Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 27 de maio de 2014

Fantasmas de um passado tucano

Xeque - Marcelo Bancalero

Os fantasmas do passado querem retornar ao poder a qualquer custo...
É necessário que você exerça seu dever cívico de alertar a ´população, relembrando as mazelas do governo FHC.
E não somente compartilhando a verdade nas redes sociais via internet...
Mas no seu dia a dia!
Durante o cafezinho na padaria na conversa com amigos e parentes, no futebol com os colegas, em todo o tempo!
Por que o que está em jogo aqui, não é meramente manter um ou outro partido no poder....
Mas todo  um projeto social de muitas conquistas jamais vistas antes nos governos anteriores. E você que está tendo a chance de receber verdades que a mídia teima em manter escondida, tem sim uma responsabilidade social de ser um multiplicador.

Veja a situação com o descaso do governo PSDB em SP... É apenas uma repetição do descaso de FHC que causou o apagão!
Eu não quero temer estas assombrações...
Quero+Brasil #QueroDilmaDeNovo
Leia o excelente artigo da pagina O que não tem censura nem nunca terá dica do comp@ Leonardo Alcântara
Assista ao vídeo e depois assista mais na Play list do You Tube, Fantasmas de um passado tucano https://www.youtube.com/playlist?list=PLX2IJS0Ndfw95VP3App4oVQeL3MmUAVjd , lembrando-se de curtir, compartilhar e inscrever-se no canal
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O apagão energético de 2001

Em 2001, a população brasileira presenciou uma ameaça de apagão elétrico e foi obrigada a adotar medidas de racionamento de energia.

Em 2001, a população brasileira foi obrigada a mudar seus hábitos de consumo de energia drasticamente. O motivo? O risco iminente de corte de energia elétrica em todo o país, um fenômeno que ficou conhecido como apagão.

Era o último ano do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) e no ano seguinte ocorreriam eleições presidenciais. A crise energética estava ligada principalmente à falta de planejamento no setor e à ausência de investimentos em geração e distribuição de energia. Durante seus dois mandatos, FHC buscou realizar uma série de medidas de enxugamento da máquina pública, que incluía a privatização de várias empresas estatais. Dentre elas, encontravam-se as empresas de distribuição de energia, essenciais ao planejamento econômico nacional, já que eram necessárias para o funcionamento das empresas. Somou-se a isso o aumento contínuo do consumo de energia devido ao crescimento populacional e ao aumento de produção pelas indústrias.

Outro fator que contribuiu para agravar a situação foi o fato de que mais de 90% da energia elétrica do Brasil era produzida por usinas hidrelétricas, que necessitam de chuva para manter o nível adequado de seus reservatórios para a geração de energia. Entretanto, naquele ano houve uma escassez de chuva e o nível de água dos reservatórios das hidrelétricas estava baixo. Além disso, a ausência de linhas de transmissão impediu o governo de manejar a geração de energia de onde havia sobra para locais onde havia falta de eletricidade.

O governo teve que preparar um plano de contingência – baseado no acionamento de termelétricas – para a reestruturação do planejamento (com a instituição de leilões de energia futura no Mercado Atacadista de Energia, MAE) e para a realização de um rápido investimento em linhas de transmissão.

Todavia, o que marcou a população foram as medidas do governo federal para forçar os brasileiros a racionar energia. A partir de 1º de julho de 2001, os consumidores tiveram que cortar voluntariamente 20% do consumo de eletricidade, caso contrário, teriam um aumento no valor da energia. Segundo o plano, quem consumisse até 100 quilowatts/hora por mês (30% dos lares brasileiros) não precisaria economizar nada. Acima dessa faixa, a redução era obrigatória e os que não aderissem ao pacote corriam o risco de ter a luz cortada - por três dias na primeira infração, e seis dias em caso de reincidência. O governo ainda impôs uma sobretaxa às contas de energia que fossem superiores a 200 quilowatts/hora por mês, pagando 50% a mais sobre o que excedesse a este patamar. Haveria uma segunda sobretaxa, de 200%, para as contas acima de 500 quilowatts.

A troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes (bem mais econômicas) foram as principais formas de se conseguir alcançar a meta de redução do consumo, bem como o desligamento de aparelhos eletrodomésticos, como geladeiras, freezers, televisão etc., durante alguns períodos do dia. Na indústria, máquinas alimentadas por energia elétrica foram trocadas por outras a gás, por exemplo.

Segundo cálculo do Tribunal de Contas da União, o prejuízo causado pelo apagão foi de R$ 54,2 bilhões. Uma consequência da crise foi a elaboração de um plano de recuperação do setor de energia elétrica que obteve resultados possíveis de se ver hoje, como um melhor planejamento do setor e investimento na geração de energia elétrica. As usinas de Santo Antônio, Jirau e Belo Monte, todas na Amazônia, são produto deste investimento posterior ao apagão de 2001.

Por Tales Pinto
Graduado em História
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