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quinta-feira, 26 de março de 2015

Jeitinho tucanalha de roubar obras do PT

Xeque - Marcelo Bancalero

Obra da Creche Gren Valle também foi obra do ex-prefeito do PT Carlos Augusto Pivetta, que conseguiu verba do governo federal de Dilma
O tucano Erinaldo estará inaugurando amanha sem nada na placa  mencionado o governo federal.
Mas dando a entender que foi Alckmin quem deu  tudo!
E ainda...
Veja imagens do Posto de Saúde abandonada ao lado da Creche
Ai que saudades do ex-prefeito Carlos Augusto Pivettta do PT
Dica da denúncia Evandro Messias e Maurilio Francisco de Assis

Faleceu nessa madrugada, o pai de Henrique Pizzolato

Xeque - Marcelo Bancalero

Não bastasse o sofrimento da liberdade privada injustamente, devido a braços cruzados que não ousaram o ajudar, e uma justiça caolha e corrupta que não o permitiu se defender, meu amigo, Henrique Pizzolato http://goo.gl/fVq4Xd tem hoje uma outra dor para suportar...
No início dessa madrugada, faleceu seu pai, devido a complicações médicas no HSF.
Minhas orações para que ele e a família, saibam buscar e encontrem forças Naquele que é o único que pode confortar e fortalecer nessa hora tão difícil.
Leia;

Pai de Henrique Pizzolato morre após complicações médicas no HSF

ALEX PACHECO 26 DE MARÇO DE 2015 0
Concórdia – Morreu no início dessa madrugada no Hospital São Francisco o concordiense Pedro Pizzolatto, 85 anos, pai do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.  Pedro estava internado há alguns dias e durante o tratamento médico sofreu uma parada-cardiorrespiratória. Ele chegou a se recuperar e deixar o Centro de Tratamento Intensivo do Hospital São Francisco, mas não resistiu e acabou falecendo.
O corpo está sendo velado no velatório municipal em anexo ao Cemitério de Concórdia, no bairro Imperial. A previsão da família é de realizar o sepultamento por volta das 16h30.
Pedro Pizzolato é pai de Henrique Pizzolato que foi preso na Itália depois de deixar o Brasil para não cumprir a pena da condenação imposta pelo caso do Mensalão. Pizzolato está preso na Itália depois da justiça decidir pela sua extradição. O concordiense se apresentou em Maranello e transferido para a Penitenciária de Modena.
Desde que foi novamente preso, Pizzolato não mantinha mais contato com o pai em Concórdia. Ao jornalismo da ATUAL FM, Pedro Pizzolato contou por telefone em janeiro que conversou com o filho através do telefone. Ele estava otimista quanto a vinda do filho de volta ao Brasil

Aos 89 anos e ainda trabalhando, morre um dos poucos humoristas sérios existentes, o ator Jorge Loredo, o eterno Zé Bonitinho

Xeque - Marcelo Bancalero

Nos deixou um dos poucos  humoristas sérios que ainda existem entre nós.
Não se  trata de uma contradição...
Humorista sério, é adjetivo dado àquele profissional do humor, que leva à sério sua profissão, que tem o objetivo principal de fazer eclodir dentro do peito,  risadas e sorrisos puros.
Não a gargalhada do deboche, nem rir da própria má sorte, como são os produtos dos "ditos" humoristas do contemporâneo, que criam piadas mercadológicas , de intenção unicamente políticas.
Zé Bonitinho era dos poucos humoristas que ainda fazia piadas, que  eram capazes de fazer surgir gargalhadas desde os 8 aos 80 anos.

Fato!
Numa realidade cruel, onde o humor é feito para coxinhas darem risadas de piadas que nem compreendem, só resta deixar àquele que criou tantas frases de humor, duas frases sérias...

"De quem irão Rir nossos netos? " Chico Anysio
"Morre Zé Bonitinho... O insubstituível" Marcelo Bancalero

"Hello mulheres do meu Brasil varonil... vou dar a vocês agora um tostão da minha voz... Cameras, close! If I had a thousand women... au au... au au..." 
"Zé Bonitinho, aquele que não é café, mas vai te deixar acordada a noite toda."  
"Zé Bonitinho, aquele que não é caminhão de gás, mas a mulherada tá sempre correndo atraz."  
"Zé Bonitinho, é que nem água de bateria, encostou já sai comendo!"  
"O chato não é ser bonito, o chato é ser gostoso!"  
"Zé Bonitinho, aquele que não é o Chapolin, mas também tem uma marreta biônica."  
"Zé Bonitinho, o perigote das mulheres." 
"Zé Bonitinho, o amigo do peito da mulherada!"
"Zé Bonitinho, aquele que não é sal grosso, mas tá sempre em cima de uma carne seca."  
"Zé Bonitinho, aquele que não é chuveiro, mas adora deixar as mulheres molhadinhas."  
"Zé Bonitinho, aquele que não é vaga de estacionamento, mas a mulherada está sempre disputando."  
"Zé Bonitinho, aquele que não é batom, mas todas querem ter na boca." 

Leia mais assista aos vídeos e conheça um pouco sobre a carreira de Jorge Loredo;



Morre aos 89 o ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho


O ator e comediante Jorge Loredo, conhecido pelo personagem humorístico Zé Bonitinho, morreu aos 89 anos às 5h desta quinta-feira (26), em decorrência de falência múltipla de órgãos.
Loredo estava hospitalizado desde 3 de fevereiro no Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro. Desde 13 de fevereiro, estava internado na unidade de tratamento intensivo. Segundo o hospital, o tratava há anos de uma doença pulmonar crônica e de um enfisema.
À Folha, o comediante contou em 2010 eu não se incomodava em ser frequentemente associado a Zé Bonitinho. "Houve uma época em que me incomodava ficar tão preso a ele. Até que um amigo me disse: 'Chaplin morreu Carlitos, Mario Moreno morreu Cantinflas, e você vai morrer Zé Bonitinho'. Então, Paciência, né...".
Sucesso no programa humorístico "A Praça é Nossa", exibido pelo SBT, o personagem estreou em 1960 no programa "Noites Cariocas", na extinta TV Rio. O ator já era famoso no fim dos anos 1950, quando interpretava o mendigo filósofo na "Praça da Alegria". Mas nenhum personagem o tornou tão famoso quanto Zé Bonitinho, "o perigote das mulheres".
Nessa mesma entrevista para a "Ilustrada", ele disse que se inspirou em um de seus amigos, Jarbas, metido a garanhão. "O Jarbas era uma figura, cantava todas as mulheres, parava em frente ao espelho para pentear o bigode. Eu o imitava nas festas e as pessoas se divertiam demais."
Zé Bonitinho esteve em dois filmes de Rogério Sganzerla, "Sem Essa, Aranha" (1970) e "O Abismo" (1978). Também inspirou o documentário "Câmera, close!" (2005), de Susana Lira. Fora do personagem, Loredo atuou no curta-metragem "Quando o Tempo Cair" (2006) e "O Palhaço" (2011), dirigidos por Selton Mello.





"Galã" Zé Bonitinho completa 55 anos

"Mulher para mim é igual parafuso: é no arrocho", diz o sujeito de topete, imensos óculos e delgado bigodinho ao se atracar com sua parceira de palco, nos estúdios do programa "A Praça É Nossa" (SBT). Na hora "H", no entanto, ele dá a desculpa que a plateia sabe de cor: já beijou 999 mulheres naquele dia e está com a boca mole.
Gravação concluída, ele recebe fortes aplausos. Há 55 anos a reação se repete quando Zé Bonitinho, "o perigote das mulheres" criado pelo comediante Jorge Loredo, entra em cena.
Antes mesmo de chegar à TV, o personagem já era um sucesso entre os amigos de Loredo. A inspiração para o papel veio do Jarbas, colega metido a garanhão. "O Jarbas era uma figura, cantava todas as mulheres, parava em frente ao espelho para pentear o bigode. Eu o imitava nas festas e as pessoas se divertiam demais."
Reação idêntica teve o público que presenciou a estreia de Bonitinho no programa "Noites Cariocas", na antiga TV Rio, em 1960. Logo de cara foram tantas as risadas que Loredo ficou incomodado: ninguém ouviu as piadas seguintes.


Loredo já era famoso no final dos anos 50 (interpretava o mendigo filósofo na "Praça da Alegria"), mas foi Zé Bonitinho que marcou definitivamente sua carreira, a tal ponto que ainda hoje é confundido com o personagem. "Houve uma época em que me incomodava ficar tão preso a ele. Até que um amigo me disse: 'Chaplin morreu Carlitos, Mario Moreno morreu Cantinflas, e você vai morrer Zé Bonitinho'. Então, paciência, né...".
Atração popular, o personagem ganhou fama de "cult" quando um jovem cineasta cabeludo apareceu de madrugada na casa de Loredo, o co
nvidando para filmar, já no dia seguinte, uma ideia inspirada em Zé Bonitinho. O diretor era Rogério Sganzerla, e dessa parceria saíram "Sem Essa, Aranha" (1970) e "O Abismo" (1978).
"Rogério era um gênio. Não havia roteiro, ele anotava as ideias e criávamos a partir daí."
Prestes a completar 85 anos (7 de maio), Loredo continua atuando com prazer, mas não é em tom de piada que afirma ser um comediante por acidente. Até a idade adulta, sua vida mais parecia um dramalhão mexicano do que uma chanchada da Atlântida (influência confessa de seu trabalho).
Ainda criança, machucou seriamente a perna esquerda. A dor constante, só curada na década de 70, fez dele um garoto introvertido e tristonho. Aos 20 anos, por causa de uma doença pulmonar, foi internado num sanatório. O que parecia ser a tragédia final de sua vida foi, ao contrário, sua salvação. Incentivado pelos médicos, participou do grupo teatral do hospital e descobriu sua vocação.
Ao receber alta, um teste vocacional identificou tendência para "atividades exibicionistas". Loredo procurou uma escola de teatro, em busca de papéis "sérios", "Shakespeare e Tchekhov ". A contragosto, seu primeiro teste foi representar um monólogo cômico, "Como Pedir uma Moça em Casamento". Aprovado, adotou o riso como profissão.
Apesar do meio século de convívio com Zé Bonitinho, Loredo conta que nunca foi galanteador. Depois de três casamentos, vive hoje com uma companheira, e se diz um homem recatado. "O artista só pode representar aquilo que não é, no máximo aquilo que gostaria de ser. Se tivesse algo do Zé, não faria o personagem." 

Confessa, no entanto, que já recebeu muitas cantadas por causa do personagem. Certa vez, depois de um show, uma fã convidou-o para uma noitada, mas com uma condição: que fosse de Zé Bonitinho. "Claro que não fui, né. Já imaginou, o Bonitinho e eu dividindo a mesma mulher no motel?", ri.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Rede Globo... Um banquete de veneno, ou um banquete envenenado?

Xeque - Marcelo Bancalero

A motivação inicial desse artigo, é para que você caro leitor, não sinta-se insultado quanto a sua inteligência, quando pedimos que desligue sua TV, que boicote a Rede Globo.
Bom, pra começar, quero dizer que como escritor, seria um hipócrita se não disser que aprecio as novelas da Rede Globo, enquanto histórias muito bem produzidas,  dirigidas por exímios diretores, interpretada por uma gama de atores sensacionais, dos quais temos muito de nos orgulhar como brasileiros. Dramas  com seus personagens marcantes, sua divisão em núcleos que se interligam de maneira complementar, no roteiro de excelentes escritores.
Como ser humano, tenho sim muitos elogios a fazer, seja de um ou outro apresentador global. E não vou  querer insultar a inteligência de ninguém, dizendo que tudo na Rede Globosta é uma bosta...
Claro que não!
Eu sou fã de Serginho Groisman, e de Regina Casé, que pra mim são os mais autênticos apresentadores da TV brasileira. Tenho companheiros que fazem parte do elenco da Rede Globo  , como Paulo Betti, José de Abreu... Respeito muito alguns programas importantes como o Bem Estar, Globo Rural,  e até acho que a esposa do Bonner, livrou-se do Câncer do JN, com o Programa Encontro com Fátima Bernardes. O programa  "Como Será?", o Globo Ciência, aprendi muito  nos bons tempos do Telecurso...
O que dizer então da F1? Eu sou viciado em corrida de carros! E adoro tudo que é esporte!
Enfim, o que quero dizer, é que a Rede Globo não é um horrível banquete de veneno...
Mas um maravilhoso banquete, porém, envenenado em alguns setores!
Por que uma coisa é uma história de novela bem escrita...
Outra é um roteiro fria e intencionalmente criado com finalidades de denegrir nosso país, o governo, utilizando a performance de bons atores, manipulando a opinião pública.
Uma coisa é uma noticia ruim sobre o governo, ser dada pela jornalista Sandra Annenberg ou o Evaristo Costa no Jornal Hoje, e depois ver a mesma noticia ser dada de maneira sádica pelo William Waack e  o Sardenberg, no Jornal da Globo, que não  se incomodam de dar uma noticia  ruim sobre o país, demonstrando o prazer que sentem em fazê-lo.
Uma coisa é um programa de entretenimento como o Esquenta, da Regina Casé, que tem uma proposta justa de mostrar que todos podem viver  numa rica mistura. Outra é um programa que fala diretamente à dona de casa, como o Mais Você, usar essa posição para  jogar a população contra o governo.
Agora, é claro que temos muitas outras  TV's, sejam abertas ou fechadas, e menos nocivas que a Rede Globo.
Mas estamos falando do povo mais pobre, o povo que foi a maioria que elegeu Lula e Dilma duas vezes...
Esse povo, não tem TV a cabo e às vezes mora em periferias, lugares longe dos grandes centros, que antena nenhuma presta para fazer sua TV pegar qualquer canal...
Opa! Qualquer canal não...
Por que a Rede Globo, não sei  por que, qualquer fiozinho enfiado no buraco da antena, já pega!
Isso explica por que estão sempre  na frente no tal do Ibope.
Bom o recado é esse amigos...
O brasileiro comum, não está preocupado com a sonegação do Imposto de Renda que a Globo esconde, nem que ela apoiou a ditadura, e que na verdade, é uma concessão do governo e não um patrimônio da família Marinho que por isso ataca o governo do PT, pois  sabe que a regulamentação da mídia  será inevitável com  o PT no poder. Esse brasileiro, quer apenas chegar em casa ligar sua TV, num canal que pegue bem com sua antena, e que  lhe ofereça algum entretenimento para aliviar o cansaço de um dia de trabalho. E isso, não vamos nos enganar,  a Globo faz com primor.
Estamos nos preparando para  grandes atos contra a Rede Globo, e queremos que entendam, que  compreendemos o que significa a Rede Globo para o senso comum...
Não queremos impedir ninguém de comer peixe...
Só queremos ensinar a retirar as espinhas!




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segunda-feira, 23 de março de 2015

Entenda por que Pizzolato é um “bueno” negócio para oportunista Renata Bueno

Xeque - Marcelo Bancalero

A verdade é que Henrique Pizzolato tem sido um "bueno" negócio pra muita gente...
Sem Pizzolato não existiria base para a farsa do mensalão...
Sem ele, Gurgel na PGR, Joaquim Barbosa no STF, não conseguiriam manipular as coisas para dar um "ar de verdade" na maior mentira jurídica já criada neste país.
Sem Pizzolato, autores não teriam como especular o quanto puderam com livros, revistas e muitas mentiras, sempre denegrindo ainda mais a vida deste ser humano e sua família, apenas com interesses monetários, sem se preocuparem se era mentira ou verdade o que publicavam.
E agora, essa deputada ítalo-brasileira,aparece com um estranho interesse em Henrique Pizzolato...
Mas por que?
O que ela teria a ganhar com isso?
Leia para entender;

Pizzolato é um “bueno” negócio para Renata Bueno
O destino e a vida de Henrique Pizzolato estão sendo tratados como um “NEGÓCIO COMERCIAL”  entre Brasil e Itália segundo  informação da Agência Estadão (Estadão):  http://tribunadonorte.com.br/noticia/brasil-negocia-destino-de-pizzolato/306169  Henrique Pizzolato também parece ser um “bom negócio”, para a oportunista carreira política da brasileira Renata Bueno na Itália. No Brasil, nas eleições municipais de 2008, Renata Eitelwein Bueno elegeu-se vereadora na cidade de Curitiba com 4.984 votos. O povo curitibano negou-lhe segundo mandato nas eleições municipais de 2012, quando obteve apenas a primeira suplência no seu partido (PPS) com 4.791 votos. Bueno que chamou seus colegas vereadores “gentalha” e não foi reeleita no Brasil, decidiu concorrer a vaga na Câmara dos Deputados da Itália pela quota de representação dos italianos no exterior. Como não conseguiu lugar na lista do Partido Democrático italiano, ingressou no movimento cívico USEI (Unione Sudamericana Emigrati Italiani) como primeira candidata. Os 18.077 votos recebidos no distrito eleitoral da América do Sul em fevereiro de 2013 asseguraram-lhe cadeira no parlamento italiano. http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/renata-bueno-sera-punida-por-chamar-vereadores-de-gentalha-21kq0pb49bknlawmp1b3ivzgu 
Renata Eitelwein Bueno, filha do deputado federal Rubens Bueno e líder do PPS (com posição contrária aos partidos de esquerda), parece ter conseguido seus minutos de fama na imprensa brasileira através do caso de extradição de Henrique Pizzolato, o ex-diretor do Banco do Brasil condenado no processo do “mensalão” e, atualmente, preso na Itália. O motivo desta segunda prisão se deve à decisão da Suprema Corte italiana (12 de fevereiro) que anulou sentença  do Tribunal de Bolonha que, em outubro de 2014, havia decidido por negar a extradição de Pizzolato, dada as inumanas condições existentes nos cárceres brasileiros. A Suprema Corte italiana aceitou o recurso apresentado pelo governo brasileiro que contratou advogado italiano a “peso de ouro”. Comenta-se nos bastidores que o valor pago foi pelo sobrenome do advogado: Gentiloni, mesmo sobrenome do Ministro dos Negócios Extrangeiros da Itália, Paolo Gentiloni.   Para os senadores italianos, causa estranheza o fato da deputada italo/brasileira, Renata Eitelwein Bueno estar tão empenhada pela extradição de Pizzolato, também cidadão italo/brasileiro, para que ele cumpra pena no Brasil. http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/170109/Deputada-diz-que-It%C3%A1lia-dever%C3%A1-extraditar-Pizzolato.htm O motivo principal da “estranheza” é que a mesma Bueno, no ano de 2013, apresentou proposta de lei ao parlamento italiano, com uma argumentação que foi base para a aprovação de um tratado entre Brasil e Itália o qual permite aos cidadãos italianos, que cumprem pena nos cárceres brasileiros, a possibilidade de requerer transferência para cumprir pena em território italiano, em penitenciárias italianas. O eloquente e “bueno” motivo apresentado em maio de 2013 pela “buena” Renata Bueno na Itália, pedindo aos parlamentares italianos que aprovassem urgentemente a proposta de lei (tratado) foi este: “ as condições carcerárias de nossos cidadãos (italianos) nos presídios brasileiros são intoleráveis e ofensivas para a dignidade do ser humano.”. Bueno prossegue, ” as autoridades penitenciárias brasileiras submetem os detentos a humilhações e a condições de vida que violam os princípios contidos na Declaração Universal de Direitos Humanos e violam direitos humanos consagrados em convenções e tratados internacionais.” As eloquentes  palavras da política brasileira na Itália, resultou na recente aprovação pelos deputados e senadores italianos da ratificação do tratado entre Brasil e Itália, que permite aos prisioneiros - cidadãos italianos - optarem por descontar penas de privação de liberdade nas prisões da Itália. Muito provavelmente Bueno nunca visitou nenhuma prisão, nem no Brasil, nem na Itália. Ou tavez estivesse apenas legislando em causa própria, caso fosse presa no Brasil pelos crimes de falsidade ideológica e “caixa 2” - uma investigação aberta no ano de 2012 contra Renata e o pai, Rubens Bueno. http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1393372   Enfim, Renata Bueno é protagonista de uma enorme contradição: pedir a extradiçao de Henrique Pizzolato, cidadão  também italiano, ao mesmo tempo que afirma “os presídios brasileiros são intoleráveis e ofensivos para a dignidade do ser humano”. Infelizmente, as incoerências e contradições da brasileira e deputada na Itália, Renata Eitelwein Bueno, contribuem para o descrédito da população nos políticos - aqueles políticos oportunistas que se apresentam defensores de direitos para angariar votos, mas, ao exercerem o poder, vendem a vida de pessoas em troca da fama pessoal e da oportunista carreira política. Em tempo: no dia 27 de fevereiro, 21 Senadores italianos apresentaram documento ao Ministro da Justiça da Itália, questionando a possível extradição do cidadão italo/brasileiro, Henrique Pizzolato. Na carta, os parlamentares alegam que aprovaram em via definitiva o Tratado para transferência dos cidadãos italianos presos no Brasil para as penitenciárias italianas; afirmam que a Corte Suprema da Itália "não levou em conta as horríveis condições das prisões brasileiras, as quais podem causar um sério risco para a incolumidade de Pizzolato" e pedem ao Ministro para considerar a decisão do Tribunal de Bolonha que havia negado a extradição de Pizzolato ao argumentar que “as autoridades brasileiras não conseguem garantir a segurança nem para os detentos, nem para seu familiares; as condições nos institutos prisionais brasileiros não respeitam os direitos fundamentais.” Não se sabe o que acontecerá com Pizzolato, mas já está registrado na história o triste fiasco protagonizado pela oportunista Renata Bueno.  



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domingo, 22 de março de 2015

Gabrielli, dava para pegar o Paulo Roberto ?


Gabrielli: o STF deu à Petrobras liminares que garantem a legalidade do decreto FHC/Gilmar


O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou, nesta terça-feira (10), que a corrupção na Petrobras, investigada pela Operação Lava-Jato, ocorreu “fora da empresa”, e que, portanto, “era impossível a petroleira investigar” o ocorrido.

Em entrevista ao Conversa Afiada, que você pode assistir em vídeo, Gabrielli esclarece como se dava a ilegalidade cometida pelo diretor de Abastecimento, Paulo Roberto, e o gerente de Engenharia Pedro Barusco a partir do minuto 8′40.

Segundo Gabrielli, a operação envolvia o empreiteiro, o fornecedor do empreiteiro e o doleiro. “Então, é impossível no sistema da Petrobras se perceber isso”, relata ao ansioso blogueiro com exclusividade.

“Só se vai perceber [a corrupção] com uma ação da polícia, que foi o que aconteceu. A Polícia Federal saiu de uma investigação de um doleiro, por razões que nada tinham com a Petrobras, chega o Paulo Roberto, ele faz uma delação premiada e as investigações se aprofundam”, lembra Gabrielli, que define Paulo Roberto como “operador da relação das empresas com a Petrobras”.

“E a Petrobras não tinha como saber disso. Não tinha como nós da diretoria sabermos disso”, revela.

Já no início da conversa, o ex-presidente Petrobras falou das ferramentas utilizadas para se combater os atos ilícitos na empresa e do balanço que ainda não foi assinado pela audi​tora americana Price & Waterhouse.

(Leia também “Bendine vs Price. O balanço da Petrobras”.)

A partir do minuto 3′25, Gabrielli explica como funciona o processo de licitação da Petrobras.

“A Petrobras tem um cadastro das empresas fornecedoras, que é muito rígido em que são analisadas as condições técnicas da empresa, a experiência dela… Você faz uma avaliação do que ela tem em contrato com a Petrobras de três em três meses, um relatório chamado BAT (Boletim de Avaliação de Desempenho) e dá uma nota ao fornecedor.Quando você vai fazer uma licitação, você escolhe do cadastro da Petrobras os fornecedores pré-qualificados que podem entrar na concorrência”, declarou.

Por fim, Gabrielli diz ser “impossível” registrar o valor da corrupção no balanço companhia. “Não há a possibilidade de se fazer previsões para corrupção. Você tem que provar que teve corrupção para lançar”.





Leia a entrevista na íntegra:


PHA: Não havia um controle possível para controlar a corrupção?
Os controles após a lei Sarbanes-Oxley​, que foram aplicados na Petrobras em 2006 – uma lei americana para aumentar os controles das empresas internacionais e das empresas com ações negociadas em bolsas, que é o caso da Petrobras – esses controles exigem em que todo ano se faça um processo de certificação, em que se faz ​em​ testes das informações que estão no seu balanço e se essas informações representam a realidade.

Isso envolve milhares de processos e centenas de testes. E o certificador atesta que os valores estão de acordo com a realidade da empresa.

Isso foi certificado em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011 pela KPMG.

Em 2012, 2013 foram certificados também pela Price & Waterhouse.

Só em 2014 que a Price está gerando dúvidas por causa das confissões de Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, um diretor da Petrobras e outro gerente de uma empresa com mais de 3000 gerentes com cerca de 100 de primeira linha.

Após as denuncias de Paulo Roberto, a Petrobras contrata dois escritórios, um brasileiro e outro norte-americano especializados na investigação desse tipo de fraude.

Tem dezenas de técnicos da Petrobras trabalhando em comissões internas para avaliar essa questão.

Os setores financeiros da companhia estão se debruçando inteiramente e não chegam a uma conclusão.

E centenas de policiais investigando o assunto e apesar disso você não tem uma visão clara do que aconteceu.

Como é que um procedimento normal de uma empresa que chegou a ter 240 mil contratos por ano você descobre um comportamento que é de fora da empresa? É praticamente impossível se encontrar isso.



PHA: Nesse caso especifico, de dois funcionários, um diretor e um gerente de alto nível, como se aprova uma concorrência, como se faz um processo de compra de um copo, um clips na Petrobras?
É preciso distinguir o que é despesa de custeio do investimento.

A Petrobras hoje, o plano de investimento dela deve ter mais de 750 projetos.

E tem projetos de vários tipos: os que estão na fase embrionárias de ideias ou fase um, a segunda fase é o projeto conceitual, na fase três é o chamado projeto básico, a fase quatro é a de contratação, que é quando se tem já uma ideia mais definida do que é que se vai contratar.

Essas quatro fases são fundamentais para ver como o processo decisório da Petrobras não é uma decisão individual. Não há decisões individuais na Petrobras. São todas coletivas.

A responsabilidade dos diretores é de até US$ 25 milhões, mas eles não tomam decisões individuais, eles fazem isso junto com comitês de gerentes.


PHA: Nessa fase quatro, na hora de comprar o equipamento e contratar uma empreiteira, como é feita a escolha? Ao escolher, não havia como controlar?

A Petrobras tem um cadastro das empresas fornecedoras, que é muito rígido em que são analisadas as condições técnicas da empresa, a experiência dela… Você faz uma avaliação do que ela tem em contrato com a Petrobras de três em três meses, um relatório chamado BAT (Boletim de Avaliação de Desempenho) e dá uma nota ao fornecedor.

Quando você vai fazer uma licitação, você escolhe do cadastro da Petrobras os fornecedores pré-qualificados que podem entrar na concorrência.

Feita a concorrência, se chama os fornecedores para fazer aquele projeto.

Ao mesmo tempo, a Petrobras faz uma avaliação interna dela de quanto custa aquele projeto.

Então, ela tem uma avaliação própria dos custo e recebe as ofertas. Compara o proposto com a avaliação dela e se for compatível com as regras internacionalmente aceitas, se chama a empresa para negociar quanto é a margem de ganho que ela vai ter, o chamado BDI.

Essa margem de ganho também tem limites e, geralmente, você negocia para baixo essa margem.

O Paulo Roberto e o Pedro Barusco disseram que fizeram tudo isso. O que eles dizem é que seguiram as regras, baixaram os preços, baixaram os BDIs. Então, dentro da Petrobras estava tudo dentro dos conformes.



PHA: Como se dá a ilegalidade?
O processo ocorre fora da Petrobras.

O que eles dizem: o fornecedor da Petrobras ( o empreiteiro) na relação dele com o seu fornecedor (o fornecedor do empreiteiro, que não é o da Petrobras) junto com um doleiro faz uma negociação e coloca dinheiro em uma conta A,B ou C sem envolver a Petrobras.

Então, é impossível no sistema da Petrobras se perceber isso.

Só se vai perceber com uma ação da polícia, que foi o que aconteceu. A Polícia Federal saiu de uma investigação de um doleiro, por razões que nada tinham com a Petrobras, chega o Paulo Roberto, ele faz uma delação premiada e as investigações se aprofundam.

Era impossível a Petrobras investigar isso.



PHA: O Paulo Roberto fala que a operação com ele moveu algo em torno de US$ 2 bi.
Onde está isso? O que está comprovado é muito menos do que isso.

Esse processo vai tirar a fumaça que tem e ficará evidente que esse é um problema policial de dois funcionários que se locupletaram com muito dinheiro, mas que, em relação à Petrobras, não é muito dinheiro.


PHA: ​Por ​que interessa​ria​ a empreiteira subornar o Paulo Roberto ou o Barusco​ -​​ e eles colocarem dinheiro lá fora com o Yousseff​ – ​se existe essa regra toda e não ​há​ como ultrapassar esse limite de lucro fixado dentro da Petrobras?
Porque tem muita coisa que vem da escala, não vem da margem, vem do tamanho da Petrobras. E vem da especialização.

Nem toda empresa faz sondas, plataformas… Não se acha em prateleiras.

Então, a maior parte das aquisições da Petrobras é feita sob encomenda. Tem poucos produtores desses ativos sob encomendas.

A disputa entre eles para ver quem vai fornecer é muito grande.

Em geral, como todos os empreiteiros, eles têm um capital de giro pequeno.

A medida que eles têm um capital de giro pequeno, eles vão fazendo o que chama de pedalada, que é uma obra financiando a outra. Eles precisam está continuamente fazendo obras



PHA: Pode-se imaginar que o produto do Paulo Roberto era ajudar mais a empreiteira A e menos a empreiteira B e,​ portanto​,​ permitir o ganho na escala. Então​,​ ele é um operador de cartel?

Eu não posso dizer se é um cartel, mas ele era o operador dessa relação das empresas com a Petrobras.

E a Petrobras não tinha como saber disso. Não tinha como nós da diretoria sabermos disso.



PHA: Como é o processo de licitação, é uma licitação pública, todo mundo pode se inscrever ou tem uma regra pré-determinada?
As compras da Petrobras são regidas pelo decreto 2745, de 1998 do governo Fernando Henrique Cardoso, que foi assinado no mesmo momento em que foi aberto o mercado brasileiro de petróleo.

Na medida que se abriu o mercado de petróleo, você ia ter empresa que não estão concorrendo com condições competitivas muito melhores do que uma empresa do Estado Brasileiro que tinha limitações da lei 8666, que fixa as licitações do setor público.

Então, a Petrobras tem um regime diferenciado de compras.



PHA: É da época do FHC e no tempo que o Advogado ​G​eral da União era o Ministro Gilmar Mendes…
Esse decreto, dessa época, o TCU acha inconstitucional. O STF ainda não julgou se é ​con​stitucional ou não. Mas já julgou várias liminares da Petrobras em relação ao TCU dando ganho de causa à Petrobras e obrigando-a a aplicar o decreto do FHC.


PHA: E o que diz esse decreto?
Esse decreto permite à Petrobras fazer uma licitação em um processo chamado Carta Convite, em que você chama os concorrentes independente dos limites dessas concorrentes.

No caso do petróleo, como as licitações são muito altas, se permite que se chame algumas empresas que são especiais, capazes de fornecer aqueles produtos customizados que a Petrobras precisa, com necessidades de segurança e de entrega.

Por isso, você tem um cadastro prévio dessas empresas. Um cadastro que é continuo, com empresas habilitadas, avaliadas.



PHA: Não é uma concorrência, é uma licitação.
Uma licitação com carta convite e ganha aquele que oferece a melhor condição, que pode ser preço ou, às vezes, melhor técnica.


PHA: ​C​omo o senhor avalia que isso po​ssa​ ter acontecido desde o governo FHC mesmo com a chegada do Partido dos Trabalhadores ao poder?

É um fenômeno localizado. Nós temos uma empresa com 240 mil contratos no ano, três mil gerentes tomando decisão, 750 projetos e com um investimento que chegou a ter US$ 45 bilhões ao ano, o que é extraordinário. Em 2002, eram US$ 5 bilhões.

Então, o volume do investimento dá margem para que alguns ganhem um volume de dinheiro muito grande com comportamento corrupto.

Esse comportamento corrupto não pode ser generalizado, não são todos os processos da Petrobras que estão contaminados com isso.



PHA: Qual era a diretoria do Paulo Roberto?

A de Abastecimento, que cuida do refino, da compra e venda de petróleo.


PHA: Portanto, não tem nada a ver com as outras diretorias?
A de Abastecimento cuida da compra e venda de derivados. A Petrobras tem uma diretoria de RP que é de exploração e produção de petróleo e gás, tem uma de Gás e Energia, que é de onde veio a graça Foster, que usa o gás e produz energia, tem uma de Engenharia, uma de Serviços, uma de Recursos Humanos, de Responsabilidade Social, tem uma financeira e tinha uma Internacional que a graça assumiu.


PHA: O Paulo Roberto tinha um âmbito localizado?
Ele tratava do refino, da petroquímica e da compra e venda de produtos e derivados.


PHA: E o Barusco?
Ele era gerente da Engenharia, que é uma diretoria que presta serviços às outras diretorias, que tem efeito interno. Ela acompanha a construção e tem um papel de engenheiro geral prestando serviços às outras diretorias que são diretorias fins de negócios.


PHA: Até junho, a Price deve assinar ou não o balanço da Petrobras. Será possível registrar o valor da corrupção?
Eu acho quase impossível antes de comprovar o que foi a corrupção, que é um problema da polícia, da justiça, não é um problema da contabilidade.

Você tem que fazer anualmente uma avaliação no valor dos ativos ao valor de recuperação. Isso não tem nada ver com corrupção.

Quando se identifica que houve corrupção, há as penalidades que a empresa sofre, há a responsabilidade individualizada de cada um e se for evidente, tem que se lançar resultado depois de comprovado definitivamente o processo de corrupção.

Não há a possibilidade de se fazer previsões para corrupção. Você tem que provar que teve corrupção para lançar
.


Em tempo: Conversa Afiada reproduz nota da Petrobras:

Recorde de operações com gás natural liquefeito garante suprimento para térmicas



Terminais tiveram papel fundamental na ampliação da oferta de gás natural ao mercado

A Petrobras consolidou, em 2014, a sua posição de destaque no mercado global de gás natural liquefeito (GNL). A comercialização de um total de 115 cargas do combustível em navios metaneiros (específicos para o transporte do GNL), ao longo do ano passado, foi recorde na companhia em operações deste tipo, o que representou um volume médio regaseificado de aproximadamente 20 milhões de m³/dia, a partir dos três terminais de regaseificação operados pela Transpetro nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Bahia.

Das 115 cargas comercializadas junto a 29 empresas fornecedoras, 100 foram importadas no mercado brasileiro e as outras 15 foram revendidas no mercado internacional, tendo como principais destinos Argentina, Coreia do Sul e países europeus. As principais origens do GNL importado ao longo de 2014 foram Nigéria, Trinidad & Tobago, Catar, Angola, Guiné Equatorial, Noruega, Espanha e Portugal.
A intensificação das operações de GNL no país tem como âncora a forte demanda por parte das usinas termelétricas. Além de garantir o suprimento necessário ao parque gerador do país, a importação de gás natural liquefeito possibilita maior flexibilidade na oferta do combustível. Este é um dos pilares da estratégia de atuação da Petrobras nesse mercado, ao lado da garantia de confiabilidade no pleno atendimento dos compromissos contratuais à luz das necessidades do mercado brasileiro.

A Petrobras conta atualmente com uma capacidade total de regaseificação de 41 milhões de m³/dia, sendo 20 milhões de m³/dia pelo Terminal da Baía de Guanabara (RJ), 14 milhões de m³/dia no Terminal da Bahia (BA) e 7 milhões no Terminal de Pecém (CE). A oferta de GNL é superior aos cerca de 32 milhões de m³/dia de gás importado da Bolívia e fica atrás, apenas, da produção nacional total – que gira em torno de 45 milhões de m³/dia.




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quinta-feira, 19 de março de 2015

A estratégia Dirceu/Pizzolato e o caso do Petrolão

Xeque -Marcelo Bancalero

Tem gente que ainda não compreendeu por que estão tentando enfiar a fórceps, o ex-ministro José Dirceu no Petrolão...
Bom...
A resposta é simples, afinal, completamente sem nenhuma criatividade. Condizente com o estilo básico dos golpistas.
Dependendo de uma  resposta politica do governo italiano, sobre a extradição ou não de Henrique Pizzolato, mesmo que a justiça italiana tenha já decidido...  http://goo.gl/mAZct8
A única maneira de manter vivo o "tal do mensalão", no imaginário popular, e com isso fazer a população lembrar-se apenas do PT, quando o tema  da Lava-Jato sai na mídia... É enfiar aforça algum petista dos tempos do Mentirão no meio http://goo.gl/nwLcF7 .
Eu já disse que o Mentirão e o Petrolão,começaram igual e correm o risco de terminar da mesma maneira. http://goo.gl/JBfgIu
Faça um teste...
Para qualquer pessoa na rua e pergunte o nome de um partido envolvido no mensalão,depois pergunte o nome de um partido envolvido no Petrolão...
A resposta em 99% destas pessoas será uma só...
O PT!
Apesar de em ambos os processos  ser a minoria em participação.
E ainda...Nos dois com gente inocente, que já está condenado,independente do resultado jurídico final.
Se não tivermos uma atitude correta desta vez, vamos sofrer novamente, como sofremos em 2012/2013
Se Dilma não der autonomia ao Ministro Ricardo Berzoine, para  que a regulamentação da mídia ocorra, nossa luta será árdua, e estaremos dando murros em ponta de faca. http://goo.gl/MLpeYK
Enquanto isso não acontecer, e os  deputados e senadores achacadores sim,como disse o ex-ministro Cid Gomes, com ousadia, palavras que estavam entaladas e minha garganta e na de milhões de brasileiros, se isso não mudar, vamos continuar numa luta em vão. É não teremos uma reforma politica realmente eficaz, não teremos aprovação de nenhum pacote contra corrupção, nosso projeto de poder, que é o maior projeto social já visto neste país, dando poder ao povo, nunca se consumará.
Tudo oque você assiste na TV, lê em jornais e revistas claramente desafetos do PT, é uma articulação não a favor do povo, mas contra o Brasil, contra o PT,com medo de nunca mais saírem da condição de oposição burra, que só ataca e não oferece uma saída.
Afinal... Quando estiveram no poder, não souberam  o que fazer.
É medo da regulamentação da mídia atingir os políticos donos de rádios e TV's pelo Brasil
É medo de uma reforma política tornar obsoletos seus votos de cabresto
É medo de terem de dividir seu dinheiro com um povo que  os deixam enojados
É medo dos grandes  latifundiários, em ter de entregar suas terras improdutivas para os sem terra
É medo que as máscaras que usaram por anos e anos caiam de suas caras, com um povo politizado que não se deixa mais manipular.
Enfim... É medo de Lula voltar...
E ai, descobrirem que foi em vão, anos e anos de golpismo e manipulação!




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