Magazine do Xeque-Mate

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A prostituição dos idolos no Brasil

Xeque-Marcelo Bancalero
A ideia original desse post veio de Wilson Andrade É degradante o que algumas celebridades fazem, ao se prostituir e vender sua imagem à direita fascista.
O movimento de ídolos prostituídos começou com a Regina Duarte em 2002, depois outros em nome de não sei o que, dinheiro, exposição midiática ou outra coisa apareceram aliados à direita raivosa.
E agora por último, temos a aparição de Ney Matogrosso em Portugal detonando o próprio país.
Pois bem...
Ainda bem que temos  nossas estrelas virgens que recusaram a se prostituir.
Algumas mesmo trabalhando em emissoras de TV claramente com lado assumido contra o governo petista no Brasil, conseguem manter sua escolha em defesa ao governo, sem que isso atrapalhe sua profissão.
Muitas vezes eu quis que artistas como Paulo Betti, Regina Casé, José de Abreu entre outros mudassem de emissora. Mas acho que é um tapa de luva de pelica na cara dos reacionários dessa mídia golpista, ter estas digníssimas estrelas por lá.
Embora eu não assista mais novelas globais, sei que  graças ao poder de influência que eles tem com a exposição  nestas novelas, podem ajudar muita em nossa causa quando dão sua  opinião sobre as grandes obras sociais do governo Dilma.

A inserção do vídeo Fantasmas do Passado pelo PT ontem ,mostra como esses ídolos prostituíram-se em vão. E perderam muitos fãs com isso.Pessoas que sabem a verdade, por terem vividona pele as mudanças que o governo do PT fez neste país.
Gente que como eu tem um desejo, e cada um deles esbofeteia estes vendidos quando grita Quero+Brasil!
E tenham certeza, ele  querem Dilma de novo, pois o governo petista é muito mais Brasil!
Leiam mais e assistam aos vídeos;

 QUEM TEM MEDO DO PASSADO

Cenas de medo novelesco de Regina Duarte, em 2002, tem pouco a ver com comparação entre o Brasil antes e depois de Lula

 O primeiro filminho de propaganda do PT provocou uma reação previsível da oposição.
Aécio Neves chegou a dizer que as crianças deveriam ser retiradas da sala. Eduardo Campos também criticou. Claro que nenhum deles está discutindo a linha estética das imagens. 
 A comparação entre o Brasil de hoje e aquele que antecede a chegada de Lula ao Planalto, em 2003, é chocante e perturbadora. Aposto muitos eleitores sequer se dão conta do que mudou no país ao longo de onze anos. A comparação, é claro, só prejudica quem quer ganhar a eleição de outubro com o discurso do caos e da catástrofe e,  ciente da impunidade junto aos meios de comunicação, chega a prometer “medidas impopulares” sem ficar corado nem temer por repercussões negativas.
A comparação com o discurso do medo apresentado por Regina Duarte, na reta final de 2002, não faz sentido. O discurso de 12 anos atrás não podia apoiar-se em fatos objetivos. Naquele ano, a inflação disparava e o país pedia socorro ao Fundo Monetário Internacional para não quebrar. A popularidade de Fernando Henrique era tão baixa que José Serra, candidato do governo, preferia manter distância do Planalto e do presidente. Quando perguntado sobre a economia – um desastre nos ultimos anos de FHC  – o candidato tucano não colocava a culpa na crise internacional apenas. Fazia questão de dizer que o governo FHC não seguira a política economica de sua preferência.
 O PSDB até podia falar no medo mas não conseguia apresentar nenhum motivo para transmitir segurança ao eleitorado em caso de vitória de seu candidato. Este era o ponto. Era uma aposta no irracional, no pavor do desconhecido, naquilo que os psicanalistas chamam de inconsciente. No vale tudo da reta final, o olhar de Regina Duarte tinha muito de herolína de heroína de novela. Mas sua alternativa era o apagão, o desemprego, as privatizações.
 Você sabe minha opinião sobre o governo Lula-Dilma e não vou explicar o que penso aqui. Mas é evidente que vive-se outra situação com uma economia que mantém o menor desemprego da história, que valoriza o salário mínimo e consegue, com muitos esforços, manter a inflação na melhor média desde a posse de FHC no Planalto, em 1995.
A campanha pela reeleição de Dilma compara passado e presente porque pode fazer isso. Nãoi falta de um sentimento, que pode ser manipulável, mas de fatos. Não faltam emoções nos momentos de encontros de brasileiros consigo mesmos. Você pode até achar que se chegou ao melodrama. Mas o conteúdo é racional, compreensível. É político.  
 Eu acho provável que a campanha venha adquirir outra dinâmica nas próximas semanas. Num país onde os meios de comunicação vivem num mundo fechado, de suas próprias ideologias e preferencias seletivas, a  propaganda eleitoral é um raro espaço democrático.
Vai oferecer ao governo Dilma uma  chance única de dialogar com os brasileiros e defender seu legado político. É por isso e apenas por isso que a oposição teme comparações com o passado. 


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