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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Enquanto a oposição demotucana, PIG e pSTF se articulam em suas coxia imundas, Lula e Dilma fortalecem alianças, pois o Brasil não pode parar!

Xeque - Marcelo Bancalero

O Brasil não pode parar!
Deixem que a oposição demotucana,  o PIG e o pSTF continuem com suas maquinações maquiavélicas. O Brasil não pode parar! 
Os brasileiros estão com  Dilma e Lula.
Se precisar sairemos às ruas!
Ninguém vai parar o Brasil!
Eles estão de olho em 2014...
Não se deixem enganar!



Lula e Dilma aceleram formação de uma nova aliança com o PMDB

6/11/2012 13:40,  Por Redação - de Brasília e São Paulo
Lula
Lula, confiante na aliança com o PMDB para 2014

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou o dia em encontros e discussões políticas, na Capital Federal, com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente do Congresso, Jose Sarney (PMDB), e o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), além dos presidentes peemedebista e petista Valdir Raupp e Rui Falcão, respectivamente. Estiveram presentes às discussões ainda os presidentes da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT) e líderes das bancadas no parlamento. Lula preferiu declinar do convite para o jantar no Palácio Alvorada, preferindo reuniões pontuais com cada um dos aliados, “para facilitar a costura de um grande acordo nacional entre os dois partidos, com vistas às eleições de 2014, para reconduzir a presidenta Dilma ao cargo por mais quatro anos”, afirmou, preferindo não ser citado nominalmente, um dos participantes do encontro com o ex-presidente da República e principal articulador da nova aliança.
Dilma, após o encontro com o ministro interino das Minas e Energia, Marcio Zimmermann, no início da tarde, liberou sua agenda para conversar com as cúpulas do PT e o PMDB até a hora do jantar, no Alvorada. Segundo assessores do ex-presidente Lula, estava previsto o seu regresso a São Paulo no final da tarde, “mas a gente nunca sabe”, observou um deles. Após as eleições municipais, as cúpulas dos dois partidos que integral o poder no país têm conversado sobre a reorganização do espaço no governo e as estratégias para 2014. Presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), um dos principais líderes da legenda de centro, disse que o PMDB reiterou à presidenta o seu apoio à reeleição em 2014.
Até a hora do jantar, as principais linhas do programa de atuação política do PT e do PMDB devem sofrer pequenos ajustes, com a consolidação de um espaço maior para o PMDB no governo e a proximidade do partido com o PT e o Planalto. A conversa com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), no entanto, está longe de um final feliz. Tanto que o governo está cauteloso para não aumentar a área de atritos. Lula enfrentou abertamente a legenda no Nordeste, onde tem sua base mais forte, e deflagrou um confronto direto com os socialistas em municípios como em Recife e Fortaleza, mas foi derrotado.
Dilma, por sua vez, não quer mais problemas com o PSB, que considera um aliado importante nas votações do Congresso. Também busca abrir espaço para que o governador Eduardo Campos encontre alternativas que evitem uma candidatura própria em 2014, o que poderia atrapalhar os planos de reeleição da presidenta. Ela ainda não conversou com o presidente do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, mas já agendou para esta sexta-feira um encontro em Salvador, onde será realizada reunião da Sudene, e terá todos os governadores do Nordeste presentes.
Bons resultados
Aos jornalistas, José Sarney disse que o jantar será uma oportunidade também para um balanço das eleições; além da comemoração pelos bons resultados obtidos pelos dois partidos, assim como para que seja traçada a estratégia de uma caminhada em parceria para o futuro.
– Vamos conversar sobre eleições e sobre futuro. Falaremos da aliança do PMDB e do PT com o governo, sobre a nossa contribuição e como vamos nos conduzir até o término do mandato da presidente, além de, sem dúvida alguma, apoiá-la na reeleição – afirmou o presidente do Senado, sem tocar na ampliação do espaço do partido na Esplanada dos Ministérios.
A ajuda que o PMDB deu ao governo nas eleições municipais foi reconhecido pelo Planalto, particularmente o apoio de Gabriel Chalita em relação à vitória de Fernando Haddad, em São Paulo. Essa participação reconhecida pelo Planalto como “relevante” e “importante” deverá render aos peemedebistas mais espaço na Esplanada do Ministérios. No Planalto, porém, comenta-se que Chalita ficará mesmo em São Paulo, em um cargo “muito bom” ao lado de Haddad, o que significaria a uma mudança de planos em relação ao nome que poderá compor um novo ministério para o PMDB.
Problemas no STF
Enquanto Lula, Dilma e demais líderes governistas conversam em Brasília, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República permanece atento aos movimentos de uma fator insólito para a República. Na véspera, Carvalho disse que considera desespero as supostas declarações do publicitário Marcos Valério ao Ministério Público. O publicitário é um dos condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, acusado de ser um dos operadores do esquema.
De acordo com reportagem publicada na revista semanal de ultradireita Veja, Marcos Valério afirmou que o PT lhe pediu para conseguir dinheiro para “calar um empresário” que ameaçava envolver o ex-presidente Lula e o próprio Gilberto Carvalho no caso do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, assassinado em 2002. Segundo a revista, os dois sofrem extorsão por pessoas envolvidas na morte de Celso Daniel.
– Nunca vi Marcos Valério, nunca falei com ele nem por e-mail, nem nada. Nunca ouvi falar de chantagem em Santo André. Tem que respeitar o desespero dessa pessoa – disse o ministro Gilberto Carvalho a jornalistas após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.
Segundo Carvalho, não há hipótese de envolverem Lula no caso Celso Daniel.
– Não vão conseguir. O presidente Lula nunca teve nada com essa história. Se tem algo que não nos preocupa é isso, o presidente Lula tem uma vida e uma prática que o povo brasileiro conhece – garantiu.
Uma voz dissonante, no entanto, mostra um certo grau de risco nos recentes ataques diretos da mídia conservadora ao ex-presidente Lula. Uma nova ordem jurídica tem surgido no país, no voto dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Penal 470. Segundo o articulista e blogueiro Luís Nassif, “o que está ocorrendo, agora, é o seguinte:
“Um relator, presidente eleito do STF, que tentou envolver a própria presidenta da República, com menção a uma declaração dela totalmente fora do contexto.
“O decano do STF, comparando o partido do governo ao PCC.
“Um ministro, Luiz Fux, que, para ser indicado, prometia até o que não devia: abafar o ‘mensalão’ (‘esse eu mato no peito’, era a frase dele, repetida com galhofa pelos colegas de Brasília). No julgamento, condenou até réus que foram absolvidos por um relator implacável.
“Um presidente de Supremo capaz de exibir uma ignorância política inadmissível, de condenação da própria política, ao definir como práticas ditatoriais a formação de coalizões e a busca da vitória nas eleições.
“Um procedimento de julgamento em bloco (no caso do mensalão petista) que não foi obedecido no caso do mensalão mineiro. E que atropelou toda sistemática de julgamento utilizada até então pelo Supremo. Nova regra? Não. No primeiro julgamento após a suposta mudança – do ator e deputado Stepan Nercessian –, volta-se ao entendimento anterior.
“Agora, uma revista semanal permite-se acusar – sem provas – um ex-presidente da República de compactuar com um assassinato. E tem-se a nova doutrina do Supremo de que bastam indícios para se condenar”, concluiu.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O PT completou 32 anos, e isso pressupõe um amadurecimento do partido.


Xeque – Marcelo Bancalero

 

O PT nestes dias completou 32 anos de história no Brasil desde sua fundação em 1980 pelo nosso querido Lula.

Em meio a suas festividades aproveitando a maturidade que se pressupõe a idade traga, a liderança trouxe um assunto que mexeu com ânimo de alguns setores da militância petista (sem falar da oposição).

Vários sites e a mídia comentaram o acontecido.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19582

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pt-e-psb-articulam-alianca-com-aval-de-kassab-em-sp,835654,0.htm

 

Desde o IV Congresso Nacional do partido, em setembro do ano passado, já está autorizado a patrocinar acordos mais pragmáticos. A resolução aprovada na época liberava até alianças com o PSD de Kassab.

 

O que nós esperamos, é que como o partido nestes anos amadureceu que sua militância também tenha amadurecido.  Já aprendemos que o que o povo precisa hoje é de atitudes que gerem melhorias para a nação.  O tempo dos belos decursos enquanto éramos oposição acabaram, agora que conseguimos chegar a liderança do país (graças a aliados e coligações outrora criticadas), não podemos retroceder.  O PT aprendeu o caminho para se manter no poder e assim, fazer o que a nação precisa, isso é fato que os maiores cientistas políticos apontam. Não podemos perder este foco para o bem do povo. E se concordarmos com Lula, nós conseguiremos enfim, depois de anos tirar o Estado de SP das mãos de políticos que nada fizeram para o povo, começando pela sua capital e posteriormente todo o estado.

Aqui em Votorantim temos um exemplo de como as alianças podem ser importante.

O PT e o PDT enquanto adversários não conseguiam vencer na cidade. E a população pagava às duras penas sofrendo com uma administração que não se importava com a qualidade de vida, auto-estima  e necessidades básicas da população ( o mesmo que acontece com São Paulo e outras cidades). Porém, quando descobriram o caminho das alianças e ousaram mesmo diante das críticas de seus militantes, conseguiram chegar ao poder. E assim, hoje o próprio povo é quem avalia o desempenho destas alianças feitas, depois de 8 anos com Cassola prefeito e Pivetta vice e agora a quase 4 anos de Pivetta prefeito e Marcos Mancio vice, a cidade é outra. É conhecida no cenário nacional. A administração, graças às atitudes do prefeito e suas secretarias já ganharam vários prêmios de reconhecimento pelos seus esforços em fazer o melhor para a população. E mesmo com dificuldades em acalmar os ânimos de alguns que se recusam a amadurecer e aceitar o que é melhor para o povo, ousa continuar com o que já mostrou ser o melhor caminho para o bem da população, fazendo alianças que permitam uma governabilidade que gere o melhor para a população de Votorantim.

 

Alguns vão querer falar sobre as corrupções que apareceram nestes anos de governo do PT no país.  O que eles não entendem é que o PT tem anticorpos suficientes para ousar fazer alianças e, caso algo que não seja bom para o povo se infiltre, o próprio jeito petista de governar trata de expor e expulsar o que for nocivo à população.

Na verdade, quem mais está com medo destas alianças, não é a militância petista, e sim a oposição.  O Brasil segue rumo a um crescimento que não pode mais parar graças ao PT. O povo sabe disso. As mídias não podem mais esconder isso. E os estados e cidades que ainda estão estacionados devido a má administração de outros partidos não apoiadores do Governo Dilma, vão acabar mudando tudo nas próximas eleições, À começar em 2012 e em seguida em 2014. Esse é o medo do PSDB e DEM principalmente, perder um poder que não souberam como utilizar para o bem do povo.

 

Dilma sempre assertiva, elogia a ousadia do partido mais da ênfase na importância das críticas da militância. Afinal isso é o que diferencia o PT, a liberdade democrática que o partido dá aos seus afiliados. E depois, as alianças só serão feitas se passarem em votação no Congresso Nacional do partido.

 

Veja abaixo o  que disseram Dilma e Lula;

 

Em festa do PT, Dilma elogia mas diz que partido deve ser crítico

Para presidenta, PT é partido do governo e seu principal ponto de sustentação, mas tem de repensar o Brasil. Segunda Dilma Rousseff, 'é possível avançar mais'. Com problemas de saúde, ex-presidente Lula não comparece, mas manda mensagem. 'Modo petista de governar tornou Brasil o mais republicano e participativo', diz.

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff desafiou intelectuais, militantes e simpatizantes do PT, além de artistas e dos brasileiros em geral, a repensarem o Brasil, durante o ato comemorativo pelos 32 nos da legenda, nesta sexta-feira, do qual ela compareceu na companhia de 18 ministros.

Ao rever a trajetória do partido, Dilma afirmou que, primeiro nos estados e municípios e, nos últimos nove anos, também no governo federal, o PT tem enfrentado o desafio de combater a desigualdade e criar oportunidades para os brasileiros.

“Tivemos enormes avanços em termos desemprego, de renda, de educação de saúde. Mas, nós não somos pessoas de nos contentarmos com o até aqui logrado. Nós somos daqueles que acham que é possível avançar mais”, afirmou.

Ela lembrou que o governo atual é formado por uma coalizão de partidos, estruturados em torno de um programa que foi submetido à vontade popular e saiu vitorioso nas últimas eleições. “Essa coalizão tem se revelado leal e eficaz na sua tarefa de mudar o Brasil. Mas este é também um governo do PT, seu principal partido de sustentação”.

Por isso, embora o momento fosse de festa, a presidenta chamou seus companheiros à responsabilidade. “Ao governo cabe realizar seu programa com os olhos postos no presente e no futuro. Ao partido, cabe apoiar este governo que é seu, mas também exercer sobre ele a arma da crítica”, cobrou.

Dilma afirmou que uma grande transformação está em curso no país. “[A transformação] deve ser acompanhada por um grande movimento de ideias, como aquele que tivemos nos anos 1930, com Gilberto Freire, Sérgio Buarque [de Holanda], Caio Prado [Jr.], e mais recentemente, com Celso Furtado.”

A presidente fez a defesa da educação como vetor de transformação do país e justificou a responsabilidade imposta aos companheiros. “O PT tirou 40 milhões de pessoas da pobreza. Temos a obrigação de lhes prestar serviços públicos de qualidade”.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não pode comparecer ao evento em função do tratamento de saúde que faz para curar um câncer, enviou uma mensagem aos companheiros, que foi lida pelo presidente do PT, Rui Falcão.

“Eu queria muito estar em Brasília com vocês. No entanto, meu tratamento de saúde entrou em etapa final. Devo manter a rigorosa para que a cura seja completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e política, que tanto nos apaixona e mobiliza.”

Segundo Lula, o PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas conquistas. “Cumprimos, com razoável êxito, os principais eixos contidos no documento de fundação. O chamado modo petista de governar renovou profundamente a cultura democrática do país, tornando-o mais republicano e participativo”.

Rui Falcão lembrou que o Brasil é, hoje, o diferencial no mundo, porque encontrou uma solução para enfrentar a crise econômica mundial que não se baseia nas políticas neoliberais que fazem os trabalhadores pagarem as dívidas dos banqueiros.

Segundo ele, a oposição, que está sem projeto e sem rumo, recolocou na ordem do dia o debate sobre as privatizações, o que só demonstra as diferenças do modo petista de governar. “O PT ajudou a mudar o país. E o PT mudou também. Mas o nosso lado é o mesmo: o lado dos trabalhadores e trabalhadoras”. 




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