Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Depois dos "rabos presos"... Sobram os "rabos entre as pernas"...

Xeque - Marcelo Bancalero


E depois de falarmos em rabos presos...
Agora vamos ter de falar de   rabos entre as pernas

Mesmo com a manobra do PSDB, PIG e o ministro Marco Aurélio de Mello, para impedir que  Perillo falasse na CPMI do Cachoeira, parece que o relator vai indicia-lo amanhã na leitura de seu relatório.
Com isso, mais a possibilidade do que mais parece uma manobra  de Cachoeira, que pode  livrá-lo por enquanto da cadeia, ao ser condenado por 5 anos, assim, podendo ser em regime semi-aberto. Tem muita, mais muita gente com o rabinho entre as pernas.
Pois é...
Assim é o Brasil infelizmente!
Pelo menos  no que diz respeito ao STF, PIG, Políticos da oposição.
Quem não tem o rabo  preso, acaba tendo o mesmo entre as pernas!
E agora teremos o mais rabudo como presidente do supremo...
O que podemos esperar?
Pois bem...
A blogosfera que não tem rabo preso e nem tem medo de ameaças....
É como cachorrinho de raça, daqueles  que são pequeninos, mas  são ferozes e atentos, e que tem os rabos cortados  desde pequenos. Assim nem  ficam com rabos presos, nem  demonstram medo colocando-os entre as pernas.
A blogosfera fala, denuncia, e vai desmascarar estes "vendidos"!



20/11/2012 19h41 - Atualizado em 20/11/2012 20h05

Cachoeira é condenado a 5 anos de



prisão, mas ganha alvará de soltura


Condenação é pelo regime semiaberto; Cachoeira terá de dormir na cadeia.
Bicheiro estava preso desde 29 de fevereiro acusado comandar jogo ilegal.

Mariana Oliveira e Felipe NériDo G1, em Brasília, e do G1 DF
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou nesta terça-feira (20) o bicheiro Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás e no Distrito Federal, a cinco anos de prisão em regime semiaberto pelos crimes de formação de quadrilha e tráfico de influência. Ele também foi condenado ao pagamento de 50 dias-multa, mas o  valor não foi informado pelo tribunal.
A juíza Ana Cláudia Costa Barreto, da 5ª Vara, expediu alvará de soltura em favor de Cachoeira porque o bicheiro tem o direito de recorrer da decisão em liberdade até o trânsito em julgado da ação (quando não há mais possibilidade de recurso).
Se for mantido a condenação pelo regime semiaberto, ele terá de passar o dia fora do presídio e retornar para dormir na cadeia.
De acordo com a legislação, a pena de regime semiaberto deve ser cumprida em uma colônia agrícola ou industrial. Pelo entendimento dos tribunais, quando não há estabelecimentos desse tipo, a Justiça permite penas alternativas, entre elas o cumprimento da sentença em domicílio.
Ele foi condenado, segundo o tribunal, por tentar fraudar o sistema de bilhetagem do transporte público de Brasília. Segundo a investigação, durante a Operação Saint Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal, ele tentou forçar uma dispensa de licitação para a contratação de um sistema de bilhetagem de origem sul-corena.
A Saint Michel é um desdobramento da Operação Monte Carlo, que apurou o envolvimento de agentes públicos e privados em uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
Cachoeira foi preso em fevereiro devido às investigação da Monte Carlo. Já preso, foi expedido um novo mandado contra ele pela Operação Saint Michel. Em outubro, ele obteve um habeas corpus relacionado às investigações da Monte Carlo, mas continuou preso em razão do mandado expedido pela Saint Michel.



20/11/2012 - 03h40

Relator da CPI do Cachoeira pede indiciamento de Perillo


O relator da CPI do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), decidiu pedir o indiciamento do governador Marconi Perillo (PSDB-GO) por suas relações com o empresário Carlos Ramos, o Cachoeira.
O relatório final da CPI, porém, não havia sido finalizado até o encerramento desta edição e poderia sofrer mudanças de última hora.
Segundo a Folha apurou, Perillo foi avisado sobre o pedido de indiciamento e começou a operar apoios para derrubar essa parte do texto.
Sergio Lima/Folhapress
O governador de Goiás, Marconi Perillo
O governador de Goiás, Marconi Perillo
O relatório de Cunha tem cerca de 4.000 páginas e sua votação, prevista para hoje, foi remarcada para amanhã. Mas havia dúvidas se daria tempo para impressão.
Ontem, Cunha chegou a considerar um recuo no indiciamento do governador após tomar conhecimento de uma liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, segundo o qual Perillo não poderia mais ser convocado a depor na CPI.
Os advogados do governador sustentaram que, se não pode ser ouvido, Perillo também não poderia ser investigado e indiciado. Horas depois, o magistrado esclareceu: "Nada impede que o relatório da CPI diga que existem indícios de que o governador cometeu crimes e mande para a foro competente, no caso o STJ [Superior Tribunal de Justiça]. A CPI pode indicar qualquer um, até mesmo o presidente da República."
Segundo integrantes da CPI com acesso ao texto preliminar, "há provas contundentes" de envolvimento, evidenciadas pela compra de uma casa do tucano por Cachoeira e por nomeações de aliados do empresário em Goiás.
Cachoeira está preso desde fevereiro, acusado de exploração ilegal de jogos e de corromper agentes públicos.
O pedido de indiciamento cumpre um roteiro traçado pelo PT desde o início da CPI, já criada para investigar integrantes da oposição flagrados em escutas da PF.
À época, aliados de Perillo reclamaram que o tucano se transformara em alvo no ano do julgamento do mensalão por vingança. Ele sustenta que, em 2005, avisou o então presidente Lula sobre a compra de votos.
O relator também pedirá o indiciamento do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) por sete crimes: lavagem de dinheiro, corrupção passiva, advocacia administrativa, tráfico de influência, formação de quadrilha, violação do sigilo funcional e crime contra a ordem tributária.
O pedido de indiciamento do tucano é baseado numa entrevista à Folha na qual ele admite que sabia que Cachoeira operava esquema de jogo ilegal. "Se eu falar para você que não tinha conhecimento de que ele mexia com jogo, seria hipócrita", disse.
Editoria de arte/folhapress
Colaborou FELIPE SELIGMAN, de Brasília

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