Magazine do Xeque-Mate

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Raimundo Pereira coloca PGR e STF em Xeque com nova matéria na revista Retrato do Brasil "A Trama dos 3 acusadores"

Xeque - Marcelo Bancalero

Não é a toa que Gurgel, e alguns ministros sejam contrários às previsões do ministro Dias Toffoli, que disse em entrevista, que o julgamento da AP 470 ( o tal do mensalão), terá prazo de duração entre  1 a 2 anos ainda. Mesmo que seu prazo de validade para os golpistas já tenha se esgotado).
Pois agora, eles, o STF e PGR é que serão vitrines, e a exposição com descobertas feitas de ERROS, por muitos não petistas, mas intelectuais, jornalistas, juristas entre outros, em revistas, livros, blogs e sites... Todas estas descobertas  vão deixar estreito o caminho de quem estava por trás deste MENTIRÃO.
Leiam a mais nova matéria da Revista Retrato do Brasil, enviada pelo jornalista Raimundo Pereira e que já se encontra nas bancas.








Alô PHA, Daniel Dantas processou Pizzolato !
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PHA colocará Pizzolato em sua galeria de honra ?
O ano era 1999 e Pizzolato exercia o mandato de diretor de seguridade da PREVI, o poderoso fundo de pensão dos funcionários do BB.
Eleito que foi pelo conjunto dos funcionários do BB, Pizzolato, como todos os outros diretores da PREVI, os eleitos e os indicados pelo governo FHC, também exerceu a função de conselheiro em empresas na qual a PREVI tinha participação.
E lá foi Pizzolato atuar como conselheiro da PREVI na BrasilTelecom.
Em uma das primeiras reuniões na BrasilTelecom, como de praxe, Pizzolato recebe vasta documentação para poder votar no conselho. Estuda a documentação e vota conforme sua consciência.
Ocorre que em seu voto Pizzolato desagradou o controlador da BrasilTelecom, o empresário Daniel Dantas. Inconformado, Daniel Dantas faz valer contrato de gaveta que lhe conferia poderes para substituir o representante da PREVI na BrasilTelecom e então Pizzolato é destituído do conselho da BrasilTelecom. E não satisfeito, Daniel Dantas move processo contra Pizzolato.
Como bem registra Paulo Henrique Amorim: Diz-me quem te processa e dir-te-ei quem és
FICAM INTIMADAS AS PARTES E SEUS ADVOGADOS DAS SENTENÇAS/DECISÕES/DESPACHOS NOS AUTOS ABAIXO RELACIONADOS PROFERIDOS PELO MM. JUIZ FEDERAL SIMONE SCHREIBER
21000 - AÇÃO PENAL
1 - 0514862-08.2004.4.02.5101 (2004.51.01.514862-5) MINISTERIO PUBLICO FEDERAL (PROCDOR: ANDREA BAYAO PEREIRA.) x JAIR ANTONIO BILACCHI (ADVOGADO: EDUARDO CAVALCANTE GAUCHE.) x JOAO BOSCO MADEIRO DA COSTA (ADVOGADO: MARCELO NAPOLITANO DE OLIVEIRA, LUIZ RODRIGO DE AGUIAR BARBUDA BROCCHI.) x CLAUDIO SALGUEIRO GARCIA MUNHOZ x VITOR PAULO CAMARGO GONÇALVES (ADVOGADO: ANTONIO EDUARDO DE MORAES, RENATO SIMOES HALLAK, ALEXANDRE LOPES DE OLIVEIRA.) x ARLINDO MAGNO DE OLIVEIRA (ADVOGADO: ANTONIO EDUARDO DE MORAES, RENATO SIMOES HALLAK, ALEXANDRE LOPES DE OLIVEIRA, JOSE MARCELO CARVALHO CORTES.) x HENRIQUE PIZZOLATO (ADVOGADO: ALEXANDRE BARENCO RIBEIRO.). SENTENÇA TIPO: D2 - Absolutórias REGISTRO NR. 000022/2013 .
Isto posto, julgo improcedente o pedido contido na denúncia e absolvo sumariamente JAIR ANTÔNIO BILACCHI, CLÁUDIO SALGUEIRO GARCIA MUNHOZ, JOÃO BOSCO MADEIRO DA COSTA, VITOR PAULO CAMARGO GONÇALVES, ARLINDO MAGNO DE OLIVEIRA e HENRIQUE PIZZOLATO, na forma do art. 397, III, do Código de Processo Penal.
P. R. I. Intimem-se pessoalmente os acusados.
Transitada em julgado a presente sentença, expeça-se ofício ao Instituto Félix Pacheco, proceda-se ao competente registro no cadastro do SINIC, dê-se baixa na distribuição, remetam-se os autos à SEDCP para anotação e arquivem-se.




Barbosa permitiu acesso de Daniel Dantas a processo sigiloso e negou para Pizzolato



Daniel Dantas, dono do banco Opportunity, é um dos investigados pelo Inquérito 2474, relatado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que foi mantido em segredo de Justiça por ele durante o julgamento da Ação Penal de número 470, que condenou 38 réus no caso apelidado pela mídia golpista de "mensalão".
Os advogados de Dantas tiveram acesso aos autos do inquérito secreto em 14 de abril de 2011, por decisão monocrática (isto é, somente da sua responsabilidade) de Barbosa, que emitiu despacho favorável ao pedido de vistas alegando que Dantas é parte do processo.
O documento foi encontrado pelo internauta Stanley Burburinho, em pesquisa ao site do Supremo Tribunal Federal (STF), que acusa mais cinco decisões mono-cráticas de Barbosa relativas ao inquérito.
Segundo matéria assinada por Maria Inês Nassif, no portal Carta Maior, o documento também informa que, naquela data (14 de abril de 2011), os volumes principais do inquérito secreto estavam com o procurador-geral da República. No Supremo, encontravam-se apenas os apensos, que foram liberados para as vistas do advogado do empresário.
O inquérito 2474 contém um laudo feito pelo Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal, que fez uma perícia nas contas da Visanet. O laudo poderia ter evitado a aceitação da denúncia contra Henrique Pizzolato na Ação Penal 470, mas só foi tornado público depois da publicação do acórdão do Supremo que oficializou a aceitação das acusações.
A defesa de Pizzolato também pediu para ter acesso ao inquérito, mas teve a solicitação indeferida por Joaquim Barbosa no fim do julgamento da AP 470. A defesa só teve acesso após a condenação do seu cliente, em 29 de abril

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