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sábado, 11 de setembro de 2010

Renda per capita da população de SP cai! Por isso precisamos de Mercadante!


E por isso que você precisa ajudar a Mercadante nessa eleição a acabar com isso.
A renda per capita do Rio de Janeiro sobe e São Paulo com o governo do monopólio tucano cai mais 2 posições.
São Paulo precisa crescer! Nosso povo merece ter mais condições!
E você tem o poder de fazer isso nessa eleição. Ou então o monopólio tucano ficará mais 4 anos derrubando o nosso estado nessa tabela da renda familiar.
Pense na sua família! 
E Mercadante neles!


Rio passa São Paulo em ranking de renda familiar per capita, diz FGV


    Publicada em 10/09/10 
Fabiana Ribeiro

RIO - No ranking dos estados brasileiros de renda domiciliar per capita, o Rio de Janeiro subiu uma posição, passando para o terceiro lugar. Com R$ 811,65 mensais de renda familiar per capita em 2009, o estado fluminense fica à frente inclusive de São Paulo - que foi o quarto colocado caindo duas posições. Perde, assim, apenas para o Distrito Federal (R$ 1.291,43) e Santa Catarina (R$ 854,04). As informações fazem parte do estudo "A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres", baseado em dados da Pnad, do Centro de Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Com isso, o avanço da renda no Rio fica acima da média brasileira, que apresentou, no ano passado, expansão de 2,04%, passando de R$ 617,65 em 2008 para R$ 630,25 em 2009. São Paulo, por sua vez, fez o caminho inverso: teve retração de 2,29% nos rendimentos (de R$ 805,37 para R$ 786,92). Um movimento de queda visto também no Mato Grosso (-6,22%).
- O Rio subiu ao pódio, após uma decadência econômica histórica com a saída da capital. E isso ainda pode melhorar com as Olimpíadas. Já São Paulo, que concentra a indústria do país e tem sua economia conectada ao exterior, perdeu mais com a crise financeira - explicou Marcelo Neri, chefe do CPS da FGV.
Poder de consumo se concentra mais na classe C
O estudo da Fundação mostrou ainda que a nova classe média brasileira - a classe C - já representa a maioria da população brasileira. O grupo soma 94,9 milhões de pessoas, o que corresponde a 50,5% da população. No ano passado, a classe C era 49,2% da população. De 2008 para 2009, 3,1 milhões passaram a integrar a classe C, cuja renda domiciliar total varia de R$ 1.126 a R$ 4.854.
Enquanto isso..No restante do País...


BRASIL DEVE ATINGIR MENOR NÍVEL DE DESIGUALDADE EM 50 ANOS, DIZ FGV .

O Brasil está prestes a atingir o menor nível de desigualdade social desde 1960, aponta estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas). A projeção é baseada no índice de Gini –que varia de zero a um; quanto mais próximo de 1, menor a desigualdade.
Para 2009, a FGV aponta um índice de 0,5448, ante 0,5367 em 1960. Segundo o coordenador do estudo, Marcelo Neri, a desigualdade cai repetidamente desde o início da década e os indicadores atuais apontam continuidade nesse processo.
Os dados integram o estudo “A nova classe média: o lado brilhante dos pobres”, divulgado nesta sexta-feira pela FGV.
Neri afirma que, após a recessão de 2003, o Brasil tinha 49 milhões de pobres. Até 2008, segundo o especialista, 19,5 milhões saíram da pobreza.
Apesar do resultado positivo, Neri ressalta que o país ainda está entre os dez países com maiores índices de desigualdade no mundo. De acordo com o economista, no ritmo atual, o Brasil precisaria de 30 anos para atingir o nível de desigualdade registrado nos Estados Unidos.
A FGV considera que os brasileiros com renda mensal de até R$ 144 por pessoa estão na linha de pobreza.
RENDA
Em artigo publicado na Folha na quinta-feira, Neri revelou que a renda dos brasileiros mais pobres avançou mais que a dos mais ricos no ano passado. Os 40% mais pobres tiveram ganho de 3,15% e os 10% mais ricos, de 1,09%.
Os cálculos foram feitos com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), e integram o estudo divulgado hoje.
Na média, a renda per capita dos brasileiros cresceu 2,04% entre 2008 e 2009.
De 2003 a 2008, a renda per capita dos brasileiros cresceu mais que o do PIB (Produto Interno Bruto). Enquanto o PIB avançou 3,78% ao ano e a renda se amplicou em 5,23% ao ano, em termos per capita (descontado o crescimento populacional).
Ano passado, o PIB per capita caiu 1,5% (por conta da crise, mas a renda medida pela Pnad subiu 2,04%.
Neri diz que o Brasil vive um crescimento comparável ao da China, mas diz que o avanço econômico no Brasil tem qualidade superior ao do país asiático.
“O boom brasileiro recente seria de melhor qualidade que o chinês pois vem acompanhado de maior equidade, enquanto a China vive uma crescente desigualdade similar a que vivemos durante o milagre econômico brasileiro dos anos 60, bem detalhado no livro seminal de Carlos Langoni.”
Fonte: Grupo Folha.

Em http://www.abla.com.br/?p=1217

E ainda assim o Brasil cresce! Imaginem se Mercante ganhar as eleições!
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/0404sintese.shtm


Muda São Paulo! Dia 03/10
Mercadante Neles!!!

Boni (Globo) Em entrevista no Roda Viva



José Bonifácio de Oliveira Sobrinho
Empresário de comunicação

A história do Boni tem a ver com grande parte do avanço da televisão no Brasil. Foi ele quem imaginou, criou e colocou no ar o modelo de TV que é líder de audiência há mais de 30 anos e que serve de referência para as demais emissoras.

Ele foi responsável pelo que o país viu de jornalismo, novelas, humorísticos e outros programas que entraram nas casas do brasileiro nas últimas décadas.

No Roda Viva desta semana Boni conta sobre o seu passado e presente e sobre o futuro da comunicação no Brasil.

Participam como convidados entrevistadores: Augusto Nunes, jornalista; Paulo Moreira Leite, jornalista; Esther Hamburguer, ensaísta, crítica professora do Departamento de Cinema, Rádio de TV da USP; e Pedro Dória, editor-chefe de conteúdos digitais do jornal O Estado de São Paulo.

Apresentação: Marília Gabriela


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.

http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O representante da “massa cheirosa” e o fedor da podridão golpista

O representante da “massa cheirosa” e o fedor da podridão golpista

(fonte: http://www.rodrigovianna.com.br/palavra-minha/coracao-quente-cabeca-fria.html)
Desde o ano passado, tenho dito aqui que a campanha de 2010 seria a mais suja da história. Uma campanha pra quem tem estômago forte. Alguém achou que Serra ia despencar feito maçã podre, sem apelar? Se acreditou, não conhece Serra. E não sabe o que é a disputa pelo poder num país que pode se transformar na quinta economia do Mundo em poucos anos.
Os ataques de Serra, o apelo ao golpismo, e a campanha midiática orquestrada deixaram alguns leitores desse blog (e de muitos outros, pelo que vejo nos comentários por aí) um pouco tensos. Sei que mais gente por esse Brasil – gente séria, bem intencionada e que luta por um país mais justo – teme pelo pior. É bom mesmo ficar atento, afinal a história no nosso país e da América Latina mostra de que são capazes a direita e seus aliados midiáticos. Foram eles que clamaram pelo golpe em 64. Hoje, dariam tudo por um golpe em estilo hondurenho.
http://lusitanos.files.wordpress.com/2010/06/midia-mente.jpg?w=500&h=452
Mas será que têm forças pra isso?
Antes de sair atirando pra todo lado, é preciso fazer algo que era muito comum nos tempos pré-internet – quando a vida e a política seguiam um ritmo menos instantâneo: análise de conjuntura.
Modestamente, faço aqui a minha.
A eleição desenvolve-se com duas agendas opostas:
1) Agenda deLula/Dilma – o Brasil cresce, gera empregos, reduz desigualdades; não há porque mudar as coisas agora, é preciso fortalecer o bloco que está no governo, votando em Dilma e nos aliados nos Estado, para continuar o que Lula começou;
2) Agenda inicial de Serra/PSDB – o Brasil cresce graças ao FHC, que deixou tudo arrumado; mas como não é possível botar  FHC em cena, é preciso mostrar que Serra (e não Dilma) é o mais preparado para continuar a obra de Lula (e que na verdade não é de Lula, mas de FHC).
A agenda de Serra (um pouco confusa, não acham?) naufragou, foi atropelada por Lula e Dilma. A estratégia serrista de se mostrar “confiável” para continuar a obra de Lula (que na verdade não é de Lula, segundo a turma que chama Lula de “Apedeuta”) era uma quimera – além de tudo, vendida de forma incompetente, com favela “fake” e uma militância tucana confusa (afinal, somos a favor ou contra o “Apedeuta” e o “Bolsa-Esmola”?).
O naufrágio levou Serra a menos da metade das intenções de voto de Dilma. Diante do desastre, Serra saiu atirando, agarrou-se a um escândalo mal-contado e tem o apoio midiático em sua nova estratégia de pancadaria e de flerte com o golpe. Não achei que ia ser diferente. Escrevi várias vezes aqui que a turma de Ratzinger/Frias/Civita estaria aí pra ajudar Serra a produzir confusão na reta final.
Acontece que o povão parece ignorar o bombardeio. A pesquisa diária do Vox/IG/Band mostra isso  pelo segundo dia seguido: Dilma tem 51%, Serra 25% e Marina 9%. A Globo vai testar durante alguns dias os limites desse bombardeio. Se fizer algum efeito, os ataques serão intensificados. Do contrário, tudo será esquecido – menos nos editoriais da “Folha” e do “Estadão”.
O TSE acaba de negar pedido tucano de casar candidatura de Dilma. O golpismo não vai prosperar, vai só levar Serra para mais fundo, na lama.
Diante desse quadro, a pergunta é: será que vale a pena bater boca com os serristas desesperados? Ou o melhor é manter a cabeça fria e seguir em frente?
Inclino-me mais pela segunda hipótese. Sabendo, claro, que é preciso ter o coração quente e a firmeza necessária para resistir ao golpismo inato dessa gente. Se, na semana que vem, depois do feriado, eles aprofundarem as manobras golpistas, aí acho que vale a pena se preocupar.
Não podemos entrar no jogo deles, agora. Essa turma quer bate-boca. O brasileiro comum quer olhar para frente e seguir crescendo.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Dilma tem 46% das intenções de voto na Pesquisa CNT/Sensus

24/08/2010 - 10h45

Pesquisa CNT/Sensus: Dilma tem 46% das intenções de voto; Serra, 28,1%

Camila Campanerut
Do UOL Eleições
Em Brasília

Pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24) mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, à frente nas intenções de voto, com 46%, contra 28,1% de José Serra (PSDB). Em terceiro lugar está a senadora Marina Silva (PV) com 8,1%. Votos em branco, nulos e indecisos somam 16,8%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Na última pesquisa, a ex-ministra da Casa Civil liderava com 41,6%, Serra aparecia com 31,6% e Marina registrava 8,5%. Votos em branco, nulo e indecisos representavam 14,3%.
"É uma eleição tecnicamente decidida em primeiro turno a partir dos dados de hoje. Dilma tem 55,3% dos votos válidos e os demais candidatos têm 44,7%", explicou Clésio Andrade, presidente da CNT.
“Não estamos afirmando que a eleição terminou. A eleição só acontece no dia 3 de outubro, mas nunca vimos uma pessoa com 40% ou mais de intenção de votos não ir para o segundo turno", esclareceu o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, no sentido de indicar que dificilmente haja uma reviravolta do cenário eleitoral estudado pelo instituto.
A 103ª edição da pesquisa fez uma simulação de segundo turno entre a candidata petista e o tucano. Nela, Dilma aparece com 52,9%, contra 34% do ex-governador de São Paulo. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13,%.
Nesta edição da pesquisa, não houve simulação de segundo turno entre Marina e Serra e Dilma e Marina.
Na pesquisa espontânea – a que os nomes de candidatos não são indicados aos entrevistados - Dilma aparece com 37,2% das intenções de voto, contra 21,2% de Serra e 6% de Marina Silva. Brancos, nulos e indecisos representam 30,6%.
Propaganda política
O levantamento atual também levou em consideração questões a respeito das propagandas políticas veiculadas no rádio e na televisão desde o último dia 17 de agosto. Um total de 42,9% dos entrevistados afirmaram acompanhar o horário eleitoral gratuito.
Destes, 56% disseram que Dilma foi a candidata que apresentou a melhor propaganda eleitoral. Já para 34% dos entrevistados, a performance do tucano foi melhor e 7,5% avaliaram que a candidata do partido verde teve a melhor exposição na propaganda eleitoral.
Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, o programa eleitoral da candidata do governo teve boa aceitação com uma imagem de leveza, com um programa que emocionou e mostrou resultados. De acordo com Guedes, o candidato tucano, principal adversário de Dilma, foi prejudicado pelo "episódio da escolha do vice", pela "questão da judicialização da campanha" e pela "demonstração de ser contrário à política do presidente Lula".
Expectativa de vitória
Os entrevistados também foram questionados sobre quem ganharia as eleições para presidente da República neste ano, independentemente do voto do eleitor. Segundo o levantamento, 61,8% apontaram Dilma como vencedora, enquanto outros 21,9% indicaram Serra. Para 1,3%, Marina Silva é a favorita. O índice de entrevistados que não responderam ou não souberam totalizou 14,2%.
Em relação à pesquisa realizada em julho, a expectativa de vitória de Dilma subiu quase 15 pontos percentuais. Na ocasião,  a petista tinha 47,1%, Serra contava com 30,3% e Marina tinha 2,2%. Não responderam e não souberam: 16,7%. 
Rejeição dos candidatos 
A rejeição de Marina Silva e José Serra teve um crescimento expressivo nesta pesquisa se comparada com a anterior. Hoje, 40,7% dos ouvidos não votariam “de jeito nenhum” em Serra, enquanto que na edição anterior eles somavam 30,8%. Em relação à Marina, 47,9% não votariam nela, ante 29,7% na pesquisa anterior.
Já o percentual de Dilma de rejeição se manteve estável levando em conta a margem de erro. O atual é de 28,9% e na pesquisa passada era de 25,3%. A petista também subiu a sua aceitação como “única candidata em quem os entrevistados votariam”, com 39,8% nesta pesquisa e na passada, 34,6%.
Para 22,6% dos ouvidos, Serra aparece como o único que votariam, contra 25,5% da edição anterior. Para Marina, 8,3% a indicaram como a única candidata possível. No levantamento anterior, eles somavam 10,9%
Dados regionais
Das cinco regiões do país, Dilma aparece em primeiro lugar em quatro delas, com exceção do Sul, onde José Serra venceria as eleições com 47,8% dos votos. A petista aparece em segundo lugar com 35,7%, seguida por Marina Silva, com 6,9%. Brancos, nulos e indecisos representam 9,3% dos votos.
Na região Nordeste, a ex-ministra da Casa Civil tem seu melhor resultado, com 62,1%. Serra aparece com 19,8% e Marina Silva, com 6,4%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,1%.
As regiões Norte e Centro Oeste são analisadas juntas e apontam Dilma com 45%, Serra com 25,5% e Marina com 7,6%. Brancos, nulos e indecisos chegam a 20,5%.
Na região Sudeste, a diferença entre Dilma e Serra é menor. A petista lidera com 39,2%, o tucano com 27,6%  e a candidata verde aparece com 9,7% dos votos. Brancos, nulos e indecisos representam 21,8% dos votos.
Votos por gênero
Entre os entrevistados, 49,4% dos homens votariam em Dilma, 28,7% optariam por Serra e 7,6% escolheriam Marina Silva. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13%.
Já a avaliação das mulheres indicou que 42,9% votariam em Dilma, 27,4% em Serra, 8,4% em Marina.e 20,3% ainda estão indecisas ou votariam em branco ou nulo.
Nesta edição, o governo Lula e o desempenho pessoal do presidente não foram avaliados com os entrevistados.
Para a 103ª Pesquisa CNT/Sensus, foram entrevistadas 2.000 pessoas, em 136 municípios de 24 Estados, entre os dias 20 e 22 de agosto de 2010. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 24.903/2010.
Artigo retirado em;
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/08/24/pesquisa-cntsensus-dilma-tem-das-intencoes-de-voto-serra-.jhtm

sábado, 21 de agosto de 2010

Censo Demográfico 2010 debatido na Cultura


Eduardo Pereira Nunes
Presidente do IBGE

A população brasileira está envelhecendo. Há uma redução nas taxas de mortalidade e fecundidade. As famílias estão cada vez menores, com pais tendo menos filhos e muita gente morando sozinha.

O Censo Demográfico 2010, que já está em todos os cantos do país recolhendo dados, irá mostrar quantos são os brasileiros, como vivem, o que fazem, qual a cor ou raça e a religião, entre outras informações. São quase duzentos mil recenseadores com a tarefa de visitar 58 milhões de domicílios.

O novo retrato da população brasileira feito pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é a base para que os futuros governos definam políticas públicas e o setor privado analise investimentos. 

Funcionário de carreira do IBGE, o economista Eduardo Pereira Nunes é presidente do Instituto, onde está desde 1980.

Participam como convidados entrevistadores: Stephen Kanitz, economista e criador do Blog O Brasil que dá certo; Oscar Pilagallo, jornalista e autor do livro A aventura do dinheiro e da Série; Kátia Mello, repórter Especial da Revista Época e Leandro Modé, editor-assistente do caderno de economia do jornal O Estado de S. Paulo.

Colaboradores:
Erica Peroni, estranda em Comunicação Social (http://twitter.com/ericaperoni); Diego Biagi, blogueiro (http://twitter.com/diegovanzant); Giselle Zamboni, advogada e Blogueira (http://twitter.com/gisellezamboni) e Juliana Vilas Boas, publicitária (http://www.flickr.com/juvilasboas).



Apresentação: Heródoto Barbeiro

Transmissão ao vivo pela Internet a partir das 21H00.


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

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