Magazine do Xeque-Mate

Mostrando postagens com marcador Carta Capital.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carta Capital.. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de novembro de 2013

Impossível continuar acreditando no mensalão depois destas verdades!

Xeque - Marcelo Bancalero

Prestem atenção nas informações  deste artigo...
Divulguem, compartilhem, façam de tudo para que cheguem a muitos brasileiros que tem sido enganados com uma falsa sensação de "justiça feita", enquanto a verdadeira corrupção continua blindada pela mídia!

"Stanley Burburinho não acredita em de-Lírios. Stanley Burburinho lê documentos e tira conclusões óbvias e só divulga aquilo que pode confirmar. PARABÉNS Stanley."
Alexandre Cesar Costa Teixeira

Leia mais;


Texto do Cafezinho documentado aniquila de-Lírio contra Pizzolato

domingo, 22 de setembro de 2013

Carta Capital vaza documentos. e mostra, no caso do tal do mensalão, o buraco é bem mais embaixo e tem nome INQUÉRITO 2474

Xeque - Marcelo Bancalero

À partir da dica do amigo  no Twitter, juntei alguns artigos aqui, que mostram a necessidade de continuarmos nossa luta pela anulação do julgamento político da AP 470, o "tal do mensalão".

Pois uma trama tão bem armada, não será abandonada assim facilmente.

Não acreditem na imparcialidade do STF com o estranho empate nos infringentes, e nem com o heroísmo de Celso de Mello desempatando a votação.

No caso do "tal do mensalão, o buraco é mais embaixo... Muito mais embaixo...
Em baixo de togas sujas, credibilidades duvidosas, falsos heróis, e um máfia midiática cúmplice de golpistas.

Os artigos e vídeos  são para um exercício reflexivo democrático...
Ligar os pontinhos é com você...
Este não é um blog do PIG (Partido da Imprensa Golpista), que mastiga tudo e depois vomita em sua boca o discurso pronto para você usar...
Faça sua parte! Cumpra seu dever cívico de descobrir a verdade e depois ajude a compartilhar.

Carta Capital vaza documentos que deixam golpistas atordoados...


A verdade sobre o relatório da PF

CartaCapital publica a íntegra do inquérito conduzido pelo delegado Zampronha, a mostrar que o esquema começa com Dantas, mas não acaba em mensalão

sábado, 9 de outubro de 2010

Mino Carta do Carta Capital diz por que está com Dilma


Dilma, mostre que é de briga



O Brasil merece a continuidade do governo Lula em lugar da ferocidade dos eleitores tucanos. Por Mino Carta. Foto: Roberto Stuckert Filho
O Brasil merece a continuidade do governo Lula em lugar da ferocidade dos eleitores tucanos
As reações de milhares de navegantes da internet envolvidos na celebração dos resultados do primeiro turno como se significassem a derrota de Dilma Rousseff exibem toda a ferocidade – dos súditos de José Serra. Sem contar que a pressa de suas conclusões rima sinistramente com ilusões.
Escrevi ferocidade, e não me arrependo. Trata-se de um festival imponente de preconceitos e recalques, de raiva e ódio, de calúnias e mentiras, indigno de um país civilizado e democrático. É o destampatório de vetustos lugares-comuns cultivados por quem se atribui uma primazia de marca sulista em relação a regiões- entendidas como fundões do Brasil. É o coro da arrogância, da prepotência, da ignorância, da vulgaridade.
É razoável supor que essa manifestação de intolerância goze da orquestração tucana, excitada pelo apoio maciço da mídia e pelos motes da campanha serrista. Entre eles, não custa acentuar, a fatídica intervenção da mulher do candidato do PSDB, Mônica, pronta a enxergar na opositora uma assassina de criancinhas. A onda violeta (cor do luto dos ritos católicos) contra a discriminação do aborto contou com essa notável contribuição.
Ocorre recordar as pregações dos púlpitos italianos e espanhóis: verifica-se que a Igreja Católica não hesita em interferir na vida política de Estados laicos. Não são assassinos de criancinhas, no entanto, os parlamentares portugueses que aprovaram a descriminalização do aborto, em um país de larguíssima maioria católica. É uma lição para todos nós. Dilma Rousseff deixou claro ser contra o aborto “pessoalmente”. Não bastou. Os ricos têm todas as chances de praticar o crime sem correr risco algum. E os pobres? Que se moam.
A propaganda petista houve por bem retirar o assunto de sua pauta. É o que manda o figurino clássico, recuar em tempo hábil. Fernando Henrique Cardoso declarava-se ateu em 1986. Mudou de ideia depois de perder a Prefeitura de São Paulo para Jânio Quadros e imagino que a esta altura não se abstenha aos domingos de uma única, escassa missa. Se não for o caso de comungar.
A política exige certos, teatrais fingimentos. Não creio, porém, que os marqueteiros nativos sejam os melhores mestres em matéria. Esta moda do marqueteiro herdamos dos Estados Unidos, onde os professores são de outro nível, às vezes entre eles surgem psiquiatras de fama mundial e atores consagrados. Em relação ao pleito presidencial, as pesquisas falharam e os marqueteiros do PT também.
Leio nesses dias que Dilma foi explicitamente convidada por autoridades do seu partido a descer do salto alto. Se subiu, de quem a responsabilidade? De todo modo, se salto alto corresponde a uma campanha bem mais séria e correta do que a tucana, reconhecemos nela o mérito da candidata.
Acaba de chegar o momento do confronto direto, dos debates olhos nos olhos. Ao reiterar nosso apoio à candidatura de Dilma Rousseff, acreditamos, isto sim, que ela deva partir firmemente para a briga, o que, aliás, não discreparia do temperamento que lhe atribuem. Não para aderir ao tom leviano e brutalmente difamatório dos adversários, mas para desnudar, sem meias palavras, as diferenças entre o governo Lula e o de FHC. Profundas e concretas, dizem respeito a visões de vida e de mundo, e aos genuínos interesses do País, e a eles somente. Em busca da distribuição da riqueza e da inclusão de porções cada vez maiores da nação, para aproveitar eficazmente o nosso crescimento de emergente vitorioso.
CartaCapital está com Dilma Rousseff porque é a chance da continuidade e do aprofundamento das políticas benéficas promovidas pelo presidente Lula. E também porque o adágio virulento das reações tucanas soletra o desastre que o Brasil viveria ao cair em mãos tão ferozes.
P.S. Bem a propósito: a demissão de Maria Rita Kehl por ter defendido na sua coluna do Estado de S. Paulo a ascensão social das classes mais pobres prova que quem constantemente declara ameaçada a liberdade de imprensa não a pratica no seu rincão.

License Creatve Crommons

Postagens populares

Arquivo do blog

Anuncios

Anuncios
Custo Benefício Garantido