Magazine do Xeque-Mate

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Evangélicos, homossexuais, militantes e Rede Globo... Cuidado para não ser manipulado!

Xeque - Marcelo Bancalero

Antes de criticar leia!
Como eu já disse aqui, sou evangélico, e todos que me seguem sabem de minha fé.
Mas não preciso ser gay para ser contra a homofobia. Nem preciso  usar  um aplicativo  para colocar as cores do orgulho gay, para  demonstrar que sou  a favor do reconhecimento da união civil homoafetiva. O direito é para todos. independente dos  princípios  bíblicos, é preciso dar segurança jurídica a quem escolhe tal condição. 
Mas o  que quero mostrar com este post, é que por trás de tudo isso, da briga dos grupos GLBTS e Silas e Marco Feliciano, da militância petista  dos fascistas da direita... Está a Rede Globo.
Evangélicos e Homossexuais juntos, se juntarmos com seus simpatizantes, representam ¼  do eleitorado brasileiro mais ou menos.  
E a Rede Globo joga dos dois lados, pois  é de olho nestes números que ela pretende impedir o retorno de Lula em 2018
Por isso eu me desgasto tentando alertar aos meus companheiros para  serem assertivos, e não combaterem intolerância sendo intolerantes. Para que saibam atingir o indivíduo Malafaia, sem atacar ao povo que está por trás deste.
Para isso, basta mostrar a quem  Malafaia representa, o resto deixem por conta do povo. 
O print da imagem, eu retirei do perfil de um funcionário da Rede Globo, sobre uma campanha interna da Rede globo... Mas  interna por que?
Por que não se tem nada sobre ela na internet?
A Rede Globo joga dos dois lados , para tentar  colher de ambos os lados um número significativo  de eleitores, para tentar impedir  a continuação do maior projeto social já visto neste país, e por que não dizer, no mundo...
Onde o PT tem governado para todos, evangélicos, ateus, homossexuais, héteros... Enfim.. Todos!
Leia a matéria onde  diz que você pode ter sido manipulado pelo Facebook a usar o aplicativo das cores do orgulho gay...


Alterou a foto de perfil do Facebook para a bandeira de arco-íris? Saiba que você pode ter sido manipulado

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O Facebook teria utilizado uma nova ferramenta para realizar experiências psicológicas em seus usuários.
No fim de semana, milhões de usuários da rede social alteraram suas fotos de perfil com uma ferramenta criada pela própria rede. Trata-se de colorir a imagem com cores do arco-íris, que simbolizaram a decisão favorável da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, entendida como Constitucional.
No entanto, alguns críticos acusaram a rede social de estar realizando um experimento psicológico sobre seus usuários.
Alterou a foto de perfil do Facebook para a bandeira de arco-íris? Saiba que você pode ter sido manipulado
Facebook teria usado sua nova ferramenta, em apoio ao orgulho gay, para realizar um experimento psicológico com os usuários da rede social.
Como apontado em um artigo do site TheAtlantic.com, o Facebook é famoso por sua colheita e análise de dados, e realizou experiências para manipular o humor das pessoas e seus comportamentos.
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O Facebook está muito interessado em como as ideias se espalham em suas plataformas. Em 2013, um dos cientistas da empresa estudou como um símbolo vermelho de igualdade (o logotipo da Campanha de Direitos Humanos) tornou-se popular nos perfis.
Os pesquisadores descobriram que os usuários se tonaram mais propensos a alterarem seus perfis se os amigos o fizessem.
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O que a pesquisa não foi capaz de provar era se os usuários do Facebook foram influenciados a mudar seus pontos de vista sobre uma questão política de direitos humanos, como a igualdade no casamento entre pessoas do mesmo sexo, ou se elas já tinham amigos com os mesmos pontos de vista.
Um porta-voz do Facebook disse ao TheAtlantic.com que não se tratou de uma experiência.
Carl Miller, um pesquisador de mídia social, acredita que o Facebook realmente queria comemorar o orgulho gay com o lançamento da ferramenta, mas acrescenta que a empresa tem todo o direito de estudar como as imagens do arco-íris se espalharam. Mesmo assim ele salientou que ficaria surpreso se a rede social tivesse feito isso como um experimento em primeiro lugar.
Fonte: Mirror

domingo, 21 de novembro de 2010

Militância LGBT e a Síndrome de Mulher de Malandro

Xeque - Marcelo Bancalero


A luta contra a homofobia é necessária para que casos como esse da foto abaixo ão aconteçam mais.
Acho que o mais necessário agora é que aceitem as mudanças propostas na PLC122 , assim ambos os lados serão beneficiados
O que os evangélicos pedem (aqui), que seja mudado na lei não vai prejudicar os direitos dos homossexuais.
Isso não pode virar uma guerra política!
É hora de todos se unirem com o propósito de fazer valer o direito à liberdade e democracia. E o fim da impunidade a crimes como esse.

O carioca Ferruccio Silvestro, depois de ser brutalmente agredido na saída de um bar gay, em Niterói (RJ)

Por dois dias inteiros, a hashtag #HomofobiaNão esteve entre as mais citadas no Twitter do Brasil. Por quase um dia inteiro esteve no topo desta lista, figurando nostrends mundiais, dando visibilidade à manifestação promovida por ativistas dos direitos LGBT e simpatizantes da causa, em referência aos ataques sofridos por homossexuais em São Paulo e no Rio de Janeiro durante a última semana. E de que esta visibilidade valeu ao combalido movimento de defesa dos direitos dos homossexuais e afins? Praticamente nada.
A visibilidade que a internet dá aos assuntos no Brasil é muito grande. Hoje, o Twitter e seus assuntos mais comentados pautam as redações dos veículos de comunicação tradicional, fenômeno que ficou claro durante as eleições deste ano, mais recentemente com o caso da bolinha de papel que atingiu o candidato derrotado a presidência, José Serra. Ganhar visibilidade na rede é importante, sem dúvida, mas a militância LGBT se reduz a praticamente este campo, e a explicação é simples: gays, de maneira geral, não protestam por seus direitos de forma efetiva. A prova deste lamentável fenômeno se explica por duas manchetes, ambas do site G1:
21/11/2010 - Manifestação contra homofobia reúne 200 pessoas na Avenida Paulista
14/06/2009 – Mais de três milhões participam de Parada Gay em São Paulo
Explicando.
Quando o evento é festivo, onde a Avenida Paulista se enche de DJs, drag queens e trios elétricos, milhões de homossexuais de São Paulo e dezenas de outros estados lotam as ruas da cidade, na maior micareta gay do mundo, que ano após ano vem perdendo sua significação.
Agora, se o evento tem realmente um caráter de protesto, onde os gays têm um espaço para buscar visibilidade na nossa mídia (onde somos quase transparentes), apenas 200 pessoas aparecem para gritar contra os absurdos ocorridos em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Esta falta de engajamento político e social da grande maioria dos homossexuais me faz acreditar que, na verdade, sofremos da “Síndrome da Mulher de Malandro”: gostamos de apanhar, gostamos de ser humilhados na escola, no trabalho, gostamos de ser tratados como aberrações por parte de grupos religiosos fanáticos, gostamos de ter nossos direitos civis extirpados, gostamos de não poder ter uma união civil estável com nossos parceiros, gostamos de sofrer bullying. Gostamos de humilhação. Gostamos de degradação. Gostamos de ser viadinho, boiola, baitola, bichinha, pederasta, sodomita. Gostamos de soco na boca, de lâmpada na cara, de chute nas costelas. Somos “mulheres de malandro” dos skin-heads, dos fascistas, dos neonazistas, dos preconceituosos e homofóbicos em geral.
Não vejo outra explicação além do comodismo, ou quem sabe o medo da violência, injustificado, pois a violência já está aí, batendo em nossas portas e na cara de nossos iguais. Em qualquer grupo social oprimido há a busca por direitos, por respeito e por dignidade. Em qualquer grupo que sofre, o sofrimento de seus iguais toca a todos, que se engajam na luta, de mãos dadas por um ideal em comum.
Mas não funciona assim com a comunidade LGBT, se é que é justo usar o termo comunidade para definir esse agrupamento de pessoas que, em comum, parecem ter apesar a orientação sexual. Pra gente, parece que nossa existência como LGBTs não tem nada a ver com a existência como LGBT de nosso vizinho. A morte de outro gay, apenas por ser gay, não nos afeta. A violência, como a que sofreu o carioca Ferrucio Silvestro, em 2007, que foi covardemente espancado na saída de uma balada, apenas por ser gay, não nos afeta. A demissão de nossos amigos gays, apenas por serem gays, não nos afeta. Tudo segue em nossas vidas tacanhas e individualistas.
Os poucos que saem do armário pra militância são chatos, desagradáveis, inconvenientes. Aqueles que lutam pela aprovação do Projeto de Lei 122/2007, pela união civil entre pessoas do mesmo sexo, pela adoção homoparental e pelos outros direitos que nos são extirpados todos os dias.
Os LGBTs precisam acordar. O bonde da história está passando, e nós não estamos nele. Os LGBT precisam acordar. E espero que isso aconteça logo. Espero que isso aconteça antes que uma lâmpada exploda na nossa cara, ou que um tiro atinja nossa barriga depois das paradas gays da vida.

William De Lucca Martinez
Jornalista
deluccamartinez@hotmail.com / www.twitter.com/delucca

sábado, 14 de agosto de 2010

Sou contra a homofobia! Porém muito mais contra a pedofilia






Um site de Nome NAMBLA -  http://nambla.org/welcome.htm , faz uma luta  contra a homofobia. Esse tipo de luta é legítimo, pois cada pessoa deve ter direito a escolha de suas preferências sexuais. O problema que quero colocar em Xeque aqui é o caminho que escolheram para hastear sua bandeira.
O site fala sobre o relacionamento consensual entre homens e meninos de maneira a defender a idéia, que para mim, é uma forma de regularizar alguns casos de pedofilia.
Pois esses “meninos”, ainda estão em fase do amadurecimento sexual. E qualquer envolvimento precoce nessa área pode causar sérios danos psicológicos.
Acredito que devemos respeitar a escolhas e preferências de cada um. Porém, isso é diferente de regularizar o envolvimento de crianças (pois é isso o que esses “meninos” são), com adultos.
Mesmo que o site tente colocar isso de forma “bonita”, falando de pureza e ancorando suas idéias com base no termo “ageism” que colocado na forma que foi dita  é fascinante. Veja em; http://nambla.org/alhonte.htm
Dei o meu Xeque, agora é com você leitor. Será que podemos dar um Xeque-Mate?
Mas esse blog é democrático, e você tem todo o direito de discordar do que digo.

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