Magazine do Xeque-Mate

Mostrando postagens com marcador liberdade de expressão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador liberdade de expressão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ministra Cármen Lúcia (Presidente do TSE) “Ao cidadão, a palavra para que ele diga o que ele quer, como ele quer, do jeito que ele quer"

Xeque- Marcelo Bancalero
A quem me dá o direito de falar....
Em silêncio deixo apenas o meu respeito!







TSE defende liberdade de informação nas eleições

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia Antunes Rocha, defendeu nesta terça-feira, 15, liberdade total de expressão, inclusive nas redes sociais, e afirmou que os cidadãos têm o direito de receber informações sobre tudo o que se passa durante as campanhas eleitorais. “Não há menor possibilidade de se ter eleições livres sem que a imprensa atue igualmente de forma livre e que seja levada a todos os rincões do País”, disse ela na 7ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, na Câmara dos Deputados.
No início do mês, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, já tinha se manifestado a favor da liberdade ampla de imprensa durante um seminário internacional sobre o tema. “Onde for possível a censura prévia se esgueirar, se manifestar, mesmo que procedente do Poder Judiciário, não há plenitude de liberdade de imprensa”, disse. “A liberdade de imprensa ocupa, na Constituição, este pedestal de irmã siamesa da democracia”, completou.
Beto Barata/AE
Marco Maia (Presidente da Câmara) e a ministra Carmem Lúcia (Presidente do TSE) no evento
Nesta terça, Cármen Lúcia afirmou que as eleições devem ser muito rigorosas para garantir a ética, mas extremamente livres para a democracia. “Ao cidadão, a palavra para que ele diga o que ele quer, como ele quer, do jeito que ele quer. E isso será respeitado. Afinal a Constituição Federal começa dizendo que a República Federativa do Brasil tem como fundamento a cidadania e a cidadania se exerce com liberdade, e a liberdade de expressão”, declarou a presidente do TSE durante uma conferência sobre liberdade de expressão e novas mídias realizada na Câmara.
A ministra chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas, também defendeu a ampla liberdade de expressão durante a campanha, disse que não pode haver censura prévia e afirmou que a legislação não acompanhou o ritmo das mudanças promovido pelas novas mídias, como as redes sociais. Para Helena Chagas, a internet mudou completamente as vidas e as relações pessoais. “Mas as leis ainda não mudaram nessa mesma proporção. Ainda não acompanharam essa enorme mudança social recentíssima nas nossas vidas”, afirmou.
No mesmo diapasão, a ministra presidente do TSE emendou: “Nós temos 138 milhões de eleitores, todos com suas opiniões, querendo falar, podendo falar e a Constituição garante o direito de falar, o direito de se expressar”, afirmou. Autora de um voto no TSE favorável à liberação da comunicação no Twitter durante a pré-campanha, Cármen Lúcia disse que o uso das novas mídias será um dos principais desafios da eleição deste ano. Vencida no julgamento sobre o uso do Twitter, ela disse nesta terça que o papel da Justiça Eleitoral é punir excessos, abusos de poder, fraudes e corrupção. Mas nunca censurar. “Não vamos judicializar as campanhas eleitorais”, afirmou.
A presidente do TSE reconheceu que imagens podem ser construídas e destruídas por meio da divulgação de informações ou leituras equivocadas. No entanto, segundo ela, não cabe à Justiça Eleitoral fazer uma censura prévia. “A Justiça Eleitoral não tem que entrar na questão a não ser naquilo que foi judicializado, para dar cumprimento à Constituição e à lei no sentido de que as eleições tenham lisura, tranquilidade, eficiência, e legitimidade”, disse.

AE – Agência Estado


terça-feira, 15 de maio de 2012

A força dos Blogueiros - Internet supera o jornal impresso como segunda mídia mais acessada de 2012

Xeque - Marcelo Bancalero


Isso é bom!
Vai calar a boca de certas pessoas que subestimam o poder dos Blogueiros Progressistas dos Fiscais da Mídia daqueles que cuidam para que o povo tenham acesso à verdade a um click.
Por isso tentam nos calar!
Mas agora é tarde!
Somos o segundo lugar em acessos, mas o 1º em credibilidade!
Parabéns ao todos os companheiros que foram responsáveis por mais esta vitória!



Internet supera o jornal impresso como segunda mídia mais acessada de 2012

12/5/2012 22:43,  Por Redação, com Adnews e ACSs - de São Paulo
internet
Fabio Coelho, presidente do IAB-Brasil: Internet 'é um meio pujante'
internet assumirá a segunda posição entre as mídias ainda em 2012, deixando o meio jornal para trás. Segundo estimativa apresentada pela seccional brasileira da agência Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), o meio digital crescerá 39%, fechando o ano com 13,7% de participação e faturamento na casa dos R$ 4,7 bilhões. Em 2011, a web representava 11% do polo publicitário.
Para Fabio Coelho, presidente da IAB-Brasil, o crescimento do mercado de buscas será de 50% e o de display (banner) terá incremento de 25%. Coelho – que também preside o Google Brasil, confirma o crescimento da internet no país, em média, quatro vezes mais do que o mercado de publicidade, em geral – e esses números não contabilizam as redes sociais. A agência, em breve, divulgará uma estimativa de faturamento para este ano, em que sites como Facebook e Twitter estarão envolvidos.
As 100 maiores empresas do país investem 13,4% de suas verbas publicitárias no meio digital, segundo Coelho, que considerou a web um mercado “pujante”. Para chegar aos resultados apresentados hoje, o IAB considerou 80 milhões de internautas no país maiores de 16 anos, dos quais 49% pertencem às classes C, D e E e 51%, às A e B.

in  http://correiodobrasil.com.br/internet-supera-o-jornal-impresso-como-segunda-midia-mais-acessada-de-2012-mostra-pesquisa/451053/

sábado, 25 de dezembro de 2010

Wikileaks grandes verdades descobertas

A estupidez. O horror. A barbárie. A guerra. A corrupção.

A estupidez. O horror. A barbárie. A guerra

Por Gustavo Barreto

Enquanto civis inocentes e até crianças são torturadas até a morte e descartadas a sangue frio, o “debate” em muitos meios de comunicação continua sendo se é “correto” divulgar informações sigilosas. Documentário mostra, por exemplo, que The Washington Post sabia das graves violações dos soldados americanos e se omitiu.
– Julian, bem vindo. Foi noticiado que o WikiLeaks liberou mais documentos confidenciais do que toda a mídia mundial, junta. Isso não poderia ser verdade.
– Sim, não pode ser verdade. É preocupante, não é mesmo? Que toda a mídia mundial esteja fazendo um trabalho tão ruim. Que um pequeno grupo de ativistas possa ter liberado mais deste tipo de informação do que toda a imprensa mundial.

Trecho do documentário ‘Wikirebels'
A estupidez. O horror. A barbárie. A guerra. A corrupção. Os crimes contra a Humanidade. Aqueles que, neste exato momento, desqualificam o trabalho do WikiLeaks não têm coragem, ou competência, para enxergar os documentos agora expostos. Estão aqui, abaixo. Não continue se não tiver estômago. “Eu comecei a chorar, como fazem todas as pessoas que assistem ao filme”, afirma uma jornalista da Islândia.
A guerra. A estupidez. O horror. A barbárie
A cena acima não é uma montagem.
Os crimes estão expostos. Americanos que matam sem qualquer motivo. Inocentes. Crianças. Os documentos foram expostos. As cenas gravadas. O crime contra a Humanidade documentado, vazado, exposto. Assista aos documentários abaixo e tire sua própria conclusão.
E o que discutimos? Se é “correto” divulgar. Se Julian Assange é umestuprador ou não. Se ele é uma “ameaça”. Só há duas hipóteses para iniciar o debate nestes termos: ou você é ignorante, ou apoia tais crimes.
Entre outras informações, o WikiLeaks ajudou a divulgar um manual utilizado pelas tropas dos EUA que ensinava como humilhar e torturar seus detentos, de modo que revelassem informações para os americanos.
Revelou ainda, por meio de um relatório confidencial de 2006, que a empresa multinacional Trafigura despejou resíduos tóxicos na Costa do Marfim, causando danos à saúde de dezenas de milhares de pessoas. Assange denunciou ainda, à época, uma mordaça imposta à mídia do Reino Unido.
Outro escândalo revelado foi a corrupção no sistema financeiro da Islândia, em 2008, causando sérios danos à economia do país. Em 9 de outubro de 2008, o Kaupthing Bank HF foi forçado à falência pelo governo – poucos dias após uma crise no Landsbanki ter o levado ao controle do governo. Devido à crise, que afetou todo o sistema financeiro islandês, todas as negociações nos mercados de capital do país foram suspensas em 13 de outubro de 2008.
No dia 29 de julho de 2009, no entanto, o Wikileaks expôs um documento confidencial de 210 páginas revelando que o Kaupthing fez empréstimos entre 45 milhões e 1.250 bilhões de euros. O documento vazado pelo site revelou que o banco havia emprestado bilhões de euros para os seus maiores acionistas, incluindo um total de 1.43 bilhões de libras para uma das maiores empresas do setor financeiro no país, a Exista, e filiais que possuem 23% do banco. Após a revelação, executivos foram presos e alegislação pró-liberdade de imprensa evoluiu, se tornando um exemplo para o mundo.
Um dos mais espantosos vazamentos mostram cenas semelhantes às verificadas nas forças nazistas e fascistas do século XX: soldados norte-americanos matam a sangue frio, a partir de helicópteros, civis inocentes – incluindo dois repórteres da Reuters. “Você de fato vê nos relatos crianças sendo torturadas até a morte. Não é algo que se pode ler sem se afetar pelo que se está lendo”, diz um dos editores dos documentos da guerra do Iraque, em Londres. “A falta de respeito pela vida humana corre normalmente em todo o material”, aponta um documentarista.
Em um trecho, um helicóptero atiraria em um prédio vazio para destruí-lo. Subitamente, um homem se aproxima e passa pela calçada. Os militares americanos poderiam ter esperado. Eles não esperam. Em outro, um homem dentro de um carro é perseguido pelos militares no helicóptero. O homem sai e claramente se rende, de mãos para cima, deitado no chão. Os militares atiram.

Esses dados graves, que tiraram milhares de vidas em todo o mundo, são tidos por alguns analistas como “fofoca”.
O documentário Wikirebels está na íntegra abaixo, em quatro partes.
 Parte 1

Parte2

Parte3

Parte4

Em outro filme – que também documenta com precisão o tema -, aos 17 minutos, é revelado que o jornal americano The Washington Post sabia das graves violações dos soldados americanos. E nada publicaram. O documentário foi produzido pela ABC Australia e distribuído pela Journeyman Pictures. Assista aqui: 


(*) Gustavo Barreto, jornalista.
Contato pelo @gustavobarreto_.
publicado no 
Fazendo Media

Em http://leilajinkings.blogspot.com/2010/12/estupidez-o-horror-barbarie-guerra.html

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

EUA criticam o presidente Lula

Xeque - Marcelo Bancalero

Isso não é novidade! Sabemos que as atitudes louváveis de nosso ousado presidente não agradam aos "grandes", principalmente os EUA.
Então o que resta a eles é tentar uma aproximação nos bastidores da política internacional. Para assim, tentar de outra maneira algum tipo de manipulação a seu favor.
O que sabemos é que o Brasil se tornou agora realmente independente. Nossa independência real poderia mudar até a data do feria do de 7 de setembro. Quando Lula , o único representante real do povo assumiu a presidência, essa independência realmente começou a ser real para nós.
Hoje o Brasil e visto pelos países do grupo das grandes potências com mais respeito pois sabem que o grande elefante descobriu sua força. E com Dilma isso vai ser ainda mais evidente!


EUA criticam o presidente Lula na questão ambiental

9/12/2010 13:44,  Por Redação - de Brasília
Amorim na ONU
Amorim é o chefe da diplomacia brasileira
Mais uma série de documentos publicados no sítio WikiLeaks e divulgados na imprensa mundial revela as críticas dos EUA à diplomacia brasileira durante as negociações internacionais do clima, entre 2008 e 2010. Em um dos vários telegramas escritos por diplomatas norte-americanos, o texto é irônico ao tratar da liderança do Brasil na cúpula do clima de Copenhague, no final de 2009.
Na mensagem, a diplomata Lisa Kubiske diz que “Lula cacarejou” suas conquistas ambientais e sua capacidade de costurar um acordo e acrescenta que o Brasil teria passado uma imagem de “herói” e “cavaleiro branco”. Os documentos, revelam ainda que os EUA exercitaram a estratégia de tentar conquistar o apoio brasileiro às suas propostas com o enfraquecimento do Itamaraty em favor do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Durante o encontro de nações, ainda segundo o WikiLeaks, EUA e China negociaram um acordo para manter os atuais níveis de poluição no mundo.
De acordo com o sítio fundado pelo jornalista Julian Assange, preso em Londres, o embaixador do Brasil para o clima, Sergio Serra, teria dito que “quem lidera as negociações é o Itamaraty, e Carlos Minc (na época ministro do Meio Ambiente) fala apenas sobre as suas opiniões pessoais”.
A ex-ministra do Meio Ambiente e candidata derrotada à Presidência da República, Marina Silva, para os norte-americanos, trata-se de uma pessoa “inflexível e absolutista nas questões ambientais”. Carlos Minc, por sua vez, era visto como pragmático e parceiro-chave dos EUA para defender que países como China e Índia deveriam ter metas.
WikiLeaks flagrou correspondências também do embaixador Clifford Sobel, nas quais ele critica Minc: “Ele tem tendência a dizer o que gostaria que fosse verdade, e não o que de fato ocorreu”, referindo-se à garantia do então ministro ao representante dos EUA no Brasil de que que a posição do Itamaraty não prevaleceria, e sim a de seu ministério, o que não ocorreu.
Sobel, no entanto, reconhece que “o MMA está muito mais preocupado em resolver a questão. O Itamaraty a vê (à política ambiental brasileira) no contexto maior da política externa e está disposto a fazer menos sacrifícios”.
Procurado por jornalistas, Minc disse que havia, sim, uma divisão nítida entre seu ministério e o Itamaraty.
– O conservadorismo do Itamaraty se alinhava às posições mundialmente mais atrasadas: como quem historicamente poluiu foram os ricos, eles que façam alguma coisa – disse ao diário conservador paulistano Folha de S. Paulo.
Minc, porém, não aprovou a ideia de ser apontado como o homem de confiança dos EUA.
– Não tenho nenhuma identidade com os EUA. Tenho posições duríssimas com relação a eles. Defendi posição histórica dos ambientalistas – concluiu.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Comece a entender a farsa armada contra o Wikileaks


Começam a aparecer as "estupradas"

Por Thaís Romanelli, via Ópera Mundi 


Uma cidadã cubana que acusa o jornalista australiano Julian Assange, fundador do Wikileaks, de "crimes sexuais" na Suécia foi apontada como "colaboradora" da CIA e teria planejado o caso, segundo a rede de TV venezuelana TeleSur. No início do ano, ela mesma divulgou na internet um "guia para se vingar" de alguém usando denúncias de abusos sexuais.

De acordo com as informações publicadas nesta terça-feira (7/12), a cubana Anna Ardin (cujo nome real seria Ana Bernardín) teria sido uma das primeiras a denunciar Assange por "abuso sexual" à polícia sueca, junto à amiga sueca Sophia Wilén.

A prisão do fundador do site Wikileaks, o jornalista australiano Julian Assange, provocou grande repercussão na mídia internacional. As vozes de entidades de defesa da liberdade de imprensa, porém, não protestaram até o momento, nem questionaram a validade da ordem de prisão da Justiça sueca, que acusa o jornalista de "crimes sexuais".

Entidades como a Associação Mundial de Jornais, o World Press Freedon Committee e a norte-americana Freedom House costumam protestar no caso de prisões políticas contra jornalistas, principalmente em países não alinhados a potências ocidentais. Desta vez, por enquanto, evitaram criticar a ação contra colega preso.

A queixa, porém, seria relativa ao fato de Assange, supostamente, não ter utilizado camisinha durante as relações sexuais que teria tido com elas, enquanto Ardin dormia em sua resisidência em Estocolmo. Além disso, Ardin e Wilden denunciaram Assange por ter mantido relações sexuais com as duas na mesma semana - o que, na Suécia, é ilegal.

De acordo com a versão apresentada, no dia 11 de agosto deste ano, Assange teria ido à Suécia a convite do movimento de centro-esquerda Broderskap ("fraternidade" em sueco, ligado ao Partido Social-Democrata Cristão) para participar de um seminário. Na ocasião, segundo Ardin, ela própria ofereceu sua casa para hospedar o fundador do Wikileaks, já que ela estaria fora da cidade. Ardin, porém, voltou antes do previsto, mas mesmo assim hospedou Assange em casa. Segundo ela, em uma das noites após jantarem juntos, tiveram relações sexuais com camisinha, que chegou a rasgar.

No dia seguinte, ao final do seminário, Assange teria seduzido Sophia Wilén, com quem também teria feito sexo, na cidade de Enkoping, onde ela mora. De acordo com Wilén, ela e Assange tiveram relações duas vezes, uma com e outras sem o uso de preservativos, em razão de uma recusa do fundador do Wikileaks.

Dez dias depois, as duas mulheres se apresentaram à polícia sueca para denunciar Assange por crimes sexuais. Ardin, porém, se apresentou como militante feminista a princípio e declarou que estava apenas auxiliando Wilén. Dias mais tarde, declarou seu envolvimento com Assange, alegando que "inicialmente o sexo foi consensual, mas logo se transformou em um abuso", já que o preservativo teria rompido e Assange continuado a relação à revelia dela.

Vingança

Anna Ardin é uma ativista feminista conhecida na Suécia. Em 19 de janeiro de 2010, ela escreveu em seu blog (annaardin.wordpress.com) um post com o título "Sete passos para uma vingança judicial", incluindo instruções sobre incriminar alguém usando acusações de teor sexual. Seu blog faz referências a outros como Generación Y (de Yoani Sánchez) e Desde Cuba, ambos de dissidentes cubanos.

Acusada de ter mudado o depoimento a mando da CIA, Ardin se defendeu em seu blog garantindo que as denúncias não haviam sido coordenadas.

"A responsabilidade do que aconteceu comigo e com a outra jovem é do homem que tem uma visão distorcida das mulheres, que tem um problema em aceitar um 'não'", argumentou, no post citado.

Anti-castristas

Segundo a TeleSur, ela também seria ligada ao ativista anti-castrista Carlos Alberto Montaner e ficou conhecida por escrever em websites financiados pela USAID (agência dos Estados Unidos para empréstimos a países subdesenvolvidos) e controlados pela CIA, como o Misceleanas de Cuba, do cubano Alexis Gainza Solenzal, que criticam o regime da ilha.

Montaner é co-autor, junto com o peruano Mario Vargas Llosa, do livro anti-esquerdista Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano (Bertrand Brasil, 1997). Nos anos 1960, chegou a ser preso em Cuba por acusações de trabalhar para a CIA em operações de sabotagem, até fugir da prisão e encontrar asilo na Espanha, então sob o regime franquista.


Xeque - Marcelo Bancalero 

Pois é...
Como dizia minha querida vovozinha...
Mulher de saia levantada, corre mais que homem de calça arriada!
Vão ter que plantar outra falsa informação para abalar a imagem do Sr.  Assange. Por enquanto a unica coisa que conseguiram jogar sobre ele foi a fama de "Playboy","garanhão", "casanova", "Don Juan"...etc. 


Orgulho de ser Petista! Lula defende Wikleaks!




Lula defende WikLeaks e se solidariza com Assange

























Plantão | Publicada em 09/12/2010 às 12h46m
Chico de Gois
BRASÍLIA - Em discurso proferido na apresentação do balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a liberdade de expressão e se solidarizou com o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, preso na Inglaterra anteontem. O WikiLeaks vem divulgando correspondência confidencial de diplomatas norte-americanos que tem causado desconforto ao governo dos Estados Unidos. Para ele, o site está colocando a nu uma diplomacia que parecia inatingível. O presidente disse que é contra a prisão de Assange e afirmou que não ele o culpado pelo que está acontecendo, mas, sim, aqueles que produziram os documentos.
                                                     
Lula, que tem mania de criticar a mídia nacional - e, nesta quinta-feira, voltou a tocar no assunto, reconheceu o papel da imprensa. Ao falar sobre a liberdade de expressão, o presidente fez um manifesto em favor de Assange.
- Devemos muito à imprensa. Às vezes eu critico e dizem: "Lula está criticando a imprensa". Não. Estou apenas alertando - afirmou.
- O que acho estranho é que o rapaz que estava desembaraçando a diplomacia americana... como é que chama? O WikiLeaks lá... O rapaz foi preso e não estou vendo nenhum protesto contra a liberdade de expressão - discursou, sendo aplaudido por assessores e empresários que participavam da solenidade.
- É engraçado. Não tem nada contra a liberdade de expressão de um rapaz que estava colocando a nu um trabalho menor que alguns embaixadores fizeram. Eu não sei se os meus embaixadores passam esses telegramas. Mas, olha, a Dilma tem de saber e falar para seu ministro (das Relações Exteriores). Se não tiver o que escrever, não escreva bobagem - afirmou, referindo-se aos informes dos diplomatas americanos que, em alguns casos, limitavam-se a expressar detalhes insignificantes, como se um presidente se veste bem ou não ou se participa de festas.
- Aí aparece o tal do WikiLeaks, desnuda a diplomacia que parecia inatingível, a mais certa do mundo, e aí começa uma busca (para prendê-lo). Eu não sei se colocaram cartazes como no tempo do faroeste de "Procura-se Vivo ou Morto". Aí prenderam o rapaz e eu não vi um voto de protesto. Oh Stuckinha (Ricardo Stucker, fotógrafo oficial da Presidência), pode colocar no blogue do Planalto o primeiro protesto, então, contra a liberdade de expressão na internet para a gente poder protestar porque o rapaz estava colocando apenas aquilo que ele leu - defendeu Lula.
- E se ele leu porque alguém escreveu, o culpado não é quem divulgou, mas quem escreveu. Portanto, ao invés de culpar quem divulgou, culpe quem escreveu a bobagem porque, senão, não teria o escândalo que tem - disse, e completou:

- Então, ao WikiLeaks, minha solidariedade pela divulgação das coisas e meu protesto contra a liberdade de expressão.


Petição contra os abusos e perseguição ao WikiLeaks - Amanhã pode ser com nós!

Xeque - Marcelo Bancalero

Se apenas assistirmos os direitos de liberdade de informação, seja na imprensa, na internet serem desrespeitados em qualquer lugar do mundo. Podemos estar assistindo passivos a algo que pode acontecer aqui. Não podemos ter medo de deixar claro a quem quer que seja que não admitiremos que isso aconteça!
Estamos de olho!
Juntos pela liberdade de imprensa, pela liberdade de informação, pela liberdade na internet.
Todos juntos pela Democracia!
Participe e assine e divulgue a petição! AQUI

A campanha agressiva de intimidação contra o WikiLeaks é errada, perigosa e compromete o Estado de Direito. Políticos importantes dos EUA chegaram ao extremo de chamar o WikiLeaks de uma organização terrorista, sugerindo o assassinato da sua equipe e pedindo para empresas boicotarem o site.


O futuro da liberdade de imprensa e Internet está em jogo. Vamos nos manifestar urgentemente para garantir que governos e empresas ajam com cautela e por vias legais, sem escalar a briga.


Assine a petição contra a perseguição -- vamos conseguir 1 milhão de vozes esta semana!

Caros amigos,

A campanha de intimidação massiva contra o WikiLeaks está assustando defensores da mídia livre do mundo todo. 

Advogados peritos estão dizendo que o WikiLeaks provavelmente não violou nenhuma lei. Mas mesmo assim políticos dos EUA de alto escalão estão chamando o site de grupo terrorista e comentaristas estão pedindo o assassinato de sua equipe. O site vem sofrendo ataques fortes de países e empresas, porém o WikiLeaks só publica informações passadas por delatores. Eles trabalham com os principais jornais (NY Times, Guardian, Spiegel) para cuidadosamente selecionar as informações que eles publicam. 

A intimidação extra judicial é um ataque à democracia. Nós precisamos de uma manifestação publica pela liberdade de expressão e de imprensa. Assine a petição pelo fim dos ataques e depois encaminhe este email para todo mundo – vamos conseguir 1 milhão de vozes e publicar anúncios de página inteira em jornais dos EUA esta semana! 

http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/97.php?cl_tta_sign=dc86c0812315550240801fb9b8976943

O WikiLeaks não age sozinho – eles trabalham em parceria com os principais jornais do mundo (NY Times, Guardian, Der Spiegel, etc) para cuidadosamente revisar 250.000 telegramas (cabos) diplomáticos dos EUA, removendo qualquer informação que seja irresponsável publicar. Somente 800 cabos foram publicados até agora. No passado, a WikiLeaks expôs tortura, assassinato de civis inocentes no Iraque e Afeganistão pelo governo, e corrupção corporativa. 

O governo dos EUA está usando todas as vias legais para impedir novas publicações de documentos, porém leis democráticas protegem a liberdade de imprensa. Os EUA e outros governos podem não gostar das leis que protegem a nossa liberdade de expressão, mas é justamente por isso que elas são importantes e porque somente um processo democrático pode alterá-las. 

Algumas pessoas podem discordar se o WikiLeaks e seus grandes jornais parceiros estão publicando mais informações que o público deveria ver, se ele compromete a confidencialidade diplomática, ou se o seu fundador Julian Assange é um herói ou vilão. Porém nada disso justifica uma campanha agressiva de governos e empresas para silenciar um canal midiático legal. Clique abaixo para se juntar ao chamado contra a perseguição: 

http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/97.php?cl_tta_sign=dc86c0812315550240801fb9b8976943

Você já se perguntou porque a mídia raramente publica as histórias completas do que acontece nos bastidores? Por que quando o fazem, governos reagem de forma agressiva, Nestas horas, depende do público defender os direitos democráticos de liberdade de imprensa e de expressão. Nunca houve um momento tão necessário de agirmos como agora. 

Com esperança, 

Ricken, Emma, Alex, Alice, Maria Paz e toda a equipe da Avaaz 

Fontes: 

Fundador do site WikiLeaks é preso em Londres:

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/fundador+do+site+wikileaks+e+preso+em+londres/n1237852973735.html 


Assine a petição AQUI

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

José Serra e a Liberdade de Expressão



José Serra e a liberdade de expressão

publicada quarta-feira, 27/10/2010 às 20:52 e atualizada quinta-feira, 28/10/2010 às 12:22
Recebo, do jornalista Antônio Biondi, levantamento exaustivo que mostra o apreço de José Serra pela liberdade de imprensa…
===
José Serra não lida bem com perguntas que questionem seus pontos de vista. Coloca-se como um defensor da liberdade de imprensa, mas desrespeita jornalistas que publiquem matérias desfavoráveis a seus interesses.
 Em 27 de setembro de 2010, Marina Silva deu declarações que ajudam a entender o padrão de comportamento do presidenciável com a imprensa: “Tenho ouvido reclamações nos últimos dias que o ex-governador José Serra tem ficado nervoso quando fazem perguntas que ele não gosta. Ouço também relatos de que há uma tentativa de intimidação dele aos jornalistas. Existem duas formas de tentar intimidar a imprensa. Uma é aquela que vem a público e coloca de forma infeliz uma série de críticas. Outra é aquela que, de forma velada, tenta agredir jornalistas, pedir cabeça de jornalista, o que dá na mesma coisa, porque o respeito pela democracia e pela liberdade de imprensa é permitir que a informação circule. Serra constrange e tenta intimidar jornalistas”.
(Fonte: IG)
 Se você é jornalista e trabalha em uma redação, já deve ter ouvido alguma história sobre telefonemas que ele teria dado a donos e diretores pedindo a demissão de repórteres “irresponsáveis”. Decidimos reunir apenas episódios concretos, públicos e comprováveis, para que o eleitor tenha ferramentas para ajustar sua percepção à realidade.
13 de outubro de 2010
Vítima: Valor Econômico (repórter Sérgio Bueno)
O repórter Sérgio Bueno fez pergunta sobre Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto. E ouviu do candidato: “Seu jornal faz manchete para o PT colocar no horário eleitoral. Eu sei que, no caso, vocês não têm interesse na Casa Civil, naquilo que foi desviado. Seu jornal, pelo menos, não tem. Agora, no nosso caso, nós temos.” Horas depois, a diretora de redação do Valor, Vera Brandimarte, ensinou: “O jornalista [Sérgio Bueno] só estava fazendo o trabalho dele, que é perguntar. Todos os candidatos devem estar dispostos a responder questões, mesmo sobre temas que não lhes agradem”.
Fonte
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1410201008.htm
28 de setembro de 2010
Vítima: Folha de S.Paulo (repórter Breno Costa)
Em Salvador, diálogo entre o repórter Breno Costa, da Folha, e o candidato do PSDB. “Candidato, nesses últimos dias de campanha, qual deve ser a [sua] estratégia?”. Resposta de Serra: “Certamente não é perder tempo com matéria mentirosa como a que você fez”. Sobre a matéria, explicação da Folha: “Serra referia-se à reportagem que mostrou ressalvas feitas por técnicos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo no ano de 2009, quando ele era governador. As objeções técnicas do TCE-SP, que aprovou suas contas, referiam-se a ações que, hoje, fazem parte da lista de promessas do tucano”.
Fonte:
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po2909201010.htm
15 de setembro de 2010
Vítima: CNT/Gazeta (entrevistadores Márcia Peltier e Alon Feurwerker)
Serra irritou-se durante gravação e ameaçou deixar o programa “Jogo do Poder”, da CNT, comandado por Márcia Peltier e Alon Feurwerker. Ele não gostou de perguntas feitas e depois de dizer que estavam “perdendo tempo” com aqueles assuntos, passou a discutir com Márcia. Disse que, em vez de tratarem do programa de governo, estavam repetindo “os argumentos do PT”. Em seguida, levantou-se para deixar o estúdio. “Não vou dar essa entrevista, você me desculpa. Faz de conta que não vim”, disse Serra, reclamando que a entrevista não era um “troço sério”. Logo depois, pediu que os equipamentos fossem desligados e disparou: “Isso aqui está um programa montado.” A apresentadora negou com firmeza a acusação e teve uma conversa reservada com Serra. Só então o candidato aceitou voltar ao estúdio.
Fonte:
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1609201022.htm
7 de agosto de 2010
Vítima: TV Cultura – Gabriel Priolli
No final da tarde, Fernando Vieira de Mello, vice-presidente de conteúdo, chamou Priolli à sua sala para comunicá-lo de seu afastamento da direção de jornalismo da emissora. O episódio aconteceu apenas 5 dias depois de Priolli assumir o cargo. Ele havia encomendado uma reportagem sobre pedágios. A Folha escreveu sobre o episódio: “Nos corredores da emissora e na blogosfera, circula a informação de que, por trás da saída de Priolli, está uma reportagem sobre problemas e aumento nos pedágios. A reportagem teria sido “derrubada” – jargão para o que não é veiculado – por Mello. “A reportagem não foi ao ar na quarta-feira por uma razão simples: não estava pronta”, diz Mello. “Eram ouvidos só [Geraldo] Alckmin e [Aloísio] Mercadante. Em período eleitoral, somos obrigados a ouvir todos os candidatos. Foi isso que fizemos”, acrescenta. Dias antes, outra dança de cadeiras originou rumores sobre a influência do governo estadual sobre a TV. Segundo estes, Heródoto Barbeiro teria sido substituído por Marília Gabriela no Roda Viva por ter feito uma pergunta incômoda a Serra.
Escreveu o Observatório da Imprensa: “Explicações complicadas terão que ser dadas pelo candidato à presidência José Serra – acusado de ter pedido a cabeça dos jornalistas”
Fonte:
 http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=597IPB010
23 de agosto de 2010
Vítima: TV Brasil
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, se irritou com uma pergunta de uma jornalista da TV Brasil, emissora estatal, sobre o fato de a propaganda na TV completar uma semana hoje e a expectativa
do tucano de conseguir reagir nas pesquisas. “Pergunta lá pro seu pessoal na TV Brasil. Eles têm uma opinião”, disse Serra.
Fonte
http://www1.folha.uol.com.br/poder/787723-serra-se-irrita-com-pergunta-de-jornalista-da-tv-brasil.shtml
Julho de 2010
Vítima: Rádio Mirante AM, do Maranhão – repórter Mário Carvalho
Serra irritou-se quando foi perguntado sobre o que faria para diminuir sua rejeição no Nordeste. Respondeu: “Onde você viu essa informação? Você está fazendo campanha para Dilma”. “No Ibope e no Datafolha”, disse Carvalho. “De qual emissora você é?” “Da Mirante AM”. “Não é rádio do Sarney? Eu não sei aonde você viu isso. Vamos fazer uma coisa, você quer fazer propaganda pra Dilma? Eu acho legítimo que sua rádio e você faça campanha para Dilma. Não tenho nada a me opor. Agora não venha falar
mentira. Tudo bem, faz a campanha direto”, disse, gritando, Serra.
16 de julho
Vítima: TV Globo – Fábio Turci
O repórter Fábio Turci dirige a Serra uma pergunta sobre juros. O perguntado não esconde sua irritação, e indaga com a devida veemência: “De onde você é?” Turci esclarece ser da Globo. E Serra, de pronto: “Ah, então desculpe”.
Fonte
http://www.cartacapital.com.br/politica/pesos-e-medidas
22 de junho de 2010
Vítima: TV Cultura – Mediador Heródoto Barbeiro
“Como o estado poderia prestar serviço não cobrando pedágios tão caros como são cobrados no estado de São Paulo? A gente viaja por aí e as pessoas reclamam que para ir de uma localidade à outra custa R$ 8,80″, questionou o jornalista. “Você tá transmitindo o que o PT vive dizendo”, acusou. O candidato explicou que o modelo de privatização de rodovias de São Paulo passou por mudanças em seu governo. “Nós mudamos o modelo de concessões e os pedágios baixaram em relação aos elementos anteriores”. Ao final da discussão, Serra classificou as indagações do jornalista de “trololó petista” e condenou Barbeiro por não apresentar resultados do governo tucano em São Paulo. “Essas perguntas têm sempre de vir acompanhadas de resultados”, exigiu o tucano. Logo depois, Barbero deixou a bancada do programa, dando lugar a Marília Gabriela.
Assista ao bate-boca:
 http://www.cafenapolitica.com/wordpress/?p=1751
29 de maio de 2009
Vítima: Estadão – repórter Sandro Villar
Escreveu o Estadão: “A entrevista coletiva foi tumultuada. A segurança reprimiu os jornalistas com certa dose de truculência. O governador fugiu das perguntas políticas. Ao ser perguntado pelo repórter do Estado se faria dobradinha com Aécio Neves na eleição para a presidência, Serra se irritou. “Pensei que você veio para perguntar sobre o hospital”, respondeu (em referência a uma pauta publicada). Um segurança agarrou o repórter na frente do governador, que condenou a atitude do rapaz (do repórter!) e soltou um sonoro palavrão impublicável.Villar declarou, em correspondência a Luis Carlos Azenha: “Não faz muito tempo surgiram informações de que o Serra foi submetido a um cateterismo realizado secretamente na calada da noite. Eu queria perguntar isso ao governador para ele desmentir ou não. Mas, pela segunda vez, fui agredido pela segurança de Sua Excelência. Protestei e disse que nem na época da ditadura militar fui tratado com tanta truculência”
Fonte
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,professores-chamam-serra-de-ditador-em-presidente-prudente,379226,0.htm
10 de maio de 2010
Vítima: Rádio CBN (Comentarista Miriam Leitão)
Em entrevista pela manhã, Miriam perguntou se o presidenciável respeitaria a autonomia do Banco Central ou se presidiria também a instituição, caso vencesse a eleição. Serra primeiro respondeu que a suposição da jornalista era “brincadeira”. Em seguida, disse, ríspido: “Você acha isso, sinceramente, que o Banco Central nunca erra? Tenha paciência!” Questionado se interviria na instituição ao se deparar com um erro, Serra interrompeu Miriam: “O que você está dizendo, vai me perdoar, é uma grande bobagem.”
10 de maio de 2010
Vítima: Rádio Nacional
Relato da Folha de S. Paulo: Um repórter da Rádio Nacional, emissora estatal, perguntou se o tucano acabaria com o Bolsa Família. Serra reagiu de forma ríspida. “Por que a pergunta? Porque disseram para você que eu vou acabar? Então eu gostaria de saber a fonte. Isso é uma mentira total”, afirmou. Em outro momento de irritação, Serra não quis detalhar sua posição referente à divisão dos royalties do pré-sal. “Não vou ficar repetindo.” Assessores de Serra procuraram repórteres para pedir desculpas pelo tom do tucano, que chegou ao evento com 40 minutos de atraso.
Fonte
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2005201009.htm

License Creatve Crommons

Postagens populares

Arquivo do blog

Anuncios

Anuncios
Custo Benefício Garantido