Magazine do Xeque-Mate

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Manifestações Passe livre chegam a Sorocaba, e em São Paulo até jornalistas do Portal Terra e Carta Capital são presos

Xeque - Marcelo Bancalero


Manifestações  pelo Passe Livre  causam rebuliço e muita violência por parte da PM em SP. 
Direito de imprensa  é impedido com prisões de jornalistas do Terra e Carta Capital Piero Locatelli , que foi preso por estar com vinagre, para usar  para amenizar os efeitos do gás pimenta.
E hoje, as manifestações chegaram ao interior na cidade de Sorocaba.
A barbárie do jeito tucano de governar e lidar com problemas, pode levar-nos ao caos!
Quem não sabe governar, não sabe dialogar, não sabe cuidar da população deve  dar espaço a outro com mais competência.


Manifestação contra o aumento de passagens (Passe Livre) de ônibus (13-06-2013) em São Paulo, PM detém ao menos 30 durante concentração para protesto em SP, até repórter da "Carta Capital", Piero Locatelli foi preso

.

 Barbaridade !!! 

Prisões ilegais, uma por que o cara estava com vinagre para se proteger de gás lacrimogênio, essa prisão é ilegal, por que não há o que se falara em crime.

E mais uma vez, o Governador de São Paulo rasga a constituição e joga o tal "Estado Democrático de Direito" no lixo, ao prender um repórter da carta Capital, Piero Locatelli , ou seja, e a liberdade da imprensa ?

O que justifica a prisão de pessoas que se concentram , e se preparam para uma manifestação, onde há o crime, compactuar com isso, é voltar aos tempos sombrios da ditadura, ainda, que você não concorde com o movimento.

Barbaridade, o que é isso ?

Em São Paulo, policial militar atinge cinegrafista com spray de pimenta durante protesto contra o aumento da tarifa do transporte coletivo, em frente ao Theatro Municipal, no centro da capital. Que domocracia é essa ?

UOL 


  Vamos aguardar mais notícias.

UOL

 Folha.com


Ao menos 30 pessoas foram detidas na tarde desta quinta-feira durante a concentração para o protesto contra o aumento das tarifas de ônibus que ocorrerá na região central de São Paulo.Por volta das 17h40, um grande número de pessoas ocupava a escadaria do Theatro Municipal e a calçada da praça Ramos. 
 
Os primeiros detidos foram cinco jovens que passaram pela revista dos policiais militares que montaram dois cordões de isolamentos nos dois lados do viaduto do Chá, onde fica a prefeitura. Todos no local passam por revista e interrogatório. Ao menos um deles tinha vinagre, que é usado para amenizar os efeitos do gás lacrimogêneo. 

  Momentos depois foi apreendido um outro grupo de pessoas na praça do Patriarca. A polícia não informou a razão da detenção, mas eles foram levados para o 1º DP (Sé) e para o 78º DP (Jardins). Entre os detidos está o repórter da "Carta Capital", Piero Locatelli. 

A concentração é acompanhada inclusive pela Tropa de Choque e pela Cavalaria da Polícia Militar. O medo de confusão durante o protesto fez com que muitos comerciantes fechassem as lojas na região central. 

"Tem que fechar porque está todo mundo com medo da violência", disse uma funcionária da lanchonete Municipal, na praça Ramos. O estabelecimento, que costuma fechar às 22h, hoje fechará às 17h. 

Um vendedor das Casas Bahia disse que a loja começou a fechar às 16h, enquanto o normal seria às 21h. A reportagem viu o momento em que o funcionário desceu metade da porta. Segundo a assessoria de imprensa das Casas Bahia, a loja está funcionando normalmente. 

Ao menos dez dos lojistas que mantiveram as lojas funcionando deixaram as portas entreabertas. Na rua Xavier de Toledo, 98, sede da Marítima Seguros, os funcionários foram dispensados às 15h30, quando o horário normal é às 18h. 

O porteiro de um edifício comercial da região, que preferiu não ser identificado, disse que "no protesto da semana passada teve muito problema porque os funcionários não conseguiram ir embora devido à confusão. Por isso, [hoje] já foram embora". 

NEGOCIAÇÕES
 
Na quarta-feira (12), o Ministério Público de São Paulo reuniu-se com manifestantes do MPL (Movimento Passe Livre) --organizador dos protestos contra o aumento da tarifa do transporte público-- e se comprometeu a marcar uma reunião com Alckmin e com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para negociar uma suspensão, por 45 dias, do valor da nova tarifa de R$ 3,20. Antes do aumento, a tarifa de ônibus, metrô e trens custava R$ 3. 

Hoje, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), porém, afirmou descartou a possibilidade de suspender o aumento das tarifas pelo período. Procurada, a gestão Fernando Haddad (PT) ainda não se manifestou se aceitaria a proposta do Ministério Público.
"Quanto a reduzir o valor da passagem, não há possibilidade", afirmou o governador, que foi a Santos com o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, inaugurar uma delegacia e anunciar investimentos em segurança na região. "O reajuste foi menor que a inflação, tanto nos trens e metrô quanto nos ônibus", disse Alckmin. 
  

http://ricardo-gama.blogspot.com.br/2013/06/manifestacao-contra-o-aumento-de.html

13/06/2013 19h12 - Atualizado em 13/06/2013 19h12

Nova tarifa de ônibus gera protesto de estudantes em Sorocaba, SP

Manifestantes percorreram ruas do Centro com cartazes.
Ele entraram no Terminal Santo Antônio para continuar o protesto.

Do G1 Sorocaba e Jundiaí
Cerca de 200 estudantes de Sorocaba (SP) realizam mais um protesto contra o aumento na tarifa do transporte público coletivo nesta quinta-feira (13), no Centro. De acordo com informações da Guarda Civil Municipal (GCM), os manifestantes percorreram algumas ruas do Centro até chegarem ao Terminal Santo Antônio.
Os estudantes não concordam com o aumento na tarifa do ônibus de Sorocaba, de 5,49%, conforme informou a Urbes, empresa que administra o transporte público no município.
O preço da passagem social passou de R$ 2,95 para R$ 3,15, o vale-transporte de R$ 3,15 para R$ 3,25 e para estudantes, passou de R$ 1,50 para R$ 1,55.
De acordo com a GCM, que acompanha toda a manifestação dos estudantes, inclusive, com o sistema de videomonitoramento, o protesto está acontecendo de forma tranquila, com uso de cartazes, e sem algum tipo de violência. A Polícia Militar também acompanha de perto a manifestação dos estudantes.

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