Magazine do Xeque-Mate

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Faraó Padeiro e a Síndrome do Nilo

Xeque - Marcelo Bancalero

Eu já avisei!
Não foi por falta de avisos!
Mas se for preciso vou gastar o tempo que for necessário até que o ministério público tome alguma posição!

Que o Sr. Fernando de Oliveira Padeiro sofre da Síndrome do Nilo , toda a cidade já sabia.
Afinal, basta que uma obra seja anunciada pelo Prefeito Pivetta, e ele já afirma que isso aconteceu "graças a ele".
Bom, se entrarem na sua página do Facebook, ou seu Blog verão o que eu digo.
Nem precisaríamos de prefeito, se aquilo tudo foi realmente "graças a ele".
Na segunda feira, este fulano levou um tapa de luva de pelica na cara. Por um dos pares na Câmara, enquanto assumia a tribuna para pedir absurdamente que se fizesse um  polo turístico na cachoeira do bairro da Chave. 
O vereador lhe disse que além de ser algo longe das condições orçamentárias do município, pois haveriam gastos com banheiros químicos, deslocamento de bombeiros, contratação de salva-vidas entre outras coisas. E que o "nobre" fulano nunca, nem mesmo antes de sair do PT,(no meu ver trairagem), buscou através de contatos com deputados, recursos para nada nesta cidade. 
O rapaz ficou tão desconcertado com as verdades que o vereador lhe disse, que  gaguejando tentou uma outra alternativa e deu um tiro no pé ( coisa que faz parte da iniciação  no seu partido), e disse que poderia se fechar o local, e cobrar  dos visitantes. 
A emenda ficou pior que o soneto. 
A população ficou muito aborrecida com a proposta do infeliz.

Mas voltando à Síndrome do Nilo.
Conhecedor das propostas do Pivetta desde sua eleição, e o andamento das obras do município.
Este fulano vem fazendo requerimentos de coisas, friamente calculados, para poder dizer (enganar), aos moradores se dizendo "pai da criança".
Aproveitem! Se você tiver um filho sem pai, talvez o Sr. Fernando já tenha protocolado um requerimento para poder assumir a criança.

Já falei neste blog sobre o uso da máquina por este fulano. AQUI
Já denunciei que ele usava uma agência nesta cidade que encaminhava os candidatos para sua sala na Câmara Municipal. eu mesmo passei por essa humilhação, mas recusei-me a ir.

Isso é absurdo e pertinente de  que o Ministério Público investigue.

Agora, nestes dias, a Prefeitura Municipal através de uma atitude vinda por parte do Prefeito Pivetta fechou uma parceria com a agência de empregos Desafio RH de Sorocaba . Pois esta tinha aproximadamente 2 mil vagas de aux- Produção para a empresa Tecsis. 
Anunciei no Facebook juntamente com a prefeitura sobre a data das entrevistas no Aquário Cultural onde foram encaminhados pelo CAT- Centro de Apoio ao Trabalhador 300 pessoas.
Como haviam mais vagas ainda a serem preenchidas, o CAT, ficou de ao receber mais currículos , encaminhar a todos para a empresa.
Porém, nosso enfermo amigo, sofredor de vários ataques advindo da Síndrome do Nilo, sentiu-se como o pai de mais esta criança.
E com a pura finalidade de continuar sua "campanha fora de hora", de assistencialismos e votos de cabresto. Este fulano atravessa mais um dos importantes feitos do prefeito Pivetta. E usa novamente e indevidamente, as dependências da Câmara, causando um tumulto enorme.
Haviam pessoas sentadas em gabinetes de outros vereadores, esperando para ser atendidos pelo faraó Fernando. Causando constrangimento de seus pares. 
É um absurdo!
Alguém precisa  dar um chá de desconfiômetro ao rapaz!Veja novas provas do uso indevido da CÂmara como agência de empregos.
Se temos  o CAT, por que atravessar a administração de maneira ilegal??


como que eu faço para conseguir uma carta de indicaçao de emprego
É legítimo que ele sonhe com a prefeitura. Mas para isso não precisa ser o pesadelo da população.

Tenho dito!
MP é hora de olhar para estas coisas!





A Síndrome do Nilo
Por Yanki Tauber – Baseado nos ensinamentos do Rebe
"O Profeta Yechezkel descreve o faraó (famoso por causa de Pêssach) como "o crocodilo gigante que agachado em seus rios, proclama: ‘Meu rio é meu, e eu fiz a mim mesmo…’

Eu fiz a mim mesmo? Parece ridículo, não? De alguma forma, eu tinha esta impressão do faraó como um sujeito inteligente. Por que um sujeito inteligente viria com uma declaração ridícula como "Eu fiz a mim mesmo?"

Porém nós fazemos isso o tempo todo. Agachamo-nos em nossos rios proclamando: ‘Eu me fiz. Eu inventei a mim mesmo. Eu me defino!’

Vamos ainda mais longe, colocando nossa auto-definição como o padrão pelo qual todo mundo é avaliado.

Eu defino a vida – proclamamos – por mim mesmo, e para todo mundo. Quando a vida começa? Quando eu decido que é desejada". Quando deve terminar? Assim que eu decidir que "não vale a pena" viver.

O que é uma vida "produtiva? Uma vida que produz coisas que eu acredito serem importantes e desejáveis. O que é uma vida "desperdiçada?" O contrário disso.

O que eu deveria estar fazendo com a minha vida? Devo perguntar, obviamente, a quem me fez.
"Em toda geração" – diz o Talmud – "e em todo e cada dia" – acrescenta o Tanya – "cada pessoa deve ver-se como se ele próprio, ele mesmo, tivesse saído do Egito." Livramo-nos do faraó no Mar Vermelho há mais de 3.300 amos, mas estamos ainda shleping (carregando, em idish) ele aonde quer que vamos. Pois cada um de nós incorpora seu próprio faraó particular. Agachamo-nos em nossos rios proclamando: "Meu rio é meu, e eu fiz a mim mesmo!"

Libertar-nos do Egito é um desafio diário. Não porque falhamos ontem, mas exatamente porque conseguimos. Ontem nós nos libertamos da bazófia do nosso ego. Portanto, aquilo que era o ego sutil de ontem é o ego espalhafatoso do ser de hoje, mais refinado.

Todos os desafios da vida, em última análise, fluem da Síndrome do Nilo, quando o ego grita "meu rio é meu, e eu fiz a mim mesmo". E todas as recompensas da vida são apenas variações do Êxodo diário no qual ascendemos a um nível mais elevado na longa jornada vitalícia para fora do Egito.


 in 




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