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terça-feira, 3 de março de 2015

Justiça brasileira insulta Itália com oferta de vacina contra vendetta,com finalidade única de calar Pizzolato

Justiça brasileira insulta Itália com oferta de vacina contra vendetta,com finalidade



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www.postsweb.com.br/pub.asp?cp=2120257
Xeque - Marcelo Bancalero

Isto é incrível!
Após 6  dias de ser apresentado documento assinado por 21 senadores italianos do governista Partido Democrático que foi apresentado ao ministro da Justiça, Andrea Orlando, questionando a possível extradição do brasileiro Henrique Pizzolato
Com a seguinte citação;

"Respeitamos a decisão da Suprema Corte, mas decidimos interrogar sobre a eventualidade que uma violação dos direitos humanos nas prisões brasileiras possa orientar sua decisão para que haja uma solução que garanta a proteção física do nosso cidadão"

A justiça brasileira, quem mais teme as verdades de Pizzolato, articulou-se antes de ele  tentar a revisão da extradição na Corte Europeia de Direitos Humanos, sediada em Estrasburgo,onde existe a admissibilidade do reclamo de Pizzolato é arguida pela Comissão Europeia de Direitos Humanos, órgão auxiliar.
A articulação, chega a ser uma ofensa da Justiça brasileira para com a justiça italiana.
Oferecem uma vacina contra uma possível vendetta dos italianos, devido ao caso de Cesare Battisti.
Se a Itália aceitar tal oferta, será motivos de chacotas no cenário Europeu.
Quer dizer que o Brasil manipula como quer o país italiano?
Nega-se a extraditar Cesare Battisti, quando a Itália pediu, e agora oferece-o como um trunfo para ganhar um jogo bilateral que no final mostrará qual o melhor na barganha, que ignora que existe uma vida em jogo, a vida de um cidadão ítalo-brasileiro, que um dos  países lhe negou um julgamento justo, e o outro, exita em lhe permitir que ele busque justiça em sua segunda pátria

Leia os artigos base;
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03/03/2015 - 16h15

Itália comemora decisão sobre extradição de Cesare Battisti



O governo e a polícia da Itália comemoram a decisão da Justiça brasileira de ordenar a extradição de Cesare Battisti. Mas não negam que a medida possa ser uma tentativa de o Brasil fazer um gesto para a Itália e, assim, conseguir que o governo de Mateo Renzi aceite a extradição de Henrique Pizzolato ao País.
Oficialmente, nem o gabinete de Renzi e nem o Ministério da Justiça da Itália comentaram a decisão brasileira. Mas, na alta cúpula do governo, a decisão foi recebida "com muita satisfação". "Sempre houve uma grande surpresa na Itália em relação à decisão do Brasil de não extraditar Battisti. Agora, acho que as coisas começam a entrar em seu lugar", declarou um alto membro do governo de Renzi, na condição de anonimato.
Nos corredores em Roma, a decisão também foi tomada com um tom de ironia. "Antes, nossa Justiça na Itália não era confiável. Agora que o Brasil quer Pizzolato, a avaliação é outra?", questionou o alto funcionário do governo.
Henrique Pizzolato foi condenado a doze anos e sets meses de prisão no Brasil por conta do caso do mensalão. O ex-diretor do Banco do Brasil fugiu para a Itália e, depois de um processo que durou um ano e meio, a Corte de Cassação de Roma optou por sua extradição ao Brasil.
Uma decisão final, porém, cabe ao governo de Renzi e deve ser tomada em abril. Por enquanto, o Ministério da Justiça da Itália sequer recebeu a ordem de extradição do Judiciário.
Mas uma reviravolta no caso de Battisti terá certamente um impacto, segundo membros do governo ouvidos pelo Estado.
Entre a polícia italiana, a percepção era já em fevereiro de que a decisão da Corte italiana poderia abrir caminho para uma nova postura por parte do Brasil. "Estamos muito satisfeitos", declarou Francesco Falica, chefe da Direção Central da Polícia Criminal italiana e vice-representante da Interpol no país. "Essa era a nossa esperança", disse.
No Brasil, a Justiça Federal determinou que o ex-ativista italiano Cesare Battisti, condenado na Itália por assassinato, seja deportado. Em janeiro de 2009, governo brasileiro concedeu status de refugiado político ao italiano. Em seu último dia de mandato, Lula recusou o pedido da extradição feito pela Itália. Membro do grupo Proletários Armados para o Comunismo, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália por envolvimento em quatro assassinatos na década de 1970.
A Associação Italiana de Vítimas do Terrorismo também defendeu que a entrega de Pizzolato fosse condicionada a uma "troca" com Battisti. "Um ato de reciprocidade na extradição deve ser absolutamente necessário", declarou Luca Guglielminetti, diretor internacional da entidade. "O caso Battisti ainda não está encerrado. Não apenas para as vítimas do terrorismo na Itália, mas para toda a opinião pública italiana", disse o diretor.
A própria defesa de Pizzolato, em fevereiro na Corte em Roma, usou o argumento de que o Brasil não extraditou Battisti como forma de tentar convencer os juízes de que a Itália não poderia colaborar com o Brasil se Brasília sequer havia atendido a esse pedido.

27/02 às 15h48



Partido italiano diz que Pizzolato corre riscos no Brasil

Um documento assinado por 21 senadores italianos do governista Partido Democrático foi apresentado ao ministro da Justiça, Andrea Orlando, questionando a possível extradição do brasileiro Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do mensalão.
Na carta, os parlamentares afirmam que, ao autorizar a extradição de Pizzolato, a Corte de Cassação "não levou em conta as horríveis condições das prisões brasileiras, as quais podem causar um sério risco para a incolumidade de Pizzolato".
"Respeitamos a decisão da Suprema Corte, mas decidimos interrogar sobre a eventualidade que uma violação dos direitos humanos nas prisões brasileiras possa orientar sua decisão para que haja uma solução que garanta a proteção física do nosso cidadão", disseram os parlamentares, referindo-se a Pizzolato, que possui dupla nacionalidade.
A apresentação do documento foi feita cinco dias após o defensor público Desi Brino visitar Pizzolato na prisão de Modena. Mesmo antes da visita, Brino alertou Orlando de que o brasileiro correria riscos em seu país natal.
Em meados de fevereiro, a Corte de Cassação autorizou a extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. O brasileiro fugiu para a Itália há quase um ano e meio com um passaporte falso. Agora, cabe ao ministro da Justiça, Andrea Orlando, decidir se acata ou não a decisão.
O caso de Pizzolato fez ressurgir a polêmica envolvendo o italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua em seu país por quatro assassinatos e associação subversiva.
Considerado "terrorista" na Itália, o STF autorizou em 2009 a extradição de Battisti, mas o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva se recusou a enviá-lo à Itália.
http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2015/02/27/partido-italiano-diz-que-pizzolato-corre-riscos-no-brasil/




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