Magazine do Xeque-Mate

domingo, 21 de novembro de 2010

Jabor sentindo na pele o que fez com Lula

NOVEMBRO DE 2010

Arnaldo Jabor tem seu dia de “Lula”

O cineasta (sic) apanha da Folha, da Veja e não suporta a crítica. Será que ele vai chorar no Instituto Millenium?

Parece que o filme A Suprema Felicidade está se tornando a suprema decepção e inconformidade de seu autor Arnaldo Jabor com a crítica especializada.

A patética pergunta (Quem tem razão: a crítica ou o público?) do subtítulo de seu artigo de hoje [9/11em O Globo (“Patrulhas ideológicas”) dá bem a dimensão da maneira como Jabor reagiu mal à avaliação dos críticos de cinema a seu trabalho.

Os críticos da Folha e da Veja disseram que o filme é “sem foco”, “acaba de repente” e ainda que Jabor não é mais cineasta. Segundo Jabor, picharam e falaram mal de seu trabalho.

E aí, o vivido Jabor não consegue entender, como um filme que já foi assistido por 180 mil pessoas, e algumas delas lhe enviaram até e-mail elogiando, é tratado assim, na base da “porrada”, como lixo, como se não tivesse nada de bom. Será que esse povo que elogia o filme é um bando de idiotas? Ou será que a razão está com os minguados críticos, e aí, em palavras minhas, uns três ou quatro que cabem dentro de um fusca?

Jabor parte para o ataque a seus críticos, rotula os de patrulheiros ideológicos e os acusa de invejosos, e de exercerem a crítica de forma desonesta, por inveja de alguém [dele] que é sucesso, no rádio e nos jornais.

Jabor desaprendeu de ser vidraça, faz tempo que ele é pedra, e em suas análises políticas sobre o governo Lula, ele foi sempre cruel, como ativo membro da patrulha da oposição.

Jabor esqueceu que ele sempre rotulou de analfabetos, ignorantes, otários, os 97% dos brasileiros que dão ao governo Lula aprovação entre regular e ótimo.

Jabor sempre fez parte dos 3% que se acham os “críticos sabidos e inteligentes”, os que cabem dentro do fusca e são os brasileiros que conhecem o que é bom para o Brasil.

Jabor nunca reclamou da Folha nem da Veja, quando elas esculacharam Lula, o PT e a Dilma Rousseff; aí Jabor gostou, aplaudiu e ajudou a “bater”.

Quando Lula reclamou de que parte da imprensa só criticava seu governo, sem ver nada de bom nele, Jabor enxergou nisso uma “ameaça à liberdade de expressão e de imprensa”.

Jabor, a imprensa e os críticos são livres para achar que seu filme é uma droga, é um direito deles dizer isso, respeite a opinião dos que assistiram e não gostaram.

Quem semeia vento, colhe tempestade. Quem com ódio, preconceito, má vontade,Folha e Veja fere, com isso e com muito mais, acabara sendo ferido.

Postado por LIMPINHO E CHEIROSO às 18:12

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