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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Leia com atenção! Outra vítima do mensalão! Pense para existir!

Xeque - Marcelo Bancalero

Prestem atenção no artigo de Felipe Araújo.
Se ler deixando de lado os pensamentos mecânicos incutidos pela mídia golpista em sua cabeça...
Poderá saborear preciosas palavras, e quem sabe...
Experimentar a oportunidade de tirar suas próprias conclusões na questão desse tal de mensalão!
Leia;

Mais uma vítima do "mensalão": o jornalismo

domingo, 17 de junho de 2012

Graças ao descrédito que algumas mídias convencionais contraíram ao se aliarem ao PIG, Internet as ultrapassa em verbas publicitárias

Xeque - Marcelo Bancalero

Cada vez mais as mídias  na internet tem se consolidado com as maiores parcelas de verbas publicitárias.
As mídias convencionais devem isso  ao descrédito que assimilaram graças a algumas delas se permitirem ser manipuladas por políticos corruptos, e passarem a integrar o PIG ( Partido da Imprensa Golpista).
Então, se você quer noticia limpinha , só em blog sujo!
Se quer  fazer bons negócios apoie, divulgue seu produto nos  blogs de quem  é realmente  visualizado. 
Ajude a estes blogueiros progressistas e ajude-se ao mesmo tempo!
Aos poucos as maiores vendas se darão através da internet.



DOMINGO, 17 DE JUNHO DE 2012

Internet já tem mais verba publicitária que jornais impressos

É cada vez mais comum encontrar grandes volumes de jornais encalhados nas bancas ou esquecidos em portarias de prédios. Internet avança, ajudada pelo descrédito que paira sobre a mídia imprensa diária
Internet passa jornais e se consolida como segunda mídia em verbas publicitárias
Mudança no Brasil foi confirmada pelos dados dos primeiros quatro meses do ano e segue tendência de economias desenvolvidas

A internet superou os jornais e assumiu o posto de segundo meio preferido para investimentos publicitários no Brasil no primeiro quadrimestre do ano. A participação de portais de notícias, sites de busca e de comparação de preços no período alcançou 11,98% das receitas totais. Os jornais impressos ficaram com 11,06% de um bolo publicitário estimado em R$ 6,5 bilhões.

Ao se consolidar como a segunda maior mídia do Brasil, a internet confirma a rápida ascensão, na esteira da popularização da banda larga: no início de 2010 ela recebeu mais investimentos de publicidade que as TVs a cabo e as rádios e no final daquele ano superou o meio revista. Agora, ao passar os jornais, ela perde apenas para a TV aberta, líder com 60,63% do mercado total de publicidade.

Os dados são do IAB-Brasil, associação que reúne os principais sites e portais de internet do país, além de empresas de tecnologia e agências voltadas ao meio digital. Eles confirmam uma irreversível tendência mundial. Lá fora, em todos os grandes mercados nos quais a banda larga atingiu mais de 40% da população, as verbas publicitárias passaram a migrar de forma acelerada para a internet. Foi assim no Japão, Inglaterra e Estados Unidos, países nos quais a mídia digital responde de 20% a até mais de 30% do bolo publicitário total.

No Brasil, a internet alcança atualmente 82,4 milhões de pessoas com mais de 16 anos de idade. Ou seja, os quase 12% de investimentos registrados no primeiro quadrimestre indicam também que, se um patamar importante foi alcançado ao superar os jornais, o Brasil, apesar de já ter uma penetração de internet semelhante a de países desenvolvidos, ainda tem espaço para chegar aos mais de 20% de share.

“O investimento publicitário na internet vem crescendo de 35% a 40% ao ano”, explica Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil. E esses percentuais não incluem os crescentes investimentos em publicidade em mídias sociais e parte do mercado de anúncios classificados, acrescenta.

O cálculo feito pelo IAB Brasil para estimar a participação do meio internet no conjunto do bolo publicitário leva em consideração principalmente investimentos feitos em sites de busca, em site de comparação de preços e em displays de grande portais de notícia, como o iG. O termo display é usado no mercado para denominar um conjunto de 146 formatos padrão de anúncios, que inclui desde banners tradicionais até vídeos publicitários de poucos segundos veiculados antes dos vídeos de conteúdo.

No Brasil, no ano passado, os investimentos em displays, contabilizados pelo projeto Intermeios, somaram R$ 1,45 bilhão. Em sites de buscas e comparação de preços foi investido outro R$ 1,88 bilhão, segundo levantamento realizado pelo próprio IAB Brasil junto a companhias como Google, Yahoo! Brasil, MSN e Buscapé.

Perspectiva
Para este ano, a perspectiva é de que os investimentos em displays alcancem R$ 1,8 bilhão e, em busca, batam na casa dos R$ 2,8 bilhões. “O rio corre para o mar, não tem jeito”, diz Beto Gerosa, Publisher do iG. “A internet vai crescer continuamente”.

Mantido o ritmo de crescimento projetado pelo IAB Brasil, a internet deverá terminar o ano com R$ 4,6 bilhões em investimentos publicitários e participação de 13,7% no conjunto dos investimentos totais. É um percentual ainda distante do que têm as TVs. Mas esta, segundo Meneghini, é uma questão pouco relevante. “A interação entre os dois meios tem crescido e será cada vez mais forte”, afirma o dirigente.



segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ninguém mais engole as mentiras em capas de jornais. O povo agora fiscaliza!

Xeque- Marcelo Bancalero


A Fiscalização continua!
Vejam como as pessoas já não se satisfazem com as notícias de capa dos "grandes" jornais.
Acabou o poder de manipulação da mídia. 
Com os Fiscais da  Mídia agindo como o fiel da balança da comunicação essa mídia terá de se emendar.
Seja também um Fiscal da Mídia! Denuncie, divulgue faça valer seu direito de não aceitar mentiras. AQUI

Veja abaixo o post enviado por Luis Nassif


Selo de qualidade para o Enem

Nestes tempos em que as pessoas têm extravasado seus preconceitos, também eu preciso admitir preconceito que tive dias atrás. Mal havia passado uma semana das eleições, e parti do meu pré-conceito reforçado durante o ano de 2010 quanto à lisura da Folha e preferi nem ler do que realmente se tratava o problema no Enem, merecedor de ser a capa numa edição de domingo. Me conformei em achar que se tratava de um factóide. Só agora, uma semana depois, mais tranqüilo, verifiquei que estava correto no meu achismo. Com essa semana, noto que poupei meu estômago. Menos mal. Àqueles trataram de logo se esquecer, também pensando em seu bem-estar, lembro da manchete da Folha de 7 de novembro: “MEC erra de novo e causa confusão no 1º dia do Enem. Apresentação das perguntas não batia com a folha de respostas da prova, realizada por 3,4 milhões de alunos”. Dentro, o título da reportagem não dá margens para leituras dúbias: “Erro no Enem afeta 3,4 milhões de alunos”. Trata-se, portanto, de uma falha completa, do Enem – com 3,4 milhões de provas erradas, um número impressionante –, ou de quem redigiu o título, que precisa de umas aulinhas de português – ou de ética, mais provavelmente.
o caso é grave – o de ética, mas a Grande Imprensa finge que isso é irrelevante –, o principal jornal do Paraná, a Gazeta do Povo do dia 14 de novembro, trazia não só a manchete mas quase toda a capa dedicada à perda da credibilidade do Enem após fiascos. Enfim, aos fatos. A imprensa alardeia que quase dois mil alunos afetados (contrariamente ao que afirmou a Folha de 7 de novembro), que o Ministério Público tenta cancelar a prova, que o ministro Haddad está prestes a cair diante de mais esse fiasco. Pois bem, dois mil em 3,4 milhões significa que essa confusão, essa desmoralização, toda essa perda de credibilidade do exame se deve a 0,06% de falha (arredondando para cima e excluindo alunos ausente, o que diminuiria esse percentual). O percentual de falha das urnas nas eleições 2010 foi quase sete vezes maior: 0,4%. Talvez a Grande Imprensa não tenha atentando para esse dado, por isso não pediu a anulação das eleições – esse retumbante e desmoralizante fiasco da democracia brasileira, a se concluir pelo exemplo do Enem. Tomara que ninguém desse pessoal leia esta crônica. Diante do clima de conflito binário – o bem contra o mal – que a Grande Imprensa já há algum tempo tenta criar no Brasil (como já criou na Venezuela), anda difícil não tomar partido – por mais que eu, mesmo com muito boa vontade, julgue o governo Lula no quesito educacional mediano (se se parece excepcional é porque a base de comparação foram os inomináveis anos FHC-Paulo Renato). Porém, honestidade deveria ser algo banal e não uma virtude rara – isso a gente se dá conta nas eleições – e, convenhamos, com 0,06% de erro poderíamos dar um selo ISO qualquer de qualidade para o Enem. As virtudes, os méritos e deméritos, a utilidade e se se gosta ou não do exame, isso é outro debate.

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