainda tem lhe faltará dinheiro para tal. Em suma, Genoíno foi sim guerrilheiro, preso político da ditadura militar, militante torturado, homem de partido que se sacrificou por um projeto, o qual, felizmente, se realizou e está sendo realizado: eleger Lula presidente e tirar milhões da miséria.http://opensadordaaldeia.blogspot.com.br/2013/11/genoino-meu-vizinho.html?spref=fb

Leia também...
Um pedido de oração...



Joaquim Barbosa agendou o julgamento dos segundos embargos para o próximo dia 13/11. 
A AMEAÇA: Ministros do STF já disseram que embargos não rediscutem o mérito: decisões tomadas no julgamento de 2012. “Revolver provas e documentos não é mais possível”. Se os ministros entenderem que os embargos servem “apenas” para “atrasar” o julgamento, poderão determinar a prisão imediata de parte dos condenados. 
O ERRO JUDICIÁRIO: se isto acontecer estará confirmado o maior erro judiciário do Brasil: réus não tiveram o direito, que é garantido por Lei, de revisão do mérito/decisão do julgamento por outra instância/outra corte. Não tiveram nenhum direito de recorrer da sentença/decisão.
A INJUSTIÇA: Pizzolato, foi acusado de um crime que não existiu - “desvio de dinheiro público”. Não existiu, porque TODA A DOCUMENTAÇÃO comprova que o dinheiro NÃO era público e foi TODO gasto em propagandas dos cartões de crédito da marca Visa.
Pizzolato será preso pela covardia dos que se fazem de cegos e pela mentira dos que não tem a humildade em reconhecer ERROS??????



















E ainda pode encontrar bom material pelas tags;







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