Magazine do Xeque-Mate

sábado, 5 de outubro de 2013

Marina Morena você se pintou... Se pintou com as cores da traição e rancor

Xeque - Marcelo Bancalero

A luta pela REDE Sustentabilidade parece não ter tido a sustentação necessária para ir adiante...
Agora Marina Silva despe-se da fantasia da terceira via e candidata viável aos evangélicos sem visão espiritual  para mostrar o que realmente é...
Agora, isso digo como evangélico, quando Marina diz que quer acabar com a hegemonia e o chavismo do PT na Presidência da República , só mostra quem realmente é...
Um mulher mal amada, egoísta, rancorosa que só quer uma coisa...
Denegrir o PT... Cuspindo assim no rosto de quem ajudou a ser reconhecida no Brasil, mesmo sem propostas abrangentes à toda nação.
Marina como muitos não quis conversar com o Aécio...
Mas escolheu Eduardo Campos, pois assim, segue o mesmo rumo do ex- apoio do PT que agiu de pela porta dos fundos, aproveitando-se da visibilidade que ganhou.
Na verdade,  a Rede de Marina não deu certo, mas a pescaria sim...
E teremos duas traíras para serem abatidas em 2014.
Um bom prato pra petista nenhum botar defeito...
Pra escolher...
Tucano assado regado a cachaça ou traíras ao molho de pimenta?
Como a fome de Dilma  é grande, vale misturar os dois e papar tudo no primeiro turno.

O artigo do comp@ Arnóbio Rocha no final do post, explica melhor essa ilusão da terceira via que só seria de fato se ao invés de ser vice de Campos, este aceita-se ser vice de Marina.

Leia os artigos base;

Oposição Di-Dá-Dó Ironias de um estado laico... Candidata dos evangélicos...Vira despacho da direita golpista Usando dica de comentários de Telma Azevedo e Rita Moraes para criar nova imagem para o post


Marina se filia ao PSB com proposta para ser vice de Eduardo Campos 

Por Clarissa Oliveira e Wilson Lima - iG Brasília | 05/10/2013 12:47 - Atualizada às 05/10/2013 16:02

Após longa negociação com outros partidos, ex-senadora aceitou convite do socialista para a montagem de um projeto conjunto para 2014

Depois de uma longa negociação com aliados e diversos partidos políticos, a ex-senadora Marina Silva decidiu na noite de ontem se filiar ao PSB. O plano foi desenhado com o objetivo de lançá-la ao posto de vice na chapa presidencial que será encabeçada pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em 2014.
Poder Online:


Alan Sampaio / iG Brasília
Ontem, Marina disse que filiação a partido seria "programática" e "não pragmática"

A ida de Marina para o PSB foi decidida na última hora. A ex-senadora passou toda a sexta-feira mergulhada em reuniões com outros articuladores da Rede Sustentabilidade, que teve o registro negado pela Justiça Eleitoral nesta semana, após Marina e seus aliados falharem em validar a tempo as assinaturas necessárias à criação do novo partido.
Até o fim da tarde de ontem, nem o time de Campos, nem os interlocutores mais próximos de Marina imaginavam que ela poderia optar por um acordo que envolvesse o posto de vice na chapa socialista. Marina só deu o sinal verde para que o pernambucano embarcasse para Brasília para negociar um acordo no fim do dia, após fracassarem todas as conversas com partidos como PPS e PEN, entre outros que ofereceram a legenda para a ex-verde disputar a eleição.
Nenhum acordo saiu porque Marina, além de demandar o controle de todo o processo que envolveria sua candidatura presidencial, apresentou aos partidos uma série de exigências programáticas. Mas pesaram nas negociações também as preocupações de Marina com o desgaste que poderia sofrer com o sucessivo troca-troca de legenda e com a incoerência entre seu discurso e o dos partidos que se apresentaram para lançá-la candidata.


Gabriela Bilo/Futura Press
Eduardo Campos, governador de Pernambuco

Marina procurou encontrar uma solução que contemplasse seus aliados na Rede – embora uma parte deles tenha se antecipado à decisão da ex-senadora e optado por se filiarem ontem mesmo a outras siglas. Foi o caso dos deputados Miro Teixeira (RJ), que trocou o PDT pelo PROS, e de Domingos Dutra (MA), que deixou o PT para engordar os quadros do Solidariedade.
Na conversa que tiveram ontem à noite, Campos disse a Marina que, juntos, teriam condições de oferecer uma alternativa real para o eleitorado na campanha presidencial do ano que vem, com chances de vitória.
A ex-verde, segundo pessoas próximas às negociações, demonstrou certa preocupação com a ideia de ser vice. Assim, ficou acertado que essa composição da chapa não será oficializada de imediato, embora esta seja a base de todo o projeto desenhado pelos dois.
Interlocutores de Eduardo Campos empenham-se em repetir que a ordem é deixar o quadro aberto. Chegou a ser dito que, por exemplo, que caso o cenário se altere e Campos, por algum motivo, se veja inviabilizado de disputar, Marina automaticamente seria o nome do partido para a corrida presidencial.
Reação
Hoje, assim que tomaram conhecimento da notícia sobre a filiação de Marina, interlocutores do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) se lançaram em telefonemas para líderes socialistas.
Campos e Aécio vinham conversando recorrentemente sobre a ideia de aproveitarem um a candidatura do outro, num esforço para empurrar a disputa com a presidente Dilma Rousseff para um segundo turno. A ideia era fazer uma espécie de pacto que permitisse assegurar a segunda etapa de votação.
A notícia também altera o cenário para a presidente Dilma Rousseff. Isso porque, diante da recusa da Justiça Eleitoral de conceder o registro à Rede, o PT já vislumbrava alguma possibilidade de se deparar com a velha polarização PT-PSDB na corrida presidencial do ano que vem. Este é tido por aliados da presidente como o cenário mais favorável a uma reeleição em primeiro turno.
De acordo com interlocutores da Rede, pesou na decisão uma disposição do PSB de não recorrer à fidelidade partidária para assegurar mandatos de aliados de Marina que venham a deixar o PSB.

Marina e a decepção da Rede, agora o que a espera...
O Sonho: Marina e a decepção da Rede, agora o que a espera…
Eduardo Campos e a Família Bornhausen à espera de Marina
O Mundo Real: Eduardo Campos e a Família Bornhausen à espera de Marina
De vez em quando, principalmente na época de eleições presidenciais, ouvimos falar na terceira via, na verdade candidaturas personalistas, erroneamente identificadas como terceira via, que aparecem desde 2002, como força para dividir, desde quando o PT se efetivou como a alternativa viável ao projeto Hegemônico do Kapital(PSDB). Em 2002 foi Ciro Gomes (na época no PPS), em 2006, Heloísa Helena (PSOL, na época). Em 2010 Marina Silva (PV na época). Mas por que não se trata de uma terceira via?
Simples, todos estes candidatos foram de projetos personalistas, figuras públicas que galvanizam votos descontentes com a polarização e/ou por circunstâncias específicas do jogo eleitoral. Heloísa Helena, por exemplo, foi catapultada pela CPI do Mensalão em que deu seu show. Ou Marina Silva, que pegou o vácuo das baixarias da campanha passada e se beneficiou das denúncias contra casa civil, ajudou, objetivamente Serra a chegar no improvável segundo turno. Porém, em nenhum caso, de 2002 até agora, estes personagens  ajudaram a criar nenhum partido viável e perene que se consolide como alternativa e projeto de governo frente aos projetos definidos que, gostemos ou não, são os do PT e do PSDB. A polarização é salutar e real, refletindo as experiências e acúmulos históricos da Esquerda ( diria centro-esquerda) do PT e da Direita(Centr0-Direita) do PSDB.
O Caso de Marina parece ser mais o importante de analisar, Ciro Gomes é uma liderança regional com características e rompantes que pouco agrega ao diálogo nacional, pulou de galho em galho num movimento errático desde seu melhor momento, em 2002. Enquanto Heloísa Helena, com o PSOL cujo centro é apenas o ódio ao PT, nada conseguiu posteriormente, inclusive rompeu com o seu partido para seguir Marina, já em 2010. Marina se constitui como nome nacional, não tem história de enfrentamentos raivosos com os adversários, comedida e mais afável, não causa estragos nas relações e sua imagem não ficou ligada negativamente como HH e Ciro.
Entretanto Marina trilhou o mesmo caminho dos dois, de rupturas com partidos, primeiro com o PT, depois a ponte via PV para se viabilizar em 2010, logo depois saiu para construir um “Não- Partido”, tentando captar um sentimento, reacionário, contra os partidos. Muitos se iludiram achando que Marina seria o “Novo” ou que as manifestações de junho seriam capturada pela “Rede”, não se deram conta de que, ao mesmo tempo em que Marina reuniu ex-esquerdistas ao redor de si, como Martiniano e Heloísa Helena que vieram do PSOL, Domingos Dutra , Pedro Ivo do PT, também se juntou a ela, Walter Feldman uma espécie de faz-tudo do Serra. Além dos vínculos orgânicos de Itaú e Natura.
Mesmo com os 20 milhões de votos, uma subida enorme nas pesquisas entre junho e julho de 2013, a tal Rede, não conseguiu míseras 500 mil adesões, logo eles tão acostumados com petições online ou “curtir” no Facebook, não transformaram em números viáveis para se legalizar um “partido” Não-Partido para chamar de seu, uma máquina para seu projeto, não uma terceira via. Aqui entra uma segunda ilusão, pois muitos engoliram a enrolação de que Marina, seus asseclas questionavam os Partidos. Porém ela não tem vontade própria, o Kapital(Itau, Natura e Globo) definiu o que ela tem que ser MULETA da Direita contra os governos do PT, assim descrito no Estadão que “Marina foi pressionada por empresários que têm financiado seu projeto político de criar um partido a sair candidata. Foi dito a ela que não seria possível ela abandonar um projeto que contou com tantos apoios, inclusive financeiros na sua trajetória para criar a Rede.”
A Direita alimenta e afaga o Ego de Marina, como se fosse uma proeminente liderança, o que não é, tem pesadas limitações políticas e de compreensão da sociedade, vive de um messianismo de uma bandeira única, o verde (??). Marina é útil demais à Direita, segundo o raciocínio binário, ela pode repetir os votos de 2010, abrindo a possibilidade de um segundo turno, além de jogar força para derrotar o governo do PT, em último caso sendo alternativa ao próprio Aécio, se este não decolar.
Sua filiação ao PSB é apenas parte deste triste enredo, recentemente também tinham se filiado ao partido a Família Fascista Bornhausen e Heráclito Fortes , todos da extrema-direta do DEM, quer dizer que a pessoa que dizia fazer “política diferente” contra os conchavos e acordos espúrios, Marina Kaiowá de Calcutá SA, por pressão dos seus ricos apoiadores, segundo o Estadão, Itaú e Natura, acaba nos braços,  olha que irônico da Família Bornhausen, Heráclito sapo-boi Fortes, e todo o conjunto de direitistas raivosos, desmatadores juntos com a “rainha” verde, bem, Evangeverde criacionista.
É esta a Novidade Nova da tal Rede? Antipartidos ir se filiar como tendência no meio de reaças, mais ainda correndo o risco de não ser candidata. Minha leitura, Marina será a candidata, vice é muito pouco e não acredito que vitamine tanto a alternativa Eduardo Campos, o Arraes III. A jogada só será eficaz se Campos abrir mão da candidatura, se tornando vice, aí sim fará todo o sentido, o contrário, nada acrescenta, é o que penso.
Por fim, seria cômico se não fosse trágico, o PPS, o grupo de aluguel, que implorou por Serra e seu #Tremsalao não veio. Então esta capitânia hereditária do coronel Antônio Bento, digo, Bob Freire, aquele ex-comunista que nunca foi comunista, só curtia o “ouro de Moscou”, procura Marina Kaiowá de Calcutá SA e suas divisas do Itau, Globo e Natura, que também lhe negou.
2014, chegou.

Não esqueça!
O páreo será duro em 2014
Pra ter certeza de um PT forte participe da PED 2013  com responsabilidade.
Precisamos ter um PT que continue governando para todos.


Se eu sou Rui Falcao eu voto na chapa Nacional 
#Sou250 #SouRui180 #PED2013
Na PED 2013 o voto certo é 250
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