Magazine do Xeque-Mate

quarta-feira, 7 de maio de 2014

PSB pode ir para os sacrifício e colocar Eduardo Campos na condição humilhante de vice de Marina

Xeque - Marcelo Bancalero

Quem assistiu à propaganda eleitoral do PSB viu...
A Chamada dava mais evidência a Marina,colocando Eduardo em segundo plano.
Nas Inserções Nacionais Rádio PSB Maio/2014
A chamada da campanha dizia claramente...
Marina e Eduardo Campos
Colocando a lider da REDE à frente de Eduardo...
Então, não duvidem dessa opção de mudança na chapa, pra tentar o 2º turno vale tudo , até a humilhação de ser vice de quem nem é realmente do partido.
PS Não encontrei o vídeo da propaganda para embasar o que afirmei aqui.
Mas quem assistiu lembra.
Se de fato isso acontecer,nada de anormal, a mídia e  os institutos de pesquisa já vinham dando a entender que o PSB poderia fazer isso. Isso eu postei aqui em http://xeque-mate-noticias.blogspot.com/2013/10/datapig-pressiona-psb-lancar-marina-no.html
e em http://xeque-mate-noticias.blogspot.com/2013/11/nao-ha-mais-duvidas-rede-globo-fecha.html
Eleição não se ganha com estrategias de jogo de cartas,  repletas deblefes...
Mas sim com estratégias bem articuladas como de um jogo de Xadrez!
Leia mais;


Vannuchi: Disputa é Dilma contra Aécio; Eduardo é carta fora do baralho

publicada terça-feira, 06/05/2014 às 10:42 e atualizada terça-feira, 06/05/2014 às 10:33
A pouco menos de cinco meses das eleições presidenciais, o cenário político brasileiro caminha para uma polarização entre as candidaturas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). Uma série de fatos nas últimas semanas ajuda a consolidar a ideia da repetição de uma disputa que há duas décadas opõe petistas e tucanos.
Em especial nos últimos dias, avalia o analista político da Rádio Brasil Atual, Paulo Vannuchi, criou-se um cenário de oposição entre um projeto desenvolvimentista e um neoliberal que é melhor para Dilma que o surgimento de uma campanha mais difusa, com Eduardo Campos (PSB) forte na condição de via alternativa.
As últimas pesquisas de intenção de voto têm indicado crescimento de Aécio, distanciando-se de Campos e um pouco mais próximo de Dilma, que a essa altura ainda figura como favorita, com possibilidade de vitória no primeiro turno.
Na sexta-feira (2), em São Paulo, o 14º Congresso Nacional do PT fortaleceu o nome da presidenta como candidata à reeleição, afastando os boatos sobre o “Volta, Lula”. O próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que tenham fim estes pedidos e que a sigla unifique discurso em torno de sua sucessora.
Além disso, o encontro serviu para reforçar o discurso lançado pela presidenta na antevéspera. Durante o pronunciamento em virtude do Dia do Trabalho, Dilma criticou quem tenta ampliar a sensação de inflação para fins eleitorais e afirmou que há quem deseje uma volta ao passado. Foi o mesmo tom usado pelo presidente do PT, Rui Falcão, que pediu que Aécio assuma os interesses que defende e acusou Campos de se apropriar do trabalho do governo federal para depois distorcê-lo e abrir espaço para o retrocesso.
“Esta é uma polarização muito favorável ao discurso de Dilma, que chama a esmagadora maioria de trabalhadores que o Brasil possui e defende que o social tem de estar em primeiro lugar, ao contrário do neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso, em que os direitos dos trabalhadores eram flexibilizados, terceirizados, o salário mínimo era corroído a cada ano, e a desigualdade na estrutura de renda no Brasil crescia sempre”, explica analista.
A disputa entre PT e PSDB já dura vinte anos. Desde 1994 os partidos apresentam projetos divergentes para promover o crescimento do país em um contexto pós-ditadura: Fernando Henrique Cardoso (PSDB) governou por dois mandatos (1994 – 2002) com uma agenda considerada liberal, ao passo que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou a estratégia desenvolvimentista e voltada aos projetos sociais, continuada por Dilma, para estruturar sua administração (2003 – 2010).
O cientista político André Singer defende que as duas forças antagônicas ainda devem governar o país pela próxima década. Para ele, durante o período do lulismo – nome dado por Singer à situação polarizada – não haverá espaço para a ascensão de outro projeto político, somente para alianças de partidos menores com os já existentes.
O baixo alcance da campanha de Eduardo Campos até em pesquisas com quadros mais otimistas, como a realizada pelo Datafolha em 2 e 3 de abril, em que o candidato aparece com 10% das intenções de votos parece confirmar a tese de Singer.
Na visão de Vannuchi, o “esvaziamento da terceira via” proposta por Campos é indício claro de que a rivalidade entre PT e PSDB continua como motor das eleições e dos projetos de crescimento para o país.
“Com a polarização vai haver um chamado aos cidadãos entre dois caminhos que ficam mais claros. Há a ideia de que o Brasil tem que seguir nessa linha de promover crescimento, mais emprego, recuperação do salário mínimo e gastos sociais em programas como o Bolsa Família, que é o projeto de Dilma”, avalia. “E há também o modelo defendido pelo bloco liderado por Aécio. Nele, o estado não pode gastar tanto na questão social e é preciso estimular a produção dos grupos empresariais, controlar os
gastos excessivos, impedir que o salário mínimo cresça criando problemas para empresas e prefeitos com defesa de que se houver um relativo aumento do desemprego, esse será o remédio amargo que o sistema capitalista requer para que a economia funcione melhor.”
Ouça o comentário completo de Paulo Vannuchi à Rádio Brasil Atual


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    • 1 semana atrás

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