Free Website DirectoryMiriBlack Web Directory Xeque-Mate- Notícias

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Pasmem! Um tucano que não é anti-petista e que vale à pena ler as palavras! E a mensagem de Xico Sá ex-PIG

Xeque - Marcelo Bancalero

Um artigo da Folha assinado por um tucano de carteirinha, e que deve ter causado emoções diversas em muita gente, me fez aplaudir pela primeira vez as palavras de um psdebista assumido!
Pois é...
Como disse em outro post ( http://goo.gl/SZSSTZ ), que o tal "antipetísmo" não existe e sim, apenas tucanos anti-petistas...
Agora dei de cara com uma exceção à regra...
Um tucano que não é anti-petista!
Leia o artigo na íntegra, e delicie-se com a análise em vídeo deBob Fernandes   Corrupção  Empresário Semler põe a nu “cínicos" e “hipócritas” http://youtu.be/TzDwbnOnSqY

Leia mais;







Ricardo Semler: Nunca se roubou tão pouco



Nossa empresa deixou de vender equipamentos para a Petrobras nos anos 70. Era impossível vender diretamente sem propina. Tentamos de novo nos anos 80, 90 e até recentemente. Em 40 anos de persistentes tentativas, nada feito.
Não há no mundo dos negócios quem não saiba disso. Nem qualquer um dos 86 mil honrados funcionários que nada ganham com a bandalheira da cúpula.
Os porcentuais caíram, foi só isso que mudou. Até em Paris sabia-se dos "cochons des dix pour cent", os porquinhos que cobravam 10% por fora sobre a totalidade de importação de barris de petróleo em décadas passadas.
Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia. Onde estavam os envergonhados do país nas décadas em que houve evasão de R$ 1 trilhão –cem vezes mais do que o caso Petrobras– pelos empresários?
Virou moda fugir disso tudo para Miami, mas é justamente a turma de Miami que compra lá com dinheiro sonegado daqui. Que fingimento é esse?
Vejo as pessoas vociferarem contra os nordestinos que garantiram a vitória da presidente Dilma Rousseff. Garantir renda para quem sempre foi preterido no desenvolvimento deveria ser motivo de princípio e de orgulho para um bom brasileiro. Tanto faz o partido.
Não sendo petista, e sim tucano, com ficha orgulhosamente assinada por Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país.
É ingênuo quem acha que poderia ter acontecido com qualquer presidente. Com bandalheiras vastamente maiores, nunca a Polícia Federal teria tido autonomia para prender corruptos cujos tentáculos levam ao próprio governo.
Votei pelo fim de um longo ciclo do PT, porque Dilma e o partido dela enfiaram os pés pelas mãos em termos de postura, aceite do sistema corrupto e políticas econômicas.
Mas Dilma agora lidera a todos nós, e preside o país num momento de muito orgulho e esperança. Deixemos de ser hipócritas e reconheçamos que estamos a andar à frente, e velozmente, neste quesito.
A coisa não para na Petrobras. Há dezenas de outras estatais com esqueletos parecidos no armário. É raro ganhar uma concessão ou construir uma estrada sem os tentáculos sórdidos das empresas bandidas.
O que muitos não sabem é que é igualmente difícil vender para muitas montadoras e incontáveis multinacionais sem antes dar propina para o diretor de compras.
É lógico que as defesas desses executivos presos vão entrar novamente com habeas corpus, vários deles serão soltos, mas o susto e o passo à frente está dado. Daqui não se volta atrás como país.
Veridiana Scarpelli
Ilustração - Tendências e Debates de 21 de novembro de 2014
Ilustração - Tendências e Debates de 21 de novembro de 2014
A turma global que monitora a corrupção estima que 0,8% do PIB brasileiro é roubado. Esse número já foi de 3,1%, e estimam ter sido na casa de 5% há poucas décadas. O roubo está caindo, mas como a represa da Cantareira, em São Paulo, está a desnudar o volume barrento.
Boa parte sempre foi gasta com os partidos que se alugam por dinheiro vivo, e votos que são comprados no Congresso há décadas. E são os grandes partidos que os brasileiros reconduzem desde sempre.
Cada um de nós tem um dedão na lama. Afinal, quem de nós não aceitou um pagamento sem recibo para médico, deu uma cervejinha para um guarda ou passou escritura de casa por um valor menor?
Deixemos de cinismo. O antídoto contra esse veneno sistêmico é homeopático. Deixemos instalar o processo de cura, que é do país, e não de um partido.
O lodo desse veneno pode ser diluído, sim, com muita determinação e serenidade, e sem arroubos de vergonha ou repugnância cínicas. Não sejamos o volume morto, não permitamos que o barro triunfe novamente. Ninguém precisa ser alertado, cada um de nós sabe o que precisa fazer em vez de resmungar.
RICARDO SEMLER, 55, empresário, é sócio da Semco Partners. Foi professor visitante da Harvard Law School e professor de MBA no MIT - Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA)

*



Adiciono aqui um artigo do Pragmatismo Político que tem tudo haver com o post...

A metáfora de Xico Sá para definir a hipocrisia da imprensa

Xico Sá, escritor e jornalista que recentemente se demitiu da Folha após ter um artigo censurado pelo jornal, resumiu a hipocrisia da imprensa brasileira com uma metáfora pontual

xico sá folha mídia
Xico Sá, escritor e ex-colunista da Folha (reprodução)
“Para os jornais a corrupção no Brasil é igual ao meu uísque: só tem 12 anos. Mais história e menos lorota, mais cadeia e menos caô de delação premiada”, disse o jornalista Xico Sá, em sua página no Facebook.
A metáfora perfeita sintetiza a hipocrisia da imprensa brasileira em relação à Operação Lava Jato, que tenta confinar as denúncias de corrupção aos últimos doze anos.
Esse esforço, no entanto, vem sendo dificultado pelas próprias revelações da operação. O lobista Fernando Baiano disse ter entrado na Petrobras em 2000, enquanto Pedro Barusco, o corrupto de US$ 100 milhões, confessou ter começado a coletar propinas em 1996.
Na última semana, o empresário tucano Ricardo Semler afirmou que ‘nunca se roubou tão pouco’ no Brasil como no período atual (confira aqui). “Onde estavam os envergonhados do país nas décadas em que houve evasão de R$ 1 trilhão – cem vezes mais do que o caso Petrobras”, questionou o empresário.

Demissão da Folha

Xico Sá pediu demissão da Folha de S.Paulo depois de ter um artigo censurado pelo jornal durante as eleições de 2014 (relembre aqui). No texto, o jornalista e escritor declarava voto em Dilma Rousseff no segundo turno e explicava as suas razões.


Por que Aécio Neves teve uma retirada estratégica a jato pela direita e sumiu do cenário politico?



Xeque - Marcelo Bancalero

Enquanto a operação lava jato, vaza jato. limpa jato, some jato  (trocadilho da comp@ Marines Lazzaron ), segue agora apontando tucanos envolvidos...
Aécio Neves desaparece!
Mas não é estranho alguém tão aficionado por aeroportos, helicópteros e afins, sumir a jato do cenário político quando a coisa começa a ficar feia pro seu lado...

Leia mais;

Polícia Federal chega no ‘Doutor Freitas’ e Aécio Neves desaparece. Após depoimentos de executivos que fizeram acordos de delação premiada afirmando que existia um ‘clube’ de empreiteiras que fraudava licitações e pagava propinas, ex-presidenciável tucano some da mídia

aécio neves corrupção
Helena Stephanowitz, RBA
Nas últimas entrevistas, o senador Aécio Neves (PSDB), apareceu tentando pautar desesperadamente a mídia na Operação Lava Jato para atacar o governo Dilma e afastar os holofotes dos tucanos. Parece que vai ser difícil agora.
Depois de muita enrolação, com direito a manchetes como “Doações de investigadas na Lava Jato priorizam PP, PMDB, PT e outros”, para não citar PSDB, apareceu o Doutor Freitas. Notinhas tímidas, em letras miúdas, no rodapé de páginas dos grandes jornais informam que o dono da UTC, Ricardo Pessoa, disse em depoimento à Polícia Federal que tinha contato mais próximo com o arrecadador de campanha do PSDB, o Doutor Freitas, Sérgio de Silva Freitas, ex-executivo do Itaú que atuou na arrecadação de campanhas tucanas em 2010 e 2014 e esteve com o empreiteiro na sede da UTC. Ainda de acordo com o depoimento, objetivo da visita do Doutor Freitas foi receber recursos para a campanha presidencial de Aécio.
Dados da Justiça Eleitoral sobre as eleições de 2014 mostram que a UTC doou R$ 2,5 milhões ao comitê do PSDB para a campanha presidencial e mais R$ 4,1 milhões aos comitês do PSDB em São Paulo e em Minas Gerais, além de R$ 400 mil para outros candidatos tucanos.
Depois dos depoimentos de dois executivos da Toyo Setal que fizeram acordos de delação premiada, e afirmaram que existia um “clube” de empreiteiras que fraudava licitações e pagava propinas, misteriosamente o tucano Aécio Neves sumiu da imprensa.
Aécio é senador até 2018, mas também não é mais visto na casa. De 11 sessões, compareceu apenas a cinco. O ex-candidato tucano precisa aparecer para explicar a arrecadação junto à empreiteira, o que, para ele, sempre foi visto como “escândalo do PT”, e outras questões. Como se não bastassem antecedentes tucanos na Operação Castelo de Areia, como se não bastasse a infiltração de corruptos na Petrobras desde o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), como se não bastasse o inquérito que liga o doleiro Alberto Youssef à Cemig, basta observar o caso da construção do palácio de governo de Minas na gestão de Aécio quando foi governador.
Para quem não se lembra, a “grande” obra de Aécio como governador de Minas, além dos dois famosos aecioportos, não foi construir hospitais, nem escolas técnicas, nem campi universitários. Foi um palácio de governo faraônico chamado Cidade Administrativa de Minas, com custo de cerca R$ 2,3 bilhões (R$ 1,7 bi em 2010 corrigido pelo IGP-M). A farra com o dinheiro público ganhou dos mineiros apelidos de Aeciolândia ou Neveslândia.
Além de a obra ser praticamente supérflua para um custo tão alto, pois está longe de ser prioridade se comparada com a necessidade de investimento em saúde, educação, moradia e mobilidade urbana, foi feita com uma das mais estranhas licitações da história do Brasil.
O próprio resultado deixou “batom na cueca” escancarado em praça pública, já que os dois prédios iguais foram construídos por dois consórcios diferentes, cada um com três empreiteiras diferentes.
Imagina-se que se um consórcio ganhou um dos prédios com preço menor teria de construir os dois prédios, nada justifica pagar mais caro pelo outro praticamente igual.
Se os preços foram iguais, a caracterização de formação de cartel fica muito evidente e precisa ser investigada. Afinal, por que seis grandes empreiteiras, em uma obra que cada uma teria capacidade de fazer sozinha, precisariam dividir entre elas em vez de cada uma participar da licitação concorrendo com a outra? Difícil de explicar.
O próprio processo licitatório deveria proibir esse tipo de situação pois não existe explicação razoável. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
No final das contas, nove grandes empreiteiras formando três consórcios executaram a obra. Cinco delas estão com diretores presos na Operação Lava Jato, acusados de formação de cartel e corrupção de funcionários públicos.
Em março de 2010 havia uma investigação aberta no Ministério Público de Minas Gerais para apurar esse escândalo. Estamos em 2014 e onde estão os tucanos responsáveis? Todos soltos. A imprensa mineira, que deveria acompanhar o caso, nem toca no assunto de tão tucana que é. E a pergunta do momento é: onde está Aécio?

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Bora trabalhar pela regulamentação da mídia PT, esse negócio de "antipetísmo", só existe na mente de quem insiste numa anti-brasilidade ao negar os avanços desta nação!


Marcelo Bancalero

O  PT já perdeu muito tempo e dinheiro com iniciativas que foram inúteis...
Que vão de gastos com marqueteiros obsoletos aos famigerados caixas 2 que acabaram ao final por financiar o golpe da farsa do Mentirão...
Agora, não é diferente...
Ao contratar uma pesquisa dessas, fortalecendo a ideia do "antipetismo" criada pela mídia, só faz ajudar ainda mais quem o prejudica!
Por que não existe "antipetismo"!
Existe sim uma mídia desregulada, golpista, partidária e sobre tudo...
ANTI_PETISTA!
As pessoas não são anti-petistas!
Elas apenas não são informadas com a verdade!
Assim, o que o PT precisa é investir esse dinheiro mal gasto, em campanhas pela regulamentação da mídia e também de informação das conquistas do governo Dilma dia a dia, e não apenas em tempos de eleição! E isso com a ajuda principalmente da militância virtual, cuja presença impediu uma derrota eleitoral maior este ano. ( http://goo.gl/TzXpkX ).
Claro que é importante uma pesquisa, pra saber onde e por que o PT foi menos votado... Mas isso se faz sem alarde midiático! Sem "dar milho pra bode" como diz o dito popular...
Eu mesmo já ensinei aqui, ( http://goo.gl/7IbaLr ), sem pretensão de querer ser o cara que pode ensinar, mas um conselho desse humilde blogueiro.
Voltando ao tema, à partir do momento em que a população seja bem informada de tudo o que o PT trouxe de benefícios ao Brasil, que essa mídia seja regulamentada, e não de forma censurada, mas de forma adequada, seja obrigada  a cumprir sua função, que é INFORMAR... 
A partir desse momento, acaba essa ideia de "antipetismo"!
Perceberam que eles criam até palavras novas para poder atingir o PT?
Já criaram mensalão, inflação técnica, entre outras...
E agora "antipetísmo"!
Existem anti-corinthianos, anti-argentinos e outros antis no jogo salutar do mundo esportivo...
Mas "antipetistas", só tucanos  que assumem implicitamente uma anti-brasilidade ao negar os avanços desta nação!
É isso!
Leia mais;

PT contrata pesquisa para tentar mapear antipetismo

Assustado com os altos índices de rejeição a candidatos do partido nas eleições deste ano, especialmente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o PT encomendou uma ampla pesquisa nacional para identificar as causas e possíveis soluções para o antipetismo.
Ainda nesta semana, a Marissol, empresa responsável por parte das pesquisas que nortearam a campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, vai apresentar uma proposta inicial de questionário. A ideia é consultar eleitores em todos os Estados do País e fazer uma bateria de pesquisas qualitativas.
O resultado vai servir de base para os debates da última etapa do 5º Congresso Nacional do partido, marcada para junho do ano que vem em Salvador (BA). A direção petista e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretendem usar o Congresso, instância máxima de decisões do partido, para fazer uma série de reformas, com objetivo de resgatar valores históricos da legenda e reconectar o PT com setores dos quais se afastou nestes 12 anos de poder, como os movimentos sociais e a intelectualidade de esquerda.
A cúpula do PT já tem um diagnóstico primário das causas do antipetismo. Segundo dirigentes, a onda começou nos protestos de junho de 2013, quando militantes petistas foram agredidos em manifestações em São Paulo, tomou corpo durante o processo eleitoral deste ano e continuou depois das eleições, com as manifestações contra a presidente Dilma.
Corrupção
Petistas identificaram os escândalos de corrupção, principalmente o mensalão, como estopim da onda antipetista, mas acreditam que existam outros motivos de ordem ideológica e econômica que precisam ser explicados. Além disso, o PT quer saber se o fenômeno está concentrado em São Paulo ou espalhado pelo País. Existe o temor de que a amplitude das denúncias de corrupção na Petrobras, investigadas na Operação Lava Jato, fortaleça a rejeição ao partido em outros Estados
Além do impacto eleitoral, a cúpula do partido está preocupada com casos de violência contra militantes, registrados durante e depois das eleições. Segundo dirigentes, setores da direita e da oposição incentivam, via redes sociais, o ódio e o preconceito ao PT, materializado nas manifestações pós-eleitorais. E podem servir como sustentáculo popular para pedidos de impeachment de Dilma, já alinhavados por parte da oposição.
O PT tem dificuldade de entender por que existe uma onda de "intolerância" contra o partido que, nas palavras de um dirigente, é "o que mais combateu a corrupção e mais defendeu os pobres na história do Brasil"
Orientações
Antes mesmo de ter um diagnóstico completo sobre as causas do antipetismo, a direção partidária já estuda soluções. Hoje, o partido realiza em São Paulo uma reunião com os secretários estaduais de Organização da legenda. Uma das orientações será o aumento de filtros para novas filiações. "Temos de selecionar com cuidado", diz Florisvaldo Souza, secretário nacional de Organização do PT. "Além disso, temos que debater formas de distanciamento em relação ao governo."
O PT estuda fazer uma ampla revisão no cadastro de filiados, hoje com mais de 1 milhão de nomes, e enviar recados àqueles que pensam em usar o partido como trampolim para projetos pessoais. No Legislativo, as bancadas serão avisadas que a norma que limita em três mandatos consecutivos a atuação parlamentar será posta em prática.
O questionário da Marissol será apresentado na reunião do diretório nacional do PT, na sexta-feira, 28, e no sábado, 29, em Fortaleza (CE). Além da pesquisa, a direção petista vai definir critérios e aprovar o calendário de debates para a última etapa do Congresso do partido. Com objetivo de aproveitar a onda de militância voluntária, que reapareceu no segundo turno da disputa presidencial, pela primeira vez os debates preparatórios para o Congresso serão abertos a não filiados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Pizzolato diz que aceitou Jesus e testemunha: Agora sei que o Senhor Jesus me ama

Xeque -Marcelo Bancalero

Uma das noticias sobre meu amigo Pizzolato que mais me enchem de alegria em toda minha história nessa luta para provar sua inocência ( http://goo.gl/XFvyt7 )
Claro a mídia golpista tentará usar menosprezar o acontecido... Distorcer a imagem de Pizzolat ( http://goo.gl/oy8HMo ) como fizeram ocom demais petistas (http://goo.gl/M9ThTm)
Como na reportagem da Isto é, dizendo que Pizzolato se tornou religioso na cadeia... Mentira!
Como se pode ver neste vídeo ( http://goo.gl/rVGkjp ), Pizzolato que quando jovem tornou-se seminarista, sempre foi ligado à religião.
E foram muitas nossas conversas,onde falei sobre o amor de Jesus por ele.
Em sua casa, quando fui ao Rio, sempre ao final da noite, havia um culto doméstico,onde eu e outros amigos tínhamos a oportunidade de trazer uma mensagem bíblica e terminávamos de mãos dadas com uma oração.
Eu saia de manhã com Pizzolato, para uma caminhada, e o primeiro lugar que ele queria ir, era na igreja...
Henrique, sempre teve o apoio e orações de  minha igreja, Comunidade Evangélica de Votorantim e o pastor Marcos Omena, que chegou a conhecê-lo pelo Skype, sempre esteve em oração por sua vida.
Uma das coisas que sempre disse ao meu amigo, é que ele entregasse sua vida ao controle do Senhor, e que cresse que "Nenhuma condenação há,para aqueles que estão em Cristo..." Romanos 8:1
Então não me venham agora dizer que Pizzolato se converteu devido às circunstâncias!
Foi somente a boa semente que foi plantada, que ao ser regada pelo abençoado pastor na Itália, deu seu fruto.
E acreditem, esse é o caminho!
Continuamos em oração meu amigo e irmão Henrique...
A sua missão (http://goo.gl/FZ4SLU), terá bom êxito e como Jó que perdeu tudo sem dever nada, você receberá sete vezes mais tudo o que o inimigo lhe roubou!
Leia mais;

"Meu único desejo é fazer a vontade de Deus"

"Meu único desejo é fazer a vontade de Deus"

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A soltura do dono do ‘Novo Jornal’


Xeque - Marcelo Bancalero


Mais uma boa dica de @midiacrucis

censura375
Texto escrito por José de Souza Castro:
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais foi o primeiro a noticiar, em seu site, no dia 4 de novembro, que o proprietário do “Novo Jornal” fora solto naquele dia, por volta das 12 horas.
Como escrevemos aqui no dia 24 de janeiro deste ano (e AQUI), a prisão de Carone fora decretada sete dias antes pela juíza substituta da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Maria Isabel Fleck, atendendo a pedido do Ministério Público. Observei que, em momento algum, nas 11 páginas da sentença, a juíza examinou a importante questão da liberdade de expressão.
Carone foi preso no dia 20 de janeiro, ao chegar à sede do seu jornal virtual, cujo endereço na web deixou de ser acessível pouco depois, por determinação da Justiça. A prisão foi noticiada com destaque pelos jornais, rádios e televisões, que deixaram passar ao largo a importante questão contemplada pela Constituição Brasileira, a da liberdade de opinião.
Afirma o Sindicato dos Jornalistas:
“Carone estava preso desde o dia 20 de janeiro e o Novo Jornal foi retirado do ar, decisões que configuraram atentado à liberdade de imprensa e de expressão, repudiadas com veemência pelo Sindicato. Em maio, seu pedido de libertação foi julgado e negado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A advogada do dono do Novo Jornal, Sandra Moraes Ribeiro, alegou que a prisão tinha caráter político. O caso ganhou repercussão nacional e foi citado, na campanha eleitoral deste ano, como exemplo das difíceis relações do governo estadual com a imprensa mineira nos últimos doze anos. Coincidentemente, nove dias depois do segundo turno, Carone foi solto.”
Ao contrário do que ocorreu por ocasião da prisão de Carone, sua soltura foi praticamente ignorada pela imprensa. A exceção foi o jornal O Tempo e alguns sites da Internet localizados fora de Minas, com destaque para o Jornal GGN.
O jornalista e blogueiro pernambucano Talis Andrade foi um dos que noticiaram a soltura de Carone. “Escrevi várias vezes”, diz ele, “que o jornalista Marco Aurélio Carone só seria solto depois das eleições”.  E conclui dizendo que Carone fez todas as denúncias apresentando provas, as quais “o Brasil espera não estejam destruídas pela polícia, pela justiça, inclusive via incêndios, com queima de processos”.
De fato, é o que se espera.
A soltura de Carone, que continua respondendo a diversos processos na Justiça interpostos por advogados de autoridades ou outras pessoas denunciadas por seu jornal eletrônico, coincide com a publicação pela organização Repórteres sem Fronteiras de artigo intitulado “JOURNALISTS’ SAFETY AND MEDIA OWNERSHIP – TWO CHALLENGES FOR ROUSSEFF”. O artigo pode ser lido AQUI, em português.]
Ele afirma que, no decorrer da última década, o Brasil realizou progressos significativos em matéria de liberdade de informação. Exemplifica com a revogação da Lei de Imprensa de 1967, herdada da ditadura militar, com a suspensão da cláusula da lei eleitoral de 1997 que proibia o direito à caricatura durante as campanhas eleitorais, com a Lei de Acesso à Informação, em vigor desde 2012, e com o Marco Civil da Internet, aprovado neste ano, que “colocou o país na vanguarda no que toca à promoção dos direitos civis na Internet.”
Apesar disso, acrescenta, o Brasil ainda é um dos países do continente “mais mortíferos para os jornalistas”. Numerosos ataques à liberdade de informação no país foram registrados nos últimos anos. Afirma o artigo da RSF:
“Desde 2000, 38 jornalistas foram assassinados em circunstâncias provável ou comprovadamente relacionadas com suas atividades profissionais. Na grande maioria dos casos, as vítimas realizavam investigações sobre temas sensíveis, como o narcotráfico, a corrupção ou os conflitos políticos locais. Em 2012, onze jornalistas foram assassinados, dos quais pelo menos cinco por motivos diretamente ligados à sua profissão. Esses números elevados persistiram em 2013 e 2014.”
E prossegue:
“Em março de 2014, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) publicou um relatório sobre a violência contra os jornalistas no país, um mês após o falecimento de Santiago Ilídio Andrade, um cinegrafista da TV Bandeirantes, morto durante a cobertura de uma manifestação no dia 6 de fevereiro, no Centro do Rio de Janeiro. Repórteres sem Fronteiras foi consultada para a elaboração desse relatório, que contabilizou 321 jornalistas alvos de violência entre 2009 e 2014. O estudo afirma que o envolvimento de autoridades locais e policiais na violência contra comunicadores é evidente e destaca a impunidade como fator que impulsiona novas ameaças.”
Entre essas autoridades locais, é possível que se incluam alguns juízes, como parece indicar o caso Carone.
Leia também:

PT confirma compromisso de Dilma com reforma política e Lei da Mídia



4/11/2014 13:08

Por Redação - de Brasília 

Lula
Rui Falcão convoca a militância para defender a democratização da mídia no Brasil
A reforma política e a edição do marco regulatório econômico da mídia entraram, respectivamente, no topo da lista de prioridades do Partido dos Trabalhadores (PT) para o próximo mandato da presidenta Dilma Rousseff. A decisão foi ratificada no encontro da Executiva Nacional do partido, que terminou no início da madrugada desta terça-feira. Os dirigentes partidários definiram uma comissão que reunirá textos e opiniões de líderes da legenda sobre as eleições deste ano para, segundo o presidente do PT, Rui Falcão, “consolidar em um documento várias análises a serem apresentadas na reunião do Diretório Nacional, entre 28 e 29 de novembro, em Fortaleza”.
Na resolução política, apresentada ao final do encontro, a Executiva fez um balanço das eleições com vistas a iniciativas de curto, médio e longo prazo, inclusive sobre o desempenho e funcionamento do PT durante a campanha eleitoral. Segundo o documento, o PT precisa apresentar propostas para ajudar a promover ações estruturais, com destaque para a reforma política e a regulação da mídia. A resolução prevê que, antes de tudo, será preciso dialogar com o povo, condição vital para um partido de trabalhadores.
Falcão também anunciou a criação de uma comissão para organizar o partido e a participação popular para a posse da presidenta Dilma.
– Queremos que seja uma grande festa popular, semelhante ao que foi a posse do presidente Lula em 2003 – disse o presidente do PT.
Segundo ele, a vitória de Dilma foi conquistada com a ajuda dos movimentos sociais, da juventude, das mulheres, dos negros e dos partidos de esquerda.
– Eles podiam não concordar com todas as nossas propostas, mas entenderam que o que estava em jogo era avançar ou retroceder – afirmou.
Disputa duríssima
De acordo com o documento extraído da reunião, a reeleição de Dilma foi uma grande vitória do povo brasileiro, “comemorada por todos os setores democráticos, progressistas e de esquerda no mundo e, particularmente, na América Latina e no Caribe. Uma vitória sobretudo do PT e do nosso projeto, que conquista um quarto mandato, algo que nenhum outra força política havia alcançado até agora no país”.
“Foi uma disputa duríssima, contra adversários apoiados pela direita, pelo oligopólio da mídia, pelo grande capital e seus aliados internacionais. Vencemos graças à consciência política de importantes parcelas de nosso povo, da mobilização da antiga e da nova militância de esquerda, da participação de partidos de esquerda e da dedicação e liderança do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma”, acrescenta o texto.
“A oposição, encabeçada por Aécio Neves, além de representar o retrocesso neoliberal, incorreu nas piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar. Inconformada com a derrota, a oposição cai no ridículo ao questionar o resultado eleitoral no TSE. Ainda ressentida, insiste na divisão do país e investe contra a normalidade institucional. Tenta chantagear o governo eleito para que adote o programa dos derrotados”, critica.
Festa popular
Segundo o texto aprovado pela Executiva do PT, “é urgente construir hegemonia na sociedade, promover reformas estruturais, com destaque para a reforma política e a democratização da mídia”. Para que a presidenta Dilma possa fazer “um segundo mandato superior ao primeiro, será necessário, em conjunto com partidos de esquerda, desencadear um amplo processo de mobilização e organização dos milhões de brasileiros e brasileiras que saíram às ruas para apoiar Dilma Rousseff”, acrescenta.
O PT também visa priorizar ações de comunicação, “fortalecendo nossa agência de notícias, articulando-a com mídias digitais, com ação permanente nas redes sociais. Integrar nossas ações de comunicação com o rico movimento cultural em curso no país”.
O objetivo da mobilização será “relançar a campanha pela reforma política e pela mídia democrática, contribuindo para que o governo possa tomar medidas avançadas nestas áreas e para sustentar a batalha que travaremos a respeito no Congresso”. Assim, o PT espera organizar caravanas a Brasília para realizar uma grande festa popular no dia da segunda posse da presidenta Dilma Rousseff.
Na resolução tomada durante o encontro, o PT “reafirma o compromisso do PT” com a reforma política, precedida de um plebiscito, através de uma Constituinte exclusiva” e com a democracia na comunicação, “com uma Lei da Mídia Democrática”.
“O PT precisa estar à altura dos desafios deste novo período histórico. Sobretudo, precisa honrar a confiança que, mais uma vez, o povo brasileiro depositou em nós”, conclui o documento.

Pizzolato acusa oposição de criar o Mensalão para 'minar' Lula em entrevista




Pizzolato acusa oposição de criar o Mensalão para 'minar' Lula

PizzolatoEm entrevista publicada neste sábado (8) no jornal O Estado de São Paulo, o ex-diretor do Banco do Brasil e condenado no processo do mensalão, Henrique Pizzolato reiterou sua inocência e disse que o mensalão foi “criado” para minar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que “a política é suja.”
Ele disse que vive agora na Itália uma fase melhor que no Brasil, pois era agredido e molestado ao sair na rua e afirma que não fez mal algum, “temos todas as provas no processo. Não foi um processo pela Justiça. A política é suja e sempre foi assim. Isso é triste. Eles acham que podem fazer o que querem com as pessoas. Não se pode prender uma pessoa, destruir uma família para ter mais poder”, observou.
Pizzolato disse ser vítima da má Justiça do Brasil e comentou que a liberdade de imprensa não se pode confundir com a liberdade de calúnia. “Antes de o processo começar, a imprensa já tinha me condenado. E não era algo simples. Me lincharam em praça pública ao ponto de que eu não poderia me mover. Minha família estava sendo molestada. Não leram os documentos”.
Segundo ele, não saiu um centavo do Banco do Brasil para o chamado “esquema do mensalão”. Ele afirma trabalharam com a fantasia popular. “Era como se alguém pudesse sair de um banco com uma mala de dinheiro. Os bancos não trabalham mais assim”.  Ele acusou a oposição de criar o ‘mensalão’ para tomar o poder. “Não estavam satisfeitos que um trabalhador, como Lula, estivesse no poder. Há 500 anos o comando do Brasil mudava de mãos entre as elites. Agora, viram chegar à Lula”.
Pizzolato disse que temia ser preso e levado para um presídio no Brasil, “Todos dizem isso. A ONU diz isso e até os ministros. A entidade Conectas e a Anistia também defendem isso. As prisões são medievais. As pessoas são tratados como animais”. Ele vive na Itália com sua aposentadoria fruto de 32 anos de contribuição com a previdência privada.
O ex-diretor do BB diz que as notícias sobre sua fuga são frutos de fantasia e que a imprensa não pode caluniar tendo como base a ficção.  “Primeiro, fizeram a história e depois colocaram os personagens. Em 2007, o juiz (Joaquim Barbosa) disse para a imprensa que ele fazia a história primeiro para que as pessoas entendessem. Existem 3 mil páginas de recibos originais. Está tudo ali. Mas, se você é fraco, te metem ali”.
Ele afirma que fugiu para salvar-se, “Era a guerra. Era a sobrevivência. Eu não prejudiquei ninguém. Eu encontrei uma maneira de proteger a minha vida. Jamais trairei o princípio que meu pai e meu avô me ensinaram. A Justiça tarda, mas vem. A todos que me atacaram, a Justiça se fará sentir. Talvez não no tempo que eu queira. Mas a história escreverá (a Justiça). Não tenho vocação de ser herói. Mas apenas de fazer Justiça. Sempre estive ao lado dos mais fracos”, concluiu.


Entrevista. Henrique Pizzolato

Ex-diretor cuja extradição foi negada busca documentos italianos que tem direito por ter dupla cidadania

'A política sempre foi suja'

Andrea Bonatti e Jamil Chade
08 Novembro 2014 | 16h 23


Itália- Henrique Pizzolato reapareceu em público neste sábado, 8, ao ir à delegacia de La Spezia buscar documentos apreendidos em fevereiro. Desde que teve a extradição negada pela Itália no mês passado, sob alegação de que o Brasil não oferece condições de segurança para o cumprimento da pena de 12 anos e 7 meses a que ele foi condenado no julgamento do mensalão, o ex-diretor do Banco do Brasil tem os mesmos direitos de um italiano livre.
Pizzolato responde em liberdade por falsidade ideológica - ao ser abordado na casa de um sobrinho em Maranello, quatro meses após fugir do Brasil, o ex-diretor mostrou um passaporte em nome do irmão, morto há mais de três décadas. A Polícia Federal brasileira também o indiciou por falsidade.
La Spezia foi o primeiro refúgio do ex-diretor na Itália. Depois de esperar o horário de almoço dos carabinieri, recuperou seus documentos. Diante do prédio, Pizzolato disse que não falaria com jornalistas brasileiros. O repórter o informou que estava a serviço do Estado. Por 30 minutos, Pizzolato reiterou sua inocência e disse que o mensalão foi "criado" para minar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A política é suja."
Estado -  O sr. viveu um momento duro?
Pizzolato: Não. Na verdade, vivi melhor que no tempo que estava no Brasil. No Brasil, eu não poderia sair do meu apartamento. As pessoas me agrediam, me molestavam. As pessoas, quando eu passava pela calçada, me agrediam.
Estado - Hoje, o sr. é livre.
Pizzolato: Sempre fui um homem livre. Não fiz mal algum. Temos todas as provas no processo. Não foi um processo pela Justiça. A política é suja e sempre foi assim. Isso é triste. Eles acham que podem fazer o que querem com as pessoas. Não se pode prender uma pessoa, destruir uma família para ter mais poder.
Estado - O sr. se sente uma vítima?
Pizzolato: Da má Justiça do Brasil. A liberdade de imprensa não se pode confundir com a liberdade de calúnia. Depois, com isso, fizeram um processo. Antes de o processo começar, a imprensa já tinha me condenado. E não era algo simples. Me lincharam em praça pública ao ponto de que eu não poderia me mover. Minha família estava sendo molestada. Não leram os documentos. A Folha, O Estadão, a Globo. Todos tinham os recibos do processo. Uma auditoria foi realizada e tudo foi usada em marketing. Não era um banco pequeno. Era o maior da América Latina e com todos os controles. Eu não tinha autonomia para mover um centavo. Tudo era feito com computadores. Mas fizeram uma história. Todas as contas foram aprovadas e não por uma pessoa ou duas. Mas pela auditoria interna, externa, o tribunal de contas, a Bolsa de Valores e ainda com ações em Nova Iorque. Ninguém encontrou que faltava algo.
Estado - O Mensalão então não existe?
Pizzolato: Com o dinheiro do Banco do Brasil não faltou um só centavo. Era impossível que alguém pegasse o dinheiro. Trabalharam com a fantasia popular. Era como se alguém pudesse sair de um banco com uma mala de dinheiro. Os bancos não trabalham mais assim. Agora, para cobrir a outras pessoas, fizeram uma história para fazer oposição. Se você quer fazer política, faça com propostas. Me crucificaram.
Estado - De quem então é a responsabilidade?
Pizzolato: Da oposição. O que eles queriam? Tomar o poder. Não estavam satisfeitos que um trabalhador, como Lula, estivesse no poder. Há 500 anos o comando do Brasil mudava de mãos entre as elites. Agora, viram chegar à Lula.
Estado - Alguns dizem que o Brasil apresentou documentos fracos justamente para evitar sua extradição.
Pizzolato: Eu não sei. O problema no Brasil é que o processo está errado.
Estado - O sr. temia por sua vida nas prisões brasileiras?
Pizzolato: Todos dizem isso. A ONU diz isso e até os ministros. A entidade Conectas e a Anistia também defendem isso. As prisões são medievais. As pessoas são tratados como animais.
Estado - Do que o sr. vive hoje na Itália?
Pizzolato: Eu sou aposentado. Trabalhei mais de 30 anos. Sempre tive uma previdência privada. Desde o primeiro dia que trabalhei, paguei minha pensão. Há 20 anos eu já vinha na Itália para falar sobre a previdência, na Holanda, na Suíça. Por 32 anos paguei minha pensão
Estado - O que o sr. pensou ao saber que Dilma Rousseff tinha sido reeleita?
Pizzolato: Eu não estava sabendo. Eu não poderia seguir a eleição. Eu não assistia muito à televisão. Eu sabia que estávamos na época de eleição. Mas não sabia o dia. O Brasil, de pouco à pouco, andará adiante.
Estado - Como ocorreu sua fuga? Cruzando a fronteira?
Pizzolato: Ali tudo foi uma fantasia. As pessoas precisam da fantasia. Talvez, um dia, uma parte da imprensa vai entender que a calúnia não faz parte da liberdade de imprensa. A imprensa precisa trazer informações, e não ficção. Se alguém quer fazer um romance, avise que é um autor de ficção. Eu sou feliz, realizado. Não perco uma noite só de sono. Eu sabia que era inocente. Tínhamos todos os documentos. Mas eu não achava que se poderia tomar uma decisão sem documentos. Primeiro, fizeram a historia e depois colocaram os personagens. Em 2007, o juiz (Joaquim Barbosa) disse para a imprensa que ele fazia a história primeiro para que as pessoas entendessem. Existem 3 mil páginas de recibos originais. Está tudo ali. Mas, se você é fraco, te metem ali. Leia Kafka. E como você faz?
Estado - Mas por que o sr. fugiu?
Pizzolato: Para me salvar.
Estado - Mas como isso ocorreu de forma concreta?
Pizzolato: Como fizeram os italianos para fugir dos nazistas? Era a guerra. Era a sobrevivência. Eu não prejudiquei ninguém. Eu encontrei uma maneira de proteger a minha vida. Jamais trairei o princípio que meu pai e meu avô me ensinaram. A Justiça tarda, mas vem. A todos que me atacaram, a Justiça se fará sentir. Talvez não no tempo que eu queira. Mas a história escreverá (a Justiça). Não tenho vocação de ser herói. Mas apenas de fazer Justiça. Sempre estive ao lado dos mais fracos.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Parceiro do Blog - NOSSA BANCA

Parceiro do Blog -  NOSSA BANCA
Endereço da NOSSA BANCA - O endereço é Segundo Lopes Carmona, 347 - Centro - Votorantim - SP Ao lado do Malucho Supermercados

License Creatve Crommons

Postagens populares

Arquivo do blog

SHARE THIS

Anuncios

Anuncios
Custo Benefício Garantido