Magazine do Xeque-Mate

quarta-feira, 14 de março de 2012

Eu já assinei a Petição Pública que exige julgamento de Geraldo Alckmin por crimes no Pinheirinho



Xeque- Marcelo Bancalero


É com a alma  transbordando de esperanças que este humilde blogueiro divulga depois de já ter assinado esse baixo-assinado.
Ocaso do Pinheirinho não pode virar história, pois a população tem memória curta.

O governo do PSDB é um governo violento
Violência contra professores!
Violência contra estudantes!
Violência contra o povo!
Usam a polícia para governar com violência.
Usam de violência até contra a própria policia quando essa cobra o que lhe é direito, um salário digno.
 Violência contra crianças como se pode ver na foto abaixo do pinheirinho onde um policial joga espray de pimenta nos olhos de uma criança inocente.

Isso é um absurdo!
Não podemos deixar que isso passe sem que a justiça seja feita!

Chega desse monopólio tucano em nosso estado!
Chega de privatarias!
Chega de violência!
Vamos fazer essa petição corre o mundo se possível!  
Chega de PSDB nas cidades , estados do nosso Brasil!
Chega desse tipo de político que não pensa no povo!

Faça sua parte, assine, divulgue!
Acesse a petição pública AQUI 






Petição Pública exige julgamento de Geraldo Alckmin por crimes no Pinheirinho

Postado em: 13 mar 2012 às 14:18 | Direitos humanos

Carlos Lungarzo, da Anistia Internacional, lançou uma petição on line requerendo do promotor geral do Tribunal Penal Internacional, Luis Moreno Ocampo, o julgamento internacional dos cinco maiores responsáveis pela barbárie no Pinheirinho, começando pelo governador Geraldo Alckmin.

Alckmin Pinheirinho Petição PúblicaCelso Lungaretti
Recomendo enfaticamente a todos que apoiem a iniciativa, não só assinando como a divulgando e recomendando. É importante que o documento chegue às mãos de Ocampo com o endosso de um grande número de brasileiros inconformados com a volta às práticas da ditadura militar um quarto de século depois de o País ter voltado à civilização.
Acesse a petição pública AQUI
Os signatários manifestam sua preocupação com a “onda de violência oficial deflagrada pelo governo, a justiça e a polícia do estado de São Paulo, que vitima brutalmente trabalhadores, estudantes, pessoas vulneráveis, habitantes de favelas e outros setores carentes ou etnicamente perseguidos da sociedade”.

Leia mais

Lungarzo faz um extenso e impecável levantamento dos crimes e abusos cometidos na desocupação do Pinheirinho, concluindo com a solicitação de “uma ampla e rigorosa investigação independente” e o indiciamento de cinco autoridades por crimes contra a humanidade. São elas:
o governador Geraldo Alckmin;
o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori;
o secretário de Segurança do estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto;
o prefeito da cidade de São José dos Campos, Eduardo Pedrosa Cury; e
a magistrada interveniente da comarca de SJC, Márcia Faria Mathey Loureiro.
Segundo ele, uma intervenção do Tribunal Penal Internacional se faz necessária porque nenhuma medida está sendo adotada pelo governo paulista ou pelo federal, no sentido da apuração das responsabilidades e punição dos crimes.
Em artigo sobre o mesmo assunto (ver íntegra aqui), Lungarzo argumenta que “o indiciamento e acusação dos culpados, mesmo se não puderem ser detidos, servirá de estímulo para que outros setores populares não se deixassem arrasar, humilhar, balear, estuprar, queimar e, eventualmente… matar”.
E destacou a integridade do promotor Ocampo e sua “equipe inteligente, corajosa e eficiente, em perpétuo alerta e correndo grandes riscos”. Assim, apesar de contar com efetivos muito aquém dos necessários e de ser ser sabotado “pelos Estados Unidos e por todas as ditaduras e governos neofascistas”, o Tribunal Penal Internacional tem obtido algumas vitórias, como a sentença que já decidiu e anunciará nesta 4ª feira (14) contra Thomas Lubanga, por seus crimes de lesa-humanidade no Congo.
Por último, quero registrar e aplaudir este ótimo comentário de Lungarzo sobre as autoridades que decidiram dar bestial demonstração de força no Pinheirinho, passando por cima de uma decisão judicial e optando por cumprir outra, como se coubesse aos governos e não à própria Justiça dirimir dúvidas sobre a competência de diferentes cortes e magistrados numa mesma questão:
“Não lutamos com inimigos normais. Estamos nas mãos de psicopatas, místicos e racistas, e é um preconceito pensar que eles são mais humanos que os da Gestapo, da Falange, do Fascio, da Ustasha, do stalinismo. Afinal, alguns dentre eles são comprovadamente discípulos do Opus Dei, a forma ideológica mais tortuosa e patológica do fascismo espanhol. Outros se nutriram no Integralismo, a versão mais irracional do fascismo italiano, que foi amplamente popular em São Paulo”.

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