Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Hei Reinaldo Azevedo.... #HenriquePizzolatoéInocente e você vai ter de explicar agora os R$25 mil na conta de Danevita Ferreira Magalhães

Xeque - Marcelo Bancalero

A manipulação de Joaquim Barbosa  na AP 470, o "tal do mensalão", foi tão bem articulada, que até mesmo o revisor Lewandowski, um dos poucos que perceberam absurdos, acabou cometendo alguns erros também...
Como se pode ver, a motivação do último piti de JB, se deu, quando o revisor quis rever pontos sobre estes erros...

No que tange aos desvios do Banco do Brasil, a base usada pela PGR na denúncia pelo Procurador-Geral da República (pags. 162 a 165), para dar "ares de verdade" ao mentirão, Lewandowski foi impelido junto a outros ministros, com esses fatos, ao erro novamente, ao condenar Henrique Pizzolato.

E tudo com base, no testemunho de Danevita Ferreira Magalhães, a ex-gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil. Cuja conta bancaria recebeu R$25 mil do próprio dinheiro que foi para DNA.

Segundo o babaca-mor da Veja, Reinaldo Azevedo, uma vítima...

Leia os artigos;
"Sobre o depoimento da ex-gerente de mídia do Banco do Brasil" e " Pagamento suspeito a testemunha-chave 'deveria' causar reviravolta no mensalão".
Assim que ler, compreender...
Ajude a compartilhar!
Pois estas verdades não vão passar na telinha da Globo!



Sobre o depoimento da ex-gerente de mídia do Banco do Brasil


Por Ricardo S
Depoimento da ex-gerente de mídia do BB, Danevita Ferreira de Magalhães foi fundamental e citado como prova para condenação de réus no caso Visanet. Até o revisor acompanhou o relator e condenou Pizzolato com base nessa testemunha de acusação (http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/julgamento-do-mensalao/revisor-condena-pizzolato-por-corrupcao-passiva-e-peculato,90793d4ef24da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html). Danevita acusou Pizzolato de mandá-la assinar documentos para campanhas publicitárias que seriam simuladas para desvio de dinheiro público.
Porém, relatório da Polícia Federal do inquérito 2474-1/140, solicitado por Joaquim Barbosa (que manteve o laudo sob sigilo até dos ministros do STF), rastreou o caminho do dinheiro do Fundo de Incentivo Visanet para a DNA Propaganda, e para onde foi o dinheiro depois disso. Encontrou oito pagamentos da DNA para a empresa Diretorial Planejamento e Representações Ltda, em 2003 e 2004, no total de R$ 2.297.671,18 (...) Ao quebrar o sigilo bancário da Diretorial, foi encontrada uma transferência de R$ 25 mil, no dia 10 de março de 2003, para Danevita Ferreira de Magalhães, a testemunha-chave citada acima. Ou seja, parte do dinheiro que saiu do Fundo Visanet, liberado com a participação de Danevita, acabou caindo na conta dela.http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2012/11/pagamento-suspeit...
E foi com base nesse testemunho mais que suspeito que Gurgel e Barbosa criaram a fabulosa história do desvio de dinheiro público do BB (para assim imputar os crimes aos petistas e justificar todo o enredo) e condenaram diversos réus.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/sobre-o-depoimento-da-ex-gerente-de-midia-do-banco-do-brasil

Pagamento suspeito a testemunha-chave 'deveria' causar reviravolta no mensalão

por Helena Sthephanowitz publicado 09/11/2012 12:47, última modificação 09/11/2012 18:22
Em agosto último, o blogueiro Reinaldo Azevedo, da revistaVeja, pediu para seus leitores espalhar na internet a história de uma "ex-petista", que teria perdido o emprego no Banco do Brasil por se negar a atestar campanha publicitária da DNA Propaganda, e estaria passando dificuldades por isso. O texto era tirado de uma "reportagem" da própria revista.
Tratava-se de Danevita Ferreira de Magalhães, ex-gerente do Núcleo de Mídia do BB. Segundo seu depoimento ao Ministério Público no processo do chamado "mensalão", ela declarou que teria se recusado a assinar documentos atestando a realização de campanhas publicitárias, pois saberia que eram simuladas para desvio de dinheiro; e disse que quem mandava assinar era Henrique Pizzolato, o então diretor de marketing.
Esse depoimento foi peça-chave da denúncia pelo Procurador-Geral da República (pags. 162 a 165), e foi citado como prova para condenação dos réus envolvidos no caso da Visanet por diversos ministros do STF.
Acontece que os doutores Roberto Gurgel e Joaquim Barbosa deixaram passar despercebido nos autos um fato que provoca uma reviravolta nesse testemunho, a ponto de perder a credibilidade.
Está nas páginas de 77 a 83 do relatório da Polícia Federal do inquérito 2474-1/140, sobre o inquérito policial 002/2007-FINIDCORIDOF, conduzido pelo delegado PF Zampronha, solicitado pelo ministro Joaquim Barbosa.
Tal relatório rastreou o caminho do dinheiro do Fundo de Incentivo Visanet para a DNA Propaganda, e para onde foi o dinheiro depois disso. Encontrou oito pagamentos da DNA para a empresa Diretorial Planejamento e Representações Ltda, em 2003 e 2004, no total de R$ 2.297.671,18.
O dono da Diretorial é Domingos Fernando Cavadinha Guimarães Filho, genro do ex-senador Marco Maciel. A empresa é estabelecida em Recife e atuava intermediando anúncios de uma empresa de São Paulo que explorava relógios termômetros instalados nas ruas da capital paulista.
O delegado da PF enxergou nessa intermediação uma espécie de "pedágio" desnecessário. Afinal por que as agências de publicidade que serviam ao Banco do Brasil não negociavam diretamente com a empresa de São Paulo, sem ter que dar a volta passando por Pernambuco? 
Mas o mais revelador vem a seguir. Ao quebrar o sigilo bancário da Diretorial, foi encontrada uma transferência de R$ 25 mil, no dia 10 de março de 2003, para Danevita Ferreira de Magalhães, a testemunha-chave citada acima.
Ou seja, parte do dinheiro que saiu do Fundo Visanet, liberado com a participação de Danevita, acabou caindo na conta dela, após passar pela agência de publicidade, e depois pela empresa do genro do ex-senador pernambucano. Com certeza o depoimento de Danevita usado para fundamentar a Ação Penal 470 (o caso mensalão) fica bastante enfraquecido diante deste fato.
Esse pagamento também desmonta a estória contada pela revista Veja. Na "reportagem" da revista, já dizia que Danevita era funcionária naquele cargo do BB desde 1997, ano em que o Banco do Brasil estava sob comando do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), cujo vice-presidente era Marco Maciel (PFL, atual DEM).
Logo, parece erro da revista dizer que ela seria petista. E após conhecer o relatório do delegado Zampronha, que evita pré condenar alguém, seria recomendável maior apuração sobre os motivos para aquele pagamento de R$ 25 mil, e sobre o que se passava naquela gerência que ela ocupava, antes de elevar a ex-funcionária à condição de mártir.



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