Magazine do Xeque-Mate

domingo, 8 de setembro de 2013

Joaquim Barbosa... Te venderam um gatuno por lebre e você ainda aplaudiu? Pô Gigante... Só acordar não basta... Tem que ficar esperto!

Xeque - Marcelo Bancalero

Pois é...
Foi isso mesmo o que aconteceu...
Venderam um gatuno por lebre à população, ela aplaudiu.
O protótipo de herói da mídia não passou de uma versão piorada de macunaíma o herói sem caráter.
Na verdade, de herói a bandido, Joaquim será lembrado como o bobo da corte.
Mas não adianta querer imitar, nós já temos o nosso herói.

Joaquim Barbosa nem precisou de um ataque de blogueiros que agem no  subterrâneo como ele disse, que são contratados por partidos políticos, com finalidade de queimar seu filme...
Ele mesmo se queimou!


Valdemar da Costa do PR e o blogueiro Paulo Nogueira foram até solidários de mais com JB ao chamá-lo apenas de recalcado e desequilibrado, adjetivos do Valdemar... E fracasso de herói... O que se pode entender no artigo do Paulo Nogueira.
E por falar em Nogueira, um outro, Luiz Nogueira da Advogados e Associados fez uma denúncia ao presidente do senado contra Joaquim Barbosa e Cesar Peluso, o pdf da denúncia está no final do post. ( Essa dica veio da amiga Telma Azevedo)
Mas poderiam ter ido além nos seus "elogios"ao presidente do STF, se tivessem lembrado além do que mencionaram no Portal UOL. e no Diário do Centro do Mundo
Poderiam chamá-lo de fora da lei! de Mentiroso, Marajá jurídico, Covarde, IncompetenteDesrespeitosoEgólatra, Atraidor de desafetos entre outros!
Por exemplo;




Valdemar da Costa do PR e o blogueiro Paulo Nogueira poderiam ter lembrado muitas outras mazelas desse babaca supremo...
Mas a maior de todas elas foi enfiar a fórceps Henrique Pizzolato na AP 470 como elo para conseguir  destruir os lideres do partido que mais fizeram por este país.
E decretar a prisão de qualquer um dos petistas nesta ação penal, será outro erro. Pois reabrirá uma nova era de resos políticos em nosso país...
E isso é inaceitável!
Leia os artigos, siga os links ativos, assista ao vídeo e baixe o pdf da denúncia.






Joaquim é recalcado e desequilibrado, diz Valdemar (5:35)
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, é “recalcado, desequilibrado e mal educado”, segundo afirma o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no processo do mensalão. Valdemar também diz que Barbosa descumpriu a lei ao se tornar dono de uma empresa para comprar um imóvel em Miami e registrar o endereço comercial da mesma no seu apartamento funcional em Brasília. Ele prevê que o Senado possa futuramente cassar o cargo de Barbosa “se ele continuar com esse comportamento”. O 'Poder e Política' enviou ao ministro Joaquim Barbosa o inteiro teor das declarações do deputado Costa Neto. O presidente do STF, por meio de sua assessoria, respondeu com uma frase: "Não vou polemizar com réu condenado". A assessoria também informou que o deputado usou na entrevista uma informação incorreta divulgada em sites na internet, sobre o magistrado ter recebido dinheiro indevido da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sem dar aula - o que não seria verdadeiro. Valdemar falou ao UOL e à Folha em 3.set.2013.Atualizado em 04/09/2013 às 9h23
http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/joaquim-e-recalcado-e-desequilibrado-diz-valdemar-535-04020D1A376CD4B14326?types=A&



barb06

Porque Barbosa não é mais o menino pobre, nem vai mudar o Brasil

6 de setembro de 2013 | 06:14
Paulo Nogueira, em seu Diário do Centro do Mundo, traça um diagnóstico demolidor sobre o porquê de, com todo esforço da mídia a promovê-lo, o Ministro Joaquim Barbosa não se tornou um “herói do povo”. Ao que ele descreve, apenas uma coisa tenho a acrescentar: o menino pobre perdeu- se é que o teve tão forte – o amor pelas suas origens e atribuiu exclusivamente a si o sucesso que obteve.
Nenhum de nós tem esse poder. Somos todos frutos de circunstâncias, de oportunidades e, quando as minimizamos e passamos ver apenas em nossas pretensas virtudes a razão de nossa eventual ascensão, tornamo-nos mesquinhos e doentiamente vaidosos.
Joaquim Barbosa, por quem todos um dia nutrimos a simpatia natural em ver um de nossos irmãos negros ascender à mais alta Corte do país, embebeu-se do mesmo espírito excludente que impediu negros, pobres e nordestinos, tantas vezes, de terem a mesma oportunidade: o considerar-se superior aos demais, raiz e fonte do elitismo.
A generosidade  é própria dos homens grandes, dos quais um dos maiores, gigante mesmo, agora está lutando contra a morte: Nelson Mandela. Um quarto de século enjaulado, uma sociedade racista pior, muito pior do que o racismo sobrevive hoje aqui, a morte brutal de amigos e companheiros, nada disso o tornou um homem transtornado pelo ódio.
Apenas humanidade, a força que o manteve vivo e ainda o mantém e, quando for a hora, ainda assim o manterá na memória histórica.
É por isso, essencialmente por isso, que Joaquim Barbosa derrotou a si mesmo.

Onde Joaquim Barbosa fracassou

Paulo Nogueira
E eis que o caso do Mensalão chega a seu clímax. De todos os personagens da trama, o mais extraordinário é, por razões óbvias, Joaquim Barbosa.
Com seu jeito bruto e tosco, com suas palavras duras e inclementes contra os réus, ele rapidamente se converteu num heroi do 1% — o diminuto grupo de privilegiados que tem sua voz nas grandes empresas de mídia.
O maior esforço das empresas de mídia, em relação a JB, foi tentar convencer as pessoas de que elas genuinamente admiravam o “menino pobre que mudou o Brasil”. Ou, numa expressão, o “homem justo”.
Não foram bem sucedidas nisso: a sensação que ficou, com o correr dos dias, é que aquela admiração é fingida. Joaquim Barbosa foi e é conveniente para o 1%, mas as informações que foram surgindo sobre ele tornam difícil qualquer tipo de admiração que não seja simulada.
Fora da fantasia do “homem justo”, não é fácil admirá-lo na vida real. JB não tem notório saber, não se expressa com charme e clareza, não escreveu livros ou artigos dignos de nota.
Também não é fácil admirar um alpinista profissional que é capaz de abordar – aborrecer, na verdade — alguém num aeroporto para tentar cavar uma promoção.
E nem parece digno de aplausos quem, numa entrevista, cita um episódio ocorrido há quase quarenta anos – a reprovação no Itamaraty — com a raiva desagradável que temos de alguma coisa ocorrida há dias.
O 1% triunfou no uso de Joaquim Barbosa para que defendesse seus interesses no julgamento do mensalão. Ele se revelou excepcionalmente suscetível à adulação da mídia. Ninguém parece ter acreditado tanto na admiração da mídia por JB quanto o próprio JB.
O fracasso do 1% foi na tentativa de fazer de JB um “heroi do povo”, alguém capaz de conquistar a presidência da república nas urnas e zelar pela manutenção de seus privilégios com o uniforme de “menino pobre”.
Este fracasso se deu, em grande parte, por força da internet. Nos sites independentes, as informações sobre o real Joaquim Barbosa permitiram compor um perfil bem diferente daquele difundido pelas companhias jornalísticas.
A relação promíscua com a mídia (notadamente com a Globo, que deu emprego a seu filho não por filantropia, naturalmente), o apartamento comprado em Miami com o uso de uma pequena trapaça para evitar impostos – coisas assim acabaram desconstruindo o perfil montado por jornais e revistas, ao se tornarem públicas pela internet.
Nas pesquisas presidenciais, seu nome aparece com números acachapantemente baixos e decepcionantes para quem tem sido tão promovido.
Se Joaquim Barbosa estivesse nos corações e nas mentes dos chamados 99%, ele estaria brilhando nas pesquisas. Seria um contendor poderoso para 2014, na pele do “homem que acabou com a corrupção”.
Mas não.
Por mais que a mídia tenha se esforçado para fazer de JB um “heroi do povo”, ele já é amplamente reconhecido como um representante daquele grupo predador que fez do Brasil um recordista mundial em desigualdade – o 1%.
Por: Fernando Brito
http://tijolaco.com.br/index.php/porque-barbosa-nao-e-mais-o-menino-pobre-nem-vai-mudar-o-brasil/




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