Magazine do Xeque-Mate

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Vídeo com Lula mandando recado aos golpistas de plantão..."Estou voltando, com muita vontade, com muita disposição...Tô no jogo!"

Xeque - Marcelo Bancalero

Lula se posiciona e manda recado aos  babacas de plantão...

"Estou voltando, com muita vontade, com muita disposição – para felicidade de alguns, para desgraça de outros. É o seguinte: eu estou no jogo".

Leia e assista ao vídeo;


25 DE SETEMBRO DE 2013 - 11H13 

Lula avisa: “Estou voltando com muita vontade e muita disposição”


Em entrevista nesta terça-feira (24) à Rede Brasil Atual e outros veículos de imprensa progressistas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que terá na campanha eleitoral de 2014 o "papel que a Dilma quiser que seja". Lula mandou um recado para a oposição: "Estou voltando, com muita vontade, com muita disposição – para felicidade de alguns, para desgraça de outros. É o seguinte: eu estou no jogo".


Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Entrevista Lula à RBA

Ele admitiu que tem adotado uma postura cautelosa nas reuniões e conversas com partidos políticos – levando em consideração o crivo da presidenta Dilma Rousseff e do PT. Ele afirmou que está preparado para participar ativamente da campanha presidencial. "Eu me considero razoável de palanque, gosto, me sinto bem, agradeço a Deus todos os dias a relação de confiança que construí com o povo brasileiro. E tudo o que eu puder fazer para convencer as pessoas que confiam em mim a votar na Dilma, eu vou fazer", disse.

O ex-presidente lembrou ainda que Dilma provavelmente precisará menos de sua "ajuda" durante sua candidatura à reeleição. "Ela vai ser julgada pelo que está fazendo, não é mais uma desconhecida como era em 2010, mas farei o mesmo esforço para reelegê-la, pois a vitória da Dilma é a minha vitória e a derrota dela é a minha. O sucesso dela é o sucesso do povo brasileiro, das camadas mais pobres da população."

Candidatura de Campos

Lula também falou da possibilidade, cada vez mais presente no cenário político nacional, de o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disputar as eleições presidenciais do próximo ano. Ele disse, no entanto, que continua trabalhando com a perspectiva de aliança. "Se não der para a gente estar junto, o que precisamos é fazer uma campanha civilizada em que a gente possa estar junto no segundo turno."

Na última quarta-feira (18) o PSB anunciou que deixaria o governo federal. O anúncio foi feito depois de uma reunião da Executiva Nacional do partido, em Brasília. Lula disse que viu com "certa tristeza" o afastamento de Campos da base aliada, mas afirmou que prefere aguardar até março a confirmação de que Campos será ou não candidato.

Reforma política

Lula demonstrou ceticismo com a possibilidade de que as propostas de reforma política em tramitação no Congresso apresentem mudanças significativas. Ele não vê chance de mudanças significativas nas regras do jogo pelos detentores dos atuais mandatos. "Achar que os atuais deputados vão fazer uma reforma política mudando o status quo é muito difícil. Pode melhorar um pouco."

Ele voltou a defender que se convoque uma constituinte para tratar exclusivamente do tema. A proposta chegou a ser apresentada por Dilma Rousseff após as manifestações de junho, mas foi rapidamente deixada de lado pelo Congresso e pelo PMDB, que engavetaram também a ideia da presidenta de realizar um plebiscito sobre a reforma política.

"Acredito que é possível discutirmos uma mudança na votação, votar em lista, financiamento de campanha. Há um equívoco de fazer a sociedade compreender que o financiamento público vai tirar o dinheiro da União. A forma mais eficaz, honesta e barata de se fazer uma campanha política é você saber que cada voto vale um centavo, R$ 1 real, R$ 10 reais e que cada partido vai ter tanto, e que cada partido vai fazer aquilo e se alguém pegar dinheiro privado tem de ser considerado crime inafiançável, para que as pessoas não fiquem subordinadas aos empresários."

Manifestações de junho

Para o ex-presidente, as manifestações que tomaram as ruas do país em junho deste ano devem "servir como uma grande lição para a sociedade brasileira e, sobretudo, para os governantes brasileiros". Mas reconheceu que "foi um movimento que se deu à margem daquilo que nós conhecíamos como tradicional forma de organização". 

"Eu me lembro que não aconteceu nada no Brasil nos últimos 40 anos que a gente não estivesse à frente. Seja o movimento sindical, sejam os partidos de esquerda, seja a UNE, sejam os sem-terra."

Ainda de acordo com ele as manifestações não foram direcionadas contra o governo, mas foi um movimento que reivindicou mais direitos e avanços. "Nós queremos mais educação, nós queremos mais saúde, nós queremos mais transporte, nós queremos mais qualidade de vida. Aí eu lembro de um discurso do Fernando Haddad [prefeito de São Paulo eleito em 2012] durante a campanha que ele falava você está lembrado que na sua casa, da porta para dentro, melhorou muita coisa, mas da porta para fora piorou ou ficou como está. E era verdade, porque o cara tinha comprado uma máquina de lavar roupa, uma geladeira, um televisor, mas a cidade não foi cuidada adequadamente. Ou seja, você não fez as tarefas para cuidar do transporte adequadamente, não fez o saneamento básico adequado, não tornou a periferia boa para se morar."

Segundo Lula, a resposta da presidenta aos anseios das ruas foi imediata e citou o Programa Mais Médicos e a aprovação de 75% dos royalties para a educação. "O que a gente precisa neste instante é saber que mudou a sociedade brasileira. Ela está mais exigente, ela tem mais informações do que tinha antes. Você imagina, nós saímos de um país que tinha, em 2007, 48 milhões de pessoas que viajavam de avião. Hoje nós temos 113 milhões de pessoas. Essa gente quer se queixar do aeroporto agora, quer se queixar do preço da passagem, quer se queixar da qualidade do serviço no avião. Antigamente você não tinha isso."

Mais Médicos

Ele foi enfático na defesa do Programa Mais Médicos e disse que as "entidades que representam os médicos no Brasil nunca reconheceram que no Brasil faltava médico". E reforçou o discurso do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de que "não se está buscando médico fora para substituir o médico brasileiro; se está buscando médico fora para trabalhar onde não tem médico".

"E o Padilha sabe que o Mais Médicos não vai resolver o problema da saúde. O Mais Médicos vai dar oportunidade ao cidadão que não tem acesso a nenhum médico, a ter acesso ao primeiro médico e tratamento. E quando esse cidadão tiver acesso ao médico, ele vai querer mais saúde, porque ele vai ter informações: vão pedir pra mulher fazer mamografia, se é um homem vai ter que fazer exame de câncer não sei das quantas. Então, todas as vezes vai precisar formar mais gente."

Lula disse ainda que o fim da CPMF, em 2007, foi um ato de "insanidade dos tucanos" contra o seu governo que retirou do orçamento um investimento de cerca de R$ 40 bilhões por ano para a saúde a partir de 2007. "Qual era a ideia? Vamos prejudicar o Lula. Vamos quebrar a cara dele, ele não vai se eleger. E caíram do cavalo, porque terminei meu mandato com 87% de bom e ótimo, 3% de ruim e péssimo e 10% de regular. Pois bem, quem eles prejudicaram? O povo."

"Nós temos que colocar na sociedade brasileira a seguinte ideia: você não vai conseguir fazer com que as camadas mais pobres da população tenham acesso a uma boa qualidade de saúde e à média ou alta complexidade sem dinheiro."

A discussão do tema com toda a sociedade brasileira é, para Lula, o principal caminho para buscar uma solução efetiva. "Porque achar que a gente pode elevar a um padrão de ter acesso de alta complexidade às pessoas mais pobres sem dinheiro é vender ilusão. E achamos que o rico tem que pagar pela saúde do povo mais pobre. Era por isso que tínhamos apresentado um programa chamado Mais Saúde em que a gente iria utilizar todo o dinheiro da CPMF para cuidar da saúde." 

Ele defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS), mas reforçou que a universalização da saúde depende de mais recursos. "É isso que temos de ter em conta. Dilma e Padilha marcaram um gol com o Mais Médicos. Abriram um debate muito importante com a sociedade para as pessoas começarem a enxergar."


Mariana Viel,
Da Redação do Vermelho, com informações da Rede Brasil Atual

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=225050


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