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terça-feira, 27 de novembro de 2012

O Brasil quer saber Odair Cunha... Por que retroceder?

Xeque - Marcelo Bancalero

O que aconteceu?
Por que?
Somos militantes de que causa?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Civita é "bandido" e Policarpo "quadrilheiro" Não foi eu quem disse, mas concordo em gênero, número e grau!

Xeque - Marcelo Bancalero

Falar o que?
Só me basta concordar!





Collor: Civita é "bandido" e Policarpo "quadrilheiro"

Collor: Civita é Foto: José Cruz/ABr

NO RETORNO DOS TRABALHOS DA CPI DO CACHOEIRA, SENADOR COBRA CONVOCAÇÃO DO DONO DA EDITORA ABRIL, ROBERTO CIVITA, E DO CHEFE DE SUCURSAL DA VEJA, POLICARPO JR, POR ENVOLVIMENTOS COM CACHOEIRA; REQUERIMENTOS SERÃO DEBATIDOS NA PRÓXIMA SEMANA

07 de Agosto de 2012 às 13:48
247 – Na primeira sessão da CPI do Cachoeira no retorno do recesso, o senador Fernando Collor (PTB-AL) voltou a cobrar as convocações do dono da Editora Abril, Roberto Civita, e do chefe de sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior. O parlamentar acusou Civita de "bandido" e Policarpo de "quadrilheiro". Os requerimentos, de autoria do próprio senador, serão discutidos na próxima reunião administrativa da comissão do Congresso, agendada para a próxima semana.
Collor também fez duras críticas ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem chamou de "chantagista". Segundo ele, Gurgel segurou a investigação da Polícia Federal chamada Operação Vegas como trunfo para chantear o senador cassado Demóstenes Torres.
Recentemente, a revista Veja foi citada pela mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, acusada de ter chantageado o juiz titular do caso, Alderico Rocha Santos. Segundo o magistrado, ela disse que Cachoeira encomendou a Policarpo Jr. um dossiê contra ele, e que se não fosse negociada uma saída para seu marido, as informações seriam publicadas. Na edição desta semana, a revista negou ter feito qualquer dossiê para Cachoeira.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A base da pirâmide do PIG está ruindo! Vejam vocês mesmos!


Xeque - Marcelo Bancalero

As coisas não andam bem no reino dos PIGs.
Quando a coisa chega nesse ponto eu acredito que muitos  que estão lá em cima, na ponta da pirâmide do poder midiático, temem a queda.
A Globo já pressentindo a queda inevitável busca em Deus a salvação. Faz as pazes com Silas Malafaya, meu amigo e um dos seus maiores algoses que não se calava nunca, quando esta atacava os evangélicos.
Assim, realizou o Troféu Promessas. na tentativa de amenizar  o prejuízos que se aproximam.
Agora a coisa vai feder cada vez mais, esperem para ver.
O Dêmo Demóstenes deve ser o político mais odiado pelos tucanos e Dêmos.
Até o mensalão veio à tona, agora como provável farsa da Veja.
ai ai ai...
Não vejo a hora  dessa corja ser denunciada de verdade!


Policarpo-Cachoeira: uma dupla para limpar o Brasil


A Veja "desencarnou" Demóstenes: parceria cívica com Carlinhos Cachoeira
Um dos principais argumentos para dizer que o ex-Presidente Lula tinha conhecimento dos esquemas de depósitos ilegais de dinheiro para parlamentares em seu primeiro governo é o fato de que o governador de Goiás, Marconi Perillo, afirma tê-lo avisado de que estaria ocorrendo o “mensalão”.
Perillo diz ter sido alertado pelo deputado tucano Carlos Leréia. Ambos, como todos sabem, mais do que ligados a Carlinhos Cachoeira.
O caso começou, todos se recordam, com a filmagem de um funcionário dos Correios, Maurício Marinho, recebendo R$ 3 mil de interlocutores, num “furo de reportagem” de Policarpo Júnior, da Veja.
Sabe-se agora que a gravação foi providenciada pelo araponga Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, sargento reformado da Aeronáutica a serviço de Carlinhos Cachoeira. Dadá é aquele que “revelou” a Policarpo Júnior o suposto “dossiê” que se fazia contra a candidatura Serra que, de tão secreto, virou o livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro Júnior.
Cachoeira  é, por sua vez, o autor da gravação de Waldomiro Diniz, na época dirigente da empresa de loterias do Governo do Rio de Janeiro, pedindo propina, outro “furo” de Policarpo Júnior.
Agora, não podendo mais ocultar a “série de coincidências” – embora, ao contrário de outras vezes, tenha poupado uma capa sobre o escândalo – Veja mostra que associação entre seu editor e o banqueiro do bicho era de natureza “cívica”.
Sabendo que o áudio vazara, o publica como prova de sua “total transparência”, com a garantia do próprio bicheiro: “‘O Policarpo nunca vai ser nosso’.
Não, apenas estão trabalhando juntos pela moralidade pública:
- Limpando esse Brasil, rapaz, fazendo um bem do caralho pro Brasil, essa corrupção aí. Quantos (furos de reportagem) já foram, rapaz? E tudo via Policarpo.
Chega a ser comovente tanta pureza. Ouça o diálogo aqui.
E é também tocante o discernimento de toda a grande imprensa brasileira, que se convenceu, automaticamente, que a associação Policarpo-Cachoeira era quase uma benemerência, uma cruzada moralizadora para livrar o Brasil da corrupção.
É certamente por esse elevado sentido de honradez que todas estas informações foram sonegadas aos leitores. O homem que mandava corromper e gravava a propina queria apenas o bem do Brasil e Policarpo, dono de um altíssimo sentido de dever pátrio, seguia suas orientações, profusamente transmitidas em dezenas e até centenas de telefonemas.
Só falta dizer que é dele a imagem no Santo Sudário, ao qual apelou a Veja para esconder sob Cristo o seu pecado Demo-Cachoeirista.
Enquanto isso, Lula, com a garganta – aquela que ele salvou do impeachment que a Veja desejava – recém recuperado, vai fazendo o milagre de contar, como prometera, tudo o que esteve encoberto na história do “mensalão”.
Sem ter de dizer uma palavra.

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