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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Reinaldo Azevedo critica proposta de redação do ENEM com medo da verdade que pode vir dos textos!

Xeque - Marcelo Bancalero

O  jornalista do lixo midiático  a revista Veja, Reinaldo Azedo ,publicou hoje em seu lixo de Blog, um artigo  criticando o tema  proposto para a redação do ENEM 2012. Dizendo ele, absurdos sobre a proposta temática, para fundamentar sua crítica. Chegando a propor coisas tipicas de um "ser sem noção", que é o que realmente  é este senhor.
Observe as palavras deste "ser".
 "Intelectualmente falando, prova de redação deveria ser impugnada!" Por Reinaldo Azevedo Veja ridícula matéria AQUI, se tiver estomago.

Eu sei do que ele, a Veja e o PIG  (Partido da Imprensa Golpista) e principalmente os tucanos tem medo..
Eles tem medo de  estudantes entenderem que o Novo Brasil é que  proporcionou a este fenômeno social. Um novo Brasil de oportunidades! Oportunidades que não existiam antes, só estão presentes neste século graças ao governo do PT com Lula e Dilma.
Por isso a raiva do Azedo!
Entras outras babaquices o Azedo  disse.... "Poucas pessoas se deram conta de que o Enem — quem quer tenha elaborado a prova — deu à luz uma teoria e obrigou os pobres estudantes a escrever a respeito, a saber: “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”. Ainda que houvesse efetivamente um fenômeno de dimensão tal que permitisse tal afirmação — não há —, cumpre lembrar que estamos apenas nos 12 primeiros anos do referido século."
Pois é...
Exatamente Sr. Azedo!
O fenômeno imigratório ocorre apenas quando o Brasil ganha  nova cara!
Quando acabam as privatarias e o país cresce,  ganha respeito e oferece oportunidades!
Reinaldo Azevedo  critica proposta de redação  do ENEM com medo  da verdade que pode vir dos textos!

Abaixo coloco o rascunho de minha redação. Não importa  a nota que terei, mas deixar aqui a prova de  que a proposta do ENEM não foi absurda.
Absurdas foras suas palavras !

O tema proposto pelo ENEM foi “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”

"Um novo Brasil"

    Sabe-se pela história que os imigrantes inicias viram para o Brasil, trazendo o sonho de "Fazer a America". Neste início, estes ainda vinham para o trabalho nas lavouras, e em seguida ao início da indústria. E contribuíram também, para miscigenação de nosso povo.
     O movimento imigratório para o Brasil contemporâneo, se dá por razões distintas  das que ocorreram nos séculos passados.
     Podemos  encontrar quem defenda que os motivos destas imigrações na atualidade, se deem apenas pelas dificuldades financeiras que acometem países como o Haiti e a Bolívia entre outros. Entretanto, há de se dar créditos também ao Brasil, que é escolhido por estes grupos. Visto que,  após o fortalecimento de sua economia  (característica adquirida neste século), tornou-se um país atrativo aos olhos, não apenas de novos investidores, mas também, de novos moradores, "novos brasileiros".
    Assim, explica-se este fenômeno social, compreendendo  entre tantos outros fatores possíveis, o desejo destes grupos, de explorar este "Novo e  atrativo Brasil", que apresenta-se a esta platéia que assiste a este  "Gigante pela própria natureza", erguer-se de seu berço esplêndido, para ganhar respeito das grandes nações. E assim, imigram para participar da construção dessa história, deste "Novo e atrativo Brasil". Não mais lembrado apenas pelo samba e futebol, mas  pelas oportunidades que permite.
    Porém, é preciso cuidar do que foi "reconquistado". O país deve ser fortalecido também em suas fronteiras. Evitando assim, o tráfico de armas e drogas, bem como invasões desmedidas. Pois o crescimento demográfico sem este tipo de controle pode acarretar em sobrecarga dos serviços sociais.

Marcelo Bancalero


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Ainda dá tempo corra para se inscrever no ENEM



Enem

Inscrição 2012


Prezado Participante, 

Todas as informações prestadas nesta inscrição são de sua inteira responsabilidade. Confira atentamente todos os seus dados.
Após a confirmação da inscrição, qualquer alteração nos dados cadastrais será feita por meio do acompanhamento da inscrição.
O Inep não se responsabiliza por informações incorretas ou não recebidas por motivos de ordem técnica, como falhas de computadores ou outros que impossibilitem a conclusão da inscrição.


A taxa de inscrição para participar do ENEM 2012 é de R$ 35,00 (trinta e cinco reais). No entanto, estão isentos do pagamento da taxa:
  • Automaticamente: Alunos matriculados no último ano (concluintes) do Ensino Médio em instituições públicas de ensino (federais, estaduais e municipais);
  • Mediante Declaração de Carência: Demais participantes, desde que declarem carência no ato de sua inscrição e que a declaração seja aprovada pelo Inep.
FAQ


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Se você pensa no ProUni saiba que as Inscrições para o Enem 2012 começam nesta segunda-feira

Xeque - Marcelo Bancalero
Uma das maiores conquistas do governo do PT o ProUni  permite que se concorra a bolsas de estudos através dos resultados do ENEM.
Sendo assim, não perca tempo e amanhã à partir das 10:00 hs. , faça sua inscrição.
Veja  quais as novas regras do ENEM e coo fazer sua inscrição na matéria  de Lauany Rosa, da Rede Brasil Atual.



Inscrições para o Enem 2012 começam nesta segunda-feira

Publicado em 27/05/2012, 16:05
Última atualização às 16:05

São Paulo – Inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 começam a partir das 10h de segunda-feira (28) e vão até o dia 15 de junho. O valor da taxa é de R$ 35, que podem ser pagos atá 20 de junho.
Interessados devem acessar o site do Enem para a inscrição. Alunos concluintes do ensino médio pela rede pública em 2012 e pessoas em situação socieconômica vulnerável, mediante a comprovação com documentos, podem solicitar a isenção da taxa pelo próprio sistema de inscrição.
O candidato deve fornecer o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) e número do documento de identidade (RG), além de outros dados pessoais, como endereço e instituição de ensino. As pessoas com deficiência deverão informar suas necessidades especiais no ato da inscrição. O Inep dispõe de provas diferenciadas, intérpretes, salas de aula e mobiliário apropriado. Candidatos que estão internados e recebem aulas em hospitais poderão realizar a prova no próprio centro médico, desde que suas condições estejam especificadas no formulário de inscrição.
O desempenho no Enem 2012 poderá ser usado nos programas de bolsa de estudos (Prouni) e de financiamento estudantil (Fies) – entre outros programas do Ministério da Educação, como o Ciência sem Fronteiras – ou por estudantes interessados em obter a certificação de conclusão do ensino médio. Para tanto, é necessário tirar nota mínima de 450 nas quatro provas, 500 na redação e indicar uma das instituições autorizadas a receber dados cadastrais e resultados de candidatos.
As provas do Enem deste ano serão aplicadas no primeiro final de semana de novembro, nos dias 3 e 4. O exame tem quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha e uma redação.  No primeiro dia serão aplicadas as provas de Ciências Humanas e suas Tecnologias (história, geografia, filosofia, e sociologia) e de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (química, física e biologia).
As provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (língua portuguesa, literatura, inglês ou espanhol, artes, educação física, tecnologias da informação e comunicação), Matemática e suas Tecnologias e também a redação serão feitas no segundo dia.
Mais informações podem ser obtidas no edital do Enem 2012.


domingo, 21 de novembro de 2010

Abaixo-assinado em apoio a Fernando Haddad

19 de novembro de 2010 às 20:28

Abaixo-assinado em apoio ao ministro Fernando Haddad

Nota de apoio ao Ministro da Educação Fernando Haddad


Há, com certeza, muito a ser feito para superar os efeitos de uma desatenção histórica, por parte das elites brasileiras, ao campo da educação no país. Não obstante, entre os esforços sérios e consistentes para alterar tal quadro, com justiça, deve figurar o papel desempenhado nos últimos anos pelo ministro Fernando Haddad. Sob sua gestão, o Ministério da Educação desenvolveu importantes iniciativas para a qualificação dos professores da rede de ensino fundamental, através do envolvimento da Capes, e reverteu o processo de redução do papel da universidade pública e federal no conjunto do ensino superior brasileiro.
Um passo significativo, no sentido da modernização e da democratização, foi materializado por meio da implantação de um sistema de avaliação de estudantes egressos do ensino médio. Tal sistema, organizado em escala nacional, mais do que avaliar a qualidade da formação dos estudantes, consolidou-se como modalidade de acesso à universidadepública. O experimento, pela sua magnitude e complexidade, deve retirar de suas eventuais falhas motivos para aperfeiçoamento. Essa é a direção responsável para a aplicação de políticas públicas com largo impacto social.
O sistema materializado no ENEM constitui um avanço na avaliação dos estudantes e na forma de seu acesso á universidade. Constitui-se, assim, como um patrimônio a ser preservado e aperfeiçoado. Deve ser, portanto, defendido da crítica oportunista e destrutiva dos que gostariam que a universidade pública no país seguisse o destino que a ela foiimposto no passado.
Os signatários do presente texto afirmam sua confiança na capacidade de gestão do ministro Fernando Haddad e, dessa forma, vêm de público a ele prestar a sua solidariedade.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

"Indivíduos vão e vêm. As instituições não se recuperam. Precisam ser preservadas".Ministro Fernando Haddad sobre falhas no ENEM


Haddad: Gráfica não foi capaz de zelar por segurança do Enem

16/11/2010 13:39,  Redação, com ABr - de Brasília
Ao prestar esclarecimentos sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Senado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) “pagou um preço muito caro por um crime cometido contra a instituição”.
– Não há que se falar em responsabilização criminal e civil de ninguém do Inep. Todas as hipóteses foram levantadas. O fato concreto é que uma das maiores gráficas do país não foi capaz de zelar pela segurança –, disse.
Ao tecer o comentário na Comissão de Educação, Haddad fez referências às falhas registradas este ano no cartão de respostas e nas questões do caderno amarelo e também ao vazamento de provas do Enem, identificado no ano passado. O ministro defendeu a punição de indivíduos envolvidos nos problemas, mas pediu que as instituições ligadas ao certame sejam preservadas.
O ministro cobrou que os indivíduos responsáveis pelas falhas registradas durante a aplicação do Enem sejam punidos, mas que as instituições responsáveis pelas provas sejam preservadas.
– Indivíduos vão e vêm. As instituições não se recuperam. Precisam ser preservadas. Precisam ser olhadas à luz de sua história e do compromisso com a sociedade brasileira –, disse, durante audiência no Senado.
– Estamos fazendo tudo o que nos cabe para superar essas questões pontuais ~, acrescentou.
Haddad lembrou que há 13 anos o Enem é promovido pelas mesmas instituições – o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável por todo o Exame, além do Cespe e da Cesgranrio, responsáveis pela elaboração e aplicação das provas, e os Correiros, que fica com a parte de distribuição.
Em relação às gráficas que imprimiram os cadernos, o ministro avaliou que existem, no país, somente duas empresas qualificadas para o Enem – as que foram contratadas no ano passado e este ano, respectivamente. Nenhuma instituição, de acordo com o ministro, está imune a falhas técnicas.
– Não podemos colocar a reputação dessas empresas em dúvida em razão de um equívoco. Essas instituições fizeram seu melhor e continuam preparadas para o desafio. Nas 13 edições do Enem, não houve uma única em que não tivéssemos que enfrentar um problema técnico dessa natureza. Sempre há uma solução cabível que não o cancelamento da prova –, destacou.
Para Haddad, é preciso superar a prática do vestibular tradicional, que obriga o aluno a pagar taxas de inscrição elevadas, a se deslocar pelo território nacional para fazer as provas e a usar sua nota especificamente para uma instituição.
– Estou convencido de que não há outro caminho a seguir, não há alternativa a não ser insistir, [mesmo] com todos os problemas a enfrentar –, afirmou.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ninguém mais engole as mentiras em capas de jornais. O povo agora fiscaliza!

Xeque- Marcelo Bancalero


A Fiscalização continua!
Vejam como as pessoas já não se satisfazem com as notícias de capa dos "grandes" jornais.
Acabou o poder de manipulação da mídia. 
Com os Fiscais da  Mídia agindo como o fiel da balança da comunicação essa mídia terá de se emendar.
Seja também um Fiscal da Mídia! Denuncie, divulgue faça valer seu direito de não aceitar mentiras. AQUI

Veja abaixo o post enviado por Luis Nassif


Selo de qualidade para o Enem

Nestes tempos em que as pessoas têm extravasado seus preconceitos, também eu preciso admitir preconceito que tive dias atrás. Mal havia passado uma semana das eleições, e parti do meu pré-conceito reforçado durante o ano de 2010 quanto à lisura da Folha e preferi nem ler do que realmente se tratava o problema no Enem, merecedor de ser a capa numa edição de domingo. Me conformei em achar que se tratava de um factóide. Só agora, uma semana depois, mais tranqüilo, verifiquei que estava correto no meu achismo. Com essa semana, noto que poupei meu estômago. Menos mal. Àqueles trataram de logo se esquecer, também pensando em seu bem-estar, lembro da manchete da Folha de 7 de novembro: “MEC erra de novo e causa confusão no 1º dia do Enem. Apresentação das perguntas não batia com a folha de respostas da prova, realizada por 3,4 milhões de alunos”. Dentro, o título da reportagem não dá margens para leituras dúbias: “Erro no Enem afeta 3,4 milhões de alunos”. Trata-se, portanto, de uma falha completa, do Enem – com 3,4 milhões de provas erradas, um número impressionante –, ou de quem redigiu o título, que precisa de umas aulinhas de português – ou de ética, mais provavelmente.
o caso é grave – o de ética, mas a Grande Imprensa finge que isso é irrelevante –, o principal jornal do Paraná, a Gazeta do Povo do dia 14 de novembro, trazia não só a manchete mas quase toda a capa dedicada à perda da credibilidade do Enem após fiascos. Enfim, aos fatos. A imprensa alardeia que quase dois mil alunos afetados (contrariamente ao que afirmou a Folha de 7 de novembro), que o Ministério Público tenta cancelar a prova, que o ministro Haddad está prestes a cair diante de mais esse fiasco. Pois bem, dois mil em 3,4 milhões significa que essa confusão, essa desmoralização, toda essa perda de credibilidade do exame se deve a 0,06% de falha (arredondando para cima e excluindo alunos ausente, o que diminuiria esse percentual). O percentual de falha das urnas nas eleições 2010 foi quase sete vezes maior: 0,4%. Talvez a Grande Imprensa não tenha atentando para esse dado, por isso não pediu a anulação das eleições – esse retumbante e desmoralizante fiasco da democracia brasileira, a se concluir pelo exemplo do Enem. Tomara que ninguém desse pessoal leia esta crônica. Diante do clima de conflito binário – o bem contra o mal – que a Grande Imprensa já há algum tempo tenta criar no Brasil (como já criou na Venezuela), anda difícil não tomar partido – por mais que eu, mesmo com muito boa vontade, julgue o governo Lula no quesito educacional mediano (se se parece excepcional é porque a base de comparação foram os inomináveis anos FHC-Paulo Renato). Porém, honestidade deveria ser algo banal e não uma virtude rara – isso a gente se dá conta nas eleições – e, convenhamos, com 0,06% de erro poderíamos dar um selo ISO qualquer de qualidade para o Enem. As virtudes, os méritos e deméritos, a utilidade e se se gosta ou não do exame, isso é outro debate.

sábado, 7 de agosto de 2010

Denúncia sobre o ENEM



Artigo que foi postao no site
http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/denuncia-sobre-o-enem-1975/artigo/

Essa semana passando por Sorocaba vi uma propaganda em uma escola que dizia o seguinte: "Cursinho para o ENEM". Achei um absurdo! Pois Se o ENEM é realizado com a "pretensão" de avaliar o ensino Médio, como se pode saber se essa avaliação está sendo de fato feita coerentemente. Já que além de alunos do ensino Médio, podemos estar tendo a participação de alunos com um preparo especial para fazer o exame. Sendo assim, ele perderia a função de avaliação do Ensino Médio, e serviria somente para distribuir bolsas para as faculdades através do Pró-Uni.
Veja bem, eu não sou contra o Pró-Uni. Pois sou bolsista do mesmo. Mas consegui minha bolsa de maneira simples. Voltei a estudar depois de 15 anos, com 30 anos num supletivo de eliminação de matérias, O CEESVO (Centro Estadual de Ensino Supletivo de Votorantim). E sem nenhuma outra ajuda, consegui me sair bem com média próxima aos 7.5 pontos. Então não acredito que seja necessário fraudar um sistema de avaliação através de um cursinho preparatório.
Mas cabe ao governo reavaliar seu sistema de avaliação do ensino no Brasil. Sabemos que nosso ensino está precário. De qualquer maneira, fica o elogio a o Pro-Uni, pois de fato precisamos dar mais oportunidade a tantos talentos que temos em nossa grandiosa nação.

Marcelo Bancalero
Marcelo Bancalero

Publicado no Recanto das Letras em 07/08/2010
Código do texto: T2424130

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