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sábado, 22 de agosto de 2015

Jogo de poder - A saída de Temer da articulação política

Jogo de poder - A saída de Temer da articulação políticaA saída de Temer da articulação politica se dá por motivos fú...

Posted by Marcelo Bancalero on Sábado, 22 de agosto de 2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

#NãoVaiTerGolpe -Chega de dormir com o inimigo! Quem precisa do PMDB?

Xeque - Marcelo Bancalero

Não precisamos de falsos aliados!
Chega! É hora de tirar o inimigo do meio de nós!
Ao som da população gritando 
#NãoVaiTerGolpe políticos responsáveis apoiam Dilma

Leia e assista ao vídeo para entender;


Entrega de casas no Maranhão vira ato de desagravo a Dilma
Em São Luís 10/08/201512h52

A entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida no Maranhão transformou-se em ato de desagravo à presidente Dilma Rousseff.

Discursos inflamados a favor da petista foram feitos no terreno habitacional localizado na periferia de São Luís, diante de uma plateia formada por representantes de movimentos de luta por moradia e estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes).

A bancada do PC do B na Câmara também compareceu com seis parlamentares. Houve vaias ao senador Edson Lobão (PMDB-MA) e à ministra da Agricultura, Kátia Abreu (PMDB-TO).

quarta-feira, 6 de março de 2013

Veja e a razão da astúcia homofóbica! Enquanto Lula para a oposição com postes, esta tenta atingi-lo com pontes!

Xeque - Marcelo Bancalero

Não deixem-se enganar!
como fizeram na AP 470 condenando inocentes para atingir Lula e o PT, aqui  fazem o mesmo!
Não é ao PMDB e nem a Gabriel Chalita que querem atingir.

Mas sim, ao PT de Lula e Fernand Haddad!
Eles não dão ponto sem nó! Apesar dos editores dessa revistinha fuleca serem uns "nós cegos".
E assim, enquanto Lula  para a oposição com postes, esta tenta atingi-lo com pontes!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Enquanto a oposição demotucana, PIG e pSTF se articulam em suas coxia imundas, Lula e Dilma fortalecem alianças, pois o Brasil não pode parar!

Xeque - Marcelo Bancalero

O Brasil não pode parar!
Deixem que a oposição demotucana,  o PIG e o pSTF continuem com suas maquinações maquiavélicas. O Brasil não pode parar! 
Os brasileiros estão com  Dilma e Lula.
Se precisar sairemos às ruas!
Ninguém vai parar o Brasil!
Eles estão de olho em 2014...
Não se deixem enganar!



Lula e Dilma aceleram formação de uma nova aliança com o PMDB

6/11/2012 13:40,  Por Redação - de Brasília e São Paulo
Lula
Lula, confiante na aliança com o PMDB para 2014

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou o dia em encontros e discussões políticas, na Capital Federal, com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente do Congresso, Jose Sarney (PMDB), e o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), além dos presidentes peemedebista e petista Valdir Raupp e Rui Falcão, respectivamente. Estiveram presentes às discussões ainda os presidentes da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT) e líderes das bancadas no parlamento. Lula preferiu declinar do convite para o jantar no Palácio Alvorada, preferindo reuniões pontuais com cada um dos aliados, “para facilitar a costura de um grande acordo nacional entre os dois partidos, com vistas às eleições de 2014, para reconduzir a presidenta Dilma ao cargo por mais quatro anos”, afirmou, preferindo não ser citado nominalmente, um dos participantes do encontro com o ex-presidente da República e principal articulador da nova aliança.
Dilma, após o encontro com o ministro interino das Minas e Energia, Marcio Zimmermann, no início da tarde, liberou sua agenda para conversar com as cúpulas do PT e o PMDB até a hora do jantar, no Alvorada. Segundo assessores do ex-presidente Lula, estava previsto o seu regresso a São Paulo no final da tarde, “mas a gente nunca sabe”, observou um deles. Após as eleições municipais, as cúpulas dos dois partidos que integral o poder no país têm conversado sobre a reorganização do espaço no governo e as estratégias para 2014. Presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), um dos principais líderes da legenda de centro, disse que o PMDB reiterou à presidenta o seu apoio à reeleição em 2014.
Até a hora do jantar, as principais linhas do programa de atuação política do PT e do PMDB devem sofrer pequenos ajustes, com a consolidação de um espaço maior para o PMDB no governo e a proximidade do partido com o PT e o Planalto. A conversa com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), no entanto, está longe de um final feliz. Tanto que o governo está cauteloso para não aumentar a área de atritos. Lula enfrentou abertamente a legenda no Nordeste, onde tem sua base mais forte, e deflagrou um confronto direto com os socialistas em municípios como em Recife e Fortaleza, mas foi derrotado.
Dilma, por sua vez, não quer mais problemas com o PSB, que considera um aliado importante nas votações do Congresso. Também busca abrir espaço para que o governador Eduardo Campos encontre alternativas que evitem uma candidatura própria em 2014, o que poderia atrapalhar os planos de reeleição da presidenta. Ela ainda não conversou com o presidente do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, mas já agendou para esta sexta-feira um encontro em Salvador, onde será realizada reunião da Sudene, e terá todos os governadores do Nordeste presentes.
Bons resultados
Aos jornalistas, José Sarney disse que o jantar será uma oportunidade também para um balanço das eleições; além da comemoração pelos bons resultados obtidos pelos dois partidos, assim como para que seja traçada a estratégia de uma caminhada em parceria para o futuro.
– Vamos conversar sobre eleições e sobre futuro. Falaremos da aliança do PMDB e do PT com o governo, sobre a nossa contribuição e como vamos nos conduzir até o término do mandato da presidente, além de, sem dúvida alguma, apoiá-la na reeleição – afirmou o presidente do Senado, sem tocar na ampliação do espaço do partido na Esplanada dos Ministérios.
A ajuda que o PMDB deu ao governo nas eleições municipais foi reconhecido pelo Planalto, particularmente o apoio de Gabriel Chalita em relação à vitória de Fernando Haddad, em São Paulo. Essa participação reconhecida pelo Planalto como “relevante” e “importante” deverá render aos peemedebistas mais espaço na Esplanada do Ministérios. No Planalto, porém, comenta-se que Chalita ficará mesmo em São Paulo, em um cargo “muito bom” ao lado de Haddad, o que significaria a uma mudança de planos em relação ao nome que poderá compor um novo ministério para o PMDB.
Problemas no STF
Enquanto Lula, Dilma e demais líderes governistas conversam em Brasília, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República permanece atento aos movimentos de uma fator insólito para a República. Na véspera, Carvalho disse que considera desespero as supostas declarações do publicitário Marcos Valério ao Ministério Público. O publicitário é um dos condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, acusado de ser um dos operadores do esquema.
De acordo com reportagem publicada na revista semanal de ultradireita Veja, Marcos Valério afirmou que o PT lhe pediu para conseguir dinheiro para “calar um empresário” que ameaçava envolver o ex-presidente Lula e o próprio Gilberto Carvalho no caso do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, assassinado em 2002. Segundo a revista, os dois sofrem extorsão por pessoas envolvidas na morte de Celso Daniel.
– Nunca vi Marcos Valério, nunca falei com ele nem por e-mail, nem nada. Nunca ouvi falar de chantagem em Santo André. Tem que respeitar o desespero dessa pessoa – disse o ministro Gilberto Carvalho a jornalistas após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.
Segundo Carvalho, não há hipótese de envolverem Lula no caso Celso Daniel.
– Não vão conseguir. O presidente Lula nunca teve nada com essa história. Se tem algo que não nos preocupa é isso, o presidente Lula tem uma vida e uma prática que o povo brasileiro conhece – garantiu.
Uma voz dissonante, no entanto, mostra um certo grau de risco nos recentes ataques diretos da mídia conservadora ao ex-presidente Lula. Uma nova ordem jurídica tem surgido no país, no voto dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Penal 470. Segundo o articulista e blogueiro Luís Nassif, “o que está ocorrendo, agora, é o seguinte:
“Um relator, presidente eleito do STF, que tentou envolver a própria presidenta da República, com menção a uma declaração dela totalmente fora do contexto.
“O decano do STF, comparando o partido do governo ao PCC.
“Um ministro, Luiz Fux, que, para ser indicado, prometia até o que não devia: abafar o ‘mensalão’ (‘esse eu mato no peito’, era a frase dele, repetida com galhofa pelos colegas de Brasília). No julgamento, condenou até réus que foram absolvidos por um relator implacável.
“Um presidente de Supremo capaz de exibir uma ignorância política inadmissível, de condenação da própria política, ao definir como práticas ditatoriais a formação de coalizões e a busca da vitória nas eleições.
“Um procedimento de julgamento em bloco (no caso do mensalão petista) que não foi obedecido no caso do mensalão mineiro. E que atropelou toda sistemática de julgamento utilizada até então pelo Supremo. Nova regra? Não. No primeiro julgamento após a suposta mudança – do ator e deputado Stepan Nercessian –, volta-se ao entendimento anterior.
“Agora, uma revista semanal permite-se acusar – sem provas – um ex-presidente da República de compactuar com um assassinato. E tem-se a nova doutrina do Supremo de que bastam indícios para se condenar”, concluiu.

domingo, 15 de julho de 2012

Sinais apocalípticos comprovam as profecias sobre tucanos...

Xeque - Marcelo Bancalero

Grandes sinais apocalípticos comprovam as profecias para os tucanos! 
É o final dos tempos para demotucanos! 
PFL já virou DEM  que logo deixará de existir quando todos os demos forem exorcizados. 
Agora é o inferno astral do PSDB que pode fazer com que tentem uma nova sigla, talvez apareça por ai o PTD - Partido dos Tucanos Depenados
População aguarda ansiosa o fim destes partidos corruptos!
Eu repito....
Minha cidade não vai ser comitê de demotucanos!


PSDB perde 46% dos filiados na capital paulista em quatro anos

O número de filiados ao PSDB na capital paulista caiu 46% entre junho de 2008 e junho de 2012. No mesmo período, a filiação ao Partido dos Trabalhadores cresceu 44%.
Com informações de Marília Rocha
Em 25 de março, os tucanos escolheram José Serra como candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Apenas os filiados ao partido podem votar e, por isso, o cadastro passou por revisão. O número na cidade de São Paulo caiu de 42,5 mil para 22,8 mil entre junho de 2008 e junho deste ano.
Os outros quatro partidos com maior número de filiados no Estado de São Paulo registraram crescimento na capital: PP (2,7%), PMDB (5%), PTB (29%) e PT (44%).
“Pessoas que se filiam em um determinado momento podem mudar de cidade, de sigla partidária ou nem se lembrar mais que são filiadas, isso é comum em qualquer partido”, despistou o secretário-geral do PSDB em São Paulo, César Gontijo.
“A diminuição não reflete falta de apoio. O PSDB é o maior partido do Brasil não por ter mais filiados, mas pela qualidade dos que se filiam”, vangloriza-se Gontijo. Ele disse reconhecer, contudo, a importância dos militantes para o partido, tanto que outras cidades como Guarulhos e Santos promoveram recentemente campanhas de filiação.
“O ideal é ter a visão exata da dimensão atual do grupo de filiados, para depois aumentar a quantidade de pessoas”, afirmou.
No mesmo período, o número de filiados do PT na capital paulista passou de 86 mil para 123,5 mil. Segundo o presidente estadual do PT, Edinho Silva, o partido também trabalha com dados atualizados e não há números inflados. “Os dados refletem nossa tradição de ter nos municípios o partido funcionando ativamente. Um maior quadro de filiados significa mais força orgânica de um partido na sociedade”, afirmou Silva.
Hipóteses
Para o cientista político Valeriano Mendes Costa, a diferença nos números pode refletir uma aprovação maior das pessoas ao governo federal ou até um esgotamento com relação ao governo do PSDB no Estado. “O fortalecimento do PT em termos nacionais pode gerar mais visibilidade e atração pelo partido. Por outro lado, um ciclo muito longo do PSDB no governo estadual pode começar a dar mostras de esgotamento ou perda de dinamismo no partido”, disse Costa.
“O perfil de todos os partidos está mudando, mas com os números vemos que o PSDB é um partido forte, mas que depende menos dos filiados. Enquanto no PT o papel deles ainda é mais ativo”, afirmou.
Para o cientista político Oswaldo Amaral, a aprovação ou reprovação de governos não interfere de forma significativa no quadro de filiações. “É provável que a boa aceitação do governo Lula tenha facilitado a captação de novos membros. No entanto, mais importante é o partido investir tempo e recursos para isso”, disse.
Da mesma forma, afirmou, a queda no número não necessariamente “reflete maior ou menor apoio ao partido por parte do eleitorado”.



domingo, 19 de dezembro de 2010

Dificuldades para Dilma - Policia Federal pega ministeriável do PMDB - Não precisamos do Wikileaks

Xeque - Marcelo Bancalero

Pois é... A dificuldade de Dilma em montar um ministério  que lhe garanta governabilidade, agrade a gregos e troyanos entre os aliados, não contamine sua equipe e sobre tudo não cause indignação no povo que a elegeu.
É realmente um missão impossível.
Veja! O que é importante é que a Policia federal não deixe de investigar. Doa a quem doer!
O duro, é depois de Dilma assumir, vierem esses tipos de denúncias, sobre os Pedros Novaes, entre outros Jobins da vida abalando e dificultando o governo do nosso país. Saciando a ânsia e desejo do PIG e da oposição.
Mas realmente, como Lula disse (AQUI)
Que bom que não precisamos do Wikileaks para saber o que se passa em nosso país. Nossa policia federal funciona.  
19/12/2010 - 10h12

Escuta da Polícia Federal flagra ministeriável do PMDB

O futuro ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB-MA), foi flagrado em escutas da Polícia Federal pedindo ao empresário Fernando Sarney que beneficiasse um aliado na Justiça Eleitoral, informa a reportagem de Fernanda Odilla, enviada especial a São Luís (MA,) publicada na edição deste domingo da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Fernando é investigado há três anos pela PF. As conversas interceptadas pela polícia mostram que ele foi procurado pelo futuro ministro por manter uma relação próxima com a tia, a desembargadora Nelma Sarney, à época corregedora do Tribunal Eleitoral do Maranhão.
Indicado ao Ministério do Turismo pela bancada do PMDB da Câmara, Novais, que diz não se recordar das conversas gravadas pela polícia, é alinhado politicamente aos Sarney no Maranhão.
O pedido ao empresário seria em favor do prefeito de Bacuri (MA). Ele enfrentava problemas com a Justiça Eleitoral por não ter participado da convenção que escolheu o candidato do PSB à prefeitura e, a seguir, fez a própria reunião para ser aclamado como representante do partido para disputar o cargo.
Em 14 de julho de 2008, uma hora depois da primeira tentativa frustrada de falar com Fernando Sarney, o deputado e futuro ministro ligou novamente, por meio do gabinete na Câmara, em Brasília. Na conversa, ele pede ao empresário que interceda junto à desembargadora Nelma para ajudar o prefeito.
OUTRO LADO
O deputado Pedro Novais rechaçou qualquer suspeita de ter praticado tráfico de influência: "Não faço isso".
Novais disse que não se recorda da conversa com Fernando Sarney nem do pedido. Disse que fala com ele "muito raramente".
Inicialmente, Novais disse não ter relação nenhuma com o PSB, partido do prefeito. Depois admitiu conhecer o prefeito Washington Oliveira. Ele negou ter usado sua condição de deputado e a proximidade com a família Sarney para favorecer o prefeito de sua base eleitoral.
Fernando Sarney disse que não iria se manifestar por se tratar de gravações "vazadas criminosamente".
A desembargadora Nelma Sarney afirmou que jamais participou "de qualquer ato configurado como tráfico de influência ou qualquer outro desvio de conduta". Reiterou que, apesar de relatora do caso, estava licenciada e não participou do julgamento.
Desde quarta (15), a Folha tenta, sem êxito, falar com o prefeito Washington Oliveira.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Começa a mudar o cenário na disputa pela presidência da Câmara

Marco Maia é o candidato do PT à Presidência da Câmara

P Maia D 1 O deputado Marco Maia (RS) será o candidato do PT para disputar a Presidência da Câmara em 2011. A decisão foi tomada na noite desta terça-feira (14), durante reunião da bancada no plenário 1. A eleição da nova Mesa Diretora ocorre no dia 2 de fevereiro.

A escolha de Maia foi por aclamação, depois de uma tarde de intensas negociações que culminou com a retirada dos nomes dos deputados Arlindo Chinaglia (SP) e Cândido Vaccarezza (SP), que estavam a disposição da bancada para a disputa do cargo. O deputado Marco Maia ressaltou que esse consenso é resultado "da construção de um processo maduro de discussão política no PT", e fortalece o PT "para a discussão de acordos com outros partidos".
Marco Maia agradeceu o ato dos deputados Vaccarezza e Chinaglia, e os convidou para integrar a sua coordenação de campanha, juntamente com o deputado João Paulo Cunha (PT-SP).
O líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), anunciou a decisão da bancada no plenário da Câmara e afirmou que Maia "representa uma escolha que une o partido e tem condições de liderar uma nova fase do Parlamento", disse. Ferro também agradeceu a Chinaglia e Vaccarezza. "Foi um ato de grandeza, os companheiros souberam entender a importância de termos um nome de consenso para a disputa da Presidência da Casa", afirmou.
Perfil - Maia é 1º vice-presidente da Câmara desde 2009. Foi vice-líder do PT entre 2006 e 2009. Exerce o segundo mandato como deputado federal e foi eleito para a próxima legislatura com 122.134 votos.
O parlamentar teve o desempenho reconhecido pelo Departamento Intersindical de Apoio Parlamentar (Diap), que o indicou pelo quarto ano consecutivo como um dos "100 Cabeças do Congresso". Na Câmara, o trabalho do deputado está focado em quatro áreas: políticas públicas (saúde, educação, assistência social); trabalho; transporte; e agricultura familiar.
Marco Maia nasceu na cidade de Canoas (RS) e tem 45 anos. Exerceu as profissões de metalúrgico, torneiro mecânico e industriário. Foi dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e da Confederação Nacional dos Metalúrgicos. Atuou como Secretário Estadual de Administração e Recursos Humanos e presidiu a Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) e a Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP).
Equipe Informes

Indecisão - sobre a Presidência da Câmara - Os bastidores da política

Xeque- Marcelo Bancalero


Como petista gostaria que um de nossos candidatos assumisse a Presidência da Câmara. Mas tenho que dizer aqui, que não sei se seria conveniente. Até por que acredito ser improvável que algum dos nossos, mesmo aqueles que já o foram como Chinaglia, e o amigo Vacarezza  que é o que parece ter mais chances de disputar o pleito, ganhando, teria facilidade em seu mandato na função.
A questão é a seguinte. Dilma tem maioria na Câmara. Isto lhe dá muito boa governabilidade. O PT é forte a maior bancada por lá. Corre se o risco que tanto "poder" possa alterar os ânimos até mesmo dos aliados.
Sabemos que estes se aliaram para eleger Dilma. Mas não podemos nos enganar e fingir que se sentem felizes em ver o PT no poder.Podemos perder muito se esses melindres forem reais, e assim na hora houvesse alguma manobra inesperada.
Por isso acredito que o partido faria melhor em apoiar um  candidato de fora. E não digo nem do PMDB, o que daria no mesmo.  Mas alguém com visão política semelhante, que seja aliado ao governo, porém muito mais ao povo.
Nos bastidores da política existem alguns movimentos acontecendo. Já a comentários que estão trocando a presidência  por aprovação no código das florestas. Como o projeto é de autoria de Aldo Rebelo ( candidato a presidência no bloco PSB/PCdoB/PMN/PDT fica facil adivinhar que terão apoio da bancada ruralista. 
Outro movimento  é o do deputado Protógenes Queiroz também do PC do B, porém numa luta solitária sem apoio do partido Acredito que seria uma boa opção por sua postura política e por não ter histórico que a mídia golpista possa usar para impedir sua atuação e apoio ao governo.
Como existem esses movimentos, podem existir outros que não visualizamos. Por isso todo cuidado é pouco.
A divisão dos Ministérios já causou discussões entre os aliados. e nesse momento importante de transição e de escolha da Presidência da Câmara, os adversários apenas observam e torcem para que aconteça algo que quebre essa hegemonia de apoio à Dilma. 
Temos que estar de olho! 


PT pede mais tempo para conversar sobre a Presidência da Câmara

14/12/2010 14:03,  Por Redação - de Brasília
Vacarezza evita o 'já ganhou'
Vacarezza evita o 'já ganhou'
O PT adiou novamente, nesta terça-feira, a decisão sobre quem será o candidato do partido à presidência da Câmara no período 2011 e 2012, alegando a busca de consenso para apontar um nome e evitar uma votação. Segundo o líder da bancada de deputados petistas, Fernando Ferro (PT-PE), o partido prefere um consenso e evitar a disputa pelo voto entre os três pré-candidatos: os deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP), Marco Maia (PT-RS) e Candido Vaccarezza (PT-SP). A reunião que definiria a escolha foi aberta por volta do meio-dia e adiada logo em seguida.
– Todos eles pediram mais tempo para conversar. Também há deputados eleitos que ainda não chegaram. Estamos tentando que não seja (decido) pelo voto. Se fosse agora, teria que ser pelo voto, por isso estamos dando mais tempo para um acordo – afirmou Ferro a jornalistas.
Chinaglia, que já presidiu a Câmara entre 2007 e 2008, disse que nas próximas horas haverá negociação.
– Durante esse período vão acontecer duas coisas: cada um dos pré-candidatos vai buscar ampliar o seu apoio e vamos tentar costurar um acordo. Eu estou moderadamente otimista – afirmou ao sair da reunião.
Chinaglia comentou também que tem conversado frequentemente com o deputado Marco Maia, que hoje ocupa a vice-presidência de Casa, e disse que há possibilidades tanto de ser apoiado pelo gaúcho, como de apoiá-lo numa disputa contra Vaccarezza, que é líder do governo na Câmara.
Sem favoritos
Maior bancada na Casa, o partido presidirá a Câmara no primeiro biênio da nova legislatura – 2011/2012, mas já fechou acordo para se revezar com o PMDB, que presidirá a Casa nos dois últimos anos: 2013/2014. Ao chegar para a reunião, nesta manhã, o deputado Cândido Vacarezza, que é visto como um dos candidatos com maior número de votos na bancada, preferiu não falar em vitória.
– Ficou claro que não há nomes favoritos e nem nomes naturais para a disputa – desconversou.
Ele concorda com a votação aberta, para que todos possam acompanhar em quem votaram seus companheiros de partido, mas já ponderou que, se a maioria preferir a votação secreta, nada tem a opor.
– Não se pode estimular que o parlamentar tenha uma conversa (antes) e uma posição diferente (na hora do voto). Mas, não criarei divergências – prosseguiu.
A realidade é que partido tem pressa, devido à proximidade do recesso parlamentar.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Novas eleições no Pará para o senado garantem aliados


Aliados querem a realização de novas eleições no Pará

7/11/2010 16:30,  Por Redação, com ABr - de Belém
Jader Barbalho
Jader Barbalho foi eleito, apesar dos processos a que responde
O PT e o PMDB vão protocolar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará pedido de novas eleições para o cargo de senador no estado. Para os partidos, mais da metade dos votos (57%) foram considerados nulos no primeiro turno, em consequência da cassação das candidaturas de Jader Barbalho (PMDB) e de Paulo Rocha (PT), motivo suficiente para convocar um novo pleito.
– O PT vai brigar para que a Justiça Eleitoral leve em consideração o sentimento expresso por dois terços dos eleitores paraenses – disse Alexandre Padilha quando visitou o Pará, no dia do segundo turno das eleições presidenciais.
Padilha defende novas eleições, se for o caso.
– O que vamos fazer é buscar na Justiça a forma de garantir a concretização desse sentimento do povo – acrescentou o ministro.
Posição similar à de Padilha tem a governadora do Estado, Ana Júlia Carepa.
– Claro que vamos reivindicar novas eleições (para representantes do Pará no Senado). Isso é respeito à democracia – disse Ana Júlia.
Ela garante que ainda não pensou em se candidatar ao cargo, mas afirma que o PT “já tem compreensão sobre o assunto”, e que tem certeza de que o partido “vai honrar” os 1,7 milhão de votos que teve para o Senado.
– A gente pretende, sim, discutir o Senado, é claro. Até porque vai ter uma nova eleição – disse.
Em nota, Jader Barbalho garantiu que também acionará o TRE do Pará, para que haja novas eleições, e que o PMDB “não aceitará senadores biônicos” para o Estado. Até o momento, nada foi protocolado no TRE do Pará, e a diplomação dos candidatos está prevista para o dia 17 de dezembro.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fiscais daMídia- Estamos de olho! Chega de distorção na informação!

Xeque - Marcelo Bancalero


Os fiscais da mídia estão atentos!
Dilma nem chegou a assumir e  já querem distorcer suas palavras e jogar a população contra ela.


Os  jornais 1º disseram que havia uma pressão do PMDB sobre os cargos
Dilma desmentiu! "Ao ser perguntada sobre o interesse do PMDB, ao qual pertence o vice-presidente Michel Temer, em ocupar cargos no governo, Dilma disse não ter recebido até agora nenhum pedido do partido.“Esse é um governo que será pautado não por partilha, mas por união”, afirmou."
Veja;

12:14
03/11/2010

Dilma nega pressão do PMDB sobre distribuição de cargos

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A candidata eleita à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse hoje (3) que a relação com o PMDB, na montagem da equipe, não será pautada por uma concepção de partilha, mas sim de equipe, e que em nenhum momento foi pressionada pelos peemedebistas na busca por cargos.
“Esse é um governo que não se pautará por partilhas, mas por processo de construção de uma equipe única”, afirmou Dilma durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Segundo ela, as iniciativas do PMDB têm sido em favor dessa concepção “sem conflitos”, e destacou o papel de seu vice, Michel Temer.

Dilma acrescentou que não antecipará a equipe de governo de forma fragmentada. “Vou anunciar os nomes com muita tranquilidade e não cometeria a temeridade de apresentar nomes individuais”, disse a futura presidente, que se negou a definir data para o anúncio da equipe de seu governo.
Edição: Talita Cavalcante//matéria alterada para esclarecer informação.

Agora distorceram suas palavras sobre  o CPMF deixando como se fosse  um desejo de  Dilma a citação de uma nova CPMF usando como Títulos da noticia frases como; 

"Governadores da base vão negociar criação de nova CPMF"

"Para Dilma, CPMF faz falta" 

"Base governista deve se mobilizar por nova CPMF"


"Dilma sinaliza apoio à recriação da CPMF por governadores"


 E a mais pejorativa 

"Lula e Dilma querem a nova CPMF

Presidente e presidenta dão a senha: não vão propor a volta do imposto mas vão topar se novos governadores propuserem"

Quando na verdade, a preocupação era com a saúde da população.
Apenas citou a  perca de 40 milhões que  eram da saúde com extinção do imposto.


Sem falar de nova CPMF, Dilma quer mais dinheiro para a saúde


CLAUDIA ANDRADE
Direto de Brasília
A candidata petista à presidência da República, Dilma Rousseff, visitou nesta quarta-feira (4) uma unidade da rede Sarah de hospitais de reabilitação em Brasília. Ao final da visita, a candidata falou com os jornalistas sobre a questão do financiamento para o setor de saúde. A ex-ministra da Casa Civil disse que "não é possível considerar a situação confortável com a saúde tendo perdido R$ 40 bilhões".
"Teremos de fazer o possível e o impossível com o que temos. Teremos de fazer um esforço para transferir dinheiro orçamentário para a saúde", disse.
Em 2007, o Congresso Nacional aprovou o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), criada com o objetivo de ser uma fonte de financiamento para a saúde. A candidata já havia criticado a oposição anteriormente por tirar dinheiro do setor.
A discussão no Legislativo passou a ser a criação de um novo imposto, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), que não é consenso entre governo e oposição.
Questionada se era a favor do novo imposto, a candidata afirmou que não estava discutindo esta questão, mas sim um programa para o setor. Dilma disse ainda que toda discussão a respeito da saúde passa pela questão do financiamento, mas ponderou que, geralmente, o problema de falta de recursos está acompanhado a um problema de gestão. "Eu acredito que muita coisa pode ser feita melhorando a gestão".
Câncer, mãe e criança
Dilma disse que está finalizando a parte relacionada a saúde em seu programa de governo, e adiantou seu "interesse" em duas questões em especial: a prevenção do câncer e o tratamento da mãe e da criança. A candidata falou ainda do plano de ampliar em oito mil o número de unidades básicas de saúde e em 500 o número de unidades de pronto atendimento.

Isso é inaceitável
É  preciso que se dê as notícias sem que haja quaisquer tentativas de fazer com que haja um direcionamento no que o leitor vá pensar.
A sugestão implícita nessas frases dos títulos ,fazem  com que se ignore o restante da  leitura.
Notícia é notícia!
Basta noticiar e deixar que o leitor exercite seu pensamento sobre o assunto sem  nenhuma influência.
O povo não precisa que redatores e editores lhes dêem atestado de "burrice".
Isso não é notícia! Sem falar das notícias veiculadas em rádios  e redes de TV onde o assédio ao ouvinte é maior sem falar de maiores técnicas de manipulação.
Chega de distorção na informação!Estamos de  olho!
É assim que se  democratiza a informação.
Participe conosco e vamos democratizar a informação. Seja um Fiscal da Mídia!





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