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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Lula está pronto para liderar a guerra pela reeleição de Dilma e reage às mídias que sempre o combateram

Xeque - Marcelo Bancalero

Toda ação causa uma reação...
Isso é fato!

Demorou, por motivos que não vou discutir aqui para podermos observar uma reação do nosso PT e o querido Lula aos ataques dessa mídia bandida.

Mas antes tarde  do que nunca!

Agora é a hora do contra ataque...
E nosso trabalho voluntário na blogosfera que nunca deixou de reagir aos ataques dos golpistas, recebe alegremente a ajuda de Lula.

Hei PIG!
Pode vir quente, que a blogosfera está fervendo!
Leia;

Lula, exclusivo: 'O país evoluiu, a imprensa não'

Lula está pronto para liderar a guerra pela reeleição de Dilma e reage às mídias que sempre o combateram: quanto mais mentem, mais as pessoas percebem e recorrem a outros meios para se informar

sábado, 11 de maio de 2013

USP - Imprensa abordou “mensalão” de forma denunciativa, aponta pesquisa da ECA - dissertação de mestrado

Xeque - Marcelo Bancalero

Agora vão falar que o cara que escreveu a tese é PT de carteirinha, foi pago pelo Lula com dinheiro do Marcos Valério desviado pelo Pizzolato, enviado pelo Delúbio com consentimento  do Genoíno... E que o Dirceu tinha o domínio do fato!
Ah... Tá!

Leia o artigo;

Imprensa abordou “mensalão” de forma denunciativa, aponta pesquisa da ECA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Vitória e justiça aos Blogueiros e toda Imprensa


Xeque - Marcelo Bancalero

Deixo que as palavras abaixo falem por si mesmas.


Plenitude de liberdade de imprensa

A presidente Dilma captou o recado da cidadania. E o Supremo Tribunal Federal assumiu o papel de avalista da liberdade de imprensa e de expressão
Notícia publicada na edição de 14/05/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 002 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Carlos Alberto Di Franco

Em palestra de encerramento do Seminário Internacional de Liberdade de Expressão, dia 4, em São Paulo, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, fez uma vibrante defesa da liberdade de imprensa e de expressão.

Nos dois dias do seminário, promovido pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), especialistas avaliaram que, embora o Supremo venha decidindo em favor do livre exercício do jornalismo, juízes de primeiro e segundo graus por vezes restringem a liberdade de expressão.

Ayres Britto foi contundente. Seu discurso não deixou margem para interpretações ambíguas. "Onde for possível a censura prévia se esgueirar, se manifestar, mesmo que procedente do Poder Judiciário, não há plenitude de liberdade de imprensa". Para o presidente do STF, o confronto de interesses entre o livre exercício do jornalismo e o direito à privacidade "inevitavelmente" se confrontarão. Ele garante, porém, que a Constituição prioriza a livre expressão ao direito à privacidade. "A liberdade de imprensa ocupa, na Constituição, este pedestal de irmã siamesa da democracia".

O interesse público está acima do interesse privado. O direito à informação, pré-requisito da democracia, reclama o dever de informar. E os meios de comunicação demandam liberdade e independência para cumprir o seu dever de informar. A privacidade dos homens públicos é relativa. O cargo público traz consigo a incontornável necessidade de transparência. "O poder", dizia Ruy Barbosa no seu belíssimo texto A Imprensa e o dever da verdade, "não é um antro: é um tablado. A autoridade não é uma capa, mas um farol. Queiram, ou não queiram, os que se consagraram à vida pública, até à sua vida particular deram paredes de vidro". Clareza absoluta. É o mínimo que se deve exigir dos homens públicos.

Em uma tentativa de reduzir o número de decisões judiciais que, na contramão do pensamento da Corte Suprema, resultam em censura ou punição de jornalistas, Ayres Britto pretende usar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - que também preside - para informar o resto do Judiciário sobre a posição do STF acerca da liberdade de expressão. "Eu pretendo, junto com os conselheiros do CNJ, desenvolver programas, quem sabe até campanhas, esclarecendo o conteúdo da decisão do Supremo (que derrubou a Lei de Imprensa, em 2009), que foi pela plenitude da liberdade de imprensa".

Em contraste com o discurso do ministro Ayres Britto, a imprensa registrou recentes declarações do presidente nacional do PT, Rui Falcão. Segundo ele, o governo poderá colocar em discussão o marco regulatório da comunicação. "O governo da presidente Dilma Rousseff se prepara agora para um grande desafio que iremos nos deparar na campanha eleitoral, que é a apresentação para consulta pública do marco regulatório da comunicação", disse o dirigente petista durante encontro em Embu das Artes, na Grande São Paulo, para discutir estratégias eleitorais do partido.

O PT, curiosamente, deletou as reiteradas declarações de Dilma em favor da liberdade de imprensa. Na celebração dos 90 anos da Folha de S.Paulo, a presidente Dilma Rousseff, armada de um texto sem ambiguidades, deixou bem claro seu ponto de vista.

"Uma imprensa livre, pluralista e investigativa é imprescindível para um país como o nosso (à) Devemos preferir o som das vozes críticas da imprensa livre ao silêncio das ditaduras", disse a presidente da República no evento comemorativo de um importante jornal. Essas mesmas palavras ela já havia dito quando, recém-eleita, pronunciou seu primeiro discurso.

Não defendo, por óbvio, uma imprensa irresponsável. Afinal, tenho martelado, teimosa e reiteradamente, que a responsabilidade é a outra face da liberdade. Não sou contra os legítimos instrumentos que coíbam os abusos da mídia. Mas eles já existem e estão previstos na Constituição e na legislação vigente, sem necessidades de novas intervenções do Estado.

A presidente Dilma captou o recado da cidadania. E o Supremo Tribunal Federal assumiu o papel de avalista da liberdade de imprensa e de expressão.

Carlos Alberto Di Franco, diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais - IICS (www.iics.edu.br) e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco - Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com). E-mail: difranco@iics.org.br


Britto cria fórum pela liberdade de expressão. Blogueiros, vitória !

    Publicado em 09/05/2012
A liberdade de imprensa é irmã siamesa da democracia

Saiu no Estadão:  

CNJ cria fórum permanente para defender a liberdade de imprensa


‘Esse é um processo cultural que demanda certo tempo’, afirmou o presidente do Supremo


Felipe Recondo,

de O Estado de S. Paulo


BRASÍLIA – As decisões judiciais contrárias à liberdade de imprensa levaram o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a criar um Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa. A proposta, feita pelo presidente do Conselho, Carlos Ayres Britto, foi aprovada nesta terça-feira, 8, por unanimidade pelos integrantes do CNJ.


Ayres Britto afirmou que o fórum deverá acompanhar o cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou ser incompatível com a Constituição a Lei de Imprensa aprovada ainda no governo militar e que, de acordo com o STF, criava embaraços para o livre exercício da liberdade de imprensa.


O fórum, entretanto, não terá competência para rever ou censurar decisões judiciais contrárias à liberdade de imprensa.


“Não podemos intervir em decisão do poder Judiciário”, afirmou Ayres Britto. “O que vamos fazer é um fórum permanente. Esse é um processo cultural que demanda certo tempo”, acrescentou o ministro.


Seminário. A proposta foi adiantada por Britto no Seminário Internacional de Liberdade de Expressão, na semana passada, em São Paulo. Nos dois dias do seminário, promovido pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), especialistas avaliaram que juízes de primeiro e segundo graus condenam jornalistas e meios de comunicação, o que restringe a liberdade de expressão e de imprensa.


“Onde for possível a censura prévia se esgueirar, se manifestar, mesmo que procedente do Poder Judiciário, não há plenitude de liberdade de imprensa”, afirmou Ayres Britto no seminário. “A liberdade de imprensa ocupa, na Constituição, este pedestal de irmã siamesa da democracia”, acrescentou.

Navalha
Alô, alô Cerra, Dantas, Gilmar e assemelhados.
Juiz não é censor.
Acho, logo existo !
Clique aqui para ler sobre as 40 ações que Dantas e assemelhados movem contra este ansioso bloguero, na vã esperança de derrotá-lo pelo bolso, através de uma censura imposta pelo Poder Judiciário. Não perca a divertida Galeria de Honra Daniel Dantas.
Clique aqui para ler “Barão de Itararé convida Ayres Britto para encontro de blogueiros sujíssimos”.
E aqui para ler “Delegado inculpa brindeiro Gurgel, e Globo tenta blindá-lo “.




Paulo Henrique Amorim



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O fim do monopólio da informação! O povo ganha voz com a internet


Xeque - Marcelo Bancalero

Essa é nossa bandeira como Fiscais da Mídia (AQUI)
Queremos sim estar participando dessa luta pois entendemos a força da internet como um  fiel da balança. Sabemos que com a participação da população a esse que é o mais democrático meio de comunicação e que graças a Deus não é dominado por "algumas famílias" como as redes de televisão aberta.
Aqui o povo tem voz. E por isso é tão importante o plano de internet banda larga para todos que Dilma vai implantar.
A velha imprensa ou se alia e dá espaço a estes novos jornalistas que nascem em Blogs, sites e redes de relacionamento. Ou irá ser engolida por eles que estão de olho, fiscalizando tudo o que jogam na casa de cada família.
É o fim do monopólio da informação!
O Povo ganha voz com a internet!
Chega de mentiras,tentativas de manipulação de massas. Chega de falar o quer sem que haja moderação.
Quem modera agora é o povo!
Vamos lutar para a criação de uma secretaria das redes sociais vinculada ao Ministério da Comunicação para dar a nós fiscais mais força e queremos sim ser regulamentados pois não temos medo. Não temos nada a esconder.
O próprio povo tornou-se Fiscal dessa mídia sem escrúpulos.
Já mostramos com a eleição de Dilma que tem muito da nossa ajuda que as coisas estão mudando.
Estamos de olho!
Se você tem Blog, Site participe conosco do grupo Fiscais da Mídia no Facebook (AQUI)

Os fantasmas no sótão da velha imprensa

10/11/2010 17:45,  Por Marco Aurélio Weissheimer - de Porto Alegre
A velha mídia está acabando rapidamente
A velha mídia está acabando rapidamente
Franklin Martins, ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, abriu o Seminário Internacional Comunicações Eletrônicas e Convergências de Mídias com uma observação que justificou o título do encontro. A convergência de mídias é um processo irreversível e já faz parte da vida cotidiana. Um telefone celular não é mais meramente um telefone. Tornou-se também um meio para acessar internet, rádio e televisão. Essa convergência de tecnologias e meios de comunicação em um pequeno aparelho abre novas possibilidades para a comunicação humana, mas essas possibilidades vêm acompanhadas de problemas. Boa parte desses problemas é causada por conflitos de mercado entre os diferentes setores que fazem da comunicação seu bezerro de ouro.
No Brasil, alguns desses setores reagem fortemente ao debate sobre a necessidade de regular esse novo mundo tecnológico, social e econômico, que já é uma realidade. Essa reação aparece revestida por um verniz ideológico que vê na ideia da regulação uma tentativa de censurar e controlar a imprensa. Isso é uma bobagem, disse Franklin Martins. E é mesmo. Não é difícil mostrar. O Brasil acaba de sair de um duro processo eleitoral onde, em um determinado momento, entidades empresariais do setor das comunicações e seus respectivos veículos ensaiaram uma mobilização nacional contra perigosíssimas ameaças à liberdade (de imprensa e outras) que estariam pairando sobre a vida democrática do país. O motivo? Uma crítica feita pelo presidente da República à cobertura sobre as eleições. Houve alguma censura por parte do governo? Nenhuma.
Houve, de fato, dois episódios de cerceamento à liberdade de expressão na campanha este ano: um praticado pelo jornal O Estado de São Paulo, que demitiu a colunista Maria Rita Kehl por não tolerar a opinião dela publicada em suas páginas; e o outro praticado pelo jornal Folha de São Paulo que entrou na Justiça para tirar do ar o site Falha de São Paulo que fazia uma paródia às capas e manchetes da publicação. Esses jornais e outros veículos da chamada grande imprensa seguem repetindo mantras ultraconservadores contra um debate que já foi feito na imensa maioria dos países apontados por eles mesmos como exemplos de liberdade de modernidade. Mas por trás de todo esse conservadorismo, há uma razão mais pragmática: o avanço das empresas de telecomunicação sobre o mercado da radiodifusão.
Só esse dado mercadológico já justificaria um interesse mais positivo do setor de radiodifusão no debate da regulação. Franklin Martins falou sobre isso ao saudar os participantes do seminário. O faturamento das teles hoje é aproximadamente 13 ou 14 vezes maior que o da radiodifusão. Sem regulação, a radiodifusão vai ser atropelada por uma jamanta, resumiu o ministro. E as grandes empresas do setor sabem disso. A Folha de São Paulo publicou um editorial, dia 15 de novembro de 2009, defendendo a restrição, em 30%, da presença de capital estrangeiro nos portais de notícias no Brasil. A proposta também é defendida pelas principais entidades do setor: Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Associação Nacional de Jornais (ANJ).
A posição defendida por essas entidades oferece, na verdade, argumentos em defesa da necessidade de um novo marco regulatório para o setor. Para elas, a restrição ao capital estrangeiro, previsto no artigo 222 da Constituição Federal, aplica-se a qualquer negócio que explore conteúdos, independentemente do meio utilizado, seja TV, rádio, jornais ou a internet. “Práticas desleais na internet colocam em risco as bases que permitem o exercício da imprensa independente no país”, protestou a Folha no editorial, acrescentando: “Quando um país como o Brasil admite um oligopólio irrestrito na banda larga – a via para a qual converge a transmissão de múltiplos conteúdos, como TVs, revistas e jornais – alimenta um Leviatã capaz de bloquear ou dificultar a passagem de dados atores que não lhe sejam convenientes”.
“Nossa legislação é um cipoal de gambiarras”
Do ponto de vista dessas empresas, portanto, o debate sobre um novo marco regulatório para o setor envolve, sobretudo, uma disputa de mercado com as grandes corporações do setor de telecomunicações. Mas essa agenda não se resume a uma questão de mercado. Há interesses públicos em jogo – como o direito à uma informação de qualidade que contemple a diversidade cultural e política do país – que vem sendo bloqueados pela intransigência do grande capital privado do setor. Para quem ainda tinha alguma dúvida, a dimensão pública do tema ficou evidenciada nos relatos das experiências de países como França, Inglaterra, Espanha, Portugal, Argentina e Estados Unidos. A existência de um marco regulador na área da comunicação é hoje um indicador da qualidade da democracia de um país.
O Brasil ainda engatinha nessa área. A nossa legislação de telecomunicações, lembrou Franklin Martins, é absolutamente ultrapassada, remontando a 1962, “quando havia mais televizinho do que televisão”. Essa legislação é hoje um “cipoal de gambiarras”, ilustrou o ministro. Ele deu outro exemplo: “Todos nós sabemos que deputados e senadores não podem ter canal de televisão. E todos sabemos que têm. O que vamos fazer?” Os conferencistas internacionais contaram o que seus países fizeram e seguem fazendo para proteger e incentivar a produção independente nacional e regional, para evitar a concentração de propriedade ou para defender crianças e adolescentes de publicidades de bebidas e medicamentos, apenas para citar alguns conteúdos. Propostas estas que seguem enfrentando forte resistência no Brasil.
Uma resistência alimentada por preconceitos e fantasmas arrastando correntes, na imagem adotada pelo titular da Secretaria de Comunicação Social do governo brasileiro. “Só um debate público transparente afasta os fantasmas. Queria convidar todos a deixar os fantasmas no sótão. É lá que devem ficar”. Trata-se de um debate irreversível, repetiu, fazendo uma previsão: “Estou convencido que a área da comunicação no governo Dilma terá o mesmo tratamento que a área de energia teve no primeiro governo Lula”. Os primeiros meses de 2010 dirão se a previsão poderá ser realizar ou não. O que parece certo é que dificilmente a velha imprensa conseguirá bloquear esse debate usando seus fantasmas empoeirados a acenar com a ameaça da censura, ameaça esta que só vem se materializando nas suas próprias redações.
Marco Aurélio Weissheimer é editor-chefe da Carta Maior
(correio eletrônico: gamarra@hotmail.com)

domingo, 7 de novembro de 2010

Entendam o AI -5 Digital e lutem contra! Junte-se ao #FiscaisdaMidia

Xeque - Marcelo Bancalero


Isso é inaceitável!
Eles sabem a força que temos aqui e querem tentar nos manipular.
Mas estamos de olho!
E não vamos permitir isso!
Com Dilma a internet vai chegar na casa de cada brasileiro e a mídia comum perderá sua força de manipulação nas eleições de uma vez por todas.
Com isso a cada eleição a população estará mais população estará mais politizada, mais consciente e votará com mais responsabilidade. E isso significa que cada vez mais esses políticos terão que entrar na linha ou abandonar de vez suas carreiras.
A voz da internet não pode se calar!
Venha se juntar a nós #FiscaisdaMídia (Veja Aqui)


Tucanos te querem fora da Internet

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Hoje quero me dirigir aos meus leitores, com um chamado muito sério e especial. Gostaria de convidá-los a, primeiramente, ficarem muito atentos e, depois, a se somarem na defesa da democracia na internet.
Muita gente não sabe do que estou falando. Vou explicar: tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 84/99) do Senador Eduardo Azeredo – da turma tucana do José Serra –, que propõe um verdadeiro ataque à democracia na rede, além de transformar a internet num território de rico.
Para que vocês tenham ideia, o PL ficou conhecido como o “AI-5 digital”, em alusão ao Ato Institucional nº 5, do obscuro período da Ditadura Militar, que fechou o Parlamento e acabou com a liberdade de manifestação e expressão, além de ter sido responsável pela maior repressão e pelas maiores torturas e desaparecimentos de lideranças populares.
Eu sei o que você fez no verão passado
O AI-5 digital de Eduardo Azeredo determina que não haja necessidade de mandado judicial para a quebra de sigilo dos internautas, o que afronta a própria Constituição do Brasil que só permite o acesso aos dados de uma pessoa mediante autorização da Justiça.
O Senador tucano quer que provedores de serviços de e-mail, blogs, serviços de busca etc. guardem toda a navegação de cada usuário, com o IP do computador, a hora e a data de acesso durante três anos. Na prática, isso significa proibir a inclusão digital, pois algumas cidades estão implementando sistemas de redes sem fio que permitem que várias pessoas se conectem com o mesmo IP.
E quem disse que internet é lugar de pobre?
Por exemplo, tu que és morador do Bairro Restinga, em Porto Alegre, e que já começa a utilizar esse tipo de serviço, se o projeto de Eduardo Azeredo for aprovado, tu não mais poderás usá-lo, a não ser contratando e pagando algum serviço de internet.
Argumento não falta. Azeredo diz que o objetivo é impedir a realização de fraudes pela internet, em especial no setor bancário. Entretanto, é obrigação dos bancos garantir a segurança dos seus clientes. Para tanto, os banqueiros é que devem ser obrigados a adotar sistemas seguros para suas transações via internet e, se não o fazem, é pela ganância de ganhos fáceis, ao invés de investir em tecnologias seguras.
Tucanos agem na calada do Congresso
Em outubro, enquanto o Brasil inteiro estava voltado para o segundo turno das eleições, os tucanos se aproveitaram de um Congresso vazio e aprovaram o PL de Eduardo Azeredo em duas comissões.
Nós que somos amantes da democracia precisamos nos mobilizar para impedir a ditadura na rede. Precisamos conversar com cada um dos novos parlamentares e com a nossa presidente Dilma para impedir esse retrocesso.
A Internet que queremos
A Internet é e precisa permanecer sendo um espaço de comunicação democrático, livre e cada vez mais acessível a todo o povo brasileiro. Através da internet é possível a criação e ampla disseminação de conteúdos, metodologias científicas, tecnologias, como os softwares livres, sem que tenhamos que pedir aval para quem quer que seja.
Através da rede o acesso à informação se ampliou, contribuindo para a diversidade cultural, para a socialização de aprendizados e a cooperação. É um veículo que permitiu que a comunicação deixasse de ser um privilégio de um pequeno grupo para ser propriedade social. Aí está um grande motivo para que os poderosos se voltem contra essa liberdade.
Por isso, te chamo a vir junto, a se manifestar e lutar contra o “AI-5 digital” do Senador Eduardo Azeredo.
Pela inclusão digital! Por banda larga para todo o povo brasileiro! Pela liberdade na rede! Em defesa da democracia!

E Junte-se aos #FiscaisdaMidia Aqui
E dê um Xeque-Mate nessa situação!

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