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sábado, 31 de janeiro de 2015

#SomosTodosPizzolato - Por que a mídia brasileira tenta de todo modo continuar denegrindo imagem de Pizzolato?

sábado, 28 de setembro de 2013

Jornalista do Estadão é presa nos EUA a mando de Joaquim Barbosa

Xeque - Marcelo Bancalero

Como é que é...
O cara é supremo até nos EUA?

Pois é...
Mais uma do seu Joaquim Plim Plim...

Desta vez o ser supremo manda prender jornalista do Estadão que assistia a palestra de JB na Universidade de Yale.

Vejam o artigo;

Jornalista pode ter sido detida a pedido de Joaquim Barbosa

sábado, 11 de dezembro de 2010

Nosso Wikileaks são os Fiscais da Mídia! Veja como o Estadão fabricou o escândalo

Xeque - Marcelo Bancalero


Precisamos do nosso wikileaks! Precisamos de homens e mulheres dispostos a falar a verdade!
Nos moldes de nosso país, pois aqui não são só os políticos que precisam ser fiscalizados, mas o PIG (Partido da Imprensa Golpista), também.
Claro que podemos contar com o risco que correu o Sr. Assange  (AQUI), de recebermos retaliação por isso. 
mas não importa! Eu dou a cara a tapa!
Não vou me calar!
O que aconteceu com o Wikileaks só acontece aqui se deixarmos. Se assistirmos calados a tudo isso.
Somos os Fiscais da Mídia! (AQUI)  E de de políticos, da internet e de tudo o que possa ser âncora para impedir nosso país de seguir adiante!
Estamos de olho! Estamos juntos ! Essa corrente não vai se quebrar!
Faça parte dessa luta (AQUI)


Como o Estadão fabricou o escândalo

A sucursal de Brasília consegue um documento, uma declaração supostamente assinada pelo Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, avalizando o trabalho do INBRASIL, o tal instituto através do qual o relator do orçamento desviava recursos.
Procurou o Ministro. Na hora, constatou-se que o documento era falsificado. Havia inúmeras evidências, acessíveis a qualquer redação com um mínimo de análise técnica, conforme material que recebi agora à noite:
1. No brasão do documento, o telefone da Secretaria estava errado, assim como o email.
2. O padrão gráfico é diferente do papel timbrado da SRI.
3. O número do RG do Ministro é falso.
4. Sua denominação - "Ministro de Estado chefe da SRI" - incorreta.
5. O CNPJ da empresa avalizada é. Bastava colocar em um programinha simples para constatar que era inválido.
 
6. Havia mais. A assinatura do Ministro era scaneada, conforme se conferia a olho nu. Bastava clicar na assinatura para aparecer o contorno da imagem.
7. Bastava ir às propriedades do documento para saber que foi escrito em Br-Office, um editor de texto. Documentos legais são scaneados diretamente do papel. Documentos PDF a partir de um editor de texto é sinal evidente de manipulação. Qualquer adolescente medianamente informado sabe disso.
Tinha-se, enfim, uma reportagem sobre um documento falsificado envolvendo um Ministro de Estado. O repórter foi informado, até escreveu um boxe sobre isso. Essa informação não fo sonegada da direção de redação do jornal.
E tinha-se a principal suspeita - a ex-assessora que afirmava ter obtido a carta do Ministro.
A direção de redação - provavelmente Marcelo Beraba, um dos criadores da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), que se supunha o último centro de reportagem correta da mídia - decidiu ignorar todos os sinais de falsificação e imputar o documento ao Ministro Padilha.
A manchete de primeira página foi esta:
Internamente, na página 4, a matéria principal foi essa:
Na parte inferior da página um boxe, com Padilha tentando explicar que o documento apresentado era falso.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Globo vai dar golpe?

Jornal Estadão avisa, Globo vai dar golpe

by EVERTON RODRIGUES on 28/09/2010 · 3 COMMENTS
De Latuff
De Latuff
O Editorial do jornal o Estado de São Paulo, do dia 25 de setembro, decide fazer campanha abertamente para o tucano José $erra e, consequentemente, para Geraldo, ambos do PSDB. Com o título “O mal a evitar” o veículo de comunicação a serviço da elite paulista, em um ponto merece nosso respeito: Assumiram uma posição. Ao contrário da ação covarde do Grupo Folha e das Organizações Globo, que se escondem por detrás da máscara da neutralidade e da objetividade.
Everton Rodrigues – Movimento Cultura Livre.
É preferível conviver com aqueles que publicam suas opiniões e entendimentos com transparência, a conviver com aqueles que, sorrateiros, a exemplo da Globo e da Folha, escondem-se por detrás de máscaras de neutralidade, assumindo uma posição mas não assumindo que assumem. O Estadão teve coragem de abrir seu voto, de colocar a sua opinião, como uma mera opinião. Parabéns.
Evidentemente que discordo, de todo o texto, porque afinal eles são defensores da elite, e eu sou parte da classe explorada por eles, e por isso, estaremos sempre de lados opostos.
Chama a atenção a coragem de tornar pública sua posição política, e também o conteúdo do texto: “O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada.”
A escolha dos termos “facção” e “invenção” não são por acaso. “Facção” foi um termo amplamente utilizado por toda a imprensa, ao publicar matérias referentes à facção criminosa denominada PCC, o mesmo que surgiu em SP na gestão de Geraldo do PSDB, e que o jornal em questão apoia. “Invenção” sugere que a nossa candidata Dilma não tem história, que ela surgiu através do Lula, assim, de repente, do nada. Eles querem dizer que Lula tirou Dilma de uma cartola. Simplesmente apareceu. Querem dizer que a Dilma não tem qualquer experiência. Estão fazendo o mesmo que fizeram com Lula. Agora Lula é um presidente reconhecido pelo mundo inteiro, mas eles diziam que ele não passava de um analfabeto. Mas o presidente que, segundo eles, sempre falou errado, foi capaz de fazer o que nenhum dos presidentes esclarecidos que vieram antes dele conseguiu fazer: Mudar o Brasil.
É importante que fiquemos atentos. Esse editorial não é por acaso. Demonstra, no mínimo, que eles assumiram a  posição de um partido político, o partido da imprensa golpista (PIG) e que estão nervosos. Estão com muito medo, medo da derrocada do do PSDB no Brasil e em SP, medo de perder inúmeros contratos e com eles, muita verba publicitária, medo de deixar de ganhar mundo e fundos, se $erra não for presidente.
Se o Estadão afirma que Lula ataca a liberdade de imprensa, então, aquela empresa que se diz a maior defensora da imprensa livre no Brasil não ficará sem fazer nada. A globo, guardiã de toda a liberdade de expressão, que tem sob sua propriedade a melhor técnica da liberdade de expressão, a exemplo de 1989, com toda a certeza algo irá fazer.
E o que a globo sabe fazer com mais propriedade? Com certeza, ela defende seu lado. E seu lado é o $erra. O $erra é incapaz de sozinho enfrentar a Dilma inventada por Lula, e por isso, a globo guardiã da liberdade, irá ajudar o $erra e Geraldo do PSDB. E como ela fará isso? Não sei, e por isso, nós que estamos com Dilma e Mercadante, devemos ficar ligados, conectados, espertos e na expectatativa de que a Globo faça algo bastante partidário, defendendo seu próprio interesse (ainda que maquiando-o de opinião pública), interesse do PIG, do Geraldo, do $erra e do PSDB.
Nós na rede, e a militância na rua é que daremos a resposta que a globo merece. Ontem em SP a militância mostrou que nada vai impedir a releição do projeto iniciado por Lula, mostrou que iremos iniciar esse mesmo processo em SP com Mercadante.
Estou ligado desde já.
Captei essa imagem no comício de ontem em SP: resume o que quero dizer: Muita chuva e muita gente!
Captei essa imagem no comício de ontem em SP: resume o que quero dizer: Muita chuva e muita gente!
Sugiro a leitura deste posthttp://mariafro.com.br/wordpress/?p=19675

Se gostou acima, leia mais abaixo:

domingo, 26 de setembro de 2010

Estadão sai do armário!

















O Estadão dá um passo importante no sentido de parar de debochar do seu leitor ao anunciar apoio formal à candidatura José Serra a presidência da república, pois qualquer pessoa com um mínimo de discernimento já tinha percebido que a linha editorial do jornal, assim como outros veículos da velha mídia, sempre teve lado político, apenas não tinham a coragem e o caráter para reconhecer isso.
Com a radicalização na reta final dessa campanha e a constatação de que se não interferissem diretamente sofreriam novo revés eleitoral – o que deixaria seus aliados cada vez mais distantes da administração dos recursos públicos destinados a propaganda governamental, que os sustentou por décadas – os donos dos veículos de imprensa se viram obrigados se engajar na campanha de forma menos dissimulada, o que acabou gerando uma pressão por parte dos seus leitores para que assumissem o posicionamento político-partidário mal disfarçado. E foi o que o Estadão acabou de fazer.
Essa é uma atitude que várias pessoas de bom senso cobravam do Estadão e dos demais veículos de mídia que reconhecidamente fazem campanha para Serra, mas não se assumem, no entanto, não isenta o jornal da obrigação moral de fazer um jornalismo sério, sem prejudicar ou beneficiar um dos lados.
De fato, um veículo de comunicação pode assumir posição partidária, e isso é aceito em estados democráticos. Pessoalmente não vejo problema se o apoio ficar restrito ao espaço editorial do veículo de comunicação, sem contaminar o espaço reservado para o que deveria ser apenas jornalismo profissional e apartidário.
É fato também que o partidarismo do Estadão (e da Folha, do Globo, da Veja…) até hoje não ficou resumido ao espaço editorial e por diversas vezes ficou nítido em matérias ditas jornalísticas. O jornal ainda repercutiu acriticamente diversas “reportagens” onde outros veículos de imprensa atacavam desafetos políticos em comum, mesmo quando essas reportagens careciam de um mínimo de comprovação, sem contar com a piegas campanha de autocomiseração que o jornal promoveu para se fazer de vítima de censura quando na verdade o tinham sido punidos por cometer crime de violar dados de investigações policiais protegidas por sigilo judicial.
O fato do Estadão sair do armário não pode ser considerado um ato de grandeza e de dignificação democrática porque vem embutido em um editorial raivoso, como vários outros anteriores, em que aposta na demonização do adversário como justificativa para o que considera uma “atitude extrema em defesa da democracia”.
Ao apontar virtudes éticas e morais que o seu candidato não possui mostra que tem pouco apreço pela verdade, porque se contam aos montes os escândalos de corrupção envolvendo o partido que escolhem apoiar e partidos aliados de norte a sul do país, mesmo longe do governo federal por oito anos.
Gostaria apenas de saber da família Mesquita e dos administradores do grupo se vão se sentir eticamente liberados de obter mais uma vez a partir de agora, sem concorrência pública, contratos de assinatura anual de milhares de exemplares de seus jornais com governos administrados pelo PSDB, como aconteceu no governo de São Paulo administrado pelo Serra. Só lamento se os seus conceitos éticos forem tão elásticos quanto os que norteiam suas definições de imparcialidade e isenção jornalística.

License Creatve Crommons

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