Magazine do Xeque-Mate

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Joaquim aprendeu bem duas coisas com o Cerra, dar tiro no pé, e justificar fazendo-se de vítima

Xeque  - Marcelo Bancalero

Pois é...
A revista isto é, entre outras mídias perguntou em 2010;

"Seria a licitação do metrô de Serra, mais um trololó petista?"

Hoje, sabemos que não era!
Hoje, acuado por pares do judiciário de forte expressão como a  Ajufe - Associação dos Juízes Federais por exemplo. Fora o cerco da OAB... 
O supremo babaca, segue o parceiro Cerra, em dois quesitos...
Além dos tiros no pé...
Soltar gracinhas como o trololó petistas do amigo Zé Mané...
Para Joaquim Barbosa a deixa para fugir à responsabilidade de suas atitudes foi soltar essa;

"Isso são coisas politiqueiras!"  

Disse que não tem que prestar contas a essas coisas politiqueiras e que quem não deve não teme...
Primeiro, senhor supremo arrogante, deve sim prestar contas de seus atos, afinal quis a super-exposição da mídia, agora tem sim que dar explicações de seus atos pois a população, que enganada por essa mesma mídia o exaltou, está esperando respostas....
E quanto ao "Quem não Deve Não Teme"....


Aguarde Joquinha!
Seus guarda-costas vão cair com você!

Leia mais;
O artigo do R7 

“Quem não deve, não teme”, diz Joaquim Barbosa sobre apartamento em Miami


E a dica do comp@ Anisio Silva do Tijolaço

Dr. Joaquim proclama que não tem de prestar contas a juízes “politiqueiros”



“Quem não deve, não teme”, diz Joaquim Barbosa sobre apartamento em Miami

Ministro diz que críticos deveriam se preocupar com "os assaltos ao patrimônio público" no País
Da Agência Brasil
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, disse nesta terça-feira (6) não temer as acusações de que cometeu irregularidades ao comprar um apartamento em Miami.
O ministro adquiriu o imóvel de cerca de R$ 1 milhão na cidade norte-americana por intermédio de uma empresa aberta com esse propósito, fornecendo o endereço de seu apartamento funcional em Brasília como referência.

— A única coisa que posso dizer a você é o seguinte: eu comprei com o meu dinheiro, tirei da minha conta bancária, enviei pelos meios legais. Não tenho contas a prestar a estas politiqueiras. Quanto a essas pessoas que vivem a me atacar, eu digo isso: Quem não deve, não teme.
 Associações de juízes estão questionando o formato adotado pelo ministro para realizar a compra. Eles apontam que a abertura de empresa e fornecimento do endereço funcional contraria a legislação em vigor, e estudam apresentar uma consulta ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para saber se um juiz de primeiro grau poderia fazer o mesmo.

Barbosa não pode ser interpelado perante o CNJ porque o Conselho não tem alcance sobre o Supremo, mas a consulta serviria de parâmetro.
— Isso é politicagem. O CNJ não cuida dessas matérias.

O presidente do STF criticou a insistência no assunto e disse que as pessoas não deveriam focar suas preocupações em um cidadão correto.
— Aqueles que estão preocupados com as minhas opções de investimento feitas com os meus vencimentos, com os meus ganhos legais e regulares, deveriam estar preocupados com questões muito mais graves que ocorrem no País, especialmente com os assaltos ao patrimônio público que ocorrem com muita frequência.

Dr. Joaquim proclama que não tem de prestar contas a juízes “politiqueiros”

6 de Aug de 2013 | 17:51
Desculpem voltar ao tema, porque parece que é uma discussão menor.
Mas não é.
É o retrato lamentável do que um homem transtornado pelo convencimento de que é um ser humano melhor do que todos os outros é capaz de fazer.
O Dr. Joaquim Barbosa se posta acima da Lei.
Acaba de dizer a O Globo que não tem contas a prestar aos “politiqueiros”. Que abriu a empresa, comprou o apartamento em Miami com o seu dinheiro, mandado para forma “pelos meios legais”.
Quem são os politiqueiros? Os juízes que, através de sua associação, resolveram indagar se é legal que magistrados constituam empresas fora do Brasil e com elas comprem imóveis.
O Dr. Barbosa disse que examinar sua conduta não é atribuição do Conselho Nacional de Justiça, que ele preside e que editou o Código de Ética da Magistratura.
Imaginem o que seria Dilma Rousseff abrir uma empresa na Flórida, com sede no Palácio da Alvorada, sua residência, para comprar um apartamento em Miami!
Mas não Joaquim Barbosa, o super-homem da mídia!
Com ele “é politicagem”.
E acabou-se a questão.
Modestamente, fica a pergunta: quem tem a atribuição de examinar a conduta do Dr. Joaquim?
Ele mesmo?
O presidente de um poder da República não pode comportar-se como se fosse um Rei, ungido por Deus e dono da razão absoluta.
Seria revogar a República e atribuir-lhe o poder absoluto.
Se é o não legal fazer o que a Associação dos Magistrados questiona, não é ele quem terá de responder.
Se é legal, todo servidor público terá o direito de fazê-lo; se não é, ele não poderia tê-lo feito.
É simples assim e isso se chama igualdade perante a lei.
No Brasil não há monarcas, Dr. Joaquim!

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