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sexta-feira, 6 de junho de 2014

#WhatPorraIsThatObama ???? Bomba! Informante do FBI ajudou Anonymous Brazil nas manifestações!

Xeque - MarceloBancalero

Fiz uma grossa tradução pelo Google Tradutor, mas boa o suficiente para deixar bem claro  o que realmente é interessante...
Mais uma vez o Tio Sam se metendo em nosso país!
Depois que os tucanos saíram do poder, William Waack se aposentou ( ou não?), da espionagem para os EUA... Já tivemos escutas telefônicas, espionagem  na internet, e agora isso???
 #WhatPorraIsThatObama ???
Leia os dois artigos e assista ao vídeo para entender;  
"Exclusivo: Como informante do FBI  ajudou 

Anonymous Hack Brazil" e O Mundo Depois de Snowden: É uma vigilância ética possível? 



Exclusivo: Como informante do FBI  ajudou 

Anonymous Hack Brazil


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dilma manda carta a Obama falando sobre o 11 de Setembro


Em carta a Obama, Dilma repudia extremismo violento

10/9/2011 13:25,  Por Redação, com Reuters - de Brasília
A presidente Dilma Rousseff repudiou o extremismo violento numa carta de solidariedade enviada ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a propósito dos 10 anos dos ataques sofridos pelo país em 11 de setembro de 2001.Dilma
- Creio que a maior homenagem que podemos prestar aos mais de três mil inocentes que pereceram naquela data é, tendo por inspiração a coragem exibida pelo povo dos EUA em face da tragédia, continuar a trabalhar, incessantemente, por um mundo de paz e desenvolvimento – diz trecho da carta divulgada neste sábado.
No documento, a presidente diz partilhar da visão de Obama, de que o extremismo violento deve ser combatido em todas as formas, mas fez um apelo pela reconciliação entre o ocidente e o mundo árabe e pela eliminação do armamentismo nuclear.
Dilma também pediu a Obama a promoção do desenvolvimento econômico e a criação de oportunidades para todos em um mundo de paz e cooperação.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Lula no G20 diz que grupo deve ser capaz de evitar nova crise sistêmica


G20 precisa ser capaz de evitar uma nova crise sistêmica, diz Lula

10/11/2010 13:47,  Por Redação, com agências internacionais - de Maputo e Seul
Lula inaugura fábrica de remédios do coquetel contra a aids
Lula inaugura fábrica de remédios do coquetel contra a aids
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o G20 precisa discutir o fim do protecionismo e a questão cambial se quiser encontrar soluções definitivas para a crise econômica global. Próximo à partida para o encontro do grupo de países emergentes e industrializados, o presidente emitiu um “alerta” para que os países ricos olhem para a atividade econômica em suas economias em vez de adotar medidas cambiais com o propósito de lhes dar uma competitividade artificial no mercado externo.
– Nós estamos alertando: se não for resolvido o problema do crédito, do consumo e do câmbio, e tudo isso está ligado aos problemas no aumento da produção nos países ricos, nós poderemos continuar a ter a economia debilitada – disse o presidente, em Moçambique, onde fez escala antes de seguir para a Coreia do Sul.
Lula disse que “a única maneira de evitar a crise é aumentar o comércio entre os países e evitar o protecionismo”. Além disso, afirmou, “os países precisam de políticas anticíclicas para gerar emprego, renda e crescimento”. O presidente brasileiro disse que espera haver no G20 um “debate” sobre temas como política monetária, política cambial e comércio.
– As pessoas fingem que não levamos dez anos discutindo a necessidade de fazer um acordo comercial que era o acordo de Doha. Já faz dois anos e a gente não retomou. Sem que haja um aumento do comércio, do consumo e da produção, fica difícil resolver o problema da crise – disse.
Sobre a questão do câmbio, Lula disse que “não é correto que os países tomem decisões sem levar em conta a consequência do acontecimento em outos países”. Ele se referia ao anúncio, na semana passada, de que o Federal Reserve (banco central dos Estados Undos) injetaria US$ 600 bilhões na economia americana até junho de 2011. A medida foi criticada por vários países por seu potencial de aumentar ainda mais o fluxo de capital estrangeiro para mercados emergentes, sobrevalorizando as moedas locais.
– Quando um país que produz a moeda resolve desvalorizar a sua moeda no intuito de aumentar a sua competitividade no mercado internacional, causa transtornos a outros países – afirmou.
Críticas
Lula criticou os países ricos por tentar ensinar os países mais pobres a lidar com crises no passado. O presidente indicou que agora os papéis se inverteram.
– Como os países ricos habitualmente tentavam dar lições ao Brasil de como a gente fazer, seria importante que humildemente agora eles fossem aprender o que é que nós fazemos para que eles pudessem adotar políticas iguais. Quando a crise ocorria na Nicarágua, na Bolívia, ou no Brasil, estava cheio de palpiteiros que davam palpite sobre como resolver a crise nos países pobres. Agora que a crise foi nos países ricos, não tem ninguém dando palpite, então eu estou dando um palpite: façam como se faz no Brasil que as coisas ficam mais fáceis – criticou.
O presidente se queixou também da demora para encontrar uma saída para a crise da Grécia, um “país pequeno” cuja deterioração econômica contaminou toda a Europa.
Lula comentou também a afirmação do presidente americano, Barack Obama, sobre as medidas adotadas pelos EUA na área econômica. Segundo Obama, se as medidas são boas para a economia dos EUA, também são boas para o mundo.
– É bem possível, porque as que foram ruins foram ruins para nós. Quando os EUA erram, o efeito de um erro americano pode causar transtorno em vários outros países. Quando a política americana aumenta o consumo, o emprego, a renda e o poder de compra das pessoas, isso é bom. É bom para a Europa, para o Brasil, para a América Latina. Agora o que é verdade é que o que é bom para os EUA é bom para os EUA, e o que é bom para o Brasil, é bom para o Brasil. Assim fica melhor, mais claro e mais soberano o comportamento de cada país – afirmou.
Obama
Também presente ao encontro do G20, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, procurou mudar o foco para os desequilíbrios globais e tirar de evidência as políticas de seu país, enquanto líderes globais se reuniam em Seul nesta quarta-feira. Obama, que enfrenta críticas à política norte-americana de estímulos monetários ao chegar para a cúpula de dois dias do G20, disse que uma economia forte dos EUA é vital para a recuperação mundial, e pediu que os colegas do grupo deixem de lado as diferenças e façam sua parte para incentivar o crescimento econômico.
“Quando todas as nações fazem sua parte… nós todos nos beneficiamos do crescimento mais alto”, escreveu Obama em carta enviada aos líderes do G20 na véspera. Uma cópia da carta foi obtida pela Reuters nesta quarta-feira. Críticos dizem que a política do Federal Reserve enfraquece o dólar em detrimento a outras nações, mas Obama afirmou que a força do dólar depende da força da economia norte-americana.
Na carta, Obama buscou retornar a discussão aos desequilíbrios globais e insistiu quue os EUA não são o único país que precisa mudar suas maneiras para conduzir uma recuperação estável e forte.
“Assim como os Estados Unidos precisam mudar, também precisam aquelas economias que dependeram anteriormente de exportações para ofuscar a fraqueza de sua própria demanda”, disse Obama, em referência indireta à China.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Diferenças entre Obama e Lula segundo Brizola Neto -

Ia escrever este texto antes, mas as inúmeras coisas que ficaram pendentes no pós-eleição me impediram. Mas não podia deixar de fazê-lo,  porque os dois episódios quase simultâneos nos obrigam a refletir o que significaram a vitória de Lula, com a eleição de Dilma Rousseff e a derrota sem precedentes sofrida por Barack Obama e seu Partido Democrata.
Lógico que a avaliação de um Governo, depois de oito anos de mandato e a de uma administração como a norteamericana, que tem apenas dois, teria mesmo de ser diferente. Mas é interessante notar que, quando um Governo eleito sob a égide da mudança se limita a repetir – mesmo com uma tonalidade mais branda, ou “social” – as práticas daqueles a que a população rejeitou e quis substituir, o resultado é, mais do que a perda de popularidade, a perda da capacidade de mobilizar a vontade coletiva para um projeto de mudanças que ele próprio, em suas vacilações, foi incapaz de perseguir ao preço do risco.
Em uma indagação reduzida: se o líder, ele próprio, entendeu que as mudanças eram impraticáveis, diante das circunstâncias, por que a população deveria achar que tais transformações são viáveis?
A eleição de Barack Obama, é evidente, representou um momento – talvez  o maior da história recente – de afirmação do desejo de mudança da sociedade americana. Mudar internamente, é claro, mas também de mudar o papel dos EUA no mundo e a visão que o mundo tem dos Estados Unidos. Ninguém, em sã consciência, podera deixar de ver a segurança e até a alegria que provocou em grandes parcelas do povo americano a esperança mundial que se tornou Obama, que chegou ao ponto de reunir centenas de milhares de pessoas em “comícios”  realizados na Europa e de obter, poucos meses depois de eleito e ainda sem nenhuma ação concreta que o justificasse, o Prêmio Nobel da Paz.
Obama era a expectativa de que os EUA pudessem substituir a hegemonia militar que exercem sobre o mundo por uma hegemonia política e moral, que conservasse naquele grande país a mesma posição de poder, revestida, porém, de algo mais que caças, mísseis e ogivas nucleares.
O presidente negro, porém, nunca teve a coragem de avançar de forma visível e simbólica nesta direção: sua ação foi tíbia no fim da guerra do Iraque e do Afeganistão, decepcionou o planeta na questão climática e, a nós, latinoamericanos, ceifou grande parte de nossas simpatias com um incompreensível programa de bases militares em nossos continentes.
Se a direita dos EUA jamais deixou de odiar Obama, ele próprio não cuidou das simpatias que granjeava mundo afora e que eram um poderoso inibidor da ação dos falcões americanos.
Sejamos justos, porém: Obama, até agora, não apelou para o clássico “tenho um problema aqui dentro, faço uma guerra lá fora” que marca a triste história dos governos norteamericanos anteriores ao seu. Mas, igualmente, foi incapaz de demonstrar que os Estados Unidos não desejavam mais ser “a polícia do mundo”, os “donos da terra”.
Claro que foi decisivo que, no plano interno, sua administração não tenha conseguido reverter o quadro de crise gerado em 2008 – como aconteceu aqui – e que os EUA sigam com taxas de crescimento baixíssimas e com o desemprego em situação diametralmente oposta, em níveis que lembram o Brasil de FHC. Mas também aí revela-se a incapacidade do Governo Obama de  romper com os ícones do liberalismo e, como Roosevelt, promover com a máquina do estado uma reativação da economia, no “New Deal” dos anos pós-depressão.
O Governo Obama, ao contrário, foi cúmplice de um processo de desvalorização da sua moeda, na tentativa – inútil – de recuperar mercados  comerciais para os quais a economia americana não tem mais – e não terá – a exclusividade e o vigor de outros tempos. Mas não é a economia o ponto central deste comentário.
Até porque a economia, que nos dois primeiros anos de Governo Lula, nenhuma alteração significativa em relação ao período Fernando Henrique. O crescimento do PIB – de apenas 0,5% em 2003 e, por causa desta baixa taxa, 5% em 2004.
A questão é que Lula teve a percepção – mais que o planejamento – de uma inflexão política em seus rumos. Progressivamente – e de maneira muito mais acentuada depois que promoveu – impelido pela crise política – a mudança na equipe e na política econômica de seu Governo. O Estado brasileiro fugiu, pouco a pouco, da lógica neoliberal de que os agentes econômicos privados poderiam e fariam a properidade econômica – conceito que perderia sua arrogância de “verdade absoluta, embora siga menos explícito com a crise de 2008.
Chegamos a este abalo mundial com dois “handcaps” inigualáveis. O primeiro, é que já vínhamos trilhando um caminho de redistribuição de renda e elevação dos padrões de consumo interno, cuja construção restaurou, passo a passo,  o imenso prestígio político que  Lula vira erodir-se em parte nos três primeiros de seu mandato. O segundo, que a crise nos encontrou em condições de manter e até elevar o investimento público com a ação do Estado e o estímulo ao consumo dos setores industriais mais sensíveis.
Mas, sobretudo, com a lição, aprendida nas eleições de 2006, que era com o povão e o sentimento de nacionalidade que Lula podia contar.
A ameaça da volta da política econômica neoliberal de privatização e arrocho, somadas ao seu carisma e significado como líder popular deram a Lula uma vitória que, em parte, independeu dos apoios políticos convencionais.
Lula adquiriu uma estatura como estadista que a população percebe – e isso se expressa nos seus níveis de aprovação pública – e que é muito maior do que o sentido eleitoral e político que se avalia nas análises jornalísticas sobre seu governo, quase que invariavelmente restritas a primarismos como atribuí-la essencialmente ao Bolsa-Família ou ao bom desempenho da economia.
O prestígio de Lula, é claro, advém em boa parte destes fatores, mas eles são apenas expressões da percepção – mesmo que inexpressa – da população de que esse passou a ser um país onde se pode progredir, conquistar, ascender, trabalhar e viver.
Talvez Lula tenha tido em comum com Obama, além de encarnar na própria pele os segmentos da população historicamente excluídos, a ilusão que um Governo voltado para as mais básicas necessidades dos pobres, mas que não  gravasse os ricos para atendê-las, pudesse “anular” a fúria da direita conservadora.
Cá e lá isto provou-se falso.
Nos EUA, o movimento “Tea Party” está aí para provar que um governo progressista  – mesmo que muito mais simbólica do que efeituvamente, por assumir posições extremamente concessivas ao poder econômico – cria um processo de radicalização que a direita não promove quando há no poder um governo conservador.
Aqui, vimos a cosmopolita “inteligensia” tucana entregar-se a uma campanha em que só faltou envergar o estandarte da TFP. E não adiante que os empresários, os financistas, os investidores, os homens de negócio tenham ganhado, sob o governo Lula, dinheiro como poucas vezes ganharam na história.
Porque às elites que se julgam superiores não basta terem tudo o que têm e até ter mais do que já têm. Para serem superiores, precisam de massas “inferiores”. Para serem inimigas de um processo político que mal não lhes faz, basta que faça o bem aos contingentes imensos da população cuja miséria e embrutecimento fica sendo o testemunho de suas posses e falso refinamento.
Um governo das elites não precisa significar nada, não precisa de um programa. Suas bandeiras são apenas duas, embora disfarçadas por dez mil discursos econômicos: a modernização excludente e o saque colonial do país.
Um governo popular, ao contrário, é vítima de todos os desafios: a ele cabe ser ético, eficiente, estável,hábil, concessivo e, sobretudo,  desenvolvimentista e justo. Pouca coisa, não é?
Mas, perseguindo todos estes objetivos, tem um maior a buscar: esclarecer a população, identificar-se claramente com ela, elevar seu nível de compreensão de que uma nova vida não é somente possível, mas indispensável para que sejamos um país.
Ainda que isso lhe custe o ódio dos que amam a “velha vida” de atraso e exclusão social, sentimento mesquinho que nem mesmo a afluência econômica lhes é capaz de tirar, a um Governo do povo brasileiro é indispensável que haja na população a sensação de que pertence e é a razão de ser deste governo.
O risco é indispensável ao enfrentamento de um grande desafio. Certeza e segurança completos só na mediocridade se encontram, ainda assim de forma ilusória, como tentou o Governo Obama e, cá nestas plagas, muitos intelectuais e políticos que integraram o Governo Lula desejaram também.
De forma ilusória, porque se a direita arreganha os dentes para um governo politicamente forte por suas posições e identidade com as massas populares – aquilo a que eles pejorativamente chamam de populismo ou messianismo – a um governo que perca esta força, esta ligação quase atávica com o povo ela não apenas mostra as presas: ela o destrói.
Talvez seja esta a lição que se deva fixar na compreensão profunda do que deve ser o Governo Dilma. Muitos falam que seu maior desafio é o de repetir o sucesso econômico do final do Governo Lula. É verdade e é possível, embora haja muitos fatores a interferir neste processo.
Eu, porém, modestamente arriscar-me-ia a dizer que o maior desafio ao Governo Dilma, não é este, mas o de manter o elevado nível de compreensão, que atingimos nestas eleições (e que nos tornou resistentes ao ponto de vencer toda a sordidez que contra nós se ergueu) de que há um projeto de país e que ele se funda em dois pilares que jamais se separam: desenvolvimento e justiça social.
E que este governo tem lado. Ter lado não é exterminar o outro, mas possuir um olhar, um compromisso e uma ação que faça a imensa massa de brasileiros para os quais a vida passou a ter sentido e destino e olhar para ele e dizer: este é o Governo do meu país, este é o meu Governo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

É Obama...Agora ela é o Cara!

Obama parabeniza Dilma por "vitória histórica"

Do UOL Eleições
Em São Paulo
  • Presidente Barack Obama telefonou para Dilma Rousseff para parabenizá-la pela vitória
    Presidente Barack Obama telefonou para Dilma Rousseff para parabenizá-la pela vitória
    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, telefonou na tarde desta segunda-feira (1º) para a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, para parabenizá-la pela "vitória histórica" nas eleições deste ano.
Segundo informações divulgadas pela diplomacia norte-americana, Obama elogiou "o povo brasileiro por sua fé e compromisso com a democracia".
O presidente norte-americano também destacou a "excelente" relação entre Brasil e EUA, e demonstrou interesse em aprofundar essa cooperação e explorar novas áreas de colaboração.
A nota indica ainda que Obama disse a Dilma que espera encontrá-la em breve, e deseja que ambos trabalhem de modo conjunto em temas como energia limpa, crescimento global, reconstrução do Haiti, esforços de desenvolvimento colaborativo e "outros temas de importância global".

Nota do Departamento de Estado

O Departamento de Estado dos EUA também emitiu uma nota a respeito das eleições no Brasil. Veja íntegra abaixo:
Parabenizamos a presidente eleita Dilma Rousseff por sua eleição. Também parabenizamos os milhões de brasileiros que exerceram seu direito de votar, tanto no primeiro turno, em 3 de outubro, como no pleito final, dia 31 de outubro. Esse processo eleitoral exemplar mais uma vez ilustrou o respeito brasileiro de longa data pelo governo democrático, pelos direitos civis e pelas liberdades individuais, valores que ambos partilhamos. 
Aguardamos a oportunidade de trabalhar com a presidente eleita Dilma Rousseff para aprofundar nossa parceria e fazer avançar objetivos comuns que beneficiarão nossos povos e as Américas.

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