Magazine do Xeque-Mate

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Joaquim querendo sumir para Alemanha, corre e condena 11, enquanto Lewandowski com maestria refuta o voto do relator

Xeque - Marcelo Bancalero
Joaquim Barbosa fatiou o quanto pode  seus votos.
Acabado as eleições e o segundo turno praticamente em reta final, ele agora começa a correria, pois está  de viagem marcada para a Alemanha.
Alias, um dos países mais visitados por conhecidas figurinhas do cenário nacional.
Lembrei-me de 3 um tanto quanto curiosas.
Gilmar Mendes com Demóstenes Torres no jatinho do Cachoeira , FHC em 2010 numa eleição que trazia também  questões  de tentativa de golpe. E o filho da bruxa da privataria tucana Helena Landau, dando uma festinha meio estranha, gente esquisita na Áustria, logo ali pertinho... Como também  está  ali pertinho , que todos conhecem bem , como paraíso fiscal.
Mas o que me chama a atenção e que Barbosa acreditou que passaria seu voto  de formação de quadrilha numa boa. Porem  foi refutado com maestria pelo revisor Lewandowski. 
Como se sabe, ao crime de formação de quadrilha  e uma das penas mais leves de  1 a 3 anos. O que querem na verdade e clocar este estigma, ou rotulo sobre o PT.
Vamos ver agora, que caminhos  ira seguir o julgamento nesta reta final.
Outra coisa temo é que  existem  alguns empates, e uma das opções é que o presidente do STF desempate.
Pior, o Joaquim Presidenciável Barbosa sera o novo presidente em breve!
Veremos no que vai dar isso!



Julgamento do 'mensalão'

18.10.2012 16:53

Joaquim Barbosa condena Dirceu por formação de quadrilha; Lewandowski absolve

‘Genoino admitiu ter conhecimento dos empréstimos do PT junto ao Banco Rural e BMG’, diz Barbosa. Foto: Agência Brasil
Como tem se tornado praxe no julgamento do ‘mensalão’, os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, relator e revisor do processo, voltaram a discordar nesta quinta-feira 18, no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao analisar o item dois da denúncia, Barbosa qualificou José Dirceu como o chefe do esquema de pagamentos a parlamentares no primeiro governo do ex-presidente Lula, rechaçando novamente sua defesa ao dizer que Valério confirmou ter recebido coordenadas do núcleo político, comandado, segundo a acusação, pelo ex-ministro da Casa Civil. “Delúbio era o principal braço operacional do núcleo”, afirmou.
O magistrado ainda citou trechos do depoimento do deputado Valdemar da Costa Neto (PR) em uma negociação pelo apoio do extinto PL ao PT nas eleições de 2002, em troca do repasse de 10 milhões de reais ao partido. O apoio foi negociado pelo ex-tesoureiro petista. “Delúbio era o principal braço operacional do núcleo”, disse Barbosa.
O ministro também entende como culpados outros 11 réus dos núcleos publicitário e financeiro por formação de quadrilha. O relator, no entanto, absolveu as Ayanna Tenório e Geiza Dias.“Relembro que o núcleo operacional junto com o publicitário e o PT em coluio com o núcleo financeiro simularam empréstimos para o grupo bem como encobriram a entrada de capital do esquema da quadrilha. (O ex-presidente do PT, José) Genoino admitiu ter conhecimento dos empréstimos do PT junto ao Banco Rural e BMG.”
Barbosa citou depoimentos em juízo que confirmam Marcos Valério atuando como intermediário do governo em reuniões, auxiliado por Rogério Tolentino. Apontou também os empréstimos fraudulentos realizados pelo publicitário no Banco Rural e os fiadores destes mútuos. “Mesmo sem ter patrimônio Delúbio e Genoíno afiançaram o contrato fraudulento.”
Na sequência, Lewandowski divergiu do relator. O magistrado usou argumentos das ministras Carmen Lúcia e Rosa Weber para sustentar que não existem evidências suficientes para concluir a existência de formação de quadrilha neste caso. “No direito penal, não há mais nem menos. Ou se enquadra na lei ou não se enquadra”. Na opinião do revisor,  há nebulosidade entre as definições de “quadrilha” e “organização”. “Nem o MP conseguiu delinear direito se se tratava de quadrilha ou organização.”

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