Bom, chegamos a quase um ano de governo da presidente Dilma. E pelo que tudo indica, estamos no caminho certo.
Você pode dizer indignado; “Mas como?” Por causa dos acontecimentos nas pastas dos ministérios, por causa das notícias de corrupção, do 4º ministro a cair em 8 meses desse governo etc.
Pois é, se relembrarmos o início do governo Lula, verificaremos que muito do que está acontecendo é igual. E isso não é ruim, pelo contrário, é muito bom. O governo Lula passou por isso, e terminou com a maior aprovação de todos os tempos.
Claro que nem todos os personagens presentes nestes casos são culpados de fato, muito é especulação da oposição que tenta ganhar forças para sair da condição de sobre vida, afinal, ano que vem temos eleições importantes e não querem perder mais terreno do que perderam nas últimas.
O PT mostra que quando está no governo torna o corpo saudável. Pois só um corpo saudável produz anticorpos que lutam contra doenças que tentam atacá-lo, só um organismo em perfeitas condições absorve para o corpo o que lhe é útil e numa renovação celular, pode expelir células mortas buscando a homeostase.
A oposição e a mídia servem como antibióticos que ajudam ao corpo manter esse equilíbrio. Como todos os remédios trazem algumas contra indicações e muitos efeitos colaterais, mas fazer o quê? São como um mal necessário!
Assim volto a minha narrativa inicial, e digo que o governo Dilma está no caminho certo para ser um governo inesquecível que vai fazer muito bem para a nossa nação. Exemplo de democracia e de respeito ao cidadão.
A militância digital já ajudou, entre outros, a fazer a Folha de São Paulo retroceder do editorial que teorizou sobre a Ditabranda e a fazer Obama desistir de discursar na Cinelândia. Agora, acaba de marcar mais um tento.
Governo quer construir memorial para vítimas da ditadura
23 de março de 2011 | 12h 22
AE - Agência Estado
A ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, anunciou ontem que o governo federal pretende construir um memorial em homenagem aos desaparecidos no período da ditadura militar e suas famílias. Ela, porém, não informou o local nem a possível data de inauguração do monumento.
"Que nesse memorial se registre os desaparecidos e os mortos pela ditadura. Que se registre que o Estado brasileiro torturou e matou, mas que se registre também que as famílias dos desaparecidos nunca abandonaram seus entes queridos", disse a ministra enquanto acompanhava buscas por restos mortais de dois desaparecidos no Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, conforme divulgou a Agência Brasil.
Uma comissão formada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos, pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal (PF) tenta encontrar desde o mês passado restos mortais de Virgílio Gomes da Silva, o Jonas, morto pela ditadura militar em 1969; e Sérgio Corrêa, que morreu na explosão de um carro no mesmo ano.
Pedido de edificação de memorial das vítimas da ditadura
Publicado, originalmente, em 14 de março de 2011 às 12:14 hs.
Apresento aos leitores o documento que será enviado ao governo federal de forma a apresentar a proposta das centenas de leitores deste blog que pedem a construção de um monumento ou memorial em homenagem às vítimas da ditadura militar.
Serão aguardadas, até a manhã da próxima terça-feira, 15 de março de 2010, eventuais sugestões a acrescer ao texto ou a suprimir dele, de forma que o documento represente a expressão do pensamento dos que acreditam que tal obra deve ser edificada.
Abaixo, o documento que será enviado ao governo com a proposta supracitada.
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Os abaixo assinados cidadãos brasileiros, leitores do Blog da Cidadania, vêm, pela presente, dirigir-se à Casa Civil da Presidência da República, à Secretaria de Comunicação da Presidência da República, à Secretária Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, ao Ministério da Justiça e à excelentíssima senhora presidenta da República, Dilma Rousseff, no sentido de sugerirem que, no ano da possível criação da Comissão Nacional da Verdade, seja empreendida homenagem republicana às vítimas da ditadura militar.
Consideramos, estes cidadãos, que milhares de compatriotas (vivos e mortos) que passaram pelas masmorras da ditadura militar, pelos centros de tortura, pelos tribunais de exceção e até pelo exílio imposto ou voluntário, permanecem, décadas após o fim do regime ditatorial, em situação de credores do Estado brasileiro, usado, de maneira criminosa, para manter o país aprisionado aos ditames antidemocráticos de poucos, que, usurpando a vontade popular, tomaram o poder e nele permaneceram por mais de duas décadas.
Amparados em tais valores democráticos elevados, estes cidadãos, em pleno gozo de seus direitos civis, vêm propor a edificação de um memorial em homenagem àqueles que tombaram em luta contra o regime de exceção, bem como aos sobreviventes das sevícias dos ditadores, praticadas de forma ilegal, oculta e flagrantemente criminosa não só pela violação desses seus direitos civis, mas das leis penais, as quais jamais previram, no Brasil, uso de práticas como tortura, assassinato ou encarceramento sem ordem judicial.
Vale lembrar que muitos desses cidadãos até hoje arrastam, pelos quatro cantos da nação, seqüelas físicas e emocionais do que sofreram nas mãos do Estado brasileiro. Carregam a dor, a humilhação e a revolta, resignados com a preponderância, até aqui, dos interesses daqueles que violaram a Constituição para atenderem aos interesses antidemocráticos de setores da sociedade que, em 1964, não dispunham de força política para chegar ao poder pelo voto e, assim, tomaram esse poder nas mãos pela via da violência e da ruptura institucional.
Finalmente, visando a memória nacional, na intenção de que as futuras gerações não esqueçam do que aconteceu a este país, propomos, os abaixo assinados, que o memorial ou monumento em questão seja edificado na Praça dos Três Poderes, na capital da República, onde permanecerá como um alerta e como uma honraria aos que entregaram as próprias vidas para o bem da nação brasileira, pagando um preço que jamais lhes poderá ser restituído.
Firmam a presente, em quatro vias de igual teor, os seguintes cidadãos
No momento em que a presidenta Dilma Rousseff torna público que pretende bancar a Comissão da Verdade de forma a desmascarar os que torturaram, estupraram e assassinaram garotos e garotas idealistas que lutavam pela libertação do Brasil das garras da ditadura militar, vem à mente uma reflexão: até hoje, o Brasil não fez um único grande monumento às vítimas daquele regime.
Logo, teremos no SBT uma novela contando as atrocidades que foram cometidas neste país contra os que pegaram em armas para defender o Brasil dos usurpadores que, por falta de votos, deram um golpe de Estado que redundou em uma ditadura de duas décadas e tanto. Essa novela deve se desenrolar paralelamente à Comissão da Verdade, que, com o apoio da presidenta, agora irá vingar.
Nesse momento de resgate da verdade, porém, as mentiras e a enganação se travestem de jornalismo e tentam vender a teoria absurda de que “os dois lados” têm que ser investigados pela Comissão da Verdade. Uma distorção tão hedionda que não resiste à menor reflexão.
Tomemos o exemplo de Dilma. Ela tinha 19 anos quando foi presa, torturada e só depois julgada. Como milhares de outros brasileiros, sentou-se no banco dos réus. Mesmo sendo inocente. E ficou encarcerada por três longos anos. Teve até sorte…
Se prevalecesse a teoria sobre ser necessário julgar “os dois lados” – o dos assassinos, torturadores e estupradores da ditadura e o da resistência àquele regime criminoso –, Dilma teria que ser julgada de novo. Os que foram exilados, os que foram torturados, os que foram presos, todos teriam que passar por tudo de novo.
Agora, alguém conhece um único torturador ou assassino integrante da ditadura que tenha sido julgado? Não, mas conhece milhares de vítimas que foram não só julgadas, mas punidas com torturas e até com a morte, muitas vezes sem jamais terem se envolvido em nada. Apenas porque os esbirros da ditadura acharam que estavam envolvidas.
Remember Wladimir Herzog, entre tantos outros.
Por todo este país, milhares carregam até hoje as marcas e seqüelas da tortura. Só seus corpos sobreviveram, porque suas almas foram assassinadas há décadas. Muitos de nós conhecem alguém que até hoje estremece quando ouve um baque ou qualquer ruído mais forte, sob lembranças redivivas daquele período de trevas.
Então, quero propor aqui que o governo federal, sob a liderança da Excelentíssima Senhora Presidenta da República, Dilma Vana Rousseff, execute e inaugure, com toda a pompa e circunstância, um grande monumento às vítimas da ditadura militar. Tanto para as vítimas que se foram quanto para as que arrastam por este país a dor que lhes foi imposta.
Há alguns poucos monumentos escondidos por este país, mas esse tem que ser feito em Brasília, em plena Praça dos Três Poderes. Para que este país jamais esqueça.
Se houver bastante apoio a esta iniciativa, será composto um documento com essa proposta e enviado à Presidência da República com os nomes dos signatários. Só assim, finalmente este país fará uma homenagem à altura das milhares de vítimas (vivas e mortas) daquele regime hediondo que o infelicitou por vinte longos anos.
Nos próximos anos o Rio Grande do Sul passará por profundas transformações a partir da ousadia, coragem e busca da transversalidade na arte de fazer política. A postura e propostas do governador “hacker” Tarso Genro fomentará o desenvolvimento da cultura livre na política que poderá superar os processos fechados e conservadores existentes e que fortalecem a corrupção.
Adequação da estrutura do Estado aos interesses e necessidades da sociedade, firmeza programática e ideológica, transparência, transversalidade, mecanismos de participação popular, integração horizontal, desenvolvimento local, controle social e inclusão digital são questões presentes no vocabulário do governador, que provoca sua equipe de governo a “despir-se de hábitos antigos”.
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É com esses entendimentos que o Governador Tarso transforma-se em “hacker” e defensor pleno da “Ética hacker”, que de uma forma legal pretende elaborar ou modificar sistemas de gestão compartilhada para beneficiar a sociedade como um todo. Neste sentido, diferencia-se radicalmente do “cracker” ou cibercriminoso que utiliza os conhecimentos sobre tecnologia da informação para cometer crimes ou praticar danos contra pessoas, instituições e a sociedade. Este é o primeiro passo para superar a desinformação difundida pelos meios conservadores de comunicação que insistem constantemente em associar o “hacker” a uma ideia de delito e crime.
Dessa maneira é que o governo do RS, representado por sua maior autoridade, o governador, inicia um potencial processo de transformação através das mídias sociais digitais interativas, criando condições para desenvolver uma nova cultura política na gestão pública, capaz de colaborar para uma sociedade cada vez mais articulada para o bem comum, menos competitiva, transformando o estado em símbolo mundial da gestão transparente, interativa e democrática da mesma forma como Porto Alegre já foi a capital da democracia participativa e do Fórum Social Mundial.
É passo importante que o futuro governo do RS compreenda a inclusão digital como uma política transversal a serviço da transparência. A partir das diferentes experiências de inclusão digital (ID) no Brasil e no mundo torna-se necessário ampliar seu conceito para além da inclusão de cidadãos para o simples uso das ferramentas digitais disponíveis. A inclusão digital depende de processo de capacitação em rede e de uma tecnologia vinculada à cultura, arte e participação popular. Assim é possível desenvolver a “Emancipação Digital” na qual pessoas, comunidades, organizações e o Estado adaptam técnicas existentes ou criam novas para ampliar suas capacidades de compartilhar serviços, conteúdos, dados, informações, conhecimentos, culturas e linguagens locais.
Nesta perspectiva, a ID deve garantir condições para o exercício pleno da criatividade, de apropriação das tecnologias da informação e comunicação, da valorização das tradições culturais e fruição de nossa cultura na sociedade do conhecimento. É preciso desenvolver políticas integradas que fomentem a criação livre da propriedade intelectual e estruturar novas cadeias produtivas sem intermediários.
Pensar como utilizar os benefícios das mídias digitais é um desafio para todo o governo no qual a Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital terá um papel importante na implementação daquilo que o governo decidir. Da mesma forma, a PROCERGS será fundamental na implementação do plano nacional de banda larga no RS e no desenvolvimento de sistemas de código aberto, assim como a Secretaria de Educação e a UERGS serão importantes para a formação de recursos humanos em rede para o uso e desenvolvimento tecnológico, capaz de aperfeiçoar o que agora será iniciado. Por fim, a Secretaria de Cultura poderá desenvolver as alianças necessárias entre a tecnologia e a cultura que promova uma mudança cultural na sociedade gaúcha.
Os desafios são grandes e o futuro é promissor no RS. Boa sorte ao “hacker” governador Tarso Genro e a toda sua equipe de governo.
BRASÍLIA - A expectativa em relação ao governo da presidente eleita Dilma Rousseff é 62% positiva - entre ótimo e bom -, aponta a pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje. Entre as 2.002 pessoas entrevistadas no período de 4 a 7 de dezembro, em 140 municípios, 19% consideram que o governo será regular, enquanto 9% consideram ruim e péssimo. Já 11% dos entrevistados não souberam responder.
Na comparação com o governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 18% dos entrevistados acreditam que a gestão da presidente eleita será melhor e 58% consideram que será igual, enquanto 14% acham que será pior.
A expectativa de que o governo Dilma será melhor ou igual em relação ao governo Lula é de 79% entre o público feminino e de 73% para o público masculino.
Mais da metade da população considera que a saúde deve ser prioritária (51%) na nova gestão. Em segundo lugar estão as áreas de educação (11%), seguida de segurança pública (7%) e combate as drogas (6%) e à fome e pobreza (6%).
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Dilma Rousseff divulga nomes da equipe econômica do seu governo
Guido Mantega vai permanecer no Ministério da Fazenda, e Miriam Belchior será a nova ministra do Planejamento no lugar de Paulo Bernardo, que já tem vaga garantida no governo. Ainda foi escolhido Alexandre Tombini, que presidirá o BC no lugar de Henrique Meirelles.
A presidente eleita, Dilma Rousseff, confirmou nesta quarta-feira os três nomes da equipe econômica que vão compor o seu governo.
Um dos últimos acertos foi a longa conversa da presidente eleita com o presidente do Banco Central. Nesta quarta-feira, ele próprio anunciou que vai deixar o cargo.
Henrique Meirelles foi o presidente que mais tempo ficou no comando do Banco Central: oito anos. É um dos responsáveis pelo controle rigoroso da inflação e pela saída rápida do Brasil da crise financeira internacional: “Considero a minha missão cumprida, considero a minha missão já em processo de término. E tinha já a intenção de terminar o meu trabalho juntamente com o mandato do presidente Lula”, disse Meirelles.
O ministro do Planejamento também vai deixar o cargo, mas foi convidado por Dilma a ocupar outra função no novo governo: “Ela me fez um convite para participar do governo, mas um convite genérico, porque ela me disse que tem mais de uma opção e, portanto, não queria definir isso agora”, disse o ministro Paulo Bernardo.
Horas depois, a presidente eleita oficializou, em nota, sua equipe econômica, ressaltando que determinou aos escolhidos que assegurem a continuidade da política do governo Lula, baseada no regime de metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal. A nova equipe terá também o desafio de avançar.
Guido Mantega permanece no Ministério da Fazenda. Miriam Belchior vai ser ministra do Planejamento. Ela está no governo Lula desde o início. É coordenadora do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, que continuará sob sua gestão.
Miriam Belchior prometeu buscar qualidade dos gastos públicos: “É possível fazer mais com menos. E é isso que nós vamos perseguir nos próximos quatro anos do governo da presidente Dilma”, declarou a coordenadora do PAC.
O escolhido para presidir o Banco Central, Alexandre Tombini, é hoje diretor do banco. A sua nomeação ainda depende da aprovação do Senado. Tombini fez questão de dizer que a presidente eleita lhe garantiu autonomia na administração da política monetária: “Ela me disse que, nesse regime, não há meia autonomia. É autonomia operacional total”, disse Tombini.
Em busca da sobrevivência política, partido cogita a possibilidade de fundir-se ao PSDB ou ao PMDB,(de Quércia) hipótese que converteria em aliado um opositor ferrenho ao governo Lula
Partidos que sofreram as maiores derrotas durante as eleições, DEM e PPS enfrentam um truncado jogo de alianças e acordos até o fim do ano para definir uma mudança de curso que recoloque as legendas em uma rota de sobrevivência política. Enquanto os sucessores do antigo PFL estudam a fusão com o PSDB e até um desembarque no PMDB-o que jogaria a legenda na bancada governista -, os socialistas tentam se afastar da imagem conservadora dos atuais aliados para marchar rumo a uma oposição mais branda ao governo federal.
Depois de perder 22 cadeiras na Câmara e seis no Senado como resultado do pleito de outubro, o DEM estuda se unir a outras siglas para manter parte do cacife político. Na oposição desde a primeira eleição do Presidente Lula, em 2002, o partido viu a bancada se reduzir dramaticamente.
Da quase uma centena de deputados federais eleitos em 1998, sobrarão apenas 43 a partir de 1º de fevereiro, data da posse dos novos parlamentares. Diante dos números, os maiores expoentes da legenda estudam a fusão com PSDB ou PMDB. Na prática, isso significa dizer que a sigla poderia tomar um caminho insólito e apoiar o governo petista depois de fazer oposição ferrenha a Lula nos últimos oito anos.
O maior temor do DEM é que uma janela para a troca de partidos seja aprovada pelo Congresso e a bancada se reduza ainda mais com a migração de parlamentares para a base governista.
“Estamos extremamente fragilizados. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, tem conversado com vários partidos, sempre com um cenário de fusão”, revela o deputado federal Guilherme Campos (DEM-SP).De acordo com o parlamentar, o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), também tem participado dos encontros.
Ao negociar um desembarque na bancada governista, o DEM praticamente implodiria a oposição ao Palácio do Planalto durante o governo de Dilma Rousseff, já que o grupo ficaria reduzido a PSDB, PSol e PPS, que, juntos, detêm apenas 68 dos 513 assentos na Câmara dos Deputados. Por isso, os atuais partidos da bancada governista desconfiam das reais intenções da legenda. Entendem que a negociação aberta seria mais uma forma de pressionar o PSDB a garantir maior espaço nas composições estaduais e municipais. O maior interessado é justamente Kassab, que termina o mandato na Prefeitura de São Paulo em 2012 e almeja chegar ao Palácio dos Bandeirantes, que será ocupado por Geraldo Alckmin (PSDB) nos próximos quatro anos.
Musculatura
Se o destino do DEM passa por São Paulo, o PPS tenta formar uma frente com partidos menores para tentar ganhar um mínimo de musculatura no Congresso. A legenda viu reduzir de 22 para 12 o número de deputados na Câmara e tem apenas Itamar Franco (PPS-MG) no Senado. O presidente do partido, Roberto Freire, analisa que o caráter conservador abraçado pelos aliados PSDB e DEM durante as eleições prejudicou em especial o partido, que pretende se inserir em um discurso de centro-esquerda.
“Tivemos erros crassos na campanha que se encerrou, como fazer uma oposição que aplaudia o governo, sem citar a correção necessária de rumos, sem espírito crítico”, critica Freire. O partido se aproxima de grupos mais alinhados ao Planalto, como PV e PSol. O próprio Freire admite voltar à bancada governista, de onde saiu depois do escândalo do mensalão em 2005, desde que o Palácio do Planalto altere a atual política econômica.
Por: Helena
Em tempo: se o DEMO e o PSDB se casarem, o novo partido manterá a ação que o DEMO moveu no Supremo contra o ProUni e que o Serra disse que não era bem assim ? – PHA