Magazine do Xeque-Mate

sábado, 16 de junho de 2012

Pra atrapalhar o estagiário José Erra vale até aliança com PP de Maluf

Xeque - Marcelo Bancalero

Tudo o que vem para atrapalhar o sr José Erra é válido.
Não gosto do  Maluf, mas acredito que esse já morreu politicamente e o que o povo precisa entender é que o nome dele só vem à tona (como outras coisas que também costumam boiar), por ser presidente do PP.
A coligação com o PP pode  nos dar mais tempo  de propaganda para podermos  mostrar as vantagens em se ter Haddad na prefeitura do que o estagiário José Erra.
Estagiário por que ele não pensa em cumprir mandato nenhum completo. Fará mais uma vez um estágio, na prefeitura para depois a abandonar.
Não  acredito que o PC do B vá abandonar o Hadad para se ligar ao PMDB de Chalita. Se pensarem bem, a única forma de derrubar os demotucanos  em São Paulo é nesta hora engolir alguns sapos e se unir a um denominador comum  que é o  melhor para a população.
Desintegrar o império demotucano  no estado de SP, à começar na sua capital.


Maluf vale o desgaste na campanha de Haddad?  
Foto: TIAGO QUEIROZ/AGÊNCIA ESTADO

Dono de um minuto e trinta segundos no horário eleitoral, o ex-prefeito Paulo Maluf vendeu caro seu apoio a Fernando Haddad; levou um cargo estratégico no governo federal; segundo o candidato petista, a aliança foi com o PP, não com Maluf; será que o eleitor entenderá assim?

16 de Junho de 2012 às 08:57

247 – A história do PT, em São Paulo, é uma trajetória marcada pela oposição ao malufismo. Foi assim, por exemplo, que Luiza Erundina se tornou prefeita em 1989 e que Marta Suplicy repetiu o feito em 2000. Foram também os petistas que estiveram na linha de frente das principais denúncias contra o malufismo nas últimas décadas, em escândalos como o do túnel Ayrton Senna e da Avenida Águas Espraiadas, rebatizada posteriormente como Jornalista Roberto Marinho.

Maluf e PT, no entanto, pela primeira vez estão do mesmo lado na capital paulista. A aliança, conduzida pelo presidente Lula, envolveu a entrega de um cargo estratégico ao ex-prefeito de São Paulo. Maluf emplacou o engenheiro Osvaldo Garcia como Secretário Nacional de Saneamento Ambiental, cargo em que será responsável por obras bilionárias, em várias capitais do País. Este foi o preço cobrado por Maluf para entregar ao PT os seus valiosos 1 minuto e trinta segundos no horário eleitoral.





Segundo Fernando Haddad, candidato escolhido por Lula para disputar a prefeitura de São Paulo, não há problema no acordo. “Estou fechando uma aliança com o PP”, disse ele. Portanto, Maluf será aquele aliado oculto, sem participação direta na campanha, mas que, nos bastidores, terá influência. Curiosamente, Haddad deu sua declaração no mesmo momento em que anunciou Luiza Erundina, do PSB, como sua vice. Erundina, mais do que ninguém, representa a oposição ao malufismo.

Vale tudo?
Com a adesão de Maluf à campanha de Haddad, o PT poderá contar com 7 minutos e 51 segundos no horário eleitoral, mais do que os 6 minutos e 43 segundos estimados para José Serra.

Mas este apoio também traz custos. Pode, por exemplo, afastar o PC do B da aliança em torno de Haddad. “Isso incomoda muito a militância do partido”, disse o ex-ministro dos Esportes, Orlando Silva, ao 247. No quadro atual, o PC do B tende a fechar em torno da candidatura de Gabriel Chalita, do PMDB.

Na política de alianças, Lula, Haddad e o PT se mostraram dispostos a buscar qualquer parceiro. Até mesmo o atual prefeito Gilberto Kassab foi cortejado pelos petistas. O risco é cair numa armadilha. Como Haddad poderá se vender como “novo” se, entre seus aliados, há tudo aquilo que o PT combateu nas últimas décadas?



247

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