Magazine do Xeque-Mate

Mostrando postagens com marcador informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador informação. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de outubro de 2011

Vale á pena divulgar! Pedro e os Lobos está na final do Jabuti 2011

Xeque - Marcelo Bancalero

Mais uma vez trago este modesto Blog uma informação sobre o trabalho do escritor e jornalista João Roberto Laque. 
Dessa vez com muita alegria de notificar sua participação como finalista do conceituado Prêmio Jabuti 2011, nosso Oscar da literatura brasileira.
Fico imensamente  gratificado, fazer parte desse momento desde o início sempre divulgando esse projeto literário.
http://xeque-mate-noticias.blogspot.com/2010/10/pedro-e-os-lobos-por-joao-roberto-laque.html


http://xeque-mate-noticias.blogspot.com/2011/09/pedro-lobo-de-oliveira-historia-nao.html


Vamos ajudar a divulgar esse livro, a história de mais este brasileiro. A história do nosso país.


Marcelo Bancalero

Pedro e os Lobos está na final do Jabuti 2011



 O livro Pedro e os Lobos – Os Anos de Chumbo na trajetória de um guerrilheiro urbano, do jornalista João Roberto Laque, acaba de ser indicado para a final do mais tradicional prêmio literário brasileiro Em apuração realizada pela Câmara Brasileira do Livro no último dia 21, Pedro e os Lobos foi apontado como um dos finalistas ao Jabuti na categoria livro-reportagem. E a indicação vem a calhar num momento em que o país é governado por uma ex-companheira de Pedro Lobo na luta armada e se discute a implantação de uma comissão da verdade no Congresso para apurar os crimes acontecidos durante a ditadura militar. A obra narra, com linguagem ágil e envolvente, todo o período que vai da posse de Jânio Quadros ao fim do governo João Figueiredo. E, para levar ao leitor um painel dos Anos de Chumbo a partir da ótica da guerrilha, o autor usa como fio condutor a vida de Pedro Lobo de Oliveira, um dos mais aguerridos combatentes urbanos da época. Laque diz que a maioria dos brasileiros ainda desconhece os detalhes da guerra travada entre os combatentes da esquerda armada e os militares nesse período. “Na última campanha presidencial, por exemplo, cansei de ouvir a frase: — Se a Dilma foi presa no passado, é porque alguma coisa ela fez. Então, essa mulher não pode ser presidente do Brasil! Isso é fruto de pura desinformação.” O jornalista acredita que, a partir dessa indicação e do possível prêmio, seu trabalho ganhará mais visibilidade. “Existe um enorme preconceito por parte da grande imprensa e das redes de livrarias em relação a obras literárias produzidas de forma independente. Com este aval dado pelos jurados do Jabuti, colocando meu nome ao lado de grandes ícones do jornalismo literário, como Laurentino Gomes, Luís Fernando Veríssimo, Zuenir Ventura e Ricardo Kotscho, ganho a possibilidade de tentar quebrar essas barreiras”. 
Saiba mais sobre o livro acessando: www.pedroeoslobos.com www.pedroeoslobos.blogspot.com ........................................................................................................................................................ Contatos: 11 2024 8960 - cel. 11 9513 0483 laque@ibest.com.br - joao@pedroeoslobos.com

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Prefeito de Jandira e executado a tiros e segurança ferido








JANDIRA – A Polícia Militar confirmou, às 8h40 desta sexta-feira (10), a morte do prefeito de Jandira, Braz Paschoalin (PSDB] e a internação do motorista e segurança dele. Ambos foram baleados quando saíam do carro na rua Antônio Conselheiro, no bairro Mirante, na cidade da Grande São Paulo. O prefeito estava em frente à radio Astral, onde possui o programa Bom dia, Prefeito, apresentado todas as sextas-feiras pela manhã.


Funcionários da rádio informaram à Agência Record que Braz costumava ir até o local com um veículo blindado, o que não aconteceu nesta sexta. A polícia trabalha com a possibilidade de um atentado.

Informações iniciais são de que homens que estavam em um carro prata passaram pelo veículo do prefeito atirando e fugiram. O carro dos atiradores foi abandonado na cidade de Itapevi.

Funcionários da rádio disseram à Agência Record que os microfones do local chegaram a captar o barulho dos disparos efetuados contra o prefeito e o motorista. O áudio será entregue à polícia. A Polícia Militar informou ainda que Braz chegou a ser socorrido e levado ao pronto-socorro central do município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O motorista continua internado.

O caso deve ser encaminhado à delegacia central do município.

Perfil

Walderi Braz Paschoalin nasceu em 27de janeiro de 1948, na cidade de Andradina. Em 5 de outubro de 2008, ele foi eleito para o seu terceiro mandato como prefeito da cidade de Jandira. A carreira política de Pascholin começou em 1976, quando ele foi eleito vereador e, pouco tempo depois, assumiu o posto de presidente da Câmara municipal.

PM encontra carro que teria sido usado no crime

A Polícia Militar de Jandira encontrou um Ford Focus de cor prata e com marcas de tiros que teria sido utilizado pelos homens que assassinaram o prefeito.

De acordo com a PM, o veículo, que foi encontrado coberto de gasolina, abandonado na estrada de Pitas, no Parque Nova Jandira, havia sido roubado no dia 21 de novembro.

Foto: Prefeito Braz Pascholin foi assassinado nesta sexta-feira (10) na Grande São Paulo - Divulgação


Filme A Rede Social - A criação do Facebook por Mark Zuckerberg e o brasileiro Eduardo Saverin



Xeque- Marcelo Bancalero

Assisti ontem o filme  A Rede Social. Confesso que achei incrível, a forma como o Facebook nasceu. Claro, em meio a intrigas, equívocos devido a sentimentos de traição. Muitos mais de ordem psicológica do que realmente uma traição literal.
Se compreendermos o filme veremos que Mark Zuckerberg criou o Facebook à partir de uma motivação pessoal que não tinha nada haver com dinheiro. Mas provar algo para uma mulher. Ele não era um vilão (mesmo no caso da não intencional traição ao brasileiro Eduardo Saverin). Este também por motivações puramente psicológicas(ciúmes), acabou por se perder no caminho. Mesmo assim , depois de um acordo judicial o nome de  Eduardo foi mantido como Co-fundador do Site. Podemos ficar orgulhosos!
Não quero ser advogado do diabo. Mas já absolvi MArk Zucckerberg. Mesmo quanto à acusação de roubo da idéia do pessoal da equipe de canoagem, se revermos a conversa dele no início do filme com a ex-namorada, entenderemos por que ele não se aliou a eles e precisou criar sozinho o Site. 
Como diz o slogan do filme  “você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”. Isso é a mais pura verdade.
 O que importa é que graças a ousadia desses dois heróis, hoje estamos com mais essa rede social para nosso entretenimento e também como ferramenta de alguns trabalhos importantes. (como podemos ver aqui) E parece que a cada dia cresce mais, podendo ultrapassar o Orkut. 


Veja mais sobre esse tema ;


Redes Sociais e a relações Humanas AQUI A Briga do Google e Facebook AQUI Para entender as Redes Sociais AQUI Empresas aderem às Redes Sociais AQUI e  e Facebook - "O Fenômeno das redes Sociais" AQUI


Veja  Sinopse
Esse drama americano de 121 minutos, dirigido pelo destacado diretor David Fincher, conta como os estudantes de Harvard Marck Zuckerberg e o brasileiro Eduardo Saverin, conseguiram criar, no outono de 2003, a rede social online Facebook, avaliada hoje em mais de 30 bilhões de dólares. O filme é baseado no livro "Bilionários por Acaso", de Ben Mezrich.


No entanto, ao invés de uma história de grande amizade, o filme mostra um histórico de traições entre amigos, trapaças típicas dos grandes advogados do Vale do Silício e, claro, uma batalha judicial que se arrasta nos tribunais até hoje. Tudo isso é contato através de uma direção segura, que não dá brechas para elementos desnecessários, e também por um roteiro bastante ágil. Um filme que vale o ingresso. Já é apontado como um dos favoritos ao Oscar de 2011. Confira a atuação de Jesse Eisenberg na pele de Zuckerberg e avalie realmente se ele não merece. Eisenberg brilha nesta atuação.


Eduardo Saverin, o brasileiro na história do Facebook

Pouca gente sabe, mas o economista paulista foi um dos criadores da rede social, ao lado do ex-amigo Mark Zuckerberg






O brasileiro Eduardo Saverin é uma figura rara na web. Sua presença virtual é praticamente nula: seus perfis no Facebook e Linkedin são desérticos. No entanto, ele pode ser considerado um dos grandes responsáveis pela evolução na internet por ter participado da criação de um de seus maiores fenômenos. Poucos sabem, mas o economista, hoje com 28 anos, é um dos cofundadores do Facebook, a maior rede social do mundo, e o maior desafeto de Mark Zuckerberg, comandante do site. 



Saverin é resistente à imprensa. Os detalhes de sua batalha jurídica contra Zuckerberg são um segredo. O limitado histórico que se tem dele estará nos cinemas na próxima sexta-feira, quando entra em cartaz A Rede Social.
Saverin é de família rica. Nasceu em 1982, em São Paulo. No início da década de 90, mudou-se com a família para os Estados Unidos por uma razão inusitada, segundo Mezrich: descobriu que seu nome estava em uma suposta lista de "sequestráveis". Em 2003, iniciou o curso de economia na Universidade de Harvard. Ali, conheceu Zuckerberg, aluno de ciência da computação, considerado por muitos um gênio. A amizade levou ao projeto do Facebook.
O lançamento do "TheFacebook", como era conhecido inicialmente, foi bombástico. Em menos de um dia, o site atingiu a marca de mais de 1.000 acessos – fato que animou os dois jovens. Eram necessários mais investimentos para angariar mais adeptos. Saverin foi o banco de Zuckerberg. Segundo documento do próprio Facebook, "Saverin administrou o desenvolvimento de negócios e aspectos comerciais da rede social em seus primeiros anos".
O negócio, que tinha o único objetivo de conectar estudantes da universidade, foi além. Superou qualquer expectativa. Na mesma proporção, iniciaram os atritos entre os criadores: Zuckerberg almejava novos usuários; Saverin, investimentos.
Sem um acordo sobre o caminho a ser trilhado, Saverin decidiu deixar a empresa e finalizar a graduação em Harvard. Zuckerberg, por sua vez, abandonou de vez o curso e, incentivado por Sean Parker, cofundador do Napster (site que fornecia músicas para download gratuito na internet e que foi tirado do ar pela Justiça americana), mudou-se para a Califórnia para se dedicar exclusivamente ao Facebook.
Mais tarde, Saverin foi processado pelo Facebook por interferir nos negócios da empresa. Segundo relatos de Bilionários por Acaso, Zuckerberg queria diminuir a participação do brasileiro nos ganhos totais: de 24% para 0,3%. Saverin, perplexo com a atitude do ex-amigo, reagiu: abriu processo contra a empresa – vencendo, posteriormente. Hoje, Saverin detém 5% do Facebook, o que lhe credencia a integrar o posto de 356º homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em 1,15 bilhão de dólares, segundo a Forbes. Zuckerberg, com 6,9 bilhões de dólares, é o 35º, à frente de poderosos da tecnologia como Steve Jobs (42º).
Desde a vitória judicial, Saverin apareceu publicamente uma única vez. Em outubro, publicou suas impressões sobre o filme A Rede Social. Hoje, é a negação da rede que ajudou a construir: é um antissocial. O antissocial mais procurado na web.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Facebook - "O Fenômeno das redes Sociais"

09/12/2010
 às 6:50 \ Internet

Internet: o fenômeno das redes sociais nas páginas de VEJA

O Facebook promoveu, no ultimo domingo, uma série de alterações na página de perfil dos usuário – a mudança no visual, porém, não agradou a todos. Mas não é essa a única razão pela qual o site de relacionamentos mais popular do mundo tem dado o que falar. O filme A Rede Social estreou no Brasil na última sexta-feira. O longa narra a epopeia que foi a invenção do Facebook pelo jovem gênio Mark Zuckerberg. Hoje, o site reúne 500 milhões de usuários em uma teia de comunicação instantânea e perpétua – e, ao lado do Twitter, é um dos maiores exemplos do poder das redes sociais nos dias de hoje.
As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro. Ao contrário do e-mail, sites como Orkut, Facebook e Twitter, por sua instantaneidade, criaram um novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo.
Criador do Facebook, Zuckerberg é hoje, aos 26 anos,dono de uma fortuna de 6,9 bilhões de dólares – mais que o triplo do que tinha no ano passado. Sua ascensão no ranking de bilionários da revista Forbes é o mais pujante exemplo de uma nova tendência no mundo dos negócios:fazer fortuna produzindo inovações no mundo digital. Zuckerberg inventou ferramentas avançadas para a interação no ambiente virtual. Pode-se dizer que elas transformaram a maneira como as pessoas usam a internet. Fenômeno parecido se viu a partir de 2006, com a criação do Twitter.
Atualmente, há 105 milhões de usuários do Twitter espalhados pelo mundo. Todos os dias, 600 milhões de buscas e 65 milhões de mensagens movimentam a rede. Por mês, são 190 milhões de visitas únicas. Em quatro anos, o Twitter já provocou impactos na política, nos negócios, na cultura do entretenimento. O exemplo mais extraordinário de suas potencialidades deu-se em 2009, nas eleições iranianas. Em repúdio à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, uma fatia da população recorreu à rede para denunciar fraudes na apuração, organizar protestos nas ruas de Teerã e divulgar imagens da repressão policial. O movimento chegou a ser saudado como “revolução do Twitter”.
No Brasil, o Twitter é a ferramenta é vice-campeã em número de acessos, ao lado do Facebook, com 10,7 milhões de visitantes únicos ao mês, atrás do Orkut, com 26,9 milhões. Embora tenha perdido espaço nos últimos anos, o Orkut é o pioneiro de uma nova geração de serviços de comunicação interpessoal. Como mostra reportagem de VEJA de 2004, a grande inovação promovida pelo Orkut foi possibilitar a cada usuário montar uma página com seu perfil. O padrão acabou servindo de modelo à maioria das redes sociais que surgiram posteriormente. Foi justamente a excessiva exposição a que estão sujeitos os usuários do site que impulsionou o sucesso de seu maior concorrente, o Facebook.
Em 2006, VEJA detectava um fenômeno: os sites de relacionamento promoveram uma verdadeira revolução no comportamento de seus usuários. Tais redes, associadas a programas de mensagens instantâneas, como o Messenger, criaram novos paradigmas – e até mesmo uma nova forma de traição virtual. A “e-infidelidade”, como ficou conhecida a nova maneira de ser infiel, tem todos os ingredientes de um caso fora do casamento, exceto pela ausência de contato físico – o que não parece atenuar o sofrimento dos traídos.
Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade.


Veja ainda; Redes Sociais e a relações Humanas AQUI A Briga do Google e Facebook AQUI Para entender as Redes Sociais AQUI Empresas aderem às Redes Sociais AQUI

sábado, 11 de setembro de 2010

Boni (Globo) Em entrevista no Roda Viva



José Bonifácio de Oliveira Sobrinho
Empresário de comunicação

A história do Boni tem a ver com grande parte do avanço da televisão no Brasil. Foi ele quem imaginou, criou e colocou no ar o modelo de TV que é líder de audiência há mais de 30 anos e que serve de referência para as demais emissoras.

Ele foi responsável pelo que o país viu de jornalismo, novelas, humorísticos e outros programas que entraram nas casas do brasileiro nas últimas décadas.

No Roda Viva desta semana Boni conta sobre o seu passado e presente e sobre o futuro da comunicação no Brasil.

Participam como convidados entrevistadores: Augusto Nunes, jornalista; Paulo Moreira Leite, jornalista; Esther Hamburguer, ensaísta, crítica professora do Departamento de Cinema, Rádio de TV da USP; e Pedro Dória, editor-chefe de conteúdos digitais do jornal O Estado de São Paulo.

Apresentação: Marília Gabriela


Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.

http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

domingo, 5 de setembro de 2010

É preciso vigiar! Serra já mostrou que está disposto a tudo para mudar o jogo. Até as próprias regras...


Meus amigos, vejam esta nova matéria, é do Izaias Almada, e diz coisas uteis a respeito dos inúteis para o país, ele fala de maneira firme, ponderada mas muito pé no chão. Leiam e se gostarem compartilhem a vontade.
Por Izaías Almada
O dia seguinte, ou como diria o grande jornalista e dramaturgo Otávio Frias Filho, “the day after”, o dia 04 de outubro de 2010, não será um dia só de festas, mas – sobretudo – deverá ser um dia de reflexão. Reflexão e atenção redobrada, eu acrescento.

O entusiasmo que toma conta de mais da metade do eleitorado brasileiro, quando estamos a um mês do primeiro turno das eleições, por poder retomar as praças e as ruas do Brasil com grandes comícios e festas, não deve jogar areia nos olhos daqueles que querem fazer do Brasil um país menos injusto socialmente e mais forte e soberano economicamente.

Cerro fileira com aqueles que consideram, com toda razão, que não se deve cantar a vitória antes da hora, mas tudo indica que a candidata Dilma Roussef poderá vencer as eleições ainda no primeiro turno. Se isso ocorrer, reitero, o dia 04 de outubro passa a ser o primeiro dia de um país que quer dar mais um passo em direção à maioridade. E que se preparou para isso nos últimos oito anos fazendo alguns deveres de casa de há muito exigidos e há muito esquecidos.

Mas será também o primeiro dia para a união das forças de sustentação do novo governo. Isso se essa sustentação de forças não se fizer necessária antes das eleições, tal o desespero da oposição e de seu candidato José Serra que, anunciando a “hora da virada” entrou no perigoso terreno do vale tudo.

As últimas notícias do destemperado candidato começam a formar um quadro, apoiado pela velha mídia, de “governo bandido” de “gente que é capaz de tudo”, de “nova república sindicalista” e coisas do gênero. Já se retoma o tema (tentado semanas atrás antes da vertiginosa queda de Serra nas pesquisas) da impugnação da candidatura, sempre lembrando que um grupo de militares já foi “avisado” na semana passada das intenções do Partido dos Trabalhadores em transformar o país numa ditadura (sic).Não podemos nos esquecer de que uma eventual e quase certa vitória de Dilma Roussef não significa que poderosos interesses econômicos contrariados aqui e ali ficarão à espera do seu cadafalso. Ou que livros que provam a nefasta ação da privataria contra o povo brasileiro sejam detalhados com o nome das contas dos piratas em paraísos fiscais. Ou que o Departamento de Estado dos EUA esteja a fingir que está morto e pouco interessado no jogo.
Há no ar um cheiro de medo, dos que vêm enganando o roubando o povo brasileiro, e de esperança, daqueles que encontram no governo Lula e de sua provável sucessora uma possibilidade de continuidade e mudanças ainda para melhor.
O Brasil do passado irá resistir de todas as maneiras, pois sabe que pode ficar, no mínimo, mais oito anos fora do poder. De agora até o próximo dia 03 de outubro toda a atenção será pouca, pois tudo indica que querem melar o jogo. E depois, se for o caso, o povo nas ruas terá que garantir a posse de Dilma Roussef.

Izaías Almada é escritor, dramaturgo e roteirista cinematográfico, É autor, entre outros, dos livros TEATRO DE ARENA, UMA ESTÉTICA DE RESISTÊNCIA, da Boitempo Editorial e VENEZUELA POVO E FORÇAS ARMADAS, Editora Caros Amigos.

TEDxSP 2009 - Augusto de Franco Pra entender as Redes Sociais!

Digitais do Serra! Entenda os objetivos da quebra do sigilo de Verônica



Com  a ajuda da amiga Lúcia Adélia Fernandes juntei algumas notas do Blog do   Claudio Humberto. Vejam abaixo o comentário de minha amiga e à seguir as notas retiradas do Blog.





Lúcia Adélia Fernandes Digitais do Serra Veja bem. Notinhas no blog do Claudio Humberto, que não é petista e muito menos simpatico a Dilma. 









05/09/2010 | 00:00


Ajuda externa

Araponga do antigo SNI do Rio seria o elo entre “clientes” na quebra de sigilo e a quadrilha que prestava esse serviço sujo em São Paulo.



05/09/2010 | 00:00


A ‘vingança’

Dias antes da quebra do sigilo de Verônica, amigos mineiros atribuíram à turma de Serra a tentativa “plantar” falsas notícias contra Aécio.



05/09/2010 | 00:00


Mui amigos

O objetivo de quem mandou investigar Serra era “ajudar” Aécio Neves, aparentemente à sua revelia, na disputa para ser o candidato do PSDB.



05/09/2010 | 00:00


A origem de tudo

A suspeita é que o falso procurador vendeu os dados fiscais da filha de Serra a pessoas recrutadas em Minas para devassar a vida do paulista.



05/09/2010 | 00:00

Contador cobrou 
R$ 10 mil para 
dar entrevista

O contador Antonio Carlos Atella Ferreira, que acessou os dados fiscais sigilosos de Verônica Serra, filha do candidato a presidente José Serra (PSDB), exigiu pagamento de R$ 10 mil para conceder entrevistas, assim que seu nome foi divulgado pela Receita Federal, na quinta-feira (2). A Band foi uma das emissoras que receberam a proposta, mas se recusou a fazer o pagamento. Perdeu o “furo”.






Xeque - Marcelo Bancalero

Acho que isso dispensa comentários!
Dilma não precisa se defender de nada. Quem vai no final de tudo isso ter que se explicar, será a turma do Serra.

License Creatve Crommons

Postagens populares

Arquivo do blog

Anuncios

Anuncios
Custo Benefício Garantido