LULA VESTE A CAMISA DO CORINTHIANS E DÁ APOIO AO TIME ANTES DA FINAL
No dia que pode ser o mais importante da história do Corinthians, um torcedor ilustre resolveu dar seu apoio. O ex-presidente Lula publicou uma foto em sua página no Facebook em que aparece com a camisa do Timão e fazendo o símbolo da vitória com as mãos.
A camisa é um presente que o político ganhou de Rivelino, um dos grandes ídolos corintianos. Nela, há uma dedicatória especial: 'Ao eterno presidente Lula, com todo carinho do amigo Rivelino'. Na postagem da foto, ainda foi incluída a hashtag #vaicorinthians.
Reproduzo com enorme satisfação o texto de Rica Perrone que me chegou no email sobre o novo herói da Fiel.
Romarinho, cujo nome trás implícito o peso de outro grande craque do futebol brasileiro.
Os dois gols na virada em cima do Palmeiras, e um gol extremamente importante na sua estréia em uma final de Libertadores da América, com duas das maiores torcias do mundo, foram inseridos de forma marcante na história do futebol mundial.
Parabéns Romarinho!
Diziam que não tínhamos um craque...
Na verdade não temos um...
Temos um time de craques!
E Romarinho é mais um deles!
Menino…
Você talvez não tenha idéia do que fez hoje, mas fez. Talvez sua carreira termine aqui, agora, sem que nunca mais você volte a aparecer sequer na tv. Talvez volte a um time pequeno, talvez o Corinthians perca semana que vem e ninguém nunca mais vai lembrar do seu gol.
Talvez.
Mas talvez não. É possível, bem possível, que seu gol seja apenas o terceiro passo de uma carreira que se não for fantástica já tera sido ao menos relevante.
História pra contar você tem, garoto. Pra 3 gerações, no mínimo.
Deve ter ouvido de nós, jornalistas caga-regra, que não era justo “jogar você pros leões aos 36 do segundo tempo”. Que não era momento de “endeusar um garoto por 2 gols num clássico”, e de fato não é.
Te jogaram pros leões, e você os matou.
Leões que não são tão fortes quanto pensamos ser. Mas que para valorizar o nosso e ter o que falar, aumentamos. Você, por marra, talento, natureza ou estrela, os ignorou.
Não foi um gol. Foi um toque na bola que muito veterano não daria. Foi uma postura e um semblante ao entrar em campo que a maioria não teria.
Seu nome sugere, você confirma. Marra, personalidade, talento.
“Mas é só um garoto, calma aí!”
Sim, é isso. Pode não ser nada, não se tornar ninguém. Sua carreira é vazia ainda, sua história mal começou.
Não faço idéia se estou me referindo a um craque ou a um sortudo qualquer que nunca mais acertará mais nada na carreira.
Mas hoje, garoto. Só hoje, você é o cara mais importante do mundo.
Pra quem torceu, pra quem secou.
Romário Ricardo da Silva. Brasileiro, 21 anos.
O maior jogador do mundo.
Não? Então tente dizer isso a um corintiano nesta noite de quarta-feira.
Ele te explicará com os olhos que não existe discussão.
Ele é. Será por uma semana. Ou, quem sabe… pra sempre.
Na frente da torcida, argentino faz até coreografia para provocar gremistas. Massa acompanha e pede que ele fique
Pronto: D’Alessandro está definitivamente nos braços eternos da torcida do Inter. Não bastasse jogar o que costuma jogar, não bastasse ser campeão da América: para os colorados, a grande questão é que ele pegou um caixão do Grêmio (azul em uma parte e com o símbolo do Chivas em outra) e ficou na frente da torcida comandando os xingamentos após a vitória por 3 a 2 sobre o Chivas, nesta quarta.
Ele chegou a fazer coreografia. Agachou-se enquanto a torcida fazia a batucada que chama uma música mais do que tradicional em “homenagem” ao rival. É impublicável, tantos são os palavrões. A galera, claro, surtou com o gringo.
- D’Alessandro! E dá-lhe, D’Alessandro! E dá-lhe, D’Alessandrooooooo!.
Torcida do Internacional com caixão do Grêmio (Foto: Edu Rickes / GLOBOESPORTE.COM)
Antes, “El Cabezón” abraçou seus familiares, beijou a medalha, se emocionou no palco. Segundos antes de deixar o campo, ele ouviu a torcida gritando “fica, D’Alessandro”. Ele avisou, na semana passada, que pretende ficar. Quer ser campeão mundial.
Meu otimismo com o sucesso colorado, amanhã, na histórica final contra o Chivas Guadalajara, tem vários motivos. Falemos em tópicos, para que fique bem claro, não gere dúvida, nem mal-entendidos.
1. O Inter é melhor do que o Chivas. Sim, é superior. E é mais experiente em Libertadores do que o ótimo time da Universidad de Chile, que arrancou empate no Azteca e, crente que estava com a ida à final encaminhada, perdeu para os mexicanos em casa. Duvido que Celso Roth e a cascuda equipe colorada cometam o mesmo erro.
2. É o momento no qual Celso Roth decidirá para que rumo irá sua carreira. Se ganhar o título, fica às portas do seleto grupo dos treinadores de grife no país. Se perder, dificilmente retomará esse status. Considero quase impossível que Celso Roth jogue fora essa oportunidade.
3. O Inter é um time que sabe jogar com a vantagem. E, dentro do Beira-Rio, com tudo a favor, administrará a pressão natural dos mexicanos, o nervosismo dos seus torcedores e ansiedade do relógio. Nessas horas, um clube com retaguarda, como é o colorado, passa tranquilidade para a casamata e, consequentemente, para o campo.
4. Todos os machucados estão recuperados. Alecssandro está OK. Tinga, idem. Guinazu estará em campo. E, no banco, há opções de todos os gostos para Celso Roth mudar o time como bem entender. Os mexicanos não tem um elenco ruim, mas o colorado é bem mais completo.
5. O Chivas joga melhor no contra-ataque, como aconteceu em Santiago. E o Inter, pela característica do time e pelo que conheço de Celso Roth, não dará esse espaço. O Chivas vai chamar o Inter, que esperará pelo Chivas. Jogo de meio de campo. E, nesse setor, os gaúchos também são melhores.
6. O time do Inter tem a vantagem de gostar de jogar pelo Inter. Bolívar saiu e voltou. Rafael Sóbis foi e já retornou. Tinga, idem. Renan, também. Há uma cumplicidade geral dentro do clube. Tudo na vida é movido a prazer. E isso não falta no Beira-Rio.
7. Precisar de uma vitória contra um time copeiro como o Inter, dentro de casa, com volantes como Sandro, Guinazu e Tinga, é a missão da vida do Chivas. Fisicamente, além da parte técnica, o Inter também é mais forte. E, com todo respeito, uma final de Libertadores não é só vencida na bola. O corpo também joga. Mais vantagem gaúcha.
8. Há um sentimento de entrega e respeito à camisa no vestiário colorado. O melhor exemplo é Sandro. Vendido para o Tottenham há três meses, o ótimo volante jamais se omitiu, jogou no limite até o fim e jamais buscou a sobra, na busca da preservação. Exemplo raro hoje em dia.
Enfim, o Inter merece ser campeão. E tem tudo para ser. Com todo respeito aos mexicanos, na minha opinião a festa será colorada. De novo. Como aconteceu na Libertadores e no Mundial (2006), na Recopa Sul-Americana (2007), na Sul-Americana (2008)…. Esse era o nono motivo. O Inter, versão século XXI, é vencedor. Não sou eu que exagero. São fatos. E taças.