Magazine do Xeque-Mate

domingo, 24 de março de 2013

Escuta essa Joaquim... QUEM SEMEIA VENTO, COLHE TEMPESTADE!

Xeque - Marcelo Bancalero

A dica  da minha amiga Cristiana Castro é muito boa!
Quem  deve estar sentindo-se muito mal com o livro que escreveu é o Merdal!
Quero ver se vai ter hombridade pra pedir desculpas à nação depois que a farsa acabar!

Lembrando que o livro do Merdal aparece na posição 15 bem atrás do livro do PML e na listada Veja!
http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/





QUEM SEMEIA VENTO, COLHE TEMPESTADE



24 de março de 2013 por Lucas Rafael Chianello
Hoje, quando passeava pela livraria, vi um exemplar do livro “Mensalão: o dia a dia do mais importante julgamento da história política do Brasil”, de autoria do Merdal Pereira. Sim, Merdal, e não me venham com papo de ternura, educação, qualificação. Se o cara publica um livro falando que vivemos no país dos petralhas, também merece repúdio à altura.
Metade do título acima mencionado está correta. Não se trata de um julgamento jurídico, mas de um julgamento político. Em algumas postagens a seguir, republicarei um artigo então divulgado no meu antigo blog, o Além da Grande Mídia, para mostrar, juridicamente, as falhas processuais e constitucionais do julgamento.
Merdal, dado sua predisposição política a um governo ao qual se opõe, tem total interesse na causa e seu livro é prefaciado pelo então Ministro do STF, Carlos Ayres Britto. Quer confissão maior de que estamos sob um julgamento suspeito?
Na verdade a exaltação já foi maior, mas ao mesmo o monstro Joaquim Bargolpe vai tomando proporções incontroláveis, a ponto de ter a pretensão de mandar repórter chafurdar lixo e de acusar advogados e juízes de conluio. Há diversas formas de justiciamento, o que é diferente de julgamento. Bargolpe, no mais puro ataque à ordem jurídica e democrática do país, promove um espetáculo midiático justicialesco de condenação a qualquer custo.
Daqui alguns dias, passaremos por uma data que é a maior chaga na história de nosso país: 31 de março. Uma das infelizes características desta data foi o juízo de exceção que se estabeleceu. Os cidadãos comuns tido como inimigos do regime eram julgados pela justiça militar, cuja competência é julgar apenas os crimes cometidos pelos oficiais das Forças Armadas, conforme dispõe o Código Penal Militar. Porém, da mesma forma que assim eram os julgamentos suspeitos da ditadura, assim ocorre no STF: um tribunal de recurso julgando em sede de primeira instância crimes dos quais não tem competência originária para apurar e julgar.
Enfim, atualmente, inclusive para os que odeiam o PT gratuitamente, pode ser muito bonito ver tudo o que está acontecendo sob o argumento de “petista tem que ir pra cadeia, o resto vemos depois”. Porém, a mesma criminalização da política, que levou ao golpe de 1964 contra os que promoviam as reformas de base, é a mesma criminalização que pode levar o país a uma nova ditadura. Naquela, a receita foi “mídia + exército + empresariado”. Desta vez, a receita é “mídia + judiciário”.
FHC: esqueçam o que escrevi. Luiz Fux: esqueçam o que falei.
FHC: esqueçam o que escrevi. Luiz Fux: esqueçam o que falei.
A operação já foi deflagrada, inclusive com Ministro do STF solicitando excluir dos arquivos o que disseram ao longo do julgamento, palavras principalmente consistentes em “não tenho provas, mas vou condenar”. Numa hipotética hora em que Joaquim Bargolpe assumir o comando deste país e sua tirania valer para todos, além dos petistas, aí terá sido tarde demais. Quem avisa amigo é.


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