Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Nas pautas das manifestações dos doutores coxinhas não cabe mafia das próteses

Xeque - Marcelo Bancalero

A dica do comp@ Louro Gomes é de  muita relevância.
Afinal, quando esse bando de Doutores Coxinhas visam o próprio interesse, eles sabem bem como se articular...
No caso do Ato Médico, fizeram estardalhaço pra roubar o direito de psicólogos, fisioterapeutas e outros profissionais da saúde em dar diagnósticos, prescrições ( neste caso, sabemos bem, devido a mafia farmacêutica, onde eles ganham comissões...Outro tema que deveriam investigar junto aquela outra dica que dei  http://goo.gl/8nBfB7 ), etc.
No caso dos Médicos Cubanos, que vierem por causa da inutilidade e descaso destes coxinhas, que ão queriam sair de seus consultórios, onde podem fazer suas falcatruas, foram também às ruas...
Mas nenhum deles foi fazer manifestação contra os médicos que batiam o ponto sem ir trabalhar.
Nenhum se levantou indignado contra a recente descoberta da máfia das próteses...
Claro, não vamos generalizar!
Tem muita gente boa que acaba pagando por conta de um bando de doutores coxinhas que só pensam no (perdoem-me o linguajar), próprio rabo.

Leiam a matéria do DCM

Onde está a gritaria das associações de médicos contra a “máfia das próteses”?


Postado em 06 jan 2015
medicos


Onde estão as declarações indignadas das entidades médicas contra a chamada “máfia das próteses”? Onde os protestos veementes da categoria? Onde metade daquele povo que foi aos aeroportos agredir os cubanos, denunciar a invasão comunista, o trabalho escravo e a roubalheira?
O Fantástico fez uma reportagem denunciando um esquema em que fabricantes de próteses pagavam comissões para profissionais de saúde prescreverem seus produtos. O negócio estaria ocorrendo em cinco estados.
Alguns ganhavam 100 mil reais por mês pelo serviço. Funcionava assim: o paciente — ou melhor, cliente –, depois de esperar pela cirurgia na fila da rede pública, ia para uma consulta, onde o médico indicava um advogado. Ele ajudava a pessoa a entrar na Justiça pedindo uma liminar que obrigava o governo a pagar pelo procedimento.
O Cade vai averiguar a existência de um cartel dos fabricantes. Segundo o Tribunal de Contas da União, os gastos com medicamentos e insumos para cumprimento de decisões judiciais passaram de 2,5 milhões reais em 2005 para 266 milhões em 2011.
Ou seja, a história é antiga. De acordo com a Zero Hora, quatro casos estão há um ano sob investigação do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers). Os processos, diz o jornal, “ocorrem sob sigilo e estão em fase de julgamento”.
Um dos nomes envolvidos na bandalheira é o do ortopedista Fernando Sanchis. Entre outras coisas, Sanchis estaria metido num pedido de liminar para que um plano bancasse uma cirurgia de coluna de um homem em Pelotas. O advogado indicado por Sanchis entrou com o pedido, orçado em 110 mil reais. A liminar foi suspensa e a operação foi realizado por pouco mais de 9 mil.
Sanchis é um combatente ativo contra o programa Mais Médicos. Nas redes sociais — e também para seus clientes, é claro –, gritava contra a corrupção, o socialismo e postava estranhas fotos de execuções policiais. Criou um cartão como uma espécie de resposta para as caixinhas de Natal: “Você votou na Dilma porque ela disse que o Brasil estava maravilhoso e é pra mim que você vem pedir doação ou gorjeta? Vá pedir para a Dilma”, lê-se.
Distribuidores e dirigentes de hospitais estão sendo investigados. Na terça, o presidente da Associação Médica Brasileira soltou uma nota: “Condenamos relação comercial entre médicos e indústria que influenciem condutas, assim como levantem suspeitas sobre a atividade médica. A confiança no médico é fundamental para pacientes. Incentivamos segunda opinião, especialmente em casos mais complexos.”
Se os conselhos e entidades de classe empregarem um milésimo da energia que gastaram contra o “bolivarianismo” para tentar apurar essa sujeira, já será um avanço. Mas eu aposto com você que, no que depender dos médicos, há assuntos mais importantes a tratar.
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Sobre o Autor
Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas 


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