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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Depois dos "rabos presos"... Sobram os "rabos entre as pernas"...

Xeque - Marcelo Bancalero


E depois de falarmos em rabos presos...
Agora vamos ter de falar de   rabos entre as pernas

Mesmo com a manobra do PSDB, PIG e o ministro Marco Aurélio de Mello, para impedir que  Perillo falasse na CPMI do Cachoeira, parece que o relator vai indicia-lo amanhã na leitura de seu relatório.
Com isso, mais a possibilidade do que mais parece uma manobra  de Cachoeira, que pode  livrá-lo por enquanto da cadeia, ao ser condenado por 5 anos, assim, podendo ser em regime semi-aberto. Tem muita, mais muita gente com o rabinho entre as pernas.
Pois é...
Assim é o Brasil infelizmente!
Pelo menos  no que diz respeito ao STF, PIG, Políticos da oposição.
Quem não tem o rabo  preso, acaba tendo o mesmo entre as pernas!
E agora teremos o mais rabudo como presidente do supremo...
O que podemos esperar?
Pois bem...
A blogosfera que não tem rabo preso e nem tem medo de ameaças....
É como cachorrinho de raça, daqueles  que são pequeninos, mas  são ferozes e atentos, e que tem os rabos cortados  desde pequenos. Assim nem  ficam com rabos presos, nem  demonstram medo colocando-os entre as pernas.
A blogosfera fala, denuncia, e vai desmascarar estes "vendidos"!



20/11/2012 19h41 - Atualizado em 20/11/2012 20h05

Cachoeira é condenado a 5 anos de



prisão, mas ganha alvará de soltura


Condenação é pelo regime semiaberto; Cachoeira terá de dormir na cadeia.
Bicheiro estava preso desde 29 de fevereiro acusado comandar jogo ilegal.

Mariana Oliveira e Felipe NériDo G1, em Brasília, e do G1 DF
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou nesta terça-feira (20) o bicheiro Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás e no Distrito Federal, a cinco anos de prisão em regime semiaberto pelos crimes de formação de quadrilha e tráfico de influência. Ele também foi condenado ao pagamento de 50 dias-multa, mas o  valor não foi informado pelo tribunal.
A juíza Ana Cláudia Costa Barreto, da 5ª Vara, expediu alvará de soltura em favor de Cachoeira porque o bicheiro tem o direito de recorrer da decisão em liberdade até o trânsito em julgado da ação (quando não há mais possibilidade de recurso).
Se for mantido a condenação pelo regime semiaberto, ele terá de passar o dia fora do presídio e retornar para dormir na cadeia.
De acordo com a legislação, a pena de regime semiaberto deve ser cumprida em uma colônia agrícola ou industrial. Pelo entendimento dos tribunais, quando não há estabelecimentos desse tipo, a Justiça permite penas alternativas, entre elas o cumprimento da sentença em domicílio.
Ele foi condenado, segundo o tribunal, por tentar fraudar o sistema de bilhetagem do transporte público de Brasília. Segundo a investigação, durante a Operação Saint Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal, ele tentou forçar uma dispensa de licitação para a contratação de um sistema de bilhetagem de origem sul-corena.
A Saint Michel é um desdobramento da Operação Monte Carlo, que apurou o envolvimento de agentes públicos e privados em uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
Cachoeira foi preso em fevereiro devido às investigação da Monte Carlo. Já preso, foi expedido um novo mandado contra ele pela Operação Saint Michel. Em outubro, ele obteve um habeas corpus relacionado às investigações da Monte Carlo, mas continuou preso em razão do mandado expedido pela Saint Michel.



20/11/2012 - 03h40

Relator da CPI do Cachoeira pede indiciamento de Perillo


O relator da CPI do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), decidiu pedir o indiciamento do governador Marconi Perillo (PSDB-GO) por suas relações com o empresário Carlos Ramos, o Cachoeira.
O relatório final da CPI, porém, não havia sido finalizado até o encerramento desta edição e poderia sofrer mudanças de última hora.
Segundo a Folha apurou, Perillo foi avisado sobre o pedido de indiciamento e começou a operar apoios para derrubar essa parte do texto.
Sergio Lima/Folhapress
O governador de Goiás, Marconi Perillo
O governador de Goiás, Marconi Perillo
O relatório de Cunha tem cerca de 4.000 páginas e sua votação, prevista para hoje, foi remarcada para amanhã. Mas havia dúvidas se daria tempo para impressão.
Ontem, Cunha chegou a considerar um recuo no indiciamento do governador após tomar conhecimento de uma liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, segundo o qual Perillo não poderia mais ser convocado a depor na CPI.
Os advogados do governador sustentaram que, se não pode ser ouvido, Perillo também não poderia ser investigado e indiciado. Horas depois, o magistrado esclareceu: "Nada impede que o relatório da CPI diga que existem indícios de que o governador cometeu crimes e mande para a foro competente, no caso o STJ [Superior Tribunal de Justiça]. A CPI pode indicar qualquer um, até mesmo o presidente da República."
Segundo integrantes da CPI com acesso ao texto preliminar, "há provas contundentes" de envolvimento, evidenciadas pela compra de uma casa do tucano por Cachoeira e por nomeações de aliados do empresário em Goiás.
Cachoeira está preso desde fevereiro, acusado de exploração ilegal de jogos e de corromper agentes públicos.
O pedido de indiciamento cumpre um roteiro traçado pelo PT desde o início da CPI, já criada para investigar integrantes da oposição flagrados em escutas da PF.
À época, aliados de Perillo reclamaram que o tucano se transformara em alvo no ano do julgamento do mensalão por vingança. Ele sustenta que, em 2005, avisou o então presidente Lula sobre a compra de votos.
O relator também pedirá o indiciamento do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) por sete crimes: lavagem de dinheiro, corrupção passiva, advocacia administrativa, tráfico de influência, formação de quadrilha, violação do sigilo funcional e crime contra a ordem tributária.
O pedido de indiciamento do tucano é baseado numa entrevista à Folha na qual ele admite que sabia que Cachoeira operava esquema de jogo ilegal. "Se eu falar para você que não tinha conhecimento de que ele mexia com jogo, seria hipócrita", disse.
Editoria de arte/folhapress
Colaborou FELIPE SELIGMAN, de Brasília

terça-feira, 13 de novembro de 2012

CPMI do Cachoeira se aproxima do fim, e Gurgel, Gilmar Mendes, Veja e Cia vão se dar bem?

Xeque - Marcelo Bancalero

Como assim? 
Relatório Final?
E a Veja?
http://xeque-mate-noticias.blogspot.com.br/2012/08/e-se-casa-cair-deixa-que-caia.html
http://www.cartacapital.com.br/politica/veja-e-cachoeira-as-provas-definitivas-da-parceria/
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/como-funcionava-a-parceria-veja-cachoeira
http://xeque-mate-noticias.blogspot.com/2012/05/agora-sim-quero-ver-nao-chamarem-veja.html

E o Gurgel?
http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2012/11/01/collor-tem-novas-provas-contra-gurgel-e-policarpo/
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/cachoeira-e-a-gelada-em-gurgel
http://www.viomundo.com.br/denuncias/collor-diz-que-nao-houve-entrevista-de-valerio-a-veja.html
E o Gilmar Mendes?
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/05/novas-escutas-da-pf-apontam-amizade-entre-gilmar-mendes-demostenes-e-cachoeira.html
http://correiodobrasil.com.br/carlinhos-cachoeira-arrumou-jatinho-para-demostenes-e-gilmar/460619/#.UKG7NuRQWnI
Como  pode se ter um relatório sem ouvir todos esses envolvidos?
Absurdo!!!
CPMI do Cachoeira se aproxima do fim, e Gurgel, Gilmar Mendes, Veja e Cia vão se dar bem? 



CPMI do Cachoeira deve apresentar relatório final na próxima semana



Cunha
O relator da Comissão, Odair Cunha, garantiu que peça já possui mais de mil páginas
O deputado Odair Cunha (PT-MG), relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações criminosas de Carlinhos Cachoeira, deve apresentar seu relatório final no próximo dia 20 de novembro. Até lá, o esforço será para fechar o texto, e a CPMI não fará mais reuniões para oitava de testemunhas ou para aprovação de requerimentos.
Odair Cunha não tem dado entrevistas sobre o assunto; mas, por meio de seu blog na internet, antecipou que a peça já possui mais de mil páginas e “será bastante contundente”. O relator também informou que pedirá o indiciamento de todos os depoentes que se recusaram a falar na comissão de inquérito.
O deputado informou que analisou 69.694 páginas referentes a sigilos bancários, 11.333 folhas relativas a quebras de sigilo fiscal de 75 pessoas físicas e jurídicas e, ainda, 45.594 páginas de extratos de ligações telefônicas. Somando documentos, planilhas, fotos, vídeos, extratos, áudios e relatórios analíticos, chega-se ao total de 1,1 terabayte de informações recebidas.
Depois de apresentado o relatório, haverá sessões para leitura, discussão e finalmente votação do documento; nesta fase, pode haver concessão de vista pelo prazo máximo e improrrogável de cinco dias, conforme Regimento Interno do Senado, que permite ainda o voto em separado aos integrantes da comissão que não concordarem com o relator.
Requerimentos
Mesmo sabendo que não têm mais chances de verem seus pedidos apreciados, os parlamentares continuam apresentando novos requerimentos à comissão. Agora já são 638, entre solicitações de convocações e informações, além de quebras de sigilo.
O mais recente deles foi apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) no último dia 7 de novembro, querendo saber detalhes sobre operações bancárias e depósitos feitos por uma empresa tida como laranja da Delta Construções.
O relator Odair Cunha já havia dito que todo o material deve ser encaminhado ao Ministério Público para uma possível continuação das investigações. Também serão enviados sigilos fiscais, telefônicos e bancários que não foram analisados, além de documentos já solicitados pela comissão e que ainda não chegaram ao Parlamento.
Representação
Também já está nas mãos do Ministério Público representação elaborada por parlamentares do PSDB, pedindo o prosseguimento das investigações sobre o envolvimento da Delta com o esquema do contraventor goiano.

sábado, 16 de junho de 2012

Ele quebra ele quebra sim Marconi Perillo o Exterminador da história política de Goias

Xeque- Marcelo Bancalero

Aqui não são necessárias as palavras deste blogueiro.
A mensagem da música no primeiro vídeo, as imagens no segundo e  e  falas de Kajuro dando arremate no terceiro vídeo dão por si mesmas o Xeque-Mate neste mau exemplo político o tucano Marconi Perillo 

PSDB nunca mais!
Vamos extinguir este partido do Brasil!
Nem deixar mudar de nome nós vamos!
Como fizeram o PFL assumindo que são parte do Dêmo!





E governadores tucanos, que não prestam, vamos denunciar geral este vídeo, vamos fazer valer a CPI do Cachoeira e derrubar geral toda a cúpula tucana! Vamos na luta sempre! Venceremos...



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Diferenças gritantes entre o bem e o mal. "Agnelo Queiroz e Marconi Perillo"


Xeque - Marcelo Bancalero


Pois é...
Existe uma diferença gritante  nas atitudes dos governadores.
Um, vítima de uma quadrilha que tentou o incriminar, outro criminoso que tem ajuda da quadrilha para tentar se safar.
Um é atacado para  assim, tentarem macular o governo do PT, outro  é blindado por ter  atrás de si a máfia midiática e demotucanos que temem perder os poderes que ainda lhe restam!
Será possível que eles ainda acreditam que podem se safar disso?
É muita ingenuidade pensar que o povo não amadureceu com a ajuda das redes sociais e blogueiros que trazem a verdade à luz.
Acabou a manipulação midiática!
O fiscais da mídia estão juntos, unidos por um ideal em comum acabar com o PIG e exorcizar o Brasil destes corruptos!

Agnello é incisivo, Perillo se protege na parcialidade midiática

Estas cópias de cheques que comprovariam que Perillo não recebeu em dinheiro pela venda de sua casa a Cachoeira, não limpam a barra do tucano, pois quem os expede é uma empresa do sobrinho do contraventor...
Em seu depoimento, Marconi Perillo deixou questionamentos em aberto e não foi nada ousado em em sua defesa.
Sobre a questão da compra de uma casa de sua propriedade por Carlinhos Cachoeira com valores milionários o governador tucano pouco explicou, além de dizer que não vendeu [diretamente?] para o contraventor preso na operação Monte Carlo da Polícia Federal.

Segundo o que foi publicado no portal Ig, o político do PSDB não elimina gravíssimas suspeitas sobre esta transação:

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), apresentou na manhã desta terça-feira cópias dos cheques que alega ter recebido como pagamento por uma casa vendida por R$ 1,4 milhão.

Com isso, Perillo contradiz a versão apresentada na semana passada pelo empresário Walter Paulo Santiago, que disse à CPMI do Cachoeira ter pago o valor em dinheiro.

Foi nesta casa vendida por Perillo que o contraventor Carlinhos Cachoeira foi detido pela Polícia Federal em fevereiro.

Os cheques estão em nome de Excitant Indústria e Comércio e Confecções, empresa que teria recebido dinheiro de uma companhia ligada a Cachoeira.

O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) obteve na Junta Comercial dados a respeito da linha sucessória de sócios da Excitant. E consta como um últimos dos sócios da empresa um sobrinho do bicheiro Carlos Cachoeira, de nome Leonardo de Almeida Ramos.

Apresentar cópias de cheques para afirmar que não recebeu 

qualquer quantia e
 
m dinheiro  do bicheiro Cachoeira neste negócio perde toda a sustentação com a descoberta de que o cheque é de uma empresa, coincidentemente(?), administrada por um sobrinho de Cachoeira...

Por sua vez, Agnelo Queiroz, desafiou quem pudesse provar seu envolvimento com agentes do crime organizado.
Indiretamente, deu a entender, que não nomeou ninguém em seu governo a pedidos do contraventor como teria feito o governador de Goiás:

“É legitimo eu questionar, quero o nome de uma pessoa que eu tenha nomeado a pedido de Cachoeira. Um só nome que eu tenha nomeado a pedido de Cachoeira com todas as 30 mil horas de gravação [da Operação Monte Carlo]”,

Agnelo Queiroz, ao contrário de Marconi Perillo que deixou a serviço da CPMI e do Judiciário tal questão, abriu seus sigilos
bancário, fiscal e telefônico para a comissão parlamentar analisar, para segundo o governador petista, não mais “conviver com desconfiança da sua biografia”.

E como agiu a grande imprensa?
Como um medíocre e mal intencionado arbitro de futebol, que para equilibrar embate desequilibrado pela técnica superior de um dos oponentes, usa do apito para dificultar o êxito de quem se sai melhor em campo.

No caso em questão a grande imprensa e seus prepostos correram para dizer que a situação de ambos é igualmente complicada...

Não há aqui a presunção da inocência de Agnelo Queiroz, pois as investigações podem contradizê-lo e tornar sua situação complicada.

O que há é um juízo de que o governador do Distrito Federal, sucessor dos governadores desastrosos para o povo da capital brasileira como Maria Abadia, Joaquim Roriz, José Arruda e Paulo Octávio, não ficou no canto do ringue, sem defesa e sem argumentos contundentes para contradizer seus acusadores.
Além disso não titubeou em liberar seus sigilos e colaborar com as investigações.

Já o PSDB gritou contra o pedido da CPMI para ter acesso aos sigilos de Marconi Perillo, conforme publicado na Agência Brasil, no dia de seu depoimento:

"Ele não é investigado. O relator se perde, ele está aqui como testemunha", gritou o deputado, que foi apoiado pelo senador Mário Couto (PSDB-PA) e pelos deputados Ônix Lorenzoni (DEM-RS) e Vanderlei Macris (PSDB-SP).

Já o governador Marconi Perillo não abriu mão de seu sigilo ao responder a pergunta feita pelo relator. Ele alegou não ver motivo suficiente nem fundamentação para quebra de sigilos. "Esta decisão, contudo, não me cabe, cabe à CPI e ao Judiciário. Vocês são quem devem tomar tal decisão", disse o governador.

Não fosse a parcialidade escandalosa de grande parte da imprensa e Marconi Perillo já teria caído face aos gravíssimos vestígios de seu envolvimento em um esquema criminoso.
Mais uma vez a imprensa tenta salvar os seus e no máximo, para não perder o jogo, empatar levando um dos adversários mais cedo para o chuveiro, como se diz no jargão do futebol quando um atleta é expulso de campo.

Em tempo:
O R7 publicou que "Depois que Agnelo liberou seu sigilo, governador de Goiás consentiu em liberar dados. Os sigilos bancário, telefônico e fiscal dos governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF) deverão ser quebrados na próxima quinta-feira (14).


Quanta valentia do tucano, parece aquela cena de quem tá no escuro e não sabe o que tem pela frente e resolve "avançar" protegido pela iniciativa daquele que põe o corpo a frente para seguir adiante.

Agnelo denuncia tentativa de derrubá-lo e abre sigilos bancário, fiscal e telefônico ao Parlamento

13/6/2012 14:25,  Por Redação - de Brasília
Queiroz
Agnelo Queiroz fala aos parlamentares na CPMI do Cachoeira
O depoimento do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz(PT), na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista que investiga as relações de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com agentes públicos e privados foi palco, nesta quarta-feira, de uma nova disputa entre a base de apoio ao governo e a oposição. Agnelo denunciou um esquema em que se “misturam mentiras e meias-verdades para me desgastar e me tirar do governo do Distrito Federal” e negou qualquer envolvimento com o esquema de jogos ilegais, corrupção e tráfico de influência comandado por Cachoeira.
Segundo governador a depor na CPI mista do Cachoeira, Queiroz falou aos parlamentares um dias depois que o de Goiás, Marconi Perillo, negou qualquer ligação com o contraventor Cachoeira. De acordo com as investigações, o contraventor seria sócio oculto da construtora Delta, que manteve contratos de serviços de limpeza urbana com o governo do Distrito Federal até a semana passada. As mesmas investigações afirmam que o grupo de Cachoeira teria também tentado fraudar licitação de bilhetagem eletrônica no transporte público do DF, negócio que acabou não se concretizando. O governador também foi instado a explicar sobre o crescimento do seu patrimônio desde 1998. Nesse período, a soma dos seus bens teria aumentado quase 12 vezes
Em resposta aos questionamentos sobre seu patrimônio, Queiroz ofereceu à CPI do Cachoeira seu sigilo bancário, fiscal e telefônico, com o argumento de que “quem não deve não teme”. O anúncio do governador arrancou aplausos e assovios de assessores do governo do Distrito Federal e parlamentares, que acompanhavam a sessão da CPI. Na sala ao lado da CPI, mais de 30 assessores e deputados assistem à sessão e aplaudem Agnelo conforme as respostas do governador.
– O governador mostrou que não tem nada a esconder – disse o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).
O deputado da oposição Onyx Lorenzoni (DEM-RS) pediu que a promessa de Agnelo seja formalizada ainda hoje e nos mesmos termos das outras quebras de sigilo feito pela CPI, com o prazo de dez anos. O presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que a formalização será discutida depois pela CPI. A promessa de Agnelo foi um aceno à CPMI contra o governador de Goiás Marconi Perillo, do PSDB. Na véspera, o tucano causou bate-boca no plenário ao se recusar a oferecer a quebra de sigilo.
– O PSDB agora acabou. Perillo tem medo, Agnelo não – disse o deputado Silvio Costa (PTB-PE).
Além de negar irregularidades em seu governo, Queiroz desafiou aos parlamentares que encontrassem qualquer falha no contrato com a Delta, cujo ex-diretor era parceiro de Carlos Cachoeira.
– Essa é a história de um governo que vem ser perseguido pelo crime organizado e de um governante que a despeito disso trabalha para restituir o poder público no DF. O contrato da Delta não foi assinado em meu governo e foi a mando da Justiça. Mas o governo eleito não era amigo. Depois de 26 dias que tomei posse determinei um auditoria profunda – disse.
O governador afirmou, ainda, no depoimento à CPMI do Cachoeira, que o grupo do empresário Carlos Cachoeira “tentou, mas não conseguiu”, fraudar uma licitação no governo do Distrito Federal. Segundo Agnelo, a investigação da Polícia Civil do DF sobre a atuação do grupo de Cachoeira na licitação da bilhetagem eletrônica do DFTrans mostra que o governo do DF não tem ligação com o grupo.
– O grupo de Cachoeira tentou fraudar uma licitação do sistema de bilhetagem. Tentou, mas não conseguiu porque o DFTrans sequer realizou a licitação – acrescentou o governador.
Outra acusação, a de que Cachoeira tinha influência em seu governo, segundo Queiroz, é uma ofensa “à inteligência alheia”.
– Como então falar em Carlos Cachoeira operando em licitação no GDF se não houve a licitação? Se ele tivesse ligação do governador, precisava de lobista para chegar até o secretário de Transportes? Não vamos ofender a inteligência alheia – disse.
Queiroz desafiou ainda que qualquer um apontasse algum ato do DF em favor de Cachoeira.
– Que ato do governador que beneficiou essa organização? Quando foi? Eu quero um só – pontuou.
Queiroz levantou, ainda, um outro caso levantado pela Polícia Federal para reafirmar que o governo do DF impediu a atuação do grupo de Carlos Cachoeira.
– Os autos da operação Monte Carlo mostram que eles forjaram a compra de terras públicas e tentaram legalizar a posse. Foi mais uma tentativa frustrada”, disse. “Se Cachoeira tinha acesso ao governador, porque tinha que aliciar funcionários da base e mesmo assim não conseguiu? – questionou.
Anvisa
Queiroz defendeu-se, ainda, da acusação de que teve responsabilidade administrativa na autorização de funcionamento de uma importadora de medicamentos pertencente a um empresário que lhe vendera uma casa.
– O que foi investigado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o próprio certificado mostra que não há nenhum envolvimento meu – afirmou.
Agnelo disse ainda que todas as suas contas como diretor da agência foram aprovadas pelo TCU:
– A Anvisa tem um grau de rigor absurdo. Nenhum dirigente da Anvisa consegue atestado de boas práticas. E todas as minhas contas da Anvisa estão aprovadas pelo Tribunal de Contas da União. Na minha gestão na Anvisa, mudamos toda a demanda reprimida que havia ali. A agência deu um grande salto nesses últimos anos com a minha modesta colaboração como diretor. E observo, fui diretor, não presidente da Anvisa – concluiu Queiroz.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Perillo contrata hackers para bloquear oposição! É a guerra na Rede


Xeque - Marcelo Bancalero

Todos que devem temem a força das redes sociais.
A força de blogueiros e militantes de Redes Sociais como Facebook, Twitter, Orkut entre outras, tem força igual ou maior que os "Caras Pintadas do Impeachment".
A mídia oportunista, o PIG (Partido da Imprensa Golpista), perde a cada dia sua força.
Hoje, qualquer um com acesso à internet pode ter contato com a verdade que é escondida.
E agora, contratam hackers para atrapalhar a nossa fiscalização.
Em Votorantim, a oposição com medo do crescimento da aprovação do prefeito Carlos Augusto Pivetta do PT, tenta de tudo com "fakes" que tentam manipular a opinião pública a qualquer custo.Utilizando golpes baixos  e tudo o que puderem para isso.
Um dos apoiadores da administração já foi atacado por hackers que tentaram denegrir sua imagem e sua credibilidade, para que o que ele fala em seu Blog e suas redes sociais não tivessem o apoio da população. O hacker entrou em seu Facebook e postou uma mensagem que causou estranheza nos  amigos dele, ao ponto de iniciar-se um levante contra ele. 
Graças a Deus  me avisaram e o problema foi resolvido antes de prejudicá-lo e prejudicar a imagem do prefeito a quem defende.
É importante que o caro leitor compreenda que isso não vai parar. Cuide de sua senha, troque-a semanalmente! 
Se ver alguém que costumava  falar uma coisa mudar de lado, avise-a, pois pode ser que esteja sendo usada por um hacker. 
Se souberem de algo que tente denegrir minha imagem, pergunte-me. Pois eles tentarão de tudo.
Vamos dar um Basta!
Somos Fiscais da Mídia e das Redes Sociais!
Ninguém vai atrapalhar o crescimento de Votorantim!
Os Moradores de Votorantim merecem continuar tendo qualidade de vida!



Perillo contrata hackers para bloquear oposição nas redes sociais, denunciam ativistas

5/4/2012 11:59,  Por Redação - de Goiânia
Perillo é alvo de investigação da Polícia Federal
Na esteira dos escândalos que atingiram o governador de Goiás, MarconiPerillo, ativistas do movimento Fora Marconi Perillodenunciaram aoCorreio do Brasil, nesta quinta-feira, a ação de hackers na página mantida por eles em uma rede social como forma de mobilizar a população goiana para a série de movimentos em curso no Estado em favor do impedimento do atual chefe do Executivo. A prática da interceptação de mensagens eletrônicas foi uma prática adotada por Carloso Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com o qual Perillo e o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) estariam envolvido para a prática de crimes, segundo investigações da Polícia Federal.
“O movimento continua firme e forte, mas hackers foram contratados para desarticular o evento na rede social. Estamos lutando para que o movimento continue e cresça, pois dessa o Estado não escapa. A população quer justiça e teremos a nossa vontade feita”, disse o ativista identificado apenas por Dann. “O governo (Perillo) domina todos recursos de divulgação local e estadual das sujeiras e vergonhas que vêm acontecendo, cada tentativa de fazer o movimento ser suprimido ou fragmentado é mais um motivo para nos unir e fortalecer. Tomou banho de Cachoeira agora segura o tsunami de eleitores indignados com as injustiças e a forma como tudo isso tem ocorrido. Queremos a nossa justiça e o Fora Marconi será apenas o começo”, acrescenta.
Outro ativista, com o codinome Caio, denuncia também a truculência do governo Perillo contra os manifestantes e a censura praticada, possivelmente, por agentes do governo goiano:
“Marconi tem se valido de práticas chinesas de censura à internet, ao tentar desarticular o grupo do Facebook. Vários foram expulsos por hackers do governo. O movimento está com 8 mil pessoas, mas era para ter mais de 9 mil. Tem havido bloqueio à participação”, garante.
Edson Freitas, codinome de outro ativista do movimento Fora Marconi, reafirma a ação de hackers contratados para dificultar o acesso da oposição ao governo Perillo às redes sociais:
“Como goiano e participante do movimento Fora Marconi, estamos sendo impedidos de postar livremente os evento no facebook, com certeza isso parte de membros do governo que estão entrando em nossas páginas e nos bloqueando. Divulguem isso a nível nacional, o governo vai querer impedir os cidadãos goianos de fazer este manifesto”, alerta.
Interceptação
Segundo relatórios da Polícia Federal, divulgados nesta quinta-feira, agentes da PF e do Ministério Público encontraram ligações entre Cachoeira e uma empresa formada por arapongas (espiões contratados a soldo particular), em um bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro. A firma, de propriedade do agente aposentado da Polícia Federal, Joaquim Gomes Thomé Neto, era encarregada de inteceptar mensagens eletrônicas de rivais e inimigos de Cachoeira e seus associados, entre eles o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).
A empresa foi um dos alvos de busca e apreensão durante a Operação Monte Carlo, deflagrada pela PF entre fevereiro e o mês passado, na qualCachoeira aparece como líder de um grupo que explorava o jogo ilegal e pagava propinas a agentes públicos, parlamentares e integrantes do alto escalão do governo de Perillo. Esta mesma operação permitiu que a PF flagrasse conversas de Cachoeira com o senador Demóstenes Torres, que após as denúncias deixou o seu partido, o DEM, e corre o risco de ter o mandato cassado.

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  2. FHC ataca corrupção e protege Perillo
  3. Caso Cachoeira: depois de Demóstenes, Marconi Perillo vira alvo de denúncias
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