Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 15 de julho de 2014

95% dos turistas que vieram para a Copa querem voltar Eles também querem Mais Brasil!

Xeque - Marcelo Bancalero

A maioria dos jornais já se rendeu ao sucesso da #CopaDascopas...
Mas a Rede Globo, que está magoada por que descobrimos seus podres, tenta anular as conquistas do governo. Insiste em seus jornais, que os estrangeiros que aqui estiveram, tem elogiado apenas o povo brasileiro, e não o sucesso integral da copa, atitude da população+obras do governo...
Semelhantemente como fizeram com as pesquisas dizendo que o povo não é grato ao governo do PTt nestes últimos anos pelas conquistas dos brasileiros, mas que isso foi devido ao esforço de cada um...
Mas a verdade é bem outra... 
Vejam o que diz uma pesquisa do Ministério do Turísmo...
95% dos estrangeiros querem voltar ao Brasil!
E não é por causa da propaganda falsa que a Globo fez prometendo  um caos...
Não! Mas por que o governo Lula e Dilma, mudaram a cara do Brasil!
E agora, com essa propaganda boca a boca que vai por esse mundo a fora, mostrando que o Brasil de verdade não é o mesmo que a mídia tem mostrado...
Ninguém segura esse país!
Por essas e outra...
#QueroDilmaDeNovo

Leiam mais e assista aos vídeos;



95% dos turistas que vieram para a Copa querem voltar
Levantamento foi divulgado pelo Ministério do Turismo

Foto Turistas alemães no Brasil (foto: EPA)


Turistas alemães no Brasil (foto: EPA)14 JULHO, 20:50•SÃO PAULO•ZSG
(ANSA) - Levantamento feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e divulgado pelo Ministério do Turismo mostrou que 83% dos turistas internacionais consideraram que a visita ao Brasil durante a Copa do Mundo atendeu plenamente ou superou as expectativas.
    Além disso, 95% desses turistas têm a intenção de voltar ao país.
    É o caso de Lixiang Chen, 29 anos, engenheiro chinês radicado no Canadá. Ele assistiu à final do Mundial na Fifa Fan Fest, em Taguatinga, acompanhado dos amigos Shun Du, 28, que mora no Brasil há 3 anos, e Da Liu, 29, que mora em Londres. Ele chegou ao Brasil no dia 3 de julho para acompanhar a Copa. Antes de Brasília, ele visitou o RIO DE JANEIRO e São Paulo.
    "Estou amando o Brasil, as pessoas são calorosas, amigas, mais abertas. Há mais interação entre as pessoas que no Canadá.
    Adorei a picanha, o guaraná e o açaí. Valem qualquer preço.
    Minha experiência no Brasil foi muito além do que eu esperava.
    Quero voltar com certeza e voltaria para o Rio, a cidade de que mais gostei", disse o chinês que voltou hoje (14) para Montreal.
    Ainda segundo o balanço do ministério, os serviços mais bem avaliados pelos estrangeiros foram o de hospitalidade e o de gastronomia, com aprovação de 98% e 93%, respectivamente. A segurança pública teve 92% de aprovação. Foram ouvidos 6.627 turistas estrangeiros.
    Apesar de a Copa do Mundo contar apenas com seleções de 32 nacionalidades, turistas de 203 países desembarcaram no Brasil no período do Mundial de futebol. A Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República aponta que cerca de 490 mil estrangeiros desembarcaram de voos internacionais no Brasil de 1º de junho a 1º de julho. Além disso, 3.056 brasileiros circularam pelo país durante a Copa.
    Dos 6.038 brasileiros ouvidos pela pesquisa, 90,5% avaliaram positivamente o atendimento e a receptividade. A segurança pública teve avaliação inferior entre os brasileiros. Foram 83,8% de aprovação para o setor.
    Do dia 10 de junho ao dia 13 de julho, 16,74 milhões de passageiros nos 21 aeroportos que atenderam às demandas da Copa do Mundo de 2014, segundo balanço da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. O recorde foi alcançado no dia 3 de julho, com 548 mil passageiros. Segundo dados da secretaria, no dia 28 de fevereiro, durante o carnaval, uma das maiores festas brasileiras, foram registrados 467 mil passageiros nos aeroportos.
    Segundo o balanço, o Aeroporto Internacional de Guarulhos foi o que recebeu o maior número de passageiros. Passaram pelo local 3,81 milhões de turistas. Fonte: Agência Brasil. (ANSA)
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Estrangeiros que visitam o Brasil querem voltar


Pesquisa encomendada pelo Ministério do Turismo revela que 95,4% dos visitantes vindos do exterior têm intenção de retornar
17/10/2012
Brasília (DF) (17/10/12) – Levantamento revela que nove entre 10 turistas estrangeiros pretendem voltar para o Brasil. Estudo da Demanda Internacional no Brasil, encomendado pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur, à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), mostra que a viagem para o Brasil superou a expectativa para três de cada dez visitantes ouvidos.
Um total de 39 mil turistas foram ouvidos em 16 aeroportos internacionais, que respondem por 99% do fluxo internacional aéreo, e 11 portais terrestres. Os questionários foram aplicados nos períodos de alta, baixa e média estações, para apurar os impactos da sazonalidade no setor.
América do Sul (48,4%) e Europa (29,8%) juntos são responsáveis por quase 80% dos visitantes que desembarcam no Brasil. A Argentina figura no topo de países emissores, com 1.593.775 turistas, seguida dos Estados Unidos (594.947). “Queremos atrair novos mercados como a Rússia e China. A inovação na PROMOÇÃOdos destinos e atrativos é fundamental para atingirmos nossos objetivos”, afirmou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
De acordo com a pesquisa, a internet é a principal fonte de informações sobre o turismo para 32,6% dos viajantes. As páginas eletrônicas são a única fonte que registrou crescimento continuado na série histórica desde 2005. O boca-a-boca aparece na segunda colocação como fonte principal para 28,5% dos entrevistados.
MOTIVO
O mapeamento do MTur revelou o crescimento do turismo de negócios no Brasil.  Enquanto a modalidade sol e praia permaneceu estagnada, negócios, eventos e convenções registrou crescimento de 9,8%. Dos 5,4 milhões de turistas estrangeiros que desembarcaram no Brasil no último ano, 1,4 milhão vieram em viagens comerciais. O lazer, no entanto, continua a representar a principal motivação do visitante internacional, com 46,1%.
São Paulo figura no topo geral das cidades que mais receberam estrangeiros, com 26,5% do total, seguida do RIO DE JANEIRO (24,9%) e de Foz do Iguaçu (11,4%). Quando o motivo da viagem é lazer, no entanto, os cariocas ultrapassam os paulistas. A cidade do Rio de Janeiro responde por 26,7% de todos os 2,5 milhões de visitantes estrangeiros que desembarcaram no Brasil à procura de lazer.
GASTO MÉDIO
Quanto mais longa é a viagem, ou seja, quanto maior a distância entre o país de origem e o Brasil, mais o turista gasta em território nacional. Cada europeu deixa, em média, US$ 1.753 quando visita o Brasil. Em segundo, estão os americanos, com um gasto médio individual de US$ 1.587. Para cara dólar deixado pelo europeu, o sul-americano deixa US$ 0,38. O gasto médio de cada visitante da América do Sul é de US$ 659.
Dentre os vizinhos, os chilenos são os que mais gastam, com a média de US$ 800, e os paraguaios são os que menos deixam divisas no solo brasileiro (US$ 473). Quando o recorte é feito na Europa, a Suíça responde pelo maior gasto per capita (US$ 2.015), seguida da Itália (US$ 2.008).
TEMPO DA ESTADA
O tempo de permanência também é proporcional à distância percorrida até chegar ao Brasil. Quanto mais longa a viagem, mais tempo os visitantes tendem a permanecer no país. Os turistas europeus e norte-americanos ficam no mínimo duas vezes mais que os sul-americanos. Os portugueses são os que mais tempo passam no país (31 dias) e os paraguaios são os que menos tempo ficam (sete dias).
AVALIAÇÕES
Os serviços brasileiros são, em geral, bem avaliados pelos turistas estrangeiros. O povo continua a figurar no topo de atrativos. Os itens melhor avaliados são a hospitalidade, que receberam avaliação positiva de 97,6% dos entrevistados, e a gastronomia (95%). A segurança pública (82,9% de avaliação positiva) registrou crescimento continuado desde 2006 (76,8%).
Os preços são o item que recebe a pior avaliação do visitante internacional. Para metade dos turistas os valores praticados no Brasil são caros. As rodovias representam outro ponto de atenção: 68% deles consideram as estradas brasileiras positivas. 
ESTUDO ESTRATÉGICO
Além de quantificar o movimento de turistas no país, detalhar o perfil socioeconômico do visitante e apresentar as motivações de viagem, o estudo confirma quais são os meios de transporte e hospedagem utilizados e o grau de fidelização ao destino Brasil. Também revela a avaliação dos atrativos e infraestrutura turística nacionais, serviços adquiridos pela internet e por meio de agência de viagem, entre outras informações que permitem ampliar o conhecimento sobre a dinâmica e a evolução do turismo internacional no Brasil.

O resultado subsidia a formulação de políticas públicas, a definição de estratégias de PROMOÇÃO turística do país no exterior e norteia decisões empresariais do setor. A base de dados do Estudo da Demanda Internacional no Brasil foi coletada de janeiro a outubro de 2010. A margem de erro média é de 5%. A série histórica foi iniciada em 2004.



OUTROS DADOS

    A maioria dos turistas em visita ao Brasil (70,1%) não utilizou serviços de agências de viagem.

    Quase 70% dos turistas estrangeiros que visitam o Brasil têm ensino superior ou pós-graduação.

    A renda familiar do turista estrangeiro é de US$ 4,6 mil.

Veja aqui a o Estudo da Demanda Turística Internacional 2005-2011











O que mais impressionou os estrangeiros no Brasil

Desde “estranhar” famílias de classe média com empregadas domésticas até elogios à Constituição, estrangeiros do mundo inteiro listam o que acharam mais surpreendente no Brasil

estrangeiros copa brasil
Estrangeiros se surpreenderam com estadia no Brasil (Imagem: Pragmatismo Político)
As impressões de onze estrangeiros que estiveram no Brasil para acompanhar a Copa do Mundo:
Joe Bauman, dos Estados Unidos
- Quando cheguei aqui, me perguntava por que todo mundo colocava areia na comida. Depois provei e vi que tinha gosto de bacon. E finalmente comecei a colocar farofa em tudo.

- Os brasileiros bebem muito. Todos os compromissos sociais envolvem amigos e cerveja.
- Achei estranho ver que muitas famílias de classe média têm empregadas domésticas. Nos EUA, só os ricos têm. Fiquei um pouco desconfortável de ver que uma estranha ia fazer minha cama, lavar minha roupa ou preparar meu café da manhã.
- Os brasileiros adoram dar comida para as visitas. É a forma de eles cuidarem de você.
- Fiquei impressionado de saber que os adultos são obrigados a votar. Nos Estados Unidos, temos taxas vergonhosamente baixas de comparecimento nas eleições.
- Fiquei maravilhado com as belezas naturais. As montanhas, as praias, a vegetação, tudo é diferente de onde eu moro. Não podia acreditar que existisse um parque do tamanho do da Tijuca dentro de uma grande cidade como o Rio.
- Fiquei impressionado de saber que foram criadas tantas Constituições no país e que a versão atual recebeu tantas emendas. É muito diferente da Constituição americana, que é muito antiga e foi modificada poucas vezes.
- Achei meio nojento ver que aqui jogam o papel higiênico na lixeira [e não no vaso sanitário]. Não fica um cheiro ruim?
- Aqui passam muitos programas de TV americanos, mas tudo da década de 1990. Achei engraçado ver que os brasileiros adoram o seriado “Friends”, que não vai ao ar nos EUA há mais de dez anos.
- As brasileiras parecem adorar os gringos. Estranho, né? Mas achei isso ótimo. Aliás, minha parte favorita do Brasil, com certeza, foram as brasileiras. Eu me apaixonei. Mais de uma vez. Certamente voltarei um dia ao Brasil para encontrar minha futura mulher.
- O coração e a alma deste país maravilhoso são os brasileiros. Eles queriam me mostrar tudo e se certificar de que eu tivesse uma boa experiência – e eu certamente tive!
Florent Garnerot, do Canadá
- Na praia, os brasileiros ficam de frente para o sol, e não para o mar. Achei interessante!

- Os brasileiros se encontram, bebem juntos e dividem a conta. No Canadá, cada um paga o que consome.
- Aqui os casais se beijam e demonstram afeto em público, o que não acontece no Canadá.
- As mulheres sempre usam joias, maquiagem… Elas se arrumam muito.
- Quando quero encontrar um amigo no Canadá, preciso planejar com pelo menos uma semana de antecedência. Eles precisam falar com suas mulheres, etc. No Brasil, isso é muito mais espontâneo.
Mohamed Moulkaf, da Argélia
- Na Argélia, não há mulheres que dirigem motos.

- Quase todas as lojas daqui parcelam as compras em várias vezes sem juros. Gostei disso. Dá para pagar o mesmo preço dividindo até em dez meses.
- Os seguranças de banco aqui andam armados. Lá, não é assim.
Luka Jesih, da Eslovênia
- Os brasileiros falam alto, quase gritando, e muito rápido.

- Vocês comem MUITO. Muito mesmo. Passei uma semana com uma família brasileira e sempre tinha alguma comida ou fruta na mesa.
- Na Europa, tudo é mais calmo. No Brasil, quando as pessoas cantam o hino, dá para vê-las chorando, cantando muito alto e com muita emoção.
Kyle Dreher, do Canadá
- Quando você conhece alguém, dá dois beijinhos na bochecha. Isso é muito diferente do aperto de mão que a gente dá no Canadá.

- Adorei o queijo coalho com orégano na praia! E o milho também! Todo dia eu comia.
- No Brasil, as pessoas aproveitam mais a vida e o presente que no Canadá. Lá, todo mundo é muito focado em trabalho, dinheiro e status.
- Na favela perto de onde eu estava hospedado, soltavam fogos de artifício toda hora, de dia e de noite. No começo, achei que fossem tiros de revólver, mas depois descobri que é um sinal de que as drogas estão chegando por lá. Acabei me acostumando.
Rodrigo Escobar Rebolledo, do Chile
- A amabilidade, a forma de receber as pessoas, a alegria e a simplicidade do povo brasileiro foram o que mais me chamou a atenção. Fomos tão bem recebidos em Cuiabá, que isso me marcou. Você perguntava algo e te indicavam tudo, te convidavam para churrascos.

- Vocês sempre têm um sorriso para mostrar. Nós chilenos também somos acolhedores, mas somos mais sérios, formais, calados.
- As garotas são lindas, carinhosas e simpáticas.
- Os brasileiros são muito relaxados, mais até do que se deve, às vezes. A turma marca de se encontrar “amanhã às 10h” e ninguém aparece.
Adam Burns, David Bewick e Pete Johnston, da Inglaterra
- Achamos estranho ver que aqui vocês comem coração de galinha.

- Os brasileiros são muito vivos e cheios de energia. Vocês se mexem muito, estão sempre se mexendo.
- Vocês também sorriem muito.
Richard Diaz, do Chile
- Fiquei surpreso de ver como é rápido fazer amigos aqui, tanto na favela quanto nos condomínios mais exclusivos.

- Percebi que os homens são muito machistas. Eles tratam as parceiras como empregadas deles, especialmente em relação às tarefas domésticas.
Lukas Bärtschi, da Suíça
- Foi ótimo ver todo mundo na rua usando roupas amarelas, desde uma senhora idosa com chapéu do Brasil a uma criança com a camisa da Seleção.

- Ficamos surpresos de ver como tudo foi bem organizado. O ônibus para o estádio, as informações para o aeroporto, tudo funcionou muito bem.
- Muita gente ao menos se esforçava para falar inglês. Quando estive no Brasil antes, há seis anos, ninguém falava nem uma palavra.
- Foi muito especial ver que cada estádio servia a comida típica da região. E todas eram muito gostosas.
- As pessoas são todas alegres e te recebem de braços abertos.
Elsa Saks, da Estônia
- Arroz com feijão. No início pensei: “É sério isso?”. Mas acabei achando superdelicioso.

- Pão de queijo. Tão bom! Adorei.
- Músicos não são pagos pelo bar onde tocam, mas pelo couvert que os clientes pagam.
- Brasileiros jantam tarde. É normal comer às 10 horas da noite.
- Os brasileiros não são bons em pontualidade.
Daniel Lane, da Inglaterra
- Os brasileiros muitas vezes usam roupas muito apertadas.

- As pessoas chegam atrasadas para tudo.
- Vocês abraçam muito mais.
- Vocês falam “Boa Praia!” Para as pessoas.
- As pessoas são bem mais religiosas – geralmente nós só somos religiosos quando queremos muito uma coisa, por exemplo que nosso time avance na Copa do Mundo.
George Woolley, dos EUA
- As pessoas aplaudem o pôr do sol na praia do Rio. Isso nunca aconteceria nos EUA.

- Poder beber cerveja em público também é algo que não acontece nos Estados Unidos, exceto em lugares como Nova Orleans.
- O fato de que as pessoas são tão felizes por estarem vivas é algo muito diferente e palpável.









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